III Congresso Internacional de Estudos das Diferenças e Alteridade

III Congresso Internacional de Estudos das Diferenças e Alteridade

online Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - Aquidauana - Mato Grosso do Sul - Brasil
presencial Com transmissão online

Atividades

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Calendar

III Congresso Internacional de Estudos das Diferenças & Alteridades

O III Congresso Internacional de Estudos das Diferenças & Alteridades, uma iniciativa do Programa de Pós-graduação em Estudos Culturais da UFMS/CPAq e parceiros (PPGAS/UFSCar e PPG Estudos Culturais EACHUSP), tem como finalidade primordial congregar pesquisadores para debater a complexa articulação dos marcadores da diferença (raça, classe, gênero, sexualidade, faixa etária) sob a perspectiva do corpo-arquivo, dos usos da memória e das futuridades.

O Congresso se propõe a ser um espaço de contestação epistêmica, focando na potência performativa da vida e do corpo-arquivo para a construção de memória, identidade, resistência e justiça social diante dos imperativos do colonialismo digital. Discutiremos como diferentes grupos têm agido para resistir e desafiar estruturas de poder opressivas, encarando embates e enfrentamentos que, por vezes, resultam em fixação, exclusão, genocídio, deslocamentos forçados e precarização da alteridade. Infelizmente, tais fenômenos frequentemente culminam na morte de populações que sofrem sob políticas de austeridade e a supressão da democracia, beneficiando interesses particulares e de bases coloniais. Além de compreender esses desafios, o congresso visa diagnosticar o lastro das pesquisas sobre esta temática, evidenciando enlaces criativos e produtivos com as comunidades científicas e artísticas. Fomentaremos um debate sobre os atos de obediência à autoridade versus a resistência crítica e consciente a estas figuras de poder, buscando fortalecer e renovar nossas abordagens teóricas e metodológicas. Para tanto, é essencial fomentar a institucionalização de Redes de Pesquisas envolvendo Programas de Pós-Graduação da região Centro-Oeste, de outras regiões do Brasil e internacionais. Este intercâmbio, que visa consolidar nossa comunidade acadêmica, prevê também a contribuição para a formação continuada dos professores da rede básica de ensino, valorizando o papel essencial da educação na construção de uma sociedade democrática. Aguardamos ansiosamente a participação de todos neste evento enriquecedor, na certeza de que juntos poderemos construir um diálogo frutífero para enfrentar os desafios postos pelas experiências autoritárias e fortalecer os caminhos da resistência e da democracia. Atenciosamente, Comissão Organizadora Aguinaldo Rodrigues Gomes (UFMS)

Valeria Cazetta (USP) Miguel Rodrigues do Sousa Neto (UFMS) Marcos Antonio de Menezes (UFG) Thaís Leão Vieira (UFMT)

Fábio da Silva Sousa (UFMS) in Memoriam Róbson Pereira da Silva (UFSCar) Eduardo Ramirez Meza (UFMS) Antonio Ricardo Calori de Lion (UNESP)



Comitê Científico ALCIDES FREIRE RAMOS (Universidade Federal de Uberlândia) ANA GRAZIELE LOURENCO TOLEDO (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) ANA PAULA SQUINELO (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) ANTÔNIO FIRMINO DE OLIVEIRA NETO (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) DOROTHEE CHOUITEM (Sorbonne Université) EDVALDO CORREA SOTANA (Universidade Federal de Mato Grosso) FABIO DA SILVA SOUSA (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) FÁBIO EDUARDO CRESSONI (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira) GERALDO ADRIANO GODOY DE CAMPOS (Universidade Federal de Sergipe) GERSON GALO LEDEZMA MENESES (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) GUILHERME IGNACIO FRANCO DE ANDRADE (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) GUILHERME RODRIGUES PASSAMANI (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) HELEN PAOLA VIEIRA BUENO (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) HELENA ESSER DOS REIS (Universidade Federal de Goiás) IARA QUELHO DE CASTRO (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) JANETE ROSA DA FONSECA (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) JUANA ALMA ROSA SÁNCHEZ OLVERA (Universidad Nacional Autónoma de México) LUISA CONSUELO SOLER LIZARAZO (Universidad Autónoma de Chile) MARCELO VICTOR DA ROSA (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) Marina Brasiliano Salerno (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) MURILO SEBE BON MEIHY (Universidade Federal do Rio de Janeiro) PETAR BOJANIĆ (University of Belgrade) PETERSON JOSE DE OLIVEIRA (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) ROGER ANDRÉ PIERRE CHARTIER ROGÉRIO ZAIM DE MELO (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) ROSANGELA PATRIOTA RAMOS (Universidade Presbiteriana Mackenzie) TAMSIN SPARGO TANYA SAUNDERS (University of Florida) VERA LÚCIA FERREIRA VARGAS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul)


