Apresentação de Trabalho 29 inscritos

EER - NO CHÃO DA ESCOLA: REFLEXÕES SOBRE CURRÍCULO E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS.

Certificado de 2h

Certificado Even3

100% Online

Gratuito

Convidados

Palestrante
Prof. Me. Maurício de Novais Reis

Psicanalista, pedagogo, licenciado em Filosofia, especialista em Teoria Psicanalítica, especialista em Sexologia, especialista em Saúde Mental & Dependência Química e mestre em Ensino e Relações Étnico-Raciais (PPGER/UFSB). Exerce atualmente a função de Coordenador Pedagógico na rede municipal de educação de Teixeira de Freitas, além de lecionar Filosofia no Colégio Estadual Democrático Ruy Barbosa. Na educação, tem pautado suas pesquisas no currículo da Educação Básica, mais especificamente no tocante ao ensino de Filosofia, Filosofia Africana e Filosofia da Pluriversalidade. É pesquisador membro do Grupo de Pesquisas em Linguagens, Poder e Contemporaneidade (GELPOC), vinculado ao Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia da Bahia - IFBA, atuando na linha de pesquisa "Estudos Decoloniais, Subalternidades e Poder". No tocante à Teoria Psicanalítica, pauta suas pesquisas na relação existente entre angústia e automutilação com suas decorrentes implicações na clínica psicanalítica, estrutura da clínica psicanalítica, técnica psicanalítica e transmissão da Psicanálise, privilegiando as correntes teórico-metodológicas inauguradas pelos escritos freudianos e fundamentadas no ensino de Jacques Lacan. No campo literário, possui poemas, crônicas e contos publicados em variadas antologias impressas e sites da internet, além de ter publicado cinco livros (poesia, novela, romance e ensino de filosofia). Entre 2015 e 2017 escreveu semanalmente para o Jornal Alerta, de Teixeira de Freitas, a coluna Glossário de Psicanálise.

Palestrante
Prof. Me. Maurício de Novais Reis

Psicanalista, pedagogo, licenciado em Filosofia, especialista em Teoria Psicanalítica, especialista em Sexologia, especialista em Saúde Mental & Dependência Química e mestre em Ensino e Relações Étnico-Raciais (PPGER/UFSB). Exerce atualmente a função de Coordenador Pedagógico na rede municipal de educação de Teixeira de Freitas, além de lecionar Filosofia no Colégio Estadual Democrático Ruy Barbosa. Na educação, tem pautado suas pesquisas no currículo da Educação Básica, mais especificamente no tocante ao ensino de Filosofia, Filosofia Africana e Filosofia da Pluriversalidade. É pesquisador membro do Grupo de Pesquisas em Linguagens, Poder e Contemporaneidade (GELPOC), vinculado ao Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia da Bahia - IFBA, atuando na linha de pesquisa "Estudos Decoloniais, Subalternidades e Poder". No tocante à Teoria Psicanalítica, pauta suas pesquisas na relação existente entre angústia e automutilação com suas decorrentes implicações na clínica psicanalítica, estrutura da clínica psicanalítica, técnica psicanalítica e transmissão da Psicanálise, privilegiando as correntes teórico-metodológicas inauguradas pelos escritos freudianos e fundamentadas no ensino de Jacques Lacan. No campo literário, possui poemas, crônicas e contos publicados em variadas antologias impressas e sites da internet, além de ter publicado cinco livros (poesia, novela, romance e ensino de filosofia). Entre 2015 e 2017 escreveu semanalmente para o Jornal Alerta, de Teixeira de Freitas, a coluna Glossário de Psicanálise.

Sobre o conteúdo

Após 18 anos de aprovada e sancionada a Lei nº 10.639/03 e 13 anos da Lei nº 11.645/08, que modificaram a LDB ao estabelecer a obrigatoriedade do ensino de história e cultura africana, afro-brasileira e indígena, as legislações, fruto de luta do Movimento Negro, vêm impulsionando mudanças no campo educacional no que tange à diversidade étnico-racial. Todavia, tem-se muito ainda para avançar, especialmente considerando-se o recrudescimento do racismo no Brasil nos últimos anos. É importante a universalização de uma educação para a diversidade, bem como a formação de professores/as para que haja possibilidade de implementação de práticas pedagógicas no cotidiário escolar, diariamente, não ano a ano ou somente em datas comemorativas. A diversidade étnico-racial é parte indissociável da sociedade e das escolas brasileiras e, portanto, o currículo não deve representar tão somente a transmissão de conteúdos prontos e selecionados pelos órgãos institucionais. Diversamente disso, o currículo acontece no diálogo e no silêncio, porque é vivo e produz identidades. Jamais deve ser visto como um artefato neutro e desinteressado, mas como um campo de disputas constantes, interesses e relações de poder, uma vez que é com/no currículo que se definem os rumos do processo educativo no seu contato permanente com o conhecimento, a cultura e os processos sociais e formativos. Institucionalizado, o currículo torna-se a voz amplificada da classe dominante, social e racialmente opressora. Discutido, as múltiplas vozes podem participar de sua implementação na vida escolar, contribuindo assim, para o combate ao racismo e a todas as formas de preconceito. Com base neste debate, convidamos professores/as e pesquisadores/as para compartilhar saberes e fazeres, estratégias e subversões, disputas e diálogos sobre o ensino das relações étnico-raciais na educação básica . A AT busca reunir o debate sobre relatos de experiências de educadores/as e pesquisas acadêmicas que versem sobre a temática.

Sobre o evento

IV Arvorecer Negro "A internet como palco de luta: Ciberativismo negro e as disputas do mundo virtual à rua"

O acesso ao conteúdo é 100% gratuito. A emissão do certificado está incluso no valor do conteúdo.

Benefícios

  • Acesso vitalício
  • Assista via smartphone e smartvs
  • Acesso a materiais complementares
  • Certificado da atividade