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X SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA CULTURAL - MODERNISMOS - OS SENTIDOS DA COMEMORAÇÃO: MEMÓRIA, CULTURA, HISTORIOGRAFIA

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Conteúdos do Evento

Modernismos, narrativas e visualidades
Modernismos, narrativas e visualidades
Alcides Freire Ramos; Edgard Vidal; Yvone Dias Avelino
LANÇAMENTO DE LIVROS
LANÇAMENTO DE LIVROS
Humor e perspectivas modernistas: aspectos de uma crítica histórica da comemoração
Humor e perspectivas modernistas: aspectos de uma crítica histórica da comemoração
Elias Thomé Saliba
Modernismos para além de 1922: outros espaços
Modernismos para além de 1922: outros espaços
Luis Augusto Fischer; Rodrigo Díaz Maldonado; Thaís Leão Vieira
Modernismos e outros sujeitos
Modernismos e outros sujeitos
Aguinaldo Rodrigues Gomes; Gabriela Pellegrino Soares; Miguel Rodrigues de Sousa Neto
Modernismos e Linguagens
Modernismos e Linguagens
Marcos Antônio de Menezes; Rafael Cardoso
História e efemérides: uma análise crítica
História e efemérides: uma análise crítica
André Bertelli Duarte; Gerson Leite de Moraes; Rosana Maria Pires Barbato Schwartz
Perspectivas Modernas da Educação: Ensino de História e Diferença
Perspectivas Modernas da Educação: Ensino de História e Diferença
Aliny Dayany Pereira De Medeiros Pranto; Ana Paula Squinelo; Azemar dos Santos Soares Júnior
Modernismos e aspectos da memória histórica sobre a cultura brasileira contemporânea
Modernismos e aspectos da memória histórica sobre a cultura brasileira contemporânea
Rosangela Patriota
Modernidades e culturas urbana: entre práticas e representações (Brasil na Primeira Metade do Século XX)
Modernidades e culturas urbana: entre práticas e representações (Brasil na Primeira Metade do Século XX)
Charles Monteiro; Maria Izilda Matos; Paula Viviane Ramos

Convidados

Palestrante
Elias Thomé Saliba

Possui Graduação, mestrado e doutorado em História(1982) e Livre Docência em Teoria da História(2000) pela USP. Professor Titular do Depto. de História da USP, desde 1990; especializou-se em História da Cultura, com ênfase no Brasil do período republicano. É pesquisador 1 do CNPq e membro da Associação Internacional de Historiadores do Humor. É professor de Teoria da História na USP desde 1990, onde também foi coordenador da pós-graduação e atualmente desenvolve pesquisas na área de história cultural do humor brasileiro.Publicou ainda artigos e capítulos de livros relacionados à área de Teoria e Epistemologia da História, Metodologia e História da historiografia. Exerceu - e ainda exerce - inúmeras atividades de consultoria em orgãos diversos, instituições de pesquisa (FAPESP, CAPES, CNPq, Instituto Rio Branco do Ministério das Relações Exteriores, MEC e rede SciELO) editoras e participa de inúmeros conselhos editoriais de publicações especializadas nacionais e internacionais. Atua também na área de divulgação científica, sendo colaborador em vários meios da imprensa escrita, com circulação nacional e internacional. Seus estudos, cursos e seminários mais recentes giram em torno da história cultural do humor no Brasil, envolvendo as diversas linguagens da representação cultural. É líder do grupo de pesquisa A polifonia da produção humorística brasileira, certificado pelo CNPq.(site: https://humorhistoria.wordpress.com/) Entre seus trabalhos mais importantes, sucessivamente reeditados, estão o livro Raízes do Riso(Cia. das Letras,3a.ed.,2010); o capítulo A dimensão cômica da vida privada na República IN História da Vida Privada no Brasil, vol. 3 (13 a. ed.,Cia. das Letras, 2015) - e o mais recente, o capítulo Cultura: as apostas na República, que integra o volume 3 de coleção História do Brasil-Nacão, 1808-2010 (Objetiva/Fundaccion Mapfre, 2014).É pesquisador 1 do CNPQ desde 1998.