III CONGRESSO INTERNACIONAL DE ESTUDOS
DAS DIFERENÇAS & ALTERIDADE

PROGRAMAÇÃO

24 a 27 de novembro de 2026  |  09h30–22h00 (GMT−3)
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – Campus Aquidauana
R. Oscar Trindade de Barros, 740 – Aquidauana – Mato Grosso do Sul – Brasil

www.even3.com.br/iii-congresso-internacional-de-estudos-das-diferencas-e-alteridade-753786/

24/11/2026 – Terça-feira

Horário

Atividade

09h30

Credenciamento

10h–12h

Oficina: Pesquisa e suas formas de grafar o mundo: experimentando desenhos no fazer antropológico.
Ministrante: Carolina Matos – Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

13h30–18h

Oficina: Inteligência Artificial e Educação.
Ministrante: Walter Lippold – Professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em História da UFRGS. Doutor em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2019).

19h30

Conferência: Corpo e arquivo a partir da teoria e estudos diaspóricos queer.
Conferencista: Steven Fred Butterman (Universidade de Miami)

 

25/11/2026 – Quarta-feira

Horário

Atividade

09h30

Mesa 1: Literatura, poéticas e manifestações corporais da resistência.
Integrantes: Maximiliano Gomes Torres (UERJ); Paulo César Souza Garcia (UNEB); Miguel Rodrigues de Sousa Neto (UFMS).

13h30–18h

Simpósios Temáticos (ST) e Grupos de Trabalho (GT).

18h–19h

Lançamento de Livros.

19h30

Mesa 2: Corpo-arquivo e performances culturais: olhares interdisciplinares.
Integrantes: Valéria Cazetta (USP); Emilly Costa Carvalho Souza (UFSCar); Djalma Thürler (UFBA).

 

 

26/11/2026 – Quinta-feira

Horário

Atividade

09h30

Mesa 3: Corpo-arquivo, ciência e era digital.
Integrantes:  Walter Lippold (UFRGS); Rogério Monteiro de Siqueira (USP); José Simão (UFU).

13h30–18h

Simpósios Temáticos (ST) e Grupos de Trabalho (GT).

14h

Minicurso: História e Culturas Indígenas.
Ministrante: Diadiney Helena de Almeida (UFRRJ).

19h30

Mesa 4: Corpos, interseccionalidades e memórias afrodiaspóricas e indígenas.
Integrantes: Erica Cristina Bispo (IFRJ); Roger Luiz Pereira da Silva (UTFPR); Marcelo de Jesus (IFMS).

 

27/11/2026 – Sexta-feira

Horário

Atividade

09h30

Mesa 5: Identidades e o mal-estar na contemporaneidade.
Integrantes: Berenice Bento (UnB); Aguinaldo Rodrigues Gomes (UFMS); Leandro Colling (UFBA).

14h

Conferência de Encerramento: “O que retorna: corpos, restos e memórias na política do presente digital”.
Conferencista: Eduardo Rinesi (UBA).



CHAMADA DE SUBMISSÕES DE PROPOSTAS DE SIMPÓSIOS TEMÁTICOS


A Comissão Organizadora do III Congresso Internacional de Estudos das Diferenças e Alteridade torna pública a chamada para submissão de propostas de Simpósios Temáticos (STs). O evento será realizado nos dias 24, 25, 26 e 27 de novembro de 2026, em formato presencial, conforme as diretrizes abaixo:



1. Período de submissão:

As propostas poderão ser submetidas entre 22 de junho de 2026 e 12 de agosto de 2026. 


2. Procedimentos para submissão:

As propostas deverão ser enviadas para o e-mail: congressodiferencasealteridade@gmail.com 


Orientações para envio


Arquivo em formato .doc ou .docx;

Assunto do e-mail obrigatoriamente identificado como: [Proposta de ST]


3. Pré-requisitos para proposição de ST

As propostas deverão atender aos seguintes critérios:


Contar com, no mínimo, uma pessoa pessoa proponente com título de Doutorado, preferencialmente vinculada a um Programa de Pós-Graduação;


As demais pessoas proponentes deverão possuir titulação de Doutorado ou Mestrado, independente de vínculo institucional;


A Comissão Científica incentiva a submissão de propostas referentes a debates e pesquisas em torno de estudos culturais, artes e relações étnico-raciais.


4. Normas para elaboração do resumo do ST

O resumo da proposta deverá conter às seguintes especificações:


4.1 Formatação

Fonte Times New Roman, tamanho 12;

Espaço entre linhas: 1,5;

Texto justificado;

Margens: superior e inferior de 2,5 cm; esquerda e direita 3,0 cm;

Arquivo em formato: doc ou .docx.


