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Documentação e revitalização de Línguas indígenas

Certificado de 2h

Certificado Even3

100% Online

Gratuito

Assistir com certificado de 2 horas

R$ 12,90

Acesso por 1 mês sem Certificado

Grátis

Convidados

Palestrante
Fábio Bonfim Duarte

Possuo doutorado em Estudos Linguísticos pela Universidade Federal de Minas Gerais (2003). De 2009 a 2010, permaneci na Universidade de Massachusetts como professor visitante, período durante o qual pude desenvolver atividades referentes aos meus projetos sobre morfossintaxe de línguas indígenas, sob a supervisão da professora Ellen Woolford. Em 2017, estive como professor visitante na Universidade de Toronto, desenvolvendo pesquisa com bolsa de estágio sênior da Capes. Atualmente sou professor associado 4 e estou vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos/Poslin da Faculdade de Letras da UFMG. Coordeno vários projetos de pesquisas, tendo como objetivo o estudo da sintaxe de línguas indígenas brasileiras e de línguas africanas. Venho adotando, como suporte teórico, intuições da teoria tipológica e desenvolvimentos recentes da teoria gerativa. Dentre os vários aspectos que me interessam, destaco, por exemplo, o engatilhamento dos sistemas ergativos e dos sistemas cindidos, os quais são muito recorrentes nas línguas indígenas dos Troncos Tupí (Família Tupí-Guarani) e Macro-Jê (Famílias Jê e Maxacali). Além destes temas, tenho mais recentemente investigado os sistemas de marcação diferencial de objeto em línguas bantu, como a língua Changana, Rhonga, Shimaconde e Emakhwa, as quais são faladas em Moçambique. Além disto, estou atualmente coordenando um projeto de documentação e descrição da língua Tentehar, cujo objetivo é a construção de uma gramática descritiva e a produção de material linguístico a ser utilizado nas escolas indígenas.

Palestrante
Fábio Bonfim Duarte

Possuo doutorado em Estudos Linguísticos pela Universidade Federal de Minas Gerais (2003). De 2009 a 2010, permaneci na Universidade de Massachusetts como professor visitante, período durante o qual pude desenvolver atividades referentes aos meus projetos sobre morfossintaxe de línguas indígenas, sob a supervisão da professora Ellen Woolford. Em 2017, estive como professor visitante na Universidade de Toronto, desenvolvendo pesquisa com bolsa de estágio sênior da Capes. Atualmente sou professor associado 4 e estou vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos/Poslin da Faculdade de Letras da UFMG. Coordeno vários projetos de pesquisas, tendo como objetivo o estudo da sintaxe de línguas indígenas brasileiras e de línguas africanas. Venho adotando, como suporte teórico, intuições da teoria tipológica e desenvolvimentos recentes da teoria gerativa. Dentre os vários aspectos que me interessam, destaco, por exemplo, o engatilhamento dos sistemas ergativos e dos sistemas cindidos, os quais são muito recorrentes nas línguas indígenas dos Troncos Tupí (Família Tupí-Guarani) e Macro-Jê (Famílias Jê e Maxacali). Além destes temas, tenho mais recentemente investigado os sistemas de marcação diferencial de objeto em línguas bantu, como a língua Changana, Rhonga, Shimaconde e Emakhwa, as quais são faladas em Moçambique. Além disto, estou atualmente coordenando um projeto de documentação e descrição da língua Tentehar, cujo objetivo é a construção de uma gramática descritiva e a produção de material linguístico a ser utilizado nas escolas indígenas.

Sobre o conteúdo

De acordo com o Atlas Mundial de Línguas em Perigo da Unesco, existem cerca de 500 línguas faladas na América do Sul. No entanto, 420 delas estão correndo sério risco de desaparecer devido à pressão de línguas majoritárias e ao fato de o número de falantes ser muito reduzido. Embora o Brasil seja o país com a maior variedade linguística na região, ele possui o maior número de línguas em risco de extinção. Eu apresentarei alguns resultados da pesquisa que tenho conduzido no intuito de apoiar as atividades de documentação e revitalização de várias dessas línguas. Tais ações são urgentes no caso de línguas como Aurê-Aura, Júma, Akúntsu, Avá-Canoeiro e Bará, que são faladas por menos de 20 pessoas. A atividade contará com a participação de: FABIO BONFIM DUARTE = Docente da UFMG A mediação da atividade será realizada pelo servidor Ronaldo Rodrigues de Paula (IFMS-PP).

Sobre o evento

A realização do II Dia da Consciência Indígena do IFMS, caracteriza-se como uma ação afirmativa no âmbito da instituição com desdobramento acadêmico e social, institucionalizando uma agenda para o debate e a reflexão, acerca da luta e história indígena no Brasil, o racismo e o preconceito em suas diversas formas de expressão, as profundas desigualdades sociais existentes em nosso país, a legislação que trata da questão e a proposição de alternativas e estratégias para o combate ao preconceito e a todas as formas de discriminação.

O acesso ao conteúdo é 100% gratuito. A emissão do certificado custa R$ 12,90.

Benefícios

  • Acesso vitalício
  • Assista via smartphone e smartvs
  • Acesso a materiais complementares
  • Certificado da atividade