EFEITO DA INICIAÇÃO À DOMA EM POTROS NEONATOS SOBRE O DESEMPENHO NO CAMINHAR COM CABRESTO NO 6º MÊS DE VIDA

Publicado em 22/04/2025 - ISBN: 978-65-272-1295-9

Título do Trabalho
EFEITO DA INICIAÇÃO À DOMA EM POTROS NEONATOS SOBRE O DESEMPENHO NO CAMINHAR COM CABRESTO NO 6º MÊS DE VIDA
Autores
  • Lyvia de Carvalho Braga
  • Clarissa Galhego Barreto
  • Juliana Freitas Duarte
  • Maria Laura Lobato De Oliveira
  • Isabela Rodrigues Miranda
  • Allison Corrêa da Silva Campos
  • Lara Moraes Coelho
  • Vinicius Pimentel Silva
Modalidade
Resumo
Área temática
Ciências Agrárias - Zootecnia
Data de Publicação
22/04/2025
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/xi-raic-e-v-raidtec-ufrrj/931534-efeito-da-iniciacao-a-doma-em-potros-neonatos-sobre-o-desempenho-no-caminhar-com-cabresto-no-6-mes-de-vida
ISBN
978-65-272-1295-9
Palavras-Chave
Equideocultura, Redondel, Manejo, Potros recém-nascidos, Creep Feeding
Resumo
A doma é iniciada por volta dos 18 meses de idade. No entanto, métodos alternativos estudam os efeitos das interações e manejos aplicados logo após o nascimento, no desmame e no pós-desmame. Avaliou-se a influência da iniciação à doma em potros recém-nascidos até a desmama na atividade de caminhar com o uso de cabresto. O ensaio foi realizado no setor de Equideocultura Matrizes da UFRRJ e foi aprovado pela CEUA: 0208-10-2023. Utilizou-se o desenho experimental inteiramente casualizado, com três tratamentos e cinco repetições. Os tratamentos foram: controle (C), potros que não receberam iniciação à doma, somente interações mínimas associadas a alimentação ou intervenções de manejo sanitário; racional (R), doma iniciada seis horas após o nascimento, com uso de diferentes objetos e exercícios até os seis meses; e virtude (V), doma iniciada seis horas após o nascimento, com contato físico e com interações mínimas de tempo até os seis meses. As éguas e seus potros foram suplementados diariamente à pasto em sistema de unidades de serviço acoplados com “creeper”. No manejo R, as interações foram de 15 minutos (min), durante 5 dias (d) consecutivos. Após este período, as interações ocorreram 2 vezes/semana por 15 min. O manejo V consistiu em interações de 15 minutos no dia do nascimento, por 5 d consecutivos. Depois, ocorreram em dias alternados durante duas semanas, por 15 min e logo após, uma vez por semana. Posteriormente, no 13º dia de manejo, iniciou-se o treinamento dos potros para caminhar utilizando uma corda em laço ao redor da garupa e a guia do cabresto. O exercício foi feito até o desmame e envolveu a aplicação de pressão para incentivar o movimento do animal, com a redução dessa pressão quando o comando era executado corretamente. Utilizou-se a égua para incentivar o potro a caminhar até que realizasse o exercício. O teste para avaliar o tempo necessário para que o potro completasse uma volta no redondel com duas paradas, foi introduzido no quarto mês e foram realizados testes mensais até seis meses. O potro foi conduzido por guia presa ao cabresto e corda ao redor da garupa, sobre a qual se aplicava leve pressão. O manejador orientava o animal a realizar a volta completa no redondel, utilizando dois comandos de voz para indicar a parada. O teste foi considerado finalizado somente se o animal completasse a volta inteira sem demonstrar intenção de fuga ou resistência durante a volta em até 180 segundos. Os valores médios foram submetidos a ANOVA pelo procedimento MIXED do SAS e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5%. Não houve efeito significativo dos tratamentos (p=0,1262) no teste aos 6 meses. O tempo para dar uma volta completa foi de 90, 30 e 34 segundos para os tratamentos C, R e V, respectivamente. Os resultados foram semelhantes aos obtido por Loy et al. (2021), que não identificaram diferenças relevantes na capacidade de recordação dos potros, em relação ao treinamento ou da idade. O número reduzido de animais por tratamento permite maiores desvios das respostas (EPM= 30,2), tal fato pode ter mascarado a resposta dos tratamentos R e V, comparado ao C. Existe dificuldade em produzir potros nascidos em semelhante período para confirmar os efeitos precoce do manejo de iniciação à doma. Conclui-se que aos seis meses os potros apresentam semelhante aptidão para a realização do exercício independente do tipo de iniciação à doma realizado. Sugere-se aumentar o número de repetições. 1. LOY, J., et al. A preliminary study of the effects of the number of consecutive days of training and days off on foal recall. Journal of Veterinary Behavior, [s.l], v. 46, p. 62-68, 2021.
Título do Evento
XI Reunião Anual de Iniciação Científica da UFRRJ (RAIC 2024) & V Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (RAIDTec 2024)
Cidade do Evento
Seropédica
Título dos Anais do Evento
Anais da XI Reunião Anual de Iniciação Científica da UFRRJ (RAIC) e V Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (RAIDTec): Transição energética: impactos ambientais e sociais
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

BRAGA, Lyvia de Carvalho et al.. EFEITO DA INICIAÇÃO À DOMA EM POTROS NEONATOS SOBRE O DESEMPENHO NO CAMINHAR COM CABRESTO NO 6º MÊS DE VIDA.. In: Anais da XI Reunião Anual de Iniciação Científica da UFRRJ (RAIC) e V Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (RAIDTec): Transição energética: impactos ambientais e sociais. Anais...Seropédica(RJ) UFRRJ, 2024. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/xi-raic-e-v-raidtec-ufrrj/931534-EFEITO-DA-INICIACAO-A-DOMA-EM-POTROS-NEONATOS-SOBRE-O-DESEMPENHO-NO-CAMINHAR-COM-CABRESTO-NO-6-MES-DE-VIDA. Acesso em: 03/03/2026

Trabalho

Even3 Publicacoes