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Mecanismos de Leitura e Escrita do Português em surdos, cegos, surdocegos, e ouvintes videntes: Como se dá a escrita da fala, em todos os sotaques, a partir da audição e da leitura orofacial visual e tátil.

Certificado Even3

100% Online

R$ 60,00

Convidados

Palestrante
Prof. Dr. Fernando Cesar Capovilla

Psicólogo (1982). Mestre: Psicologia de Aprendizagem e Desenvolvimento, Universidade de Brasília (1984). Ph.D.: Experimental Psychology, Temple University of Philadelphia (1989) (medal: Outstanding Achievement Award, Pennsylvania Psychological Association). Livre Docente: Neuropsicologia Clínica, USP (2000), tese: Lexicografia e Lexicologia de Libras. Professor Titular (MS-6): Instituto de Psicologia USP (IPUSP). Citações=7.669. Índice h=44. Índice i10=131. Membro titular do Conselho Nacional de Educação. Doutor Honoris Causa em Educação. Orientou mais de 49 dissertações e teses de Mestrado e Doutorado. Chefe Lab Neuropsicolinguística Cognitiva Experimental (Lance), Lab Tecnologia e Reabilitação Cognitiva, Centro Clínico em Distúrbios de Comunicação e Linguagem do IPUSP. Coordenador nacional de inclusão e alfabetização da Capes. Presidente da Comissão de Alfabetização do Conselho Nacional de Alfabetização. Coautor do RENABE: Relatório Nacional de Alfabetização Baseada em Evidências e da PNA: Política Nacional da Alfabetização do MEC. Ex-professor: Temple University, UERJ, UEL, UnB. Consultor CNPq, Capes, Fapesp, Faperj, Inep NIMHCD. Coordenador: Pandesb: Programa de Avaliação Nacional do Desenvolvimento do Escolar Surdo Brasileiro (CNPq, Capes, Inep), que mapeou parâmetros normativos de desenvolvimento linguístico de 9.200 surdos de 15 estados em compreensão de sinais de Libras, leitura alfabética (decodificação e reconhecimento visual de palavras), compreensão de textos, qualidade ortográfica da escrita, competência de leitura orofacial, e vocabulário em Português por leitura orofacial. Coordenador do Sistema de Avaliação de Escolas de Surdos na Prova Brasil em Libras, no Observatório da Educação (consórcio Capes-Inep). Autor de mais de 60 livros e de 400 trabalhos científicos. publicados, e coautor de 200 sistemas especialistas de multimídia para diagnóstico, comunicação e reabilitação cognitiva em distúrbios neuromotores (paralisia cerebral e esclerose lateral amiotrófica), neurolinguísticos (dislexia e afasia) e neurossensoriais (surdez congênita profunda). Membro da Comissão Internacional de Especialistas em Alfabetização da Câmara dos Deputados. Membro fundador da Sociedade Brasileira de Neuropsicologia (SBNp). Diretor Científico da Associação Brasileira de Dislexia (ABD). Research Fellow do NIMHCD. Autor laureado: Câmara Brasileira do Livro, e Associação Brasileira de Editoras Universitárias: 1º lugar no Prêmio ABEU 2018: Melhor Livro de Ciências Humanas. Eleito pelo Instituto Nanocell como um dos dois cientistas mais influentes do Brasil em Neurociências, Categoria Professor. Educador laureado pela European Commission Erasmus+, Prêmio Special Tribute International, Categoria Best Practices in Education, Brazil-Europe. Livros: Dicionário da Língua de Sinais do Brasil: A Libras em suas mãos (3 vols., 1º lugar em Ciências Humanas, Prêmio ABEU 2018); Cartilha de Libras: Medicina e Saúde; Maravilhamento (livro e CD-Rom); Quebrando o código do Português brasileiro: Como avaliar (de)cifrabilidade de qualquer palavra (livro e CD-Rom, 2a. ed.); Novos caminhos da alfabetização infantil (3a.ed.); Enciclopédia da Língua de Sinais Brasileira: mundo do surdo em Libras; Alfabetização fônica: Construindo competência de leitura e escrita (4a.ed.); Neuropsicologia e aprendizagem; Alfabetização: Método fônico (5a.ed.); Novo Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da Libras (2 vols., 4a.ed.); Problemas de leitura e escrita: Como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica (7a.ed.); Temas multidisciplinares em neuropsicologia e aprendizagem; Alfabetização fônica computadorizada (manual e CD-Rom, 4a.ed.); Temas em neuropsicolinguística; Prova de Consciência Sintática; Teoria e pesquisa em avaliação neuropsicológica; Transtornos de aprendizagem; Teste de Competência de Leitura de Palavras e Pseudopalavras; Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue Libras (2 vols., 6a.ed., m. honrosa Prêmio Jabuti).