Palestrante
Rosangela Patriota

Professora Assistente Doutora no Programa de Pós-Graduação em Educação, Artes e História da Cultura (PPGEAHC) da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Pesquisadora CNPq e Professora Titular Aposentada da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). É autora de Vianinha - um dramaturgo no coração de seu tempo [São Paulo: Hucitec, 1999]; A Crítica de um Teatro Crítico [São Paulo: Perspectiva, 2007]; Teatro Brasileiro: Ideias de uma História [São Paulo: Perspectiva, 2012, em coautoria com J. Guinsburg]; História e Teatro: Discussões para o Tempo Presente [São Paulo: Edições Verona, 2013, ebook] e Antonio Fagundes no palco da história: um ator [São Paulo: Perspectiva, 2018]. Publicou inúmeros artigos em periódicos especializados e diversos capítulos de livros. Organizou várias coletâneas, dentre as quais se destacam: História e Cultura: espaços plurais [Asppectus, 2002]; A História Invade a Cena [Hucitec, 2008]; Imagens na História [Hucitec, 2008]; Olhares sobre a História [Hucitec, 2010]; Criações Artísticas, Representações da História [Hucitec, 2010]; Escritas e Narrativas Históricas na Contemporaneidade [Fino Traço, 2011]; Paisagens Subjetivas, Paisagens Sociais [São Paulo: Hucitec, 2012]; Temas de História Cultural [São Paulo: Hucitec, 2012]; Circularidades Políticas e Culturais: Percursos Investigativos [Hucitec, 2012]; Narrativas Ficcionais e Escrita da História [Hucitec, 2013]; Escritas da História: Ver, Sentir, Narrar [Hucitec: 2014]; Circularidades Políticas e Culturais: Fronteiras, Linguagens e Cidadania [Edições Verona, 2015]; Escritas, Circulação, Leituras e Recepções [Hucitec, 2017]; Memória Coletiva, Memória Individual e História Cultural [Edições Verona, 2018]; Confrontos entre História e Utopias ou o Centenário da Revolução Russa [LiberArs, 2018], 1968 ? 50 anos depois ? Culturas ? Artes ? Políticas ? utopias e distopias do mundo contemporâneo (LiberArs, 2020), Democracia ou Culturas e Conflitos no Brasil do Século XXI (Edições Verona, 2021), dentre outras. Colaborou no Dicionário do Teatro Brasileiro: Temas, Formas e Conceitos [São Paulo: Perspectiva, 2009] e no Léxico de Pedagogia do Teatro [São Paulo: Perspectiva, 2015]. Em parceria com J. Guinsburg, organizou os livros J. Guinsburg, A Cena em Aula [São Paulo, EDUSP, 2009], Boca de Cena: marcações de um espectador (EDUSP, 2016) e Digitais de um Leitor (Perspectiva, 2021). Assinou o capítulo introdutório da edição fac-simile da Revista Dramática [São Paulo: EDUSP, 2007], além do texto Weaving the Narrative of the Construction of the History of Brazilian Theater in the 1970s, dentre outras realizações. É uma das editoras do periódico eletrônico Fênix (UFU. Online) Fênix: Revista de História e Estudos Culturais (ISSN 1807-6971). É uma das diretoras da Coleção Teatro (Editora Hucitec - São Paulo - SP). É coordenadora editorial de Edições Verona. Integra o Conselho Editorial do selo História da Editora Fino Traço (Belo Horizonte - MG), além de conselhos editoriais de periódicos especializados. Integra o Comitê Científico da coleção America Latina Storia e Cultura [CISU, Roma]. É líder dos seguintes Diretórios de Pesquisa do CNPq: a) Núcleo de Estudos em História Social da Arte e da Cultura (NEHAC), certificado em 2001; b) História Cultural, certificado em 2009; c) Rede Internacional de Pesquisa em História e Culturas no Mundo Contemporâneo. É coordenadora GT Nacional de História Cultural da ANPUH e da Rede Internacional de Pesquisa em História e Culturas no Mundo Contemporâneo. Até o momento, orientou 39 dissertações de mestrado, 20 teses de doutorado, 61 iniciações científicas, 62 trabalhos de conclusão de curso, além de 21 orientações de outra natureza. Supervisionou 03 pós-doutorado. Estão em andamento 06 teses de doutorado, 03 dissertações de mestrado, a supervisão de 01 pós-doc e 01 TCC.

