Título do Trabalho
REPRESENTATIVIDADES DE MULHERES NEGRAS COMO EXPRESSÃO CONTRA COLONIAL E ANTIRRACISMO
Autores
  • Rayane Santos de Souza
  • ALICE XAVIER MARQUES DE OLIVEIRA
  • Marcos Vinicius De Souza Mendes
  • Rayane Santos de Souza
Modalidade
Resumo
Área temática
Ciências Humanas - Educação
Data de Publicação
22/04/2025
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/xi-raic-e-v-raidtec-ufrrj/931743-representatividades-de-mulheres-negras-como-expressao-contra-colonial-e-antirracismo
ISBN
978-65-272-1295-9
Palavras-Chave
Representatividade. Feminina. Negra.
Resumo
Representatividades de mulheres negras como expressão contra colonial e antirracismo A temática da representatividade negra é abordada nos pilares ensino, pesquisa e extensão realizada pelos estudantes do Programa de Educação Tutorial: Inclusão e Oportunidades na Vida Acadêmica do Aluno de Origem Popular da UFRRJ, assim, o diálogo aqui parte da afirmação da importância de uma educação ser compreendida numa perspectiva antirracista e transgressora. Para além de aluno, somos estudantes desejosos de uma educação como prática libertadora e promotora da abertura de novos horizontes, em oposição à ideia de vida regrada à obediência imposta através dos diversos dispositivos de controle social e de violência imposta à população negra e periférica. O objetivo deste trabalho é contribuir para o diálogo entre as questões étnico-raciais e a perspectiva formativa de uma educação antirracista. Neste sentido, a abordagem do tema das mulheres negras na sociedade brasileira, a partir de suas trajetórias contribuem para as discussões raciais e para a representatividade da população negra, principalmente, no que concerne ao empoderamento feminino. Neste Sentido, utilizamos os aportes de Grada Kilomba que se compromete em pautar as vivências da população negra na sociedade com a produção alternativa de saberes e a abertura de espaços para as diversas vozes das “minorias” sociais. A pesquisa realizada foi de maneira descritiva em relatos literários de autoras: Grada kilomba que nos presenteia com o livro “Memórias da plantação”, onde examinou a atemporalidade do racismo cotidiano. Destacamos Bell Hooks (2019), para quem nos incentiva “erguer a voz” abandonando a condição e oprimido para uma transição de objeto para sujeito. Utilizamos ainda vídeos no YouTube uma plataforma digital utilizada para afirmar tais questionamentos que a sociedade carrega sobre a permanência da desigualdade social e as diferenças raciais que estão relacionadas ao gênero feminino e as representações nos diversos espaços: acadêmicos, políticos, sociais, econômicos entre outros, em que a mulher negra realiza enfrentamentos. O racismo é o fator determinante estrutural molda as desigualdades de gênero e econômica. A pergunta que guiou nossa busca foi: a representatividade e a identidade negra são suficientes para educar a sociedade no enfrentamento ao racismo? Nesse contexto, as ações antirracismo é a natureza pedagógica de enfrentamentos na formação profissional, na política e na economia. As diversas formas para se combater a estrutura racista que é fundamentada pelas relações sociais e comerciais dentro de uma lógica de enfrentamento contra colonial, de forma a superar as subalternidades dos sujeitos negros. Os resultados e discussões deste trabalho busca trazer a compreensão da complexidade e diversidade dessas representações. Mulheres negras não são um grupo homogêneo; suas identidades são moldadas por uma interseção de raça, gênero, classe social e outras dimensões identitárias. A representação na mídia e na cultura pode desafiar estereótipos históricos e promover empoderamento, mas também enfrenta desafios significativos. A visibilidade e o diálogo intercultural são cruciais para construir narrativas autênticas que reflitam suas experiências reais e para promover uma sociedade mais inclusiva, justa e igualitária. Conclui-se que, a pertinência da temática se dá pela importância das discussões da população negra, principalmente, da mulher negra na ciência, nas artes e a sua corporeidade com seus traços negroides. Contudo, se faz necessário erguer as vozes com as narrativas, histórias e epistemologias pelas mulheres negras como forma de combater o racismo. Referências HOOKS, Bell. Erguer a voz: pensar como feminista, pensar como negra. São Paulo, Elefante, 2019. KILOMBA, Grada. Memórias da Plantação. Episódios de Racismo Cotidiano Rio de Janeiro: Cobogó, 2019
Título do Evento
XI Reunião Anual de Iniciação Científica da UFRRJ (RAIC 2024) & V Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (RAIDTec 2024)
Cidade do Evento
Seropédica
Título dos Anais do Evento
Anais da XI Reunião Anual de Iniciação Científica da UFRRJ (RAIC) e V Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (RAIDTec): Transição energética: impactos ambientais e sociais
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SOUZA, Rayane Santos de et al.. REPRESENTATIVIDADES DE MULHERES NEGRAS COMO EXPRESSÃO CONTRA COLONIAL E ANTIRRACISMO.. In: Anais da XI Reunião Anual de Iniciação Científica da UFRRJ (RAIC) e V Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (RAIDTec): Transição energética: impactos ambientais e sociais. Anais...Seropédica(RJ) UFRRJ, 2024. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/xi-raic-e-v-raidtec-ufrrj/931743-REPRESENTATIVIDADES-DE-MULHERES-NEGRAS-COMO-EXPRESSAO-CONTRA-COLONIAL-E-ANTIRRACISMO. Acesso em: 17/03/2026

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