Mesa-redonda 37 inscritos

MESA: Ações Afirmativas nas Ciências Sociais

Certificado de 3h

Certificado Even3

100% Online

Gratuito

Assistir com certificado de 3 horas

R$ 12,90

Acesso por 1 mês sem Certificado

Grátis

Convidados

Palestrante
Felipe Sotto Maior Cruz (Tuxá)

Pesquisador indígena do povo Tuxá de Rodelas/Bahia. É desde 2018 professor na Universidade do Estado da Bahia (UNEB) Campus VIII no curso de Licenciatura Intercultural em Educação Escolar Indígena (LICEEI). Atuou como professor convidado pelo Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares/NEAB/UnB na disciplina "Cultura, Poder e Relações Raciais" em 2017 e 2018. Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais- UFMG (2014), mestrado em Antropologia Social pela Universidade de Brasília- UnB (2017) instituição na qual atualmente cursa o doutorado na mesma área. Tem desenvolvido estudos sobre Etnologia Indígena e Indigenismo enfatizando a dimensão das relações interétnicas, etnicidade, educação indígena, direito a diferença, relações raciais e direitos indígenas. No mestrado, defendeu dissertação acerca dos desdobramentos de Mega Empreedimentos em terras indígenas focalizando a experiência do Povo Tuxá com a construção da Hidrelétrica de Itaparica ao fim da década de 1980. Atualmente tem desenvolvido pesquisas sobre as experiências de racismo contra povos indígenas, genocídio indígena, violações de direitos indígenas no Nordeste do país e inserção de estudantes indígenas no Ensino Superior. É membro e assessor da Associação dos Acadêmicos Indígenas da Universidade de Brasília (AAIUnB); Sócio da Associação Brasileira de Antropologia (ABA); Membro integrante da Comissão de Ações Afirmativas do PPGAS/DAN UnB. Pesquisador do OPARÁ - Etnicidades, Movimentos Sociais e Educação.

Palestrante
Luciana de Oliveira Dias

Antropóloga, com estudos pós-doutorais em Direitos Humanos e Interculturalidades pela Universidade de Brasília - UnB. Estudiosa do pensamento feminista negro, possui Doutorado e Mestrado em Ciências Sociais pela UnB e Graduação (bacharelado e licenciatura) em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Goiás - UFG. Realizou Estágio Doutoral em Educação Intercultural na Universidad Nacional Autónoma de México - UNAM. Associada a: ABA (Associação Brasileira de Antropologia), atualmente é Diretora da ABA e foi coordenadora do Comitê de Antropólogas/os Negras/os da ABA no biênio 2019-2020; ANDHEP (Associação Nacional de Direitos Humanos, Pesquisa e Pós-Graduação); SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência); ABPN (Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as), tendo sido editora da Revista da ABPN no biênio 2017-2018. Atualmente é Professora Associada da UFG, com atuação na Faculdade de Ciências Sociais (FCS), na Educação Intercultural Indígena (Núcleo Takinahaky); no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Direitos Humanos (PPGIDH), tendo sido coordenadora deste Programa no período de 2014 a 2016; e, no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS), tendo sido coordenadora deste Programa no período de 2019 a 2020. É coordenadora e líder do Grupo de Pesquisa: Coletivo Rosa Parks: Estudos e Pesquisas sobre Raça, Etnia, Gênero, Sexualidade e Interseccionalidades - UFG; e, Coordenadora de Pesquisa do Núcleo de Direitos Humanos - NDH-UFG.

Palestrante
Felipe Sotto Maior Cruz (Tuxá)

Pesquisador indígena do povo Tuxá de Rodelas/Bahia. É desde 2018 professor na Universidade do Estado da Bahia (UNEB) Campus VIII no curso de Licenciatura Intercultural em Educação Escolar Indígena (LICEEI). Atuou como professor convidado pelo Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares/NEAB/UnB na disciplina "Cultura, Poder e Relações Raciais" em 2017 e 2018. Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais- UFMG (2014), mestrado em Antropologia Social pela Universidade de Brasília- UnB (2017) instituição na qual atualmente cursa o doutorado na mesma área. Tem desenvolvido estudos sobre Etnologia Indígena e Indigenismo enfatizando a dimensão das relações interétnicas, etnicidade, educação indígena, direito a diferença, relações raciais e direitos indígenas. No mestrado, defendeu dissertação acerca dos desdobramentos de Mega Empreedimentos em terras indígenas focalizando a experiência do Povo Tuxá com a construção da Hidrelétrica de Itaparica ao fim da década de 1980. Atualmente tem desenvolvido pesquisas sobre as experiências de racismo contra povos indígenas, genocídio indígena, violações de direitos indígenas no Nordeste do país e inserção de estudantes indígenas no Ensino Superior. É membro e assessor da Associação dos Acadêmicos Indígenas da Universidade de Brasília (AAIUnB); Sócio da Associação Brasileira de Antropologia (ABA); Membro integrante da Comissão de Ações Afirmativas do PPGAS/DAN UnB. Pesquisador do OPARÁ - Etnicidades, Movimentos Sociais e Educação.

