Mesa-redonda 112 inscritos

Questões indígenas: apropriação cultural e luta por direitos.

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R$ 12,90

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Grátis

Convidados

Palestrante
Stefânia Cabral Pedra

Mestra em História, Política e Bens Culturais pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC/FGV). Mestra em Letras pela Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UEMASUL). Graduada em História (UEMA), em Direito (FEST) e Letras (Prominas). Técnica em Assuntos Educacionais no Instituto Federal do Maranhão (IFMA - Campus Imperatriz), professora de História da Secretaria de Estado da Educação do Maranhão (SEDUC-MA). Advogada. Atua como Coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI/IFMA) e do Grupo de Pesquisa "Paradidático e Documentário Põocatiji", além de integrar o GEPERPP/IFMA. Tem experiência na coordenação e execução de projetos de ensino, pesquisa (PIBITI) e extensão voltados ao etnodesenvolvimento, cultura e salvaguarda de saberes tradicionais, com ênfase no povo Krikati desde 2017, incluindo a organização da Coleção Põcatiji e a coordenação do Programa Fortalecendo Territórios (elaboração de 13 PGTAs). Atua nos espaços de controle social como conselheira suplente do Conselho Distrital de Saúde Indígena do Maranhão (CONDISI-MA, 20242028) e do Conselho Estadual de Educação Escolar Indígena (CEEI-MA, 20242028). Desenvolve pesquisas nos seguintes temas: Etnologia e Educação Indígena, História Regional e do Brasil Colonial, Planejamento Educacional, Direitos Especiais, Direito Constitucional, Letramento Racial, ERER, Literatura e Línguas Indígenas.

Palestrante
Stefânia Cabral Pedra

Mestra em História, Política e Bens Culturais pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC/FGV). Mestra em Letras pela Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UEMASUL). Graduada em História (UEMA), em Direito (FEST) e Letras (Prominas). Técnica em Assuntos Educacionais no Instituto Federal do Maranhão (IFMA - Campus Imperatriz), professora de História da Secretaria de Estado da Educação do Maranhão (SEDUC-MA). Advogada. Atua como Coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI/IFMA) e do Grupo de Pesquisa "Paradidático e Documentário Põocatiji", além de integrar o GEPERPP/IFMA. Tem experiência na coordenação e execução de projetos de ensino, pesquisa (PIBITI) e extensão voltados ao etnodesenvolvimento, cultura e salvaguarda de saberes tradicionais, com ênfase no povo Krikati desde 2017, incluindo a organização da Coleção Põcatiji e a coordenação do Programa Fortalecendo Territórios (elaboração de 13 PGTAs). Atua nos espaços de controle social como conselheira suplente do Conselho Distrital de Saúde Indígena do Maranhão (CONDISI-MA, 20242028) e do Conselho Estadual de Educação Escolar Indígena (CEEI-MA, 20242028). Desenvolve pesquisas nos seguintes temas: Etnologia e Educação Indígena, História Regional e do Brasil Colonial, Planejamento Educacional, Direitos Especiais, Direito Constitucional, Letramento Racial, ERER, Literatura e Línguas Indígenas.

Sobre o evento

O Núcleo de Estudos Afrobrasileiros e Indiodescendentes (NEABI), constitui-se enquanto um núcleo temático, com a finalidade de auxiliar o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão/IFMA a desenvolver atividades de pesquisa, ensino e extensão, a formular e executar políticas de promoção de igualdade, de valorização da diversidade étnico-cultural e auxiliar no desenvolvimento das populações de origem africana e indígena no Estado do Maranhão. Sendo assim, com intuito de atuar na busca por soluções que levem à superação das mais distintas formas de preconceito, racismo e intolerância, motivadas por razões étnicas e religiosas, o NEABI- Campus Timon se propõe a realizar a III SEMANA DOS POVOS INDÍGENAS – IFMA Campus Timon sob o tema “Direitos Originários: territorialidade e meio ambiente”. Essa temática se justifica pelo fato da mesma está contemplada em um dos objetivos propostos pelo NEABI, a saber, promover no núcleo atividades de extensão sobre as questões étnico-raciais, e por entender que a escola se constitui como um espaço legítimo para a discussão e reflexão da história e cultura indígena brasileira e como protagonistas na construção da nossa identidade brasileira. O foco principal deste evento é promover discussões referentes ao direito originário dos povos indígenas brasileiros, sobretudo quanto ao direito de existir e ao território. Como metodologia, teremos, palestras, mesas-redondas, exposições, produções e apresentações culturais.

O acesso ao conteúdo é 100% gratuito. A emissão do certificado custa R$ 12,90.

Benefícios

  • Acesso vitalício
  • Assista via smartphone e smartvs
  • Acesso a materiais complementares
  • Certificado da atividade