Palestrante
Gabriela Pellegrino Soares

rofessora Livre-Docente de História da América Independente da Universidade de São Paulo e bolsista produtividade em pesquisa do CNPq. É coordenadora do LEHA/USP (Laboratório de Estudos de História das Américas) e da equipe brasileira do projeto internacional, com universidades da França e dos Estados Unidos, "Dicionário de História Cultural Transatlântica (fim do séc. XVIII ao séc. XXI)" [FAPESP/ Agence Nationale de la Recherche (ANR)/ University of Berkeley]. Suas pesquisas têm se concentrado nos seguintes domínios da história política e cultural da América Latina nos séculos XIX e XX: a história indígena, particularmente no Peru e no México, e a história da educação, dos usos da escrita e da produção e circulação de impressos, sobretudo na Argentina, no Brasil e no México. É autora, entre outros, do livro Semear horizontes: uma história da formação de leitores na Argentina e no Brasil (1915-1954), publicado pela editora da UFMG (2007), que recebeu o Selo Altamente Recomendado da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Também, com Maria Ligia Coelho Prado, de História da América Latina, editado pela Contexto (2014). Foi vice-coordenadora do Programa de Pós-Graduação em História Social da USP entre 2011 e 2014, primeira secretária da Diretoria da ANPUH Nacional (2013-2015) e representante da Associação nas Assembleias Gerais do CISH (Comité International des Sciences Historiques), em 2013 e 2015, na Hungria e na China. É colaboradora da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (UNIVESP, Fundação Padre Anchieta/TV Cultura). É pesquisadora associada da Biblioteca Brasiliana/USP. Orienta pesquisas de Doutorado, Mestrado e Iniciação Científica

Palestrante
Thaís Leão Vieira

Possui graduação (2003), mestrado (2005), doutorado (2011) em História pela Universidade Federal de Uberlândia e pós-doutorado pela Universidade de São Paulo (2020). É professora do departamento de História e do programa de pós-graduação em História (PPGHIS) da Universidade Federal de Mato Grosso. Dentre suas atividades internacionais, cabe destacar: (1) é integrante da Sociedade Internacional para o Estudo do Humor Luso-Hispânico; (2) organizou Evento Científico Internacional; (3) apresentou trabalhos em Eventos Científicos Internacionais (EUA, México, Chile e Argentina); (4) faz parte de Conselho Editorial de Editora Universitária Internacional (Polônia). No que se refere à atuação nacional, merecem realce: (1) organizou coletâneas com participação de autores nacionais e internacionais; (2) integra o GT Nacional de História Cultural, (3) coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisa em História, Linguagens e Cultura - Gepehlc (UFMT/CNPq), (4) integra o Grupo de Pesquisa Trilhas e circuitos do riso no espaço público brasileiro: comediantes, humoristas e pensadores (1880-1960) (USP/Cnpq). Atualmente, tem se dedicado a pesquisas sobre História na segunda metade do século XX no Brasil, Culturas de Oposição e História e Humor. Foi professora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (de 2005 a 2011). Foi editora-chefe da Revista Territórios & Fronteiras (de 2017 a 2020). Publicou 2 livros autorais, capítulos de livros e artigos científicos. Orientou 35 monografias, 11 Iniciações Científicas, 07 dissertações de mestrado.