4.2 Título

Título deve conter no máximo 130 caracteres com espaço;

Em negrito e alinhado à esquerda;

Utilizar caixa alta;


4.3 Identificação das pessoas proponentes

Logo abaixo do título, alinhado à esquerda devem constar:


Nome(s) da(s) pessoa(s) proponente(s);

Filiação institucional;

E-mail para contato;

Exemplo: Chanelta de Albuquerque e Pontes (Docente do PPGAS/UFSCar). E-mail: carlpontes@ufscar.br.


4.4 Corpo do resumo:

O texto deverá conter entre 200 e 250 palavras;


4.5 Referências

Inserir, ao final do resumo, três referências bibliográficas que contribuam para a discussão a ser fomentada no Simpósio Temático.


5. Disposições gerais

Ao submeter uma proposta de ST, as pessoas proponentes concordam com a possibilidade de:

aprovação;

reprovação


A Comissão Científica reserva-se o direito de desclassificar propostas que não estejam em conformidade com as normas estabelecidas nesta chamada.


6. Atribuições das coordenações de ST: 


Participar de reuniões de alinhamento, em datas a serem definidas;


Receber, avaliar e selecionar os trabalhos submetidos ao ST por meio do sistema do evento (Plataforma Even3); 


Organizar as apresentações dos trabalhos aprovados; 


Coordenar as sessões do simpósio durante o evento presencialmente;


Encaminhar à Comissão Científica os registros solicitados;


Avaliar os textos finais submetidos para publicação nos anais do evento.





CHAMADA PARA SUBMISSÕES DE PROPOSTAS DE MINICURSOS

A Comissão Organizadora do Simpósio III Congresso Internacional de Estudos das Diferenças e Alteridade torna pública a chamada para submissão de propostas de Minicursos. O evento será realizado nos dias 24, 25, 26 e 27 de novembro de 2026, em formato presencial, conforme as diretrizes abaixo:

1. Período de submissão
As propostas poderão ser submetidas entre 22 de junho de 2026 e 12 de agosto de 2026.

2. Procedimentos para submissão
As propostas deverão ser enviadas para o e-mail: congressodiferencasealteridade@gmail.com 

Orientações para envio:
Arquivo em formato .doc ou .docx;
Assunto do e-mail obrigatoriamente identificado como: [Proposta de Minicurso]

3. Pré-requisitos para proposição de Minicurso
As propostas deverão atender aos seguintes critérios:

As propostas de minicurso podem ser coordenadas por profissionais e pesquisadores com titulação mínima de Mestrado ou Graduação, independentemente de vínculo institucional;

A Comissão Científica incentiva fortemente a submissão de propostas referentes a debates, metodologias e pesquisas em torno dos estudos culturais, artes e relações étnico-raciais.

4. Normas para elaboração da proposta de Minicurso
O resumo da proposta deverá conter as seguintes especificações:

4.1 Formatação

Fonte Times New Roman, tamanho 12;
Espaçamento entre linhas: 1,5;
Texto justificado;
Margens: superior e inferior de 2,5 cm; esquerda e direita de 3,0 cm;
Arquivo em formato: .doc ou .docx.

4.2 Título

O título deve conter no máximo 130 caracteres com espaço;
Em negrito e alinhado à esquerda;
Utilizar caixa alta (letras maiúsculas).

4.3 Identificação das pessoas proponentes
Logo abaixo do título, alinhado à esquerda, devem constar:

Nome(s) da(s) pessoa(s) proponente(s);
Titulação e filiação institucional (se houver);
E-mail para contato.

Exemplo: Maria de Souza Silva (Mestra em Antropologia/UFSCar). E-mail: maria69souz@ufscar.br

4.4 Corpo do resumo (Ementa e Objetivos):

O texto descritivo do minicurso deverá conter entre 200 e 250 palavras, explicitando a ementa, os objetivos e a proposta pedagógica/metodológica.

4.5 Referências

Inserir, ao final do resumo, três referências bibliográficas que sirvam de base para o conteúdo a ser ministrado no Minicurso.

5. Disposições gerais
Ao submeter uma proposta de Minicurso, as pessoas proponentes concordam com o resultado do processo de avaliação da comissão, que poderá ser de:

Aprovação;
Reprovação.

A Comissão Científica reserva-se o direito de desclassificar propostas que não estejam em conformidade com as normas estabelecidas nesta chamada.

6. Atribuições das coordenações de Minicurso:
Participar de reuniões de alinhamento, em datas a serem definidas pela organização;
Planejar a dinâmica didática para os dias do evento presencial;
Coordenar e ministrar as sessões do minicurso durante o evento de forma presencial;
Controlar a frequência dos participantes inscritos no minicurso;
Encaminhar à Comissão Científica os registros e relatórios solicitados.

