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Racismo e Antirracismo: Horizontes Decoloniais e Educação

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R$ 12,90

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Grátis

Convidados

Palestrante
Adilbênia Freire Machado

Doutorado em Educação pela Universidade Federal do Ceará (UFC), 2019; Mestrado em Educação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), 2014; Licenciatura Plena em Filosofia (2007) e Bacharelado em Filosofia (2006) pela Universidade Estadual do Ceará (UECE).. Membra dos grupos de pesquisa Núcleo das Africanidades Cearenses: encantamento, pretagogia, ancestralidade (NACE), UFC; Sócia fundadora e pesquisadora do Grupo de Pesquisa REDE AFRICANIDADES (UFBA); Azânia - Grupo de Estudos e Pesquisas em Cultura, Gêneros, Sexualidades, Religião, Performances e Educação (UNILAB - CE). Tem experiências na área de Filosofia e Educação atuando principalmente nos seguintes temas: Filosofia Africana e Afro-brasileira; Filosofias da Ancestralidade e do encantamento; Filosofia Africana mediada pelos Saberes Ancestrais Femininos; Formação, História e Cultura Africana e Afro-Brasileira; Educação para as Relações Étnico-Raciais; Currículos e Metodologias Afrorreferenciadas; Filosofia Africana presente nos Adinkras. Atuou como assistente na equipe de consultoria contratada pela Secretária do Estado da Bahia para a construção do texto-base das Diretrizes da Educação Quilombola do Estado da Bahia; atuou como pesquisadora para a USC (Universidade do Sul da Califórnia) na pesquisa "Relações Raciais na fala do professor". Filiada a Associação Brasileira de Pesquisadores Negr@s (ABPN); Assento na Cadeira 39 da Academia Afrocearense de Letras (AAFROCEL). Integrante da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas. Autora do livro "Filosofia Africana: ancestralidade e encantamento como inspirações formativas para o ensino das africanidades" (2019). Integrou de 2009 a 2012 o grupo de pesquisa REDPECT, nas linhas de pesquisa ACHEI (Africanidade, Corpo, História, Educação e (In)Formação), CPC (Cartografia do Pensamento Contemporâneo) e Cinema, Áudio-Visual e Educação da UFBA. Fez parte do grupo de pesquisa Griô: ancestralidade africana, educação e culturas (UFBA). Atuou como Tutora a Distância no Curso de Produção de Material Didático para a Diversidade, parceria da Universidade Aberta do Brasil com a UFBA e no Curso de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores de Escolas Pública (UFC).

Palestrante
Ilzver de Matos Oliveira

Doutor em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC-RIO (2014) com atividades de pós-doutoramento na UFBA (2017-2018), com bolsa PPDOC/CAPES/FAPITEC. Foi bolsista PDJ/CNPq. É Mestre em Direito pela Universidade Federal da Bahia - UFBA (2008). Possui graduação em Direito pela Universidade Federal de Sergipe - UFS (2004). Foi bolsista do Programa Internacional de Bolsas de Pós-graduação da Fundação Ford - Internacional Fellowship Program - IFP. Realizou Mestrado-Sanduíche no Centro de Estudos Sociais- CES da Universidade de Coimbra, sob a co-orientação do Professor Dr. Boaventura de Sousa Santos. Atualmente está professor do Programa de Pós-graduação em Direitos Humanos e Políticas Públicas da Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PPGDH/PUCPR. Recebeu o Prêmio Direitos Humanos 2018, do Ministério dos Direitos Humanos e a Medalha de Direitos Humanos "Dom José Vicente Távora 2019", da Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe. Atualmente está Presidente da Associação Brasileira de Pesquisadoras e Pesquisadores pela Justiça Social - ABRAPPS, Membro Titular da FLACSO Espanha e membro-fundador do ÀGBÀWÍ - Coletivo de Advocacia em Direitos Humanos para Povos Tradicionais.Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Público, Direito Constitucional e Direitos Humanos, com atuação nos temas desenvolvimento sustentável, comunidades tradicionais, desigualdade racial, intolerância religiosa e políticas públicas.

