Palestrante
Stella Guedes Caputo
Stela Guedes Caputo é o nome bibliográfico de Maristela Gomes de Souza Guedes. Doutora em Educação, é professora da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-Graduação da UERJ. Foi Professora Visitante no Instituto de Educação da Faculdade do Minho (UMINHO/Braga/Portugal) de setembro de 2019 a fevereiro de 2020 como Bolsista Professora Visitante Sênior CAPES/PRINT. Foi procientista de 01/11/2015 a 31/10/2018. Formada em Jornalismo (1988), mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1998), doutorado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2005) e Pós Doutorado em Educação pela UERJ (2009). Foi bolsista PRODOC-CAPES de setembro de 2006 a abril de 2009, na UERJ. Inserida na Linha de Pesquisa Infância, Juventude e Educação, coordena o Grupo de Pesquisa Kekéré (pequeno, em iorubá) com ênfase em pesquisas com crianças e jovens de terreiros dos Candomblés brasileiros. Tendo as crianças e jovens como protagonistas principais da pesquisa, a partir delas e com elas. Pesquisa sobre racismo, racismo religioso, ensino religioso, laicidade, educação para os direitos humanos, metodologias antirracista de pesquisa, infância descolonial e literatura infantil. Autora do livro "Educação nos terreiros - e como a escola se relaciona com crianças de candomblé" - cuja produção inaugurou um campo novo de pesquisas no Brasil a respeito de como as crianças, nas redes educativas dos terreiros, aprendem e ensinam conhecimentos nos terreiros. É autora dos livros infantis: "Os meninos João Cândido". "Alice e a Bisa" e "Tiradentes conta a Inconfidência". Áreas de Interesse: infância, educação, candomblé, literatura infantil, currículo, relações raciais, história, fotografia, culturas, antropologia, direitos humanos. O livro "Educação em terreiros - e como a escola se relaciona com crianças de candomblé" (Pallas, 2012) e contemplado com o APQ3/FAPERJ, foi finalista na categoria educação do Prêmio Jabuti em 2013. Todas as produções estão assinaladas com o nome bibliográfico. Recebeu o Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos, em 1993, pela série de reportagem sobre grupos de extermínio na Baixada Fluminense, publicada no Jornal O Dia.