Apresentação de Trabalho em Simpósio Temático
São oferecidas 24 vagas por Simpósio Temático.


·         Os STs serão os espaços para a apresentação e discussão de pesquisas concluídas ou em estágio avançado de realização sobre um mesmo tema.

·         Para a apresentação de trabalho nos Simpósios Temáticos, exige-se titulação mínima de Graduado.

·         Cada inscrito poderá apresentar apenas 1 (um) trabalho em apenas 1 (um) Simpósio Temático. O inscrito deverá escolher 3 (três) Simpósios Temáticos na ordem de sua preferência.

·         A avaliação, o aceite e a eliminação de trabalhos são da responsabilidade do(s) Coordenador(es) de cada Simpósio Temático.

·         Além do resumo (com até  700 palavras). Enviar o texto completo até 15 dias após o término do evento.

·         O certificado de apresentação de trabalho será emitido somente aos presentes em 75% das atividades do Simpósio.

·         Caso o Simpósio Temático seja cancelado, em razão de não atingir o número mínimo de 15 participantes, os inscritos serão realocados nas opções seguintes de sua escolha.

·         Não haverá devolução do valor de inscrição. Caso o trabalho não seja aceito, o inscrito poderá usar o valor pago na inscrição como Ouvinte.

·         No formulário de inscrição, clicada a opção "apresentador de trabalho" três caixas podem ser visualizadas - uma para a inclusão do título do trabalho, outra para inclusão do resumo e mais uma para inclusão do texto completo. Pode ser utilizada qualquer fonte, pois o sistema a padronizará (não utilize caixa alta no texto do resumo, apenas na autoria).


REGRAS DE SUBMISSÃO DE RESUMO PARA APRESENTAÇÃO DE COMUNICAÇÃO EM SIMPÓSIO TEMÁTICO

1. PARTICIPAÇÃO E AUTORIA

  • Autoria principal: Cada participante poderá apresentar apenas um trabalho como primeira autora ou primeiro autor.
  • Limite de trabalhos: Será permitida a participação em até dois trabalhos, desde que o segundo seja submetido em coautoria.
  • Público participante: Poderão submeter trabalhos docentes dos ensinos fundamental, médio e superior; estudantes do ensino médio, da graduação e da pós-graduação; pesquisadoras e pesquisadores; artistas; e ativistas.
  • Modalidade: As submissões serão realizadas na modalidade Apresentação de Trabalho em Simpósio Temático.
  • Número de autorias: Cada trabalho poderá ter, no máximo, cinco autoras ou autores.
  • Certificação: Os certificados serão disponibilizados somente às pessoas devidamente inscritas que efetivamente apresentarem o trabalho.

2. CONFIGURAÇÃO DO ARQUIVO

  • Arquivo e idioma: O resumo deverá ser redigido em português e elaborado em arquivo compatível com o Microsoft Word para Windows.
  • Página e margens: Utilizar papel A4 (), com margens superior e esquerda de 3 cm e margens inferior e direita de 2 cm.
  • Fonte e espaçamento: Salvo nas partes em que houver indicação específica, utilizar Times New Roman, tamanho 12, alinhamento justificado e espaçamento simples entre linhas.

3. TÍTULO E EIXO TEMÁTICO

  • Título: Deve ser escrito em letras maiúsculas, em Times New Roman, tamanho 12, negrito, centralizado e com espaçamento simples. O título poderá conter, no máximo, 20 palavras.
  • Eixo temático: Logo abaixo do título, indicar o eixo temático escolhido, conforme a tabela constante do edital, em Times New Roman, tamanho 12.

4. IDENTIFICAÇÃO DAS AUTORIAS

  • Formatação geral: Os nomes devem ser apresentados em Times New Roman, tamanho 10, com espaçamento simples e alinhamento centralizado.
  • Grafia: O último sobrenome deve ser grafado em letras maiúsculas e seguido de vírgula; o nome e os demais sobrenomes devem ser escritos por extenso, apenas com as iniciais maiúsculas.
  • Separação: As diferentes autorias devem ser separadas por ponto e vírgula, sem ponto final ao término da linha.
  • Apresentador(a): O nome da autora ou do autor que apresentará o trabalho deverá ser sublinhado.
  • Orientador(a): O nome da orientadora ou do orientador deverá ser acompanhado de asterisco (*).
  • Vinculação institucional: Quando utilizados, números sobrescritos poderão relacionar cada autoria à respectiva vinculação institucional, informada logo abaixo da linha de nomes.

