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Isadora Ravena “ESTÉTICAS TRAVESTIS NA ARTE CONTEMPORÂNEA” Estamos diante de um colapso estético. Adjetivar a arte como travesti é lembrá-la de sua própria função: ser perigosa. Como cortar o mundo com delicadeza? Como rastejar sobre um terreno loteado pela norma? Como destituir o mundo e seu tempo? Como conjurar forças para existir amanhã? Felipe Augusto “QUEM DEFENDE A CRIANÇA QUEER? – PENSANDO SUBJETIVIDADES, CORPORALIDADES E TEATRO NA EDUCAÇÃO BÁSICA” Quem defende o direito de construirmos subjetividades e corporalidades decoloniais e não hegemônicas? Existem espaços seguros para experimentarmos outros modos de ser e existir? O teatro pode, realmente, auxiliar na (des)construção dos paradigmas coloniais? Mediadora: Natania Borges .
O pensamento decolonial articula-se em desvendar e trazer a luz uma produção de conhecimento pautada em outros modos de pensar, de ser, e de agir, distintos e críticos ao pensamento hegemônico eurocentrista, e à pseudo superioridade das ideias ocidentais. Desenvolvido em contextos de marginalização e de resistência, possibilita outras maneiras de ensinar e fomentar a construção de conhecimento. Não é um conceito fechado, estável, um estado fixo, ou uma condição. Está em constante reconfiguração, compromissado com o lugar de fala de todos, enraizado em tempos e espaços múltiplos. Alinhar o fazer artístico contemporâneo com uma perspectiva decolonial é de fundamental importância para nos despertar a novas possibilidades de olhar, e ampliar os paradigmas dentro da criação cênica, ao nos convidar a explorar e problematizar as políticas do corpo e das artes como espaço de experimentação identitária, onde as diferenças são mais do que simplesmente aceitas e respeitadas, são incentivadas e estimuladas em nome da pluralidade de existências.