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Pluricentrismo Guarani: normatização e atitude linguística (Brasil/Paraguai)

Certificado de 2h

Certificado Even3

100% Online

Gratuito

Assistir com certificado de 2 horas

R$ 12,90

Acesso por 1 mês sem Certificado

Grátis

Convidados

Palestrante
Marci Fileti Martins

É graduada em Letras pela Universidade Federal de Santa Catarina (1992), mestra em Linguística pela Universidade Federal de Santa Catarina (1996) e doutora em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas (2003). Atualmente, é professora e pesquisadora do Mestrado Profissional em Linguística e Línguas Indígenas - PROFLLIND, do Departamento de Antropologia do Museu Nacional (Universidade Federal do Rio de Janeiro ? UFRJ). Tem experiência na área da Linguística, atuando com os seguintes temas: descrição e análise de línguas indígenas, política linguística voltada aos povos indígenas, educação escolar indígena, e análise do discurso com ênfase na produção e circulação do conhecimento acadêmico-científico. Coordena os seguintes projetos de pesquisa: ?As línguas Tupi faladas dentro e fora da Amazônia?: descrição, documentação e políticas linguísticas?, e ?Elementos para uma sociolinguística do complexo dialetal Guarani: o caso do Mbya e do Nhandeva?. Coordena o curso de extensão universitária "Língua, cultura e escola: Estudos linguístico-pedagógicos com professores e professoras Apurinã e Jamamadi-Deni", e participa, como membro, de outros dois: ?Escolas Território? (UFF), e ?O Museu Nacional na internet: democratização e globalização do acesso a um dos mais diversificados acervos museológicos mundiais? (UFRJ). É pesquisadora colaboradora do Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística ? IPOL. É membro do Conselho Estadual de Educação Escolar Indígena ? CEEEI-RJ, no qual representa a Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. É Vice-coordenadora do GT de Línguas Indígenas da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Linguística (ANPOLL).

Palestrante
Marci Fileti Martins

É graduada em Letras pela Universidade Federal de Santa Catarina (1992), mestra em Linguística pela Universidade Federal de Santa Catarina (1996) e doutora em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas (2003). Atualmente, é professora e pesquisadora do Mestrado Profissional em Linguística e Línguas Indígenas - PROFLLIND, do Departamento de Antropologia do Museu Nacional (Universidade Federal do Rio de Janeiro ? UFRJ). Tem experiência na área da Linguística, atuando com os seguintes temas: descrição e análise de línguas indígenas, política linguística voltada aos povos indígenas, educação escolar indígena, e análise do discurso com ênfase na produção e circulação do conhecimento acadêmico-científico. Coordena os seguintes projetos de pesquisa: ?As línguas Tupi faladas dentro e fora da Amazônia?: descrição, documentação e políticas linguísticas?, e ?Elementos para uma sociolinguística do complexo dialetal Guarani: o caso do Mbya e do Nhandeva?. Coordena o curso de extensão universitária "Língua, cultura e escola: Estudos linguístico-pedagógicos com professores e professoras Apurinã e Jamamadi-Deni", e participa, como membro, de outros dois: ?Escolas Território? (UFF), e ?O Museu Nacional na internet: democratização e globalização do acesso a um dos mais diversificados acervos museológicos mundiais? (UFRJ). É pesquisadora colaboradora do Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística ? IPOL. É membro do Conselho Estadual de Educação Escolar Indígena ? CEEEI-RJ, no qual representa a Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. É Vice-coordenadora do GT de Línguas Indígenas da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Linguística (ANPOLL).

Sobre o conteúdo

A terceira palestra da III Escola Aberta de Linguística é intitulada "Pluricentrismo Guarani: normatização e atitude linguística (Brasil/Paraguai)", ministrada pela Professora Marci Fileti Martins (Museu Nacional - UFRJ) e mediada pelo Professor Gean Damulakis (UFRJ).

Sobre o evento

O Seminário de Pesquisas Linguísticas em Andamento (SEPLA) é um evento anual do Programa de Pós-Graduação em Linguística da UFRJ com apresentações das pesquisas em andamento do corpo discente. O Escola Aberta de Linguística (EAL) é um evento anual do Programa de Pós-Graduação em Linguística da UFRJ com palestras e minicursos ministrados por especialistas da área.

O acesso ao conteúdo é 100% gratuito. A emissão do certificado custa R$ 12,90.

Benefícios

  • Acesso vitalício
  • Assista via smartphone e smartvs
  • Acesso a materiais complementares
  • Certificado da atividade