5. CORPO DO RESUMO

  • Extensão: O resumo simples deverá conter de 300 (trezentas) a 500 (quinhentas) palavras.
  • Conteúdo: O texto deverá apresentar, de modo conciso e articulado, introdução, objetivos, metodologia ou materiais e métodos, resultados parciais ou finais, discussão e conclusão.
  • Formatação: Utilizar Times New Roman, tamanho 12, alinhamento justificado e espaçamento simples entre linhas.
  • Atenção: Embora o texto deva contemplar todos os elementos indicados acima, as palavras "introdução", "objetivos", "metodologia", "materiais e métodos", "resultados", "discussão" e "conclusão" não deverão aparecer como subtítulos ou marcadores no corpo do resumo.

6. PALAVRAS-CHAVE

  • Quantidade e alinhamento: Inserir de três a cinco palavras-chave na mesma linha, em Times New Roman, tamanho 12, com alinhamento justificado.
  • Grafia e separação: Os termos devem ser escritos em letras minúsculas, exceto substantivos próprios e nomes científicos, e separados por ponto e vírgula.

7. MODELO DE APRESENTAÇÃO (TEMPLATE)

TÍTULO DO TRABALHO EM MAIÚSCULAS

Eixo temático: indicar uma das opções constantes da tabela do edital

SILVA, Maria de Souza¹; OLIVEIRA, João Dias²; SANTOS, Ana Martins³*

¹Instituição; ²Instituição; ³Instituição

Resumo: Texto corrido contendo entre 300 e 500 palavras, sem a utilização de subtítulos internos ou marcadores, contemplando introdução, objetivos, metodologia ou materiais e métodos, resultados parciais ou finais, discussão e conclusão.

Palavras-chave: alteridade; diferença; inclusão; direitos humanos; educação.

 



SIMPÓSIOS TEMÁTICOS APROVADOS

ST1: INTERSECCIONALIDADES: DIÁLOGOS ENTRE LINGUAGENS, IDENTIDADES E PODER

 

Coordenação:

Róbson Pereira da Silva (DCSo/PPGAS/UFSCar)

 Antonio Ricardo Calori de Lion (UEG)

Francisco Otavio Araujo dos Santos (UFSCar)

 

Este simpósio temático propõe-se como um espaço interdisciplinar de debate e interlocução para investigações que tomam as práticas culturais, as linguagens e as manifestações artísticas como eixos centrais de análise política e social. Fundamentado nas abordagens feministas, pós-coloniais e interseccionais, o simpósio acolhe trabalhos que investiguem como as dimensões de gênero, raça, classe, sexualidades, regionalidades e religiosidades se articulam como vetores estruturantes de opressões, mas também como disparadores de resistências estéticas dialógicas. Frente às narrativas dominantes que historicamente homogeneízam e generalizam as representações sociais, buscamos problematizar nesse Simpósio Temático (ST) as imagens, discursos e significações das matrizes hegemônicas nas dimensões socioculturais por suas construções e desconstruções históricas. Interessa-nos compreender os deslocamentos ideológicos que emergem quando as diferenças e as subjetividades escapam a essas autoridades, manifestando-se em narrativas marginais, fronteiriças, tensas e desiguais. Desse ponto de vista, as discussões sobre as identidades e suas representações passam a ser um pilar fundamental nessa proposta. A partir dos conceitos de cultura como campo de batalha e da temporalidade performática que molda o contemporâneo, nosso ST convida à reflexão sobre os usos do passado, as ambiguidades das práticas sociais, as performances de contraviolência e as tensões entre o ficcional e o histórico por meio das linguagens. Serão considerados trabalhos que analisem as diversas manifestações artísticas em suas relações de poder, sejam elas dinâmicas emergentes, residuais ou hegemônicas, localizando os embates estéticos e éticos nos contextos históricos de sua produção e recepção, apontando para as disputas por representação de seu tempo. São bem-vindos trabalhos que coloquem em diálogo as diversas subáreas das Ciências Humanas e Sociais, direcionando análises e posicionando resultados que extrapolem os seus limites disciplinares.


ST2: OS ESTUDOS CULTURAIS COMO CHAVE DE LEITURA PARA AS LINGUAGENS ARTÍSTICAS, AS HEGEMONIAS E AS CONTRA-HEGEMONIAS NA CONTEMPORANEIDADE

Coordenação:

Aguinaldo Rodrigues Gomes (UFMS)

Rosângela Patriota Ramos (UPM)

 