Palestrante
Alcides Freire Ramos

Professor Associado 4 da Universidade Federal de Uberlândia UFU, cujos trabalhos têm se voltado preferencialmente para o diálogo entre História e Cinema. É autor de Cinema e História do Brasil [3ª. ed. São Paulo: Contexto, 1994. v. único. 93p.], em colaboração com Jean-Claude BERNARDET. É autor de O Canibalismo dos Fracos: Cinema e História do Brasil. [1ª. ed. Bauru - SP: EDUSC, 2002. v. único. 362p]. Publicou inúmeros artigos em periódicos especializados e capítulos de livros. Em parceria, organizou várias coletâneas, dentre as quais se destacam: História e Cultura: espaços plurais [Uberlândia; Asppectus, 2002], A História Invade a Cena [São Paulo: Hucitec, 2008], Imagens na História [São Paulo: Hucitec, 2008], Olhares sobre a História: [São Paulo: Hucitec, 2010], Criações Artísticas, Representações da História [São Paulo: Hucitec, 2010], Ver História: o ensino vai aos filmes [São Paulo: Hucitec, 2011], Paisagens Subjetivas, Paisagens Sociais [São Paulo: Hucitec, 2012], Temas de História Cultural [São Paulo: Hucitec, 2012], Circularidades Políticas e Culturais: Percursos Investigativos [São Paulo: Hucitec, 2012], Narrativas Ficcionais e Escrita da História [São Paulo: Hucitec, 2013). Colaborou no Dicionário do Teatro Brasileiro: Temas, Formas e Conceitos [2 ed. revista e ampliada, São Paulo: Perspectiva, 2009]. É um dos editores do periódico eletrônico Fênix [UFU. Online] Fênix - Revista de História e Estudos Culturais ISSN - 1807-6971. É um dos coordenadores do Núcleo de Estudos em História Social da Arte e da Cultura [NEHAC], é um dos coordenadores da série A História Invade a Cena [Editora Hucitec - São Paulo SP], da Coleção "Teatro" [Editora Hucitec - São Paulo SP] e coordenador editorial de Edições Verona.

Palestrante
Edgard Vidal

Após formação inicial em sociologia, depois em filosofia e ciência da informação, Edgard Vidal defendeu sua tese em Ciências da Arte e da Linguagem na EHESS sobre "Literatura e Sociedade do Rio da Prata". Reflete sobre as relações mantidas entre os processos de criação artística e literária e as mudanças sociais baseadas nas novas tecnologias de comunicação e nos objetos literários e iconológicos. Nesse sentido, atualmente estuda a relação entre o meio técnico e o meio artístico. A noção de “ambiente técnico” foi amplamente trabalhada (particularmente na França) por Leroi Gourhan, Gilbert Simondon e atualmente Bernard Stiegler. Ele gostaria de analisar as interações entre arte e técnica (esses dois termos, como sabemos, não Nesse sentido, criou o "Objetsur", um banco de dados de objetos literários extraídos de um período que abrange os anos de 1822 a 1944 e que visa dar a conhecer a literatura da região do Rio da Prata ( http://web .archive.org/ web/20070405121304/http://www.mae.u-paris10.fr/object/) . Ele também trabalhou no processamento automatizado de imagens, amplamente utilizado em outras disciplinas, aplicando-o à história da arte e da cultura latino-americanas. Nesse contexto, um projeto de diretório e banco de dados bibliográficos da arte da América Latina do século XX. foi colocado online no final de 2009: “art(i)biblio” ( http://www.art-i-biblio.fr/ ). Também faz parte do conselho editorial da revista "Artelogie", bem como do conselho editorial da revista "Nuevo Mundo Mundos Nuevos" e participa do eixo de pesquisa "Americanização" do Mascipo (gerente: Serge Gruzinski e Jacques Poloni-Simard). É professor visitante da Universidade de Porto Alegre PUCRGS e da Universidade Federal de Uberlândia (Minas Gerais). Também faz parte do grupo de pesquisa internacional “Circulações Políticas e Culturais”, envolvendo a Universidade de Gênova, a Universidade de Brasília, a Universidade de Uberlândia, a Universidade Mackensie de São Paulo e a Efisal-CRAL. Recentemente participou da organização do simpósio internacional "Natureza Urbana em Projetos. Para uma nova aliança entre natureza e cidade" e lidera um projeto de paisagem com a Faculdade de Arquitetura de Montevidéu. .

Palestrante
Ana Paula Squinelo

Possui Graduação em História pela Universidade Católica Dom Bosco (1996), Especialização em História do Brasil pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (1999), Mestrado em História Região e Identidades (2001) pela mesma instituição e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (2006). Fez estágio pós-doutoral em Estudos Integrados de Literacia, Didática e Supervisão na especialidade em Educação em História e Ciências Sociais pela Universidade do Minho (Portugal, 2017). Atualmente é Professora Associada - nível IV da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Professora do Programa de Mestrado em Ensino de História da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e do Programa de Mestrado Interdisciplinar em Estudos Culturais (UFMS/CPAQ). Foi Diretora do Campus de Coxim da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS/CPCX) em seu processo de implantação e consolidação (2004-2006) e Coordenadora do Curso de História da UFMS/CPCX em seu processo de consolidação e reconhecimento (2002-2006). Criou e implantou o Memorial Henrique de Melo Spengler/Centro de Documentação da região norte do estado de Mato Grosso do Sul/UFMS/CPCX (2004-2006). Líder do Grupo de Pesquisa Historiografia e Ensino de História: diálogos em trânsito (HEH/CNPq) e Coordenadora do Laboratório de Ensino de História (LEH). Integra a Red de Historia de la Historiografía Contemporánea e ANDE - Rede de pesquisadoras e pesquisadores sobre o Paraguay. Tem experiência na área de História, com ênfase em Ensino de História e História e Historiografia Regional; atuando principalmente nos seguintes temas: Guerra do Paraguai, História, Historiografia, Memória, Ensino, Manuais Didáticos, Produção de Material Didático e Mato Grosso do Sul. Lutou contra o Golpe de Estado de 2016 e a ascensão da extrema direita no Brasil nas eleições de 2018.