Palestrante
Luciana de Oliveira Dias

Antropóloga, com estudos pós-doutorais em Direitos Humanos e Interculturalidades pela Universidade de Brasília - UnB. Estudiosa do pensamento feminista negro, possui Doutorado e Mestrado em Ciências Sociais pela UnB e Graduação (bacharelado e licenciatura) em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Goiás - UFG. Realizou Estágio Doutoral em Educação Intercultural na Universidad Nacional Autónoma de México - UNAM. Associada a: ABA (Associação Brasileira de Antropologia), atualmente é Diretora da ABA e foi coordenadora do Comitê de Antropólogas/os Negras/os da ABA no biênio 2019-2020; ANDHEP (Associação Nacional de Direitos Humanos, Pesquisa e Pós-Graduação); SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência); ABPN (Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as), tendo sido editora da Revista da ABPN no biênio 2017-2018. Atualmente é Professora Associada da UFG, com atuação na Faculdade de Ciências Sociais (FCS), na Educação Intercultural Indígena (Núcleo Takinahaky); no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Direitos Humanos (PPGIDH), tendo sido coordenadora deste Programa no período de 2014 a 2016; e, no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS), tendo sido coordenadora deste Programa no período de 2019 a 2020. É coordenadora e líder do Grupo de Pesquisa: Coletivo Rosa Parks: Estudos e Pesquisas sobre Raça, Etnia, Gênero, Sexualidade e Interseccionalidades - UFG; e, Coordenadora de Pesquisa do Núcleo de Direitos Humanos - NDH-UFG.

Sobre o conteúdo

assistir em: https://www.youtube.com/watch?v=9344JDlgh28

Sobre o evento

As ações afirmativas constituem um marco político no processo de democratização da educação superior no Brasil, fruto das lutas dos movimentos sociais organizados. No âmbito da pós-graduação, desde 2002 as Universidades Públicas Brasileiras iniciaram políticas afirmativas direcionadas à inclusão da população negra (pretos e pardos), quilombola, indígena, pessoas transgênero e pessoas com deficiência. Mesmo concomitante a discussão sobre ações afirmativas na graduação (marco na discussão pública que culminou na Lei de Cotas para o Ensino Superior 12.711/2012), não houve uma legislação federal para a Pós-Graduação. Sua elaboração ficou a cargo de leis estaduais; resoluções universitárias aplicadas aos programas da Universidade, como existente na UFAM (Resolução n. 10/2016); ou dos próprios Programas de Pós-Graduação. No âmbito da Antropologia, o PPGAS/UFAM foi pioneiro na implementação de reserva de vagas para candidatos indígenas desde 2011 e, a partir da resolução da UFAM de 2016, também para candidatos autodeclarados negros (pretos e pardos), motivo que nos leva a realização desse seminário comemorativo dos 10 anos de Ações Afirmativas. A presença universitária de pessoas e saberes que foram historicamente alijadas dos espaços de poder, não responde apenas às políticas de inclusão por melhores formações e títulos, mas permite à própria Universidade refletir sobre seu papel político, científico e pedagógico perante outros modos de vida e de conhecimento que desestabilizam continuamente as bases coloniais da sua sustentação. Colocam novas questões e convocam a todas/os que ali se engajam a pensar e agir. O Seminário de 10 anos de Ações Afirmativas é um espaço comemorativo e, sobretudo, reflexivo, entre discentes e docentes do PPGAS/UFAM, através do diálogo com convidadas/es/os de outros departamentos e/ou instituições, sobre as potencialidades das Ações Afirmativas, suas urgências (em um momento de possível reavaliação da Lei de Cotas em 2022) e suas necessárias expansões. O evento acontecerá nos dias 30/09 e 01/10 das 09h às 18h30 e será transmitido pelo canal no YouTube da Revista Wamon.

O acesso ao conteúdo é 100% gratuito. A emissão do certificado custa R$ 12,90.

Benefícios

  • Acesso vitalício
  • Assista via smartphone e smartvs
  • Acesso a materiais complementares
  • Certificado da atividade