Esta proposta de simpósio tem como objetivo acolher as contribuições teórico-metodológicas dos Estudos Culturais e da história cultural para a análise histórica das produções artísticas — cinema, literatura, quadrinhos, música, artes plásticas e demais linguagens — enquanto espaços privilegiados de disputa de sentidos, de construção de identidades e de negociação entre hegemonias estabelecidas e contra-hegemonias emergentes. Partindo da tradição inaugurada pela Escola de Birmingham, com autores como Raymond Williams, Richard Hoggart e Stuart Hall, e dialogando com desenvolvimentos posteriores do campo — a exemplo dos estudos pós-coloniais, dos debates sobre interseccionalidade e das teorias da representação —, buscamos evidenciar como a noção de cultura, compreendida não como um conjunto fixo e hierarquizado de práticas "eruditas", mas como um terreno de luta simbólica e material, permite renovar as abordagens da História Cultural, Política e Social. Interessa-nos, em particular, discutir de que modo os Estudos Culturais e a História Cultural possibilitam pensar a produção artística como prática social situada, atravessada por relações de classe, gênero, raça, geração e território, e como tais relações se reconfiguram em contextos de globalização, fluidez e transnacionalidade. Buscamos, assim, refletir sobre a produção histórica das diferenças e sobre as elaborações teóricas e historiográficas que buscam resistir aos ismos contemporâneos — entendidos como reducionismos interpretativos que insistem em ler a cultura a partir de categorias fixas, binárias ou essencializadas. Ao situar os Estudos sobre cultura como ferramenta analítica central, esta proposta pretende contribuir para o debate acerca dos usos e apropriações do conceito de cultura na ciências humanas , sublinhando seu potencial crítico para a compreensão das tensões entre sujeitos sociais majoritários e minoritários — não a partir do número de indivíduos que os compõem, mas do quinhão de poder que efetivamente detêm — na construção e reconstrução das linguagens, das identidades e dos sentidos no mundo contemporâneo.


ST3: PANTANAL: MEMÓRIAS E NARRATIVAS SOBRE TRABALHO, SAÚDE E EDUCAÇÃO

Coordenação:

Prof. Dra. Helen Paola Vieira Bueno (UFMS/CPAQ/PPGCult)

 

O presente Simpósio Temático propõe-se como um espaço interdisciplinar de debate pautado pelo referencial dos Estudos Culturais, tomando a memória e as narrativas como eixos centrais de investigação e construção do conhecimento. Ao reconhecer que os sujeitos constroem suas representações e visões do mundo a partir das marcas da historicidade e da temporalidade, o simpósio busca resgatar e analisar trajetórias de vida, histórias orais, saberes e cotidianos da região pantaneira. Focar nas narrativas possibilita capturar subjetividades das relações sociais, conferindo visibilidade a grupos historicamente marginalizados ou com escassez de registros documentais formais.

A centralidade do Pantanal como recorte territorial e cultural justifica-se pela complexidade de suas dinâmicas socioambientais, étnicas e transfronteiriças, que demandam uma análise articulada entre trabalho, saúde e educação. No campo do trabalho, destacam-se os saberes tradicionais e as transformações nas práticas laborais locais; no âmbito da saúde, articulam-se as percepções sobre sofrimento psíquico, saúde mental e o impacto dos contextos de crise no bem-estar comunitário e acadêmico; e na educação, ressaltam-se as memórias e vivências nas escolas pantaneiras, regimes de internato e processos de convivência multiétnica. Ao conectar essas três dimensões, o simpósio permite apreender como o "ser e viver no Pantanal" se constitui a partir da interseção de práticas socioculturais, identidades e discursos.

Em âmbito internacional, a proposta fortalece o diálogo interdisciplinar entre a Psicologia Social, a História, a Antropologia, a Educação e as Ciências Sociais, promovendo a integração entre docentes, pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação. Ao pautar o Pantanal sob a ótica dos Estudos Culturais em um evento internacional, estimula-se a reflexão crítica sobre como as experiências locais e as metodologias qualitativas de caráter narrativo universalizam questões globais de diversidade e preservação da memória histórica.

 

ST4: CULTURA COMO DISPUTA: DIFERENÇAS, REPRESENTAÇÕES E RESISTÊNCIAS NOS ESTUDOS CULTURAIS

 

Coordenação:

Dr. Miguel Rodrigues de Sousa Neto

(Docente do Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais – UFMS).

 

Ms. Márcia Helena Messa Longo Dutra

(Mestra em Estudos Culturais – UFMS).