Palestrante
Rosana Maria Pires Barbato Schwartz

Doutora em História, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP ( 2007). Título ? Mulheres em movimento, movimento de Mulheres: a participação feminina na luta pela moradia na Cidade de São Paulo. Mestre em Educação, Artes e História da Cultura, pela Universidade Presbiteriana Mackenzie - UPM (2001).Título - Estudo Sobre a Quarta Conferência Mundial da Organização das Nações Unidas sobre a Mulher, em Beijing, à Luz de Temas do Brasil. Bacharel em História, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo- PUC/SP (1989).Trabalho de Pesquisa ? Literatura como documento da História: os imigrantes italianos na obra Brás, Bixiga e Barra Funda de Alcântara Machado. Licenciatura em História, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP.(1993). Professora Pesquisadora da Universidade Presbiteriana Mackenzie, desde 1990. Coordena e Ministra aulas na Pós-Graduação no Programa Educação, Arte e História da Cultura. Na graduação ministra aulas no curso de História - EAD e ministrou nos cursos de Pedagogia e Comunicação Social: habilitação em Jornalismo - Disciplinas ? Cultura Brasileira ? Antropologia, Sociologia e Políticas Públicas e Direitos Humanos. (desde 1995 até a presente data). Atua também como professora Colaboradora da Coordenadoria Geral de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão - COGEAE da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo- PUC/SP - Pós-Graduação- Lato Senso em História, Sociedade e Cultura. Disciplinas Ministradas - Cotidiano e Poder - Imaginário Social e Cultura- Gênero e Etnia, Espaço Urbano .(desde 2005). Foi Membro da Comissão de Ética da Universidade Presbiteriana Mackenzie ? 2006 a 2016. Foi coordenadora de Estágios do Centro de Comunicação e Letras da UPM de 2006 a 2010. Experiências em pesquisa e docência nas áreas de História da Cultura, História da Mídia - Cultura Popular, Cultura Comunitária, Cultura Educacional, Mulheres, Movimentos Sociais Rurais e Urbanos e entidades sociais. Possui artigos, livros e pesquisas premiadas na área da História da Cultura - A Contribuição social da Universidade e do desenho industrial para a sociedade: A criação de uma nova ferramenta de trabalho para as mulheres quebradeiras de coco de babaçu do Médio Mearin , Estado do Maranhão. ? Prêmio - Melhores Universidades - Categoria Sustentabilidade. Prêmio Educando Concurso Nacional de Informática Educativa - Arte e Cultura em sala de aula, Sucesu. Líder do Núcleo de Estudos de História da Cultura, Sociedades e Mídias da UPM, participa do Núcleo de Estudos da Mulher da PUC/SP, do Núcleo de Estudos de Pedagogia Social da UPM. Professora visitante na Alanus University of Arts and Social Sciences - Alemanha. Print Capes - 2019. Foi integrante do Comitê Ad Hoc do Programa Pró Equidade econômica da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres - 2008/2018. Programa que visava transformar a Cultura Organizacional e a Gestão de Pessoas nas empresas/organizações públicas e particulares brasileiras. Ações estruturantes e de sensibilização no campo da Cultura.