Palestrante
Prof. Dr. Fernando Cesar Capovilla

Psicólogo (1982). Mestre: Psicologia de Aprendizagem e Desenvolvimento, Universidade de Brasília (1984). Ph.D.: Experimental Psychology, Temple University of Philadelphia (1989) (medal: Outstanding Achievement Award, Pennsylvania Psychological Association). Livre Docente: Neuropsicologia Clínica, USP (2000), tese: Lexicografia e Lexicologia de Libras. Professor Titular (MS-6): Instituto de Psicologia USP (IPUSP). Citações=7.669. Índice h=44. Índice i10=131. Membro titular do Conselho Nacional de Educação. Doutor Honoris Causa em Educação. Orientou mais de 49 dissertações e teses de Mestrado e Doutorado. Chefe Lab Neuropsicolinguística Cognitiva Experimental (Lance), Lab Tecnologia e Reabilitação Cognitiva, Centro Clínico em Distúrbios de Comunicação e Linguagem do IPUSP. Coordenador nacional de inclusão e alfabetização da Capes. Presidente da Comissão de Alfabetização do Conselho Nacional de Alfabetização. Coautor do RENABE: Relatório Nacional de Alfabetização Baseada em Evidências e da PNA: Política Nacional da Alfabetização do MEC. Ex-professor: Temple University, UERJ, UEL, UnB. Consultor CNPq, Capes, Fapesp, Faperj, Inep NIMHCD. Coordenador: Pandesb: Programa de Avaliação Nacional do Desenvolvimento do Escolar Surdo Brasileiro (CNPq, Capes, Inep), que mapeou parâmetros normativos de desenvolvimento linguístico de 9.200 surdos de 15 estados em compreensão de sinais de Libras, leitura alfabética (decodificação e reconhecimento visual de palavras), compreensão de textos, qualidade ortográfica da escrita, competência de leitura orofacial, e vocabulário em Português por leitura orofacial. Coordenador do Sistema de Avaliação de Escolas de Surdos na Prova Brasil em Libras, no Observatório da Educação (consórcio Capes-Inep). Autor de mais de 60 livros e de 400 trabalhos científicos. publicados, e coautor de 200 sistemas especialistas de multimídia para diagnóstico, comunicação e reabilitação cognitiva em distúrbios neuromotores (paralisia cerebral e esclerose lateral amiotrófica), neurolinguísticos (dislexia e afasia) e neurossensoriais (surdez congênita profunda). Membro da Comissão Internacional de Especialistas em Alfabetização da Câmara dos Deputados. Membro fundador da Sociedade Brasileira de Neuropsicologia (SBNp). Diretor Científico da Associação Brasileira de Dislexia (ABD). Research Fellow do NIMHCD. Autor laureado: Câmara Brasileira do Livro, e Associação Brasileira de Editoras Universitárias: 1º lugar no Prêmio ABEU 2018: Melhor Livro de Ciências Humanas. Eleito pelo Instituto Nanocell como um dos dois cientistas mais influentes do Brasil em Neurociências, Categoria Professor. Educador laureado pela European Commission Erasmus+, Prêmio Special Tribute International, Categoria Best Practices in Education, Brazil-Europe. Livros: Dicionário da Língua de Sinais do Brasil: A Libras em suas mãos (3 vols., 1º lugar em Ciências Humanas, Prêmio ABEU 2018); Cartilha de Libras: Medicina e Saúde; Maravilhamento (livro e CD-Rom); Quebrando o código do Português brasileiro: Como avaliar (de)cifrabilidade de qualquer palavra (livro e CD-Rom, 2a. ed.); Novos caminhos da alfabetização infantil (3a.ed.); Enciclopédia da Língua de Sinais Brasileira: mundo do surdo em Libras; Alfabetização fônica: Construindo competência de leitura e escrita (4a.ed.); Neuropsicologia e aprendizagem; Alfabetização: Método fônico (5a.ed.); Novo Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da Libras (2 vols., 4a.ed.); Problemas de leitura e escrita: Como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica (7a.ed.); Temas multidisciplinares em neuropsicologia e aprendizagem; Alfabetização fônica computadorizada (manual e CD-Rom, 4a.ed.); Temas em neuropsicolinguística; Prova de Consciência Sintática; Teoria e pesquisa em avaliação neuropsicológica; Transtornos de aprendizagem; Teste de Competência de Leitura de Palavras e Pseudopalavras; Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue Libras (2 vols., 6a.ed., m. honrosa Prêmio Jabuti).

