COMO A DESCOBERTA DE REFLUXO VESICOURETERAL ASSOCIADO À BEXIGA NEUROGÊNICA APÓS REPARO DE MMC IN-ÚTERO INTERFERE NO RESULTADO CLÍNICO: UM ESTUDO PROSPECTIVO

Publicado em 19/01/2026 - ISBN: 978-65-272-2132-6

Título do Trabalho
COMO A DESCOBERTA DE REFLUXO VESICOURETERAL ASSOCIADO À BEXIGA NEUROGÊNICA APÓS REPARO DE MMC IN-ÚTERO INTERFERE NO RESULTADO CLÍNICO: UM ESTUDO PROSPECTIVO
Autores
  • Antonio Macedo Junior
  • Sergio Leite Ottoni
  • Marcela Leal da Cruz
  • Debora Sacoman
  • VIMAEL JEFFERSON DE OLIVEIRA HOLANDA
Modalidade
Trabalhos Científicos
Área temática
Trabalhos Científicos
Data de Publicação
19/01/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/xxv-congresso-brasileiro-urologia-pediatrica/1283537-como-a-descoberta-de-refluxo-vesicoureteral-associado-a-bexiga-neurogenica-apos-reparo-de-mmc-in-utero-interfere
ISBN
978-65-272-2132-6
Palavras-Chave
Refluxo vesicoureteral, bexiga neurogênica, ampliação vesical
Resumo
OBJETIVO: O início do reparo da mielomeningocele intrauterina em 2011 em nossa instituição possibilitou a redefinição sobre a população de bexiga neurogênica com base em dados prospectivos. Adotamos o mesmo protocolo de acordo com a classificação de Leal da Cruz. Realizamos uma análise clínica separada do refluxo vesicoureteral em associação com bexiga neurogênica. MATERIAL E MÉTODOS: Avaliamos retrospectivamente os prontuários de pacientes com diagnóstico de refluxo vesicoureteral na primeira UCM e acompanhados ao longo do tempo. Os pacientes foram categorizados e tratados de acordo com o padrão vesical. RESULTADOS: Identificamos 33 pacientes de um total de 168 com reparo intrauterino de MMC (19,6%). Eram 13 pacientes do sexo masculino e 20 do sexo feminino. A distribuição do RVU foi bilateral em 13 (39,3%), direita em 9 (27,2%) e esquerda em 11 (33,3%). O grau foi classificado como leve (I-II): 3 (9%), moderado (III/IV): 19 (57,5%) e grave (V) em 11 (33,3%). O acompanhamento médio foi de 30,4 meses, 5 pacientes apresentaram ITU febril recorrente (15,1%) e DMSA < 40% foi encontrado em apenas 4 casos (12,1%). O padrão vesical foi de alto risco em 23; incontinente em 5; hipoativo em 3 e “normal” em 6 (a pressão baixa pode ter sido influenciada pelo RVU). O tratamento do RVU consistiu em endoscopia em 6 pacientes (18,1%) e 4 foram submetidos à reconstrução vesical sem reimplante ureteral. Todos os RVUs foram resolvidos após o aumento vesical. CONCLUSãO: Esta é uma das poucas análises prospectivas de RVU e cirurgia de MMC fetal. A incidência cirúrgica foi de 30,3% e podemos concluir que o refluxo vesicoureteral é um marcador individual de padrão de alto risco (contrações hiperativas do detrusor e pressão cistométrica acima de 40 cm H2O): 23/33 representando 69,69%.
Título do Evento
XXV Congresso Brasileiro de Urologia Pediátrica
Cidade do Evento
Rio de Janeiro
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Brasileiro de Urologia Pediátrica: Casos da nossa prática cotidiana
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

JUNIOR, Antonio Macedo et al.. COMO A DESCOBERTA DE REFLUXO VESICOURETERAL ASSOCIADO À BEXIGA NEUROGÊNICA APÓS REPARO DE MMC IN-ÚTERO INTERFERE NO RESULTADO CLÍNICO: UM ESTUDO PROSPECTIVO.. In: Anais do Congresso Brasileiro de Urologia Pediátrica: Casos da nossa prática cotidiana. Anais...Rio de Janeiro(RJ) Windsor Flórida Hotel, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/xxv-congresso-brasileiro-urologia-pediatrica/1283537-COMO-A-DESCOBERTA-DE-REFLUXO-VESICOURETERAL-ASSOCIADO-A-BEXIGA-NEUROGENICA-APOS-REPARO-DE-MMC-IN-UTERO-INTERFERE. Acesso em: 17/02/2026

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