Palestrante
Maria Izilda Matos

Possui graduação em História pela Universidade de São Paulo (1978) e doutorado em História pela Universidade de São Paulo (1991), Livre docência (2016), pós doutorado Université Lumiere Lyon 2/França (1997), atualmente é professora titular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Participou de vários outros projetos de pesquisa, é pesquisadora 1 A do CNPq. Em 1994 recebeu o prêmio SESI-CNI de Teses Universitárias, com o trabalho Trama e Poder, em que estuda as indústrias paulistas, entre 1890-1934. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil, atuando principalmente nos seguintes temas: imigração, música, cidade, gênero, história das mulheres. Entre suas obras destacam-se: Melodia e Sintonia: o masculino, o feminino e suas relações em Lupicínio Rodrigues. Bertrand Brasil, 1999. Dolores Duran: Experi ências Boêmias em Copacabana nos anos 50. Bertrand Brasil, 2002. O imaginário em debate, Olho d'água, 1998. A Cidade em debate. Olho D'água, 1999. Meu lar é o botequim, , Cia Editora Nacional, 2.ed., 2002. Cotidiano e Cultura: história, cidade e trabalho, EManuscrito, 3.ed. 2019. A cidade, a noite e o cronista: São Paulo de Adoniran Barbosa. EDUSC, 2008. Portugueses: deslocamentos, experiências e cotidiano SP séculos XIX e XX. EDUSC, 2013.Gênero, terceiro setor e desenvolvimento: Quebradeiras - uma luta pela preservação do meio ambiente e cultura dos babaçuais; Gênero e imigração: mulheres portugueses em foco. Emanuscrito, 2017. Corpos e Emoções, Emanuscrito, 2018. Por uma história do sorriso, Hucitec, 2018.

Palestrante
Paula Viviane Ramos

Historiadora da arte e crítica de arte, professora do Departamento de Artes Visuais do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde implantou o Bacharelado em História da Arte, coordenando-o nos seus cinco primeiros anos (2010?2015). Atua nos cursos de História da Arte e Artes Visuais, bem como no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV?UFRGS). É Bacharel em Comunicação Social ? Jornalismo (1996) pela UFRGS, com Mestrado (2002) e Doutorado (2007) em Artes Visuais, ênfase em História, Teoria e Crítica de Arte, pela mesma universidade, ambos subsidiados com bolsa CNPq. Em 2005, durante o Doutorado, realizou estágio de pesquisa junto à Kassel Universität, na Alemanha, com bolsa CNPq/DAAD. No mesmo país, realiza seu Pós-Doutorado / Estágio Sênior (2018?2019; 2020?2021), na Hochschule Hannover, com bolsa da Fundação Alexander von Humboldt. Assina diversas curadorias em arte moderna e contemporânea, muitas das quais agraciadas com prêmios. É autora, organizadora e coordenadora de várias publicações no segmento de cultura e artes visuais, com destaque para: A madrugada da modernidade (1926) [Org.] (Porto Alegre: Editora UniRitter, 2006); Beatriz Balen Susin ? Transfigurações do real [Coord.] (Porto Alegre: Edição do autor; Fumproarte, 2011); Frantz ? O ateliê como pintura [Org.] (Porto Alegre: Edição do autor; Fumproarte, 2011); A fotografia de Luiz Carlos Felizardo [Coord.] (Porto Alegre: Brasil Imagem, 2011); Walmor Corrêa ? O estranho assimilado [Coord.] (Porto Alegre: Dux; São Paulo: Livre, 2015); Zoravia Bettiol ? O lírico e o onírico, em coautoria com Paulo Gomes (Porto Alegre: Imagens da Terra, 2017). Também integrou a Comissão Editorial que organizou a publicação Pinacoteca Barão de Santo Ângelo ? Catálogo geral (1910?2014), nas comemorações dos 80 anos da UFRGS (Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2015), um trabalho de ensino, pesquisa e extensão, que envolveu dezenas de estudantes e professores do Bacharelado em História da Arte da UFRGS. Em dois volumes, o catálogo foi agraciado com o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas 2015 ? Destaque em Livros e Publicações em Artes Plásticas e com o Prêmio ABEU 2016, da Associação Brasileira de Editoras Universitárias ? Categoria Ciências Sociais e da Expressão. Em 2016, igualmente pela Editora da UFRGS, lançou A modernidade impressa ? Artistas ilustradores da Livraria do Globo ? Porto Alegre, reunindo as pesquisas desenvolvidas durante seu Mestrado e Doutorado. Contemplado pelo edital Petrobras Cultural ? Memória das Artes 2012, o livro foi lançado com exposição homônima, realizada no Museu de Arte do Rio Grande do Sul. Como um todo, o projeto A modernidade impressa recebeu oito prêmios em âmbito regional e nacional, com destaque para o Prêmio Açorianos de Literatura ? Livro do Ano (2016), o Prêmio ABEU ? Ciências Sociais e da Expressão (2017), e o Prêmio Jabuti ? 1º lugar na categoria Arquitetura, Urbanismo, Artes e Fotografia (2017). Paula Ramos é membro do Comitê Brasileiro de História da Arte (CBHA), da Associação Nacional dos Pesquisadores em Artes Plásticas (ANPAP), da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), bem como da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA). Vive e trabalha em Porto Alegre.