Sobre o conteúdo

A leitura e a escrita do Português podem ser feitas por duas estratégias ou rotas: a lexical e a fonológica. Palavras com ortografia familiar tendem a ser lidas e escritas pela rota lexical. A leitura lexical se dá por de reconhecimento visual direto da forma ortográfica das palavras familiares. A escrita lexical se dá por de produção ensaiada direta da forma ortográfica das palavras familiares. Palavras familiares irregulares (com relações grafofonêmicas irregulares, como mouse, facebook) não podem ser lidas sem erro por decifragem grafema-fonema, ou escritas sem erro por cifragem fonema-grafema, logo, só podem ser corretamente lidas e escritas pela rota lexical, em que ocorre leitura por reconhecimento por familiaridade, e escrita por também familiaridade. Explicarei como calcular o grau de familiaridade ortográfica e, assim, modular o envolvimento e a eficácia da rota lexical para leitura e escrita de palavras familiares, especialmente as irregulares, que não podem ser bem lidas por decifragem nem bem escritas por cifragem. Palavras compostas de relações grafofonêmicas regulares (pata) podem ser lidas e escritas pela rota fonológica, sendo bem lidas por decifragem grafema-fonema e bem escritas por cifragem fonema-grafema. Isso independentemente da familiaridade ortográfica. Já as palavras sem qualquer familiaridade ortográfica (as palavras novas), bem como as pseudopalavras, não podem ser lidas nem escritas pela rota lexical só podem ser lidas e escritas pela rota fonológica. Como não têm qualquer familiaridade ortográfica, não podem ser reconhecidas por familiaridade, nem escritas por familiaridade. Tendo de ser lidas por decifragem e escritas por decifragem, é essencial que possamos explicar e demonstrar de modo claro, sistemático, e experimental, como mensurar o grau de dificuldade de decifrar qualquer palavra escrita do Português escrito, e de cifrar qualquer palavra do Português falado. Explicaremos como calcular o grau de regularidade grafema-fonema para a leitura (silenciosa ou em voz alta) de qualquer palavra escrita, bem como calcular o grau de regularidade fonema-grafema para a escrita (sob ditado ou na redação livre) de qualquer palavra ouvida e, assim, modular o envolvimento e a eficácia da rota fonológica para leitura e escrita. Mapeando todos os fones do Português falado e todos os grafemas do Português escrito, identificamos todas as formas de grafar cada um dos fonemas do Português falado, juntamente com suas respectivas incidências; e todas as formas de pronunciar cada um dos grafemas do Português escrito, juntamente com suas respectivas incidências. No universo das 300 relações unitárias entre grafema e fonema, identificamos o grau de prevalência de cada relação grafema-fonema. Quanto maior a prevalência de uma relação grafema-fonema, mais dominante ela é, e maior sua intrusividade e probabilidade de surgir nas paralexias. Quanto menor a prevalência de uma relação grafema-fonema, mais rara ou recessiva ela é, e logo maior sua vulnerabilidade à intrusão por uma relação dominante. Quanto maior a dominância média das relações grafema-fonema que compõem uma determinada palavra escrita a ser lida em voz alta, mais fácil é ler essa palavra em voz alta e, portanto, menor o risco de ocorrência de paralexias. Estas, no entanto, tenderão a ocorrer na decifragem das relações grafema-fonema recessivas. Quanto menor a dominância média das relações grafema-fonema que compõem uma determinada palavra escrita a ser lida em voz alta, mais difícil é ler essa palavra e, portanto, maior o risco de ocorrência de paralexias. Estas tenderão a ocorrer na decifragem das relações grafema-fonema recessivas, mas não nas dominantes. Com isso, descobrimos como mensurar precisamente o grau de dificuldade de leitura em voz alta de qualquer palavra escrita. Explicaremos precisamente todos esses mecanismos de escrita, com muitos exemplos. No universo das 300 relações unitárias entre fonema e grafema, identificamos o grau de prevalência de cada relação fonema-grafema. Quanto maior a prevalência de uma relação fonema-grafema, mais dominante ela é, e maior sua intrusividade e probabilidade de surgir nas paragrafias. Quanto menor a prevalência de uma relação fonema-grafema, mais rara ou recessiva ela é, e logo maior sua vulnerabilidade à intrusão por uma relação dominante. Quanto maior a dominância média das relações fonema-grafema que compõem uma determinada palavra ouvida a ser escrita sob ditado, mais fácil é escrever essa palavra e, portanto, menor o risco de ocorrência de paragrafias. Estas, no entanto, tenderão a ocorrer na cifragem das relações fonema-grafema recessivas. Quanto menor a dominância média das relações fonema-grafema que compõem uma determinada palavra ouvida a ser escrita sob ditado, mais difícil é escrever essa palavra e, portanto, maior o risco de ocorrência de paragrafias. Estas tenderão a ocorrer na cifragem das relações fonema-grafema recessivas, mas não nas dominantes. Com isso, descobrimos como mensurar precisamente o grau de dificuldade de escrita sob ditado de qualquer palavra ouvida. Vamos explicar precisamente todos esses mecanismos de escrita, com muitos exemplos. Ouvintes videntes recebem a fala por audição e visão, e sua percepção é fusão do input auditivo com o visual, como demonstra o efeito McGurk. Ouvintes cegos recebem a fala por audição apenas. Para esses ouvintes cegos, empreendemos o mapeamento das relações entre as unidades da fala ouvida (fonemas) e as unidades de escrita (grafemas). Videntes surdos recebem a fala por visão apenas, por meio de leitura orofacial visual. Para esses videntes surdos, empreendemos o mapeamento das relações entre as unidades da fala vista (optolalemas) e as unidades de escrita (grafemas). Com isso, descobrimos como mensurar precisamente o grau de dificuldade de escrita sob ditado de qualquer palavra lida orofacialmente por visão. Vamos explicar precisamente todos esses mecanismos de escrita, com muitos exemplos. Surdocegos recebem a fala por tato apenas, por meio de leitura orofacial tátil. Para esses surdocegos, empreendemos o mapeamento das relações entre as unidades da fala tateada (hapsilalemas) e as unidades de escrita (grafemas). Com isso, descobrimos como mensurar precisamente o grau de dificuldade de escrita sob ditado de qualquer palavra lida orofacialmente por tato. Vamos explicar precisamente todos esses mecanismos de escrita, com muitos exemplos.