 

Como campo interdisciplinar os Estudos Culturais podem compreender a cultura também como espaço de disputa de significados, produção de diferenças e negociação de relações de poder. Desde sua constituição, o campo vem ampliando seus referenciais teóricos por meio do diálogo com perspectivas feministas, antirracistas, pós-coloniais, decoloniais, queer e outras abordagens críticas, incorporando contribuições de pesquisadoras e pesquisadores de diferentes contextos geográficos e tradições intelectuais. Esse movimento fortaleceu a compreensão da cultura como um campo plural, atravessado por múltiplas experiências, formas de conhecimento e práticas de resistência. Nesse sentido, o simpósio acolhe pesquisas que problematizem as disputas em torno da diferença a partir de objetos como literatura, cinema, música, práticas educativas, história e outras formas de produção simbólica, privilegiando análises que evidenciem os processos de representação, exclusão, pertencimento e resistência. O simpósio busca promover um espaço de interlocução entre pesquisadores e pesquisadoras interessados/as em compreender a cultura como prática social e política, capaz de reproduzir hegemonias, mas também de produzir deslocamentos, resistências e novos horizontes de existência. Ao privilegiar o diálogo entre diferentes perspectivas teóricas e metodológicas, pretende fortalecer debates interdisciplinares comprometidos com a produção crítica do conhecimento e com a valorização de epistemologias plurais na contemporaneidade.

 

ST5: HISTÓRIA, PATRIMÔNIO E ENSINO: MEMÓRIAS, EXPERIÊNCIAS E USOS DO PASSADO

 

Coordenação:

Heraldo Márcio Galvão Júnior (Docente da UFMS/CPAQ, do ProfHistória/UEMS e do PPGHIST/Unifesspa)

 

As relações entre História, patrimônio e ensino constituem um campo privilegiado para refletir sobre os modos pelos quais diferentes grupos sociais selecionam, interpretam, preservam e mobilizam o passado. Mais do que um conjunto de bens a serem protegidos, o patrimônio pode ser compreendido como prática social, espaço de disputas e produção de sentidos, articulando memórias, experiências, identidades e pertencimentos. No campo do Ensino de História, essa perspectiva amplia as possibilidades de aprendizagem ao aproximar o conhecimento histórico de lugares, objetos, narrativas e diferentes linguagens, como literatura, artes visuais, fotografia, cinema, música, oralidade e produções digitais. Este Simpósio Temático propõe reunir pesquisas que discutam as relações entre História, Patrimônio e Ensino, atentando para os processos de construção, transmissão, apropriação e ressignificação do passado. Serão acolhidos trabalhos sobre educação patrimonial, memória, cultura material, patrimônios material e imaterial, museus, arquivos, monumentos, paisagens, acervos, práticas escolares e não escolares, História Pública e usos sociais do passado, bem como investigações que mobilizem linguagens artísticas, literárias, audiovisuais e digitais como fontes, objetos ou estratégias de ensino. Interessa, especialmente, problematizar como diferentes sujeitos e instituições atribuem sentidos ao passado, produzem silenciamentos, reivindicam memórias e constroem narrativas. Busca-se, assim, fomentar práticas e reflexões capazes de transformar vestígios, representações, experiências e memórias em problemas históricos.

 

ST6: “A EDUCAÇÃO EM INTERFACE COM AS COLONIALIDADES DO SER, SABER, PODER, VIVER E GÊNERO: LINGUAGENS, CULTURAS E IDENTIDADES”

 

Coordenação:

Prof. Dr. Bruno Roberto Nantes Araújo - UFMS, Aquidauana

Prof.ª Dra. Daniele Gonçalves Colman - UEMS, Paranaíba

Prof.ª Dra. Silvana Colombelli Parra Sanches - IFMS, Campo Grande

 