Palestrante
Adilbênia Freire Machado

Doutorado em Educação pela Universidade Federal do Ceará (UFC), 2019; Mestrado em Educação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), 2014; Licenciatura Plena em Filosofia (2007) e Bacharelado em Filosofia (2006) pela Universidade Estadual do Ceará (UECE).. Membra dos grupos de pesquisa Núcleo das Africanidades Cearenses: encantamento, pretagogia, ancestralidade (NACE), UFC; Sócia fundadora e pesquisadora do Grupo de Pesquisa REDE AFRICANIDADES (UFBA); Azânia - Grupo de Estudos e Pesquisas em Cultura, Gêneros, Sexualidades, Religião, Performances e Educação (UNILAB - CE). Tem experiências na área de Filosofia e Educação atuando principalmente nos seguintes temas: Filosofia Africana e Afro-brasileira; Filosofias da Ancestralidade e do encantamento; Filosofia Africana mediada pelos Saberes Ancestrais Femininos; Formação, História e Cultura Africana e Afro-Brasileira; Educação para as Relações Étnico-Raciais; Currículos e Metodologias Afrorreferenciadas; Filosofia Africana presente nos Adinkras. Atuou como assistente na equipe de consultoria contratada pela Secretária do Estado da Bahia para a construção do texto-base das Diretrizes da Educação Quilombola do Estado da Bahia; atuou como pesquisadora para a USC (Universidade do Sul da Califórnia) na pesquisa "Relações Raciais na fala do professor". Filiada a Associação Brasileira de Pesquisadores Negr@s (ABPN); Assento na Cadeira 39 da Academia Afrocearense de Letras (AAFROCEL). Integrante da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas. Autora do livro "Filosofia Africana: ancestralidade e encantamento como inspirações formativas para o ensino das africanidades" (2019). Integrou de 2009 a 2012 o grupo de pesquisa REDPECT, nas linhas de pesquisa ACHEI (Africanidade, Corpo, História, Educação e (In)Formação), CPC (Cartografia do Pensamento Contemporâneo) e Cinema, Áudio-Visual e Educação da UFBA. Fez parte do grupo de pesquisa Griô: ancestralidade africana, educação e culturas (UFBA). Atuou como Tutora a Distância no Curso de Produção de Material Didático para a Diversidade, parceria da Universidade Aberta do Brasil com a UFBA e no Curso de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores de Escolas Pública (UFC).

Palestrante
Ilzver de Matos Oliveira

Doutor em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC-RIO (2014) com atividades de pós-doutoramento na UFBA (2017-2018), com bolsa PPDOC/CAPES/FAPITEC. Foi bolsista PDJ/CNPq. É Mestre em Direito pela Universidade Federal da Bahia - UFBA (2008). Possui graduação em Direito pela Universidade Federal de Sergipe - UFS (2004). Foi bolsista do Programa Internacional de Bolsas de Pós-graduação da Fundação Ford - Internacional Fellowship Program - IFP. Realizou Mestrado-Sanduíche no Centro de Estudos Sociais- CES da Universidade de Coimbra, sob a co-orientação do Professor Dr. Boaventura de Sousa Santos. Atualmente está professor do Programa de Pós-graduação em Direitos Humanos e Políticas Públicas da Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PPGDH/PUCPR. Recebeu o Prêmio Direitos Humanos 2018, do Ministério dos Direitos Humanos e a Medalha de Direitos Humanos "Dom José Vicente Távora 2019", da Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe. Atualmente está Presidente da Associação Brasileira de Pesquisadoras e Pesquisadores pela Justiça Social - ABRAPPS, Membro Titular da FLACSO Espanha e membro-fundador do ÀGBÀWÍ - Coletivo de Advocacia em Direitos Humanos para Povos Tradicionais.Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Público, Direito Constitucional e Direitos Humanos, com atuação nos temas desenvolvimento sustentável, comunidades tradicionais, desigualdade racial, intolerância religiosa e políticas públicas.

Sobre o conteúdo

A produção do território brasileiro no contexto do capitalismo mercarcantil teve como alicerce a escravização dos povos africanos e apropriação de seus saberes e tecnologias. Desse modo, a nossa sociedade foi constituída a partir da escravização, interiorização e aviltamento do povo negro.Na atualidade o racismo é um dos principais problemas da sociedade brasileira, assim é preciso discutir o racismo em todas as suas dimensões para que possamos avançar na construção de uma sociedade antirracista, plural e democrática. Para que isso aconteça é imprevisível a decolonização do conhecimento. A educação tem um papel crucial nesse processo que perpassa pela formação de pessoas conscientes das suas ações, e que sejam antirracistas. Assim é preciso desenvolver a percepção crítica em relação ao eurocentrismo do conhecimento responsável pelo apagamento das valiosas contribuições das práticas, saberes e tecnologias dos escravizados para a construção da nossa sociedade.

Sobre o evento

O NÚCLEO DE ESTUDOS AFRO BRASILEIROS E INDÍGENA (Campus Curitiba) E A ASSESSORIA PARA ASSUNTOS ESTUDANTIS DA UTFPR CONVIDAM PARA O EVENTO: Racismo e antirracismo: horizontes decoloniais e educação Horário: 19h30 Prazo para inscrições: 4/11-9/11 (até 19h) Convidados: - Adilbênia Machado - Ilzver Oliveira - Priscilla Santos de Souza

O acesso ao conteúdo é 100% gratuito. A emissão do certificado custa R$ 12,90.

Benefícios

  • Acesso vitalício
  • Assista via smartphone e smartvs
  • Acesso a materiais complementares
  • Certificado da atividade