Sobre o evento

O VIII SIMPÓSIO MUNDIAL DE ESTUDOS DA LÍNGUA PORTUGUESA (SIMELP) é um evento consolidado, constituído por diversos simpósios, conferências, mesas-redondas e minicursos que pretendem funcionar como espaço para agregar pesquisas e discussões entre professores, pesquisadores, estudantes e profissionais interessados em áreas como Linguística, Literatura, Cultura, Tradução, Educação. O evento também se destina a profissionais de outras áreas para quem a língua portuguesa representa um ponto de interesse ou de partida para inovações tecnológicas na área do ensino e/ou de outras áreas. Em sua Edição Especial Híbrida, em 2022, a VIII edição do SIMELP destacará Angola e contará com a participação de representantes de todos os Continentes. A presença de importantes profissionais de todas as partes do mundo e a atmosfera de partilhamento trazem um impulso ainda maior para o ensino, a divulgação e a pesquisa da língua portuguesa, levando-a a confirmar e sedimentar a sua importância no cenário mundial. Entre os dias 04 a 07 de outubro do ano de 2022, o VIII SIMELP ocorrerá no formato online, cuja organização reflete uma parceria entre universidades do mundo todo nas quais a língua portuguesa é tomada como objeto de ensino e/ou de investigação e com variadas formas de difusão cultural. É com grande satisfação que convidamos a todos para participarem do VIII SIMELP. Temos a certeza de que, à semelhança de edições anteriores, o evento será bastante produtivo e irá contribuir substancialmente para o enriquecimento das pesquisas, discussões e projetos no âmbito da língua portuguesa.

Benefícios

  • Acesso vitalício
  • Assista via smartphone e smartvs
  • Acesso a materiais complementares
  • Certificado da atividade

