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MESA: Experiências Universitárias entre PPGAS

Certificado de 2h

Certificado Even3

100% Online

Gratuito

Assistir com certificado de 2 horas

R$ 12,90

Acesso por 1 mês sem Certificado

Grátis

Convidados

Palestrante
Maria Aline Sabino Nascimento

Doutoranda em Antropologia Social pelo Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGAS/MN/UFRJ), mestre em Antropologia Social pela mesma instituição. Cientista Social pela Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA). Trabalhei com temas como gênero e currículo escolar; performance e aprendizagem no contexto de batalhas poéticas de rua, bem como realizei uma etnografia, em 2016, com mulheres indígenas da etnia Tremembé. No mestrado, desenvolvi uma pesquisa que tinha como objetivo compreender os processos de produção de negritudes e ancestralidade dentro das competições poéticas de rua. No doutorado, minha tese propõe uma análise sobre mulheres curandeiras e suas relações com as plantas, a fim de investigar como se produzem mundos, vida e política a partir da categoria da cura. Desenvolvo pesquisas nas áreas de Antropologia do Estado, violência, gênero, raça, saúde e ciência. Durante os anos de graduação, organizei um grupo de jovens anticapitalistas na minha cidade, fui uma das fundadoras da primeira frente feminista de Sobral, Ceará, Frente Feminista Mariás, e fiz parte da organização do Slam da Quentura, batalha poética de rua. Atualmente, estou como professora voluntária do cursinho popular da favela da Rocinha, que acontece por meio remoto até dezembro de 2021, sou integrante do Marlene Cunha, coletivo de estudantes negres do PPGAS/MN e sou Representante Discente. Pesquisadora vinculada ao Núcleo de Estudos de Gênero e Relações Étnico-raciais na Educação Audiovisual em Ciências e Saúde (NEGRECS - NUTES/UFRJ). Também sou poeta e escritora.

Palestrante
Maria Aline Sabino Nascimento

Doutoranda em Antropologia Social pelo Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGAS/MN/UFRJ), mestre em Antropologia Social pela mesma instituição. Cientista Social pela Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA). Trabalhei com temas como gênero e currículo escolar; performance e aprendizagem no contexto de batalhas poéticas de rua, bem como realizei uma etnografia, em 2016, com mulheres indígenas da etnia Tremembé. No mestrado, desenvolvi uma pesquisa que tinha como objetivo compreender os processos de produção de negritudes e ancestralidade dentro das competições poéticas de rua. No doutorado, minha tese propõe uma análise sobre mulheres curandeiras e suas relações com as plantas, a fim de investigar como se produzem mundos, vida e política a partir da categoria da cura. Desenvolvo pesquisas nas áreas de Antropologia do Estado, violência, gênero, raça, saúde e ciência. Durante os anos de graduação, organizei um grupo de jovens anticapitalistas na minha cidade, fui uma das fundadoras da primeira frente feminista de Sobral, Ceará, Frente Feminista Mariás, e fiz parte da organização do Slam da Quentura, batalha poética de rua. Atualmente, estou como professora voluntária do cursinho popular da favela da Rocinha, que acontece por meio remoto até dezembro de 2021, sou integrante do Marlene Cunha, coletivo de estudantes negres do PPGAS/MN e sou Representante Discente. Pesquisadora vinculada ao Núcleo de Estudos de Gênero e Relações Étnico-raciais na Educação Audiovisual em Ciências e Saúde (NEGRECS - NUTES/UFRJ). Também sou poeta e escritora.

Sobre o conteúdo

assistir em: https://www.youtube.com/watch?v=EtOrP12BqK8

Sobre o evento

As ações afirmativas constituem um marco político no processo de democratização da educação superior no Brasil, fruto das lutas dos movimentos sociais organizados. No âmbito da pós-graduação, desde 2002 as Universidades Públicas Brasileiras iniciaram políticas afirmativas direcionadas à inclusão da população negra (pretos e pardos), quilombola, indígena, pessoas transgênero e pessoas com deficiência. Mesmo concomitante a discussão sobre ações afirmativas na graduação (marco na discussão pública que culminou na Lei de Cotas para o Ensino Superior 12.711/2012), não houve uma legislação federal para a Pós-Graduação. Sua elaboração ficou a cargo de leis estaduais; resoluções universitárias aplicadas aos programas da Universidade, como existente na UFAM (Resolução n. 10/2016); ou dos próprios Programas de Pós-Graduação. No âmbito da Antropologia, o PPGAS/UFAM foi pioneiro na implementação de reserva de vagas para candidatos indígenas desde 2011 e, a partir da resolução da UFAM de 2016, também para candidatos autodeclarados negros (pretos e pardos), motivo que nos leva a realização desse seminário comemorativo dos 10 anos de Ações Afirmativas. A presença universitária de pessoas e saberes que foram historicamente alijadas dos espaços de poder, não responde apenas às políticas de inclusão por melhores formações e títulos, mas permite à própria Universidade refletir sobre seu papel político, científico e pedagógico perante outros modos de vida e de conhecimento que desestabilizam continuamente as bases coloniais da sua sustentação. Colocam novas questões e convocam a todas/os que ali se engajam a pensar e agir. O Seminário de 10 anos de Ações Afirmativas é um espaço comemorativo e, sobretudo, reflexivo, entre discentes e docentes do PPGAS/UFAM, através do diálogo com convidadas/es/os de outros departamentos e/ou instituições, sobre as potencialidades das Ações Afirmativas, suas urgências (em um momento de possível reavaliação da Lei de Cotas em 2022) e suas necessárias expansões. O evento acontecerá nos dias 30/09 e 01/10 das 09h às 18h30 e será transmitido pelo canal no YouTube da Revista Wamon.

O acesso ao conteúdo é 100% gratuito. A emissão do certificado custa R$ 12,90.

Benefícios

  • Acesso vitalício
  • Assista via smartphone e smartvs
  • Acesso a materiais complementares
  • Certificado da atividade