Sobre o evento

O Comitê Científico do GT Nacional de História Cultural [Profª. Drª. Rosangela Patriota Ramos (Coordenadora), Prof. Dr. Alcides Freire Ramos e Profª. Drª. Maria Izilda Santos Matos], deseja dar continuidade ao trabalho desenvolvido nas edições anteriores, ou seja, divulgar pesquisas originais e, ao mesmo tempo, suscitar debates em torno de temas já consagrados no âmbito da História Cultural, sempre estimulando reflexões acerca de perspectivas teóricas metodológicas, que dão base para os campos de interlocução entre História, Arte e Cultura. Se em encontros anteriores temas como Sensibilidades, Sociabilidades, Imagens, Linguagens, Representações, Paisagens e/ou as Escritas da História foram os eixos norteadores, nessa décima edição, o Simpósio Nacional de História Cultural, por decisão do Comitê Científico do GT, se propõe a esquadrinhar, de maneira aprofundada, uma temática de grande interesse para os historiadores, especialmente no ano 2022 (marcado pelos centenários da Semana de Arte Moderna e da Independência do Brasil), a saber: MODERNISMOS - OS SENTIDOS DA COMEMORAÇÃO: MEMÓRIA, CULTURA, HISTORIOGRAFIA. Nestes termos busca-se problematizar os marcos fundadores e temporais reafirmados em efemérides que, como práticas e representações, elidem e obliteram sujeitos e processos dos escopos da história, em relação às vozes, regiões, aos espaços, os lugares, os não-lugares, os trânsitos e os deslocamentos no campo político da cultura e suas respectivas inquietações; Pretende-se debater sobre as hierarquias da consagração que produziram ordenamentos e o poder hipnótico do fato, estruturado e ocasionado pelos impactos geopolíticos, culturais e econômicos, em jogos e iniciativas políticas de grupos e práticas culturais que se quiseram hegemônicos; Discutir as resistências, embates e concorrência, que, em última instância, determinam a ?xação, a cristalização, a ressignificação, a apropriação, recepção e circulação de ideias de uma História que se deseja singular que, porém, no bojo do processo é plural. Dessa feita, oportuniza-se debater os processos de interpretação reinterpretação de projetos de identidade brasileira. Diagnosticar o lastro das pesquisas sobre a referida temática, a ?m de constatar o conjunto de enlaces criativos, inovadores e produtivos acerca de avaliações da História da Cultura Brasileira. Contribuir com a formação continuada dos professores da rede básica de ensino. Estabelecer intercâmbios e convênios entre pesquisadores e suas respectivas universidades, fortalecendo a Rede Internacional de Pesquisa em História e Culturas no Mundo Contemporâneo (CNPq); Promover a publicação de obra resultante dos debates apresentados no referido evento. Com efeito, o tema central do X Simpósio Nacional de História Cultural oferecerá a oportunidade para que possamos compreender os impactos dos acontecimentos e inquietações culturais aglutinadas no marco da Semana de Arte Moderna de 1922, para além dos marcos e referências tradicionais da movimentação paulista. Assim, os diálogos teóricos e epistemológicos propostos, acreditamos, possibilitarão refletir acerca das diferentes maneiras de produzir e fazer circular a herança cultural dos acontecimentos de 1922 através de ideias, conceitos e comportamentos que redimensionaram a cultura brasileira dos últimos cem anos. Em consonância com essas preocupações, X Simpósio Nacional de História Cultural refletirá sobre os horizontes de expectativas anunciados por 1922 e as dimensões concretizadas ou não no campo da experiência histórica.