Conteúdos do Evento

Língua e Cultura: uma análise da norma linguística gramatical brasileira - Profa. Dra. Marli Quadros Leite
Língua e Cultura: uma análise da norma linguística gramatical brasileira - Profa. Dra. Marli Quadros Leite
Profa. Dra. Marli Quadros Leite
Política linguística e imaginário social. Buscando a pauta para a visão dos usos. - Profa. Dra. Maria Helena de Moura Neves
Política linguística e imaginário social. Buscando a pauta para a visão dos usos. - Profa. Dra. Maria Helena de Moura Neves
Profa. Dra. Maria Helena de Moura Neves
Desafios da inter/multi/transdisciplinaridade: um relato de experiência - Profa. Dra. Cristina Magro
Desafios da inter/multi/transdisciplinaridade: um relato de experiência - Profa. Dra. Cristina Magro
Profa. Dra. Cristina Magro
Revisitando Dick e discutindo alguns conceitos de relevo para a Toponímia
Revisitando Dick e discutindo alguns conceitos de relevo para a Toponímia
Profa. Dra. Patrícia Carvalhinhos
Toponímia, Coleta e Tratamento de Dados: verdades e mitos
Toponímia, Coleta e Tratamento de Dados: verdades e mitos
Prof. Dr. Cezar Alexandre Neri Santos; Profa. Dra. Patrícia Carvalhinhos
Tópicos em Funcionalismo: Complexidade Sintática
Tópicos em Funcionalismo: Complexidade Sintática
Andreia Hiromi Mano; Prof. MSc. Adan Phelipe Cunha
Desafios da promoção da língua portuguesa no contexto da CPLP face ao multilinguismo
Desafios da promoção da língua portuguesa no contexto da CPLP face ao multilinguismo
Prof. Dr. João Boaventura Ima Panzo
Formação de hibridismos lexicais com prefixos quimbundos ka-/ki- e palavras portuguesas no português angolano. - Prof. Dr. Afonso João Miguel
Formação de hibridismos lexicais com prefixos quimbundos ka-/ki- e palavras portuguesas no português angolano. - Prof. Dr. Afonso João Miguel
Prof. Dr. Afonso João Miguel
Princípios do Sistema Alfabético do Português Brasileiro Reformulados - Profa. Dra. Leonor Scliar
Princípios do Sistema Alfabético do Português Brasileiro Reformulados - Profa. Dra. Leonor Scliar
Leonor Scliar-Cabral
O ensino do português em Angola: da escassez de políticas às barreiras contextuais, terminológicas e de normalização - Prof. Dr. Paulino Soma Adriano
O ensino do português em Angola: da escassez de políticas às barreiras contextuais, terminológicas e de normalização - Prof. Dr. Paulino Soma Adriano
Prof. Dr. Paulino Soma Adriano
Evidências socioculturais e implicações identitárias na Paisagem Linguística do Chinês como Língua de Herança no Brasil -Prof. Dr. Xiang Zhang
Evidências socioculturais e implicações identitárias na Paisagem Linguística do Chinês como Língua de Herança no Brasil -Prof. Dr. Xiang Zhang