Resumo: Sulear nossos escritos acadêmicos a partir de epistemologias outras implica produzir ciências, saberes e conhecimentos como formas de transgressão e resistência às relações desiguais que historicamente atravessam culturas, linguagens, saberes e expressões artísticas, relações estas que se traduzem em diferentes formas de desigualdade social. Afinal, “A discussão entre igualdade e diferença está fortemente associada aos processos de discriminação por sexo, raça, cor, religião, convicção filosófica ou política, diferenças culturais, entre outros” (SANTIAGO; AKKARI; MARQUES, 2013, p. 35). A colonialidade do poder, expressão formulada pelo sociólogo peruano Aníbal Quijano, designa um dos elementos constitutivos e específicos do padrão mundial do poder, vinculado à classificação racial/étnica da população mundial, que “[...] opera em cada um dos planos, meios e dimensões, materiais e subjetivos, da existência social quotidiana e da escala societal” (QUIJANO, 2010, p. 84). Aborda-se, aqui, o neoliberalismo para além de um sistema econômico hegemônico, compreendendo-o também como projeto civilizatório que se articula à mundialização cultural e participa da produção e reprodução da diferença colonial. Nessa dinâmica, as linguagens — verbais, visuais, sinalizadas, sonoras, corporais, artísticas, digitais e multimodais — constituem espaços privilegiados de disputa, uma vez que os modos de dizer, narrar, representar, nomear e significar o mundo também são atravessados por relações históricas de poder e por processos de hierarquização dos saberes e dos sujeitos. Busca-se, assim, uma abordagem histórica e crítica sobre a ideia de “descolonialidade”, compreendida como uma perspectiva que se estrutura de diferentes maneiras, conforme contextos específicos e sentidos que lhe são atribuídos. Como afirma Quijano (2010, p. 124), “Nas sociedades onde a colonização não conseguiu a total destruição societal, as heranças intelectual e estética visual não puderam ser destruídas. Mas foi imposta a hegemonia da perspectiva eurocêntrica [...]”. A partir dessa compreensão, interessa-nos problematizar não apenas a hierarquização de culturas e identidades, mas também os regimes de linguagem e de representação que participam da produção dessas hierarquias. Trata-se, portanto, de interrogar as formas pelas quais determinadas línguas, discursos, gêneros textuais e discursivos, estéticas, narrativas, imagens, performances e demais formas de expressão são legitimadas, enquanto outras são silenciadas, subalternizadas ou tomadas como inferiores. Nessa perspectiva, o simpósio propõe refletir sobre concepções teóricas e práticas que contribuem para a manutenção de uma “monocultura da mente”, compreendendo que a monocultura não se restringe aos modos de produzir conhecimento, mas também se manifesta nos modos de falar, escrever, narrar, representar, criar e interpretar o mundo. Interessa, portanto, discutir as relações entre colonialidade, linguagem, cultura, arte, conhecimento e poder, considerando também seus desdobramentos na organização das relações sociais, da cadeia produtiva e dos circuitos de produção, circulação e consumo em escala global. Dessa maneira, o simpósio acolhe trabalhos que, articulados às perspectivas pós-coloniais e decoloniais e a abordagens críticas e antiutilitaristas, discutam culturas, linguagens, saberes e expressões artísticas plurais. Busca-se reunir pesquisas que problematizem epistemologias hegemônicas e formas de colonialidade, bem como experiências e práticas que produzam deslocamentos, fissuras e possibilidades de existência, enunciação e criação para além dos paradigmas eurocentrados. Pretende-se, assim, contribuir para uma universidade comprometida com a pluriversidade, reconhecendo a multiplicidade de saberes, linguagens, epistemologias, estéticas e modos de produzir sentidos e conhecimentos.


ST7: NARRATIVAS INSURGENTES, ALIANÇAS ONTOLÓGICAS, TERRITÓRIO E MEMÓRIA: POLÍTICA E PRÁTICAS DE REEXISTÊNCIA

Coordenação:

Iara Quelho de Castro (PPGCULT/UFMS)

Vera Lucia Ferreira Vargas (PPGCULT/UFMS)

Reinaldo Rohdt (Escola Estadual Indígena Guilhermina da Silva)

 

O avanço das crises climáticas, políticas e sociais contemporâneas requer a reconfiguração dos horizontes de inteligibilidade da academia.   Nesse sentido, este simpósio temático propõe-se como uma zona de confluência e diálogo simétrico entre pesquisadores indígenas e não indígenas dedicados ao estudo das temáticas originárias na contemporaneidade. Trata-se de uma articulação que não anula as fricções e assimetrias históricas, mas as assume politicamente, enfatizando-se a prática investigativa como um compromisso compartilhado, onde o fazer científico ocidental e o saber ancestral se aliam para garantir a continuidade de modos de ser diferentes. No campo dos Estudos Culturais e das perspectivas decoloniais, o simpósio busca tensionar o conhecimento acadêmico, propondo um encontro crítico entre diferentes lugares de enunciação, saberes e aportes metodológicos. Diante da persistência da colonialidade, traduzida como silenciamento e subalternização de corpos e conhecimentos, esse espaço pretende acolher e articular narrativas insurgentes e divergentes — tanto aquelas produzidas a partir da autoetnografia e da intelectualidade de autoria indígena, quanto as leituras teóricas contra hegemônicas não indígenas. Entendendo a cultura como um território de disputa de significados, o simpósio convida à reflexão conjunta sobre as práticas de reexistência. Interessa-nos discutir como as retomadas territoriais, epistêmicas e ontológicas constituem afirmações autônomas de modos de viver que desafiam a racionalidade ocidental moderna. Acolhemos comunicações que se dedicam às políticas e práticas de reexistência, abarcando os processos de apropriação, confluência de conhecimentos, pedagogias próprias, o confronto com a diferença colonial, que transforma a alteridade em inferioridade, direitos e lutas territoriais e a reafirmação identitária. Mais do que um conjunto de apresentações, este simpósio propõe uma zona de interlocução, onde o diálogo entre pesquisadores indígenas e não indígenas fortaleça os caminhos para práticas de pesquisa eticamente comprometidas com os povos originários

 

 

 

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Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - Campus Aquidauna

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