Prof. Dr. Xiang Zhang
Conceptualização e Expressão de Eventos Futuros no Português Angolano, Brasileiro, Caboverdiano, Europeu, Gineese, Moçambicano e Sãotomense - Profa. Dra. Jussara Abraçado
Conceptualização e Expressão de Eventos Futuros no Português Angolano, Brasileiro, Caboverdiano, Europeu, Gineese, Moçambicano e Sãotomense - Profa. Dra. Jussara Abraçado
Maria Jussara Abraçado de Almeida
Sôbolos textos – Intertextualidade, diálogos e silêncios no ensino da literatura - Prof. Dr. Pedro Balaus
Sôbolos textos – Intertextualidade, diálogos e silêncios no ensino da literatura - Prof. Dr. Pedro Balaus
Prof. Dr. Pedro Balaus
Criação, Linguagem e Expressão: apontamentos gestálticos - Prof. MSc. Leonardo Andrade
Criação, Linguagem e Expressão: apontamentos gestálticos - Prof. MSc. Leonardo Andrade
Prof. MSc. Leonardo Andrade
MESA DOS EX-PRESIDENTES DO SIMELP
MESA DOS EX-PRESIDENTES DO SIMELP
Prof. Dr. Gian Luigi de Rosa; Prof. Dr. Roberval Teixeira; Profa. Dra. Maria Célia Lima-Hernades; Profa. Dra. Maria João Marçalo; Profa. Dra. Maria Madalena Teles de Vasconcelos Teixeira; Profa. Dra. Renata Barbosa Vicente
MESA DE ABERTURA
MESA DE ABERTURA
Exma. Pró-reitora de Ensino de Graduação, Professora Danielli Matias de Macedo Dantas; Manoel Mourivaldo Santiago Almeida; Prof. Divaldo Vicente; Prof. Dr. Carlos Eduardo Pinto Procópio; Prof. Dr. Marcio de Castro Silva Filho; Prof. Dr. Paulo Alberto Nussensveig; Prof. Dr. Paulo Martins; Profa. Dra. Ana Lucia Duarte Lanna; Profa. Dra. Maria Arminda do Nascimento Arruda; Profa. Dra. Maria João Marçalo; Profa. Dra. Marli Quadros Leite; Profa. Dra. Mônica Maria Soares Santos; Stela Santiago
Mecanismos de Leitura e Escrita do Português em surdos, cegos, surdocegos, e ouvintes videntes: Como se dá a escrita da fala, em todos os sotaques, a partir da audição e da leitura orofacial visual e tátil.
Mecanismos de Leitura e Escrita do Português em surdos, cegos, surdocegos, e ouvintes videntes: Como se dá a escrita da fala, em todos os sotaques, a partir da audição e da leitura orofacial visual e tátil.
Prof. Dr. Fernando Cesar Capovilla
Corpos femininos: (en)gendrando sentidos, existências e resistências na literatura de autoria feminina de língua portuguesa
Corpos femininos: (en)gendrando sentidos, existências e resistências na literatura de autoria feminina de língua portuguesa
Profa. MSc. Manuela Rodrigues Santos
Constituição morfossintática de variedades do português em contato
Constituição morfossintática de variedades do português em contato
Profa. Dra. Claudia Roberta Tavares Silva
Apresentação Cultural Angolana
Apresentação Cultural Angolana