Título do Trabalho
EFEITO DA ADUBAÇÃO POTÁSSICA SOBRE O RENDIMENTO FORRAGEIRO DA PARTE AÉREA DA MANDIOCA
Autores
  • Victória de Lima Santos
  • JOÃO PAULO DE FARIAS RAMOS
  • Beatriz Gabrielle Ferreira Moreira
  • Guilherme dos Santos Aguiar
  • Lorena Dias Romualdo
  • Thamires da Cunha Leal
  • Lucas Bonzoumet Cardoso Rocha
  • Arthur Linhares Basilio
Modalidade
Resumo
Área temática
Ciências Agrárias - Zootecnia
Data de Publicação
22/04/2025
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
Português
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/xi-raic-e-v-raidtec-ufrrj/927157-efeito-da-adubacao-potassica-sobre-o-rendimento-forrageiro-da-parte-aerea-da-mandioca
ISBN
978-65-272-1295-9
Palavras-Chave
Adubação potássica, Mandioca, Rendimento forrageiro.
Resumo
A produção animal no sudeste do Brasil desempenha um papel fundamental na economia regional e nacional, contribuindo com diversos setores e causando impactos sociais e ambientais. Embora a produção animal ofereça benefícios econômicos, entretanto enfrenta desafios relacionados ao fornecimento de dietas balanceadas e de baixo custo aos animais. A mandioca (Manihot esculenta Crantz) destaca-se quanto ao seu potencial na alimentação animal, especialmente na produção de de massa de forragem, que poderá ser conservada na forma de silagem, repercutindo positivamente no desempenho animall. A forragem da PAM depende da produtividade dos brotos, que necessitam do potássio. O potássio é importante para o crescimento das plantas e para o equilíbrio hídrico. A adubação potássica está diretamente ligada ao crescimento, à morfologia e à produção de matéria seca da parte aérea da mandioca, podendo ter um impacto positivo na produção de forragem. Objetivou-se avaliar as características de rendimento forrageiro da parte aérea da mandioca em função das diferentes doses da adubação potássica. O estudo foi realizado no Setor de Pequenos Ruminantes, do Instituto de Zootecnia da UFRRJ. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados (DBC), composto no esquema fatorial 3x2, sendo 3 blocos e 6 repetições cada tratamento, totalizando 18 unidades experimentais. Cada unidade experimental foi composta por duas doses de potássio (KCl) e uma testemunha (0; 90; e 180 kg/hectare), tendo 5m de comprimento. Após 120 dias, foi realizado o corte a cerca de 5cm do nível do solo. Posteriormente, o material foi triturado para a determinação do peso da matéria verde (PMV), sendo colhidas amostras representativas de forragem. Após a pesagem, o material foi levado para o Laboratório de Nutrição Animal da UFRRJ e direcionado a uma estufa de ventilação forçada a 55°C, para realizar a secagem do material e determinar a quantidade de matéria seca (MS) presente na planta. A produção de matéria verde (PMV) em kg ha-¹ foi estimada pelo produto entre a produção de matéria verde por planta (PMV/P) pelo total de plantas em 1 ha. A produção de MS (PMS), por unidade de área, foi obtida pelo produto entre a produção de matéria verde e o teor de matéria seca das plantas. Foi avaliada a eficiência da adubação potássica utilizando a seguinte fórmula: Eficiência Agronômica do KCl Aplicado (EA) = Massa seca com adubação (kg) Massa Seca sem adubação (kg) / Dose de KCl (kg); em kg de MS / kg K aplicado. Os dados foram submetidos à análise de variância, avaliando as doses de adubação potássica sobre a eficiência da adubação potássica e rendimento forrageiro, utilizando a análise de regressão a 5% de probabilidade. Foi utilizado o PROC GLM do SAS Versão 9.3 e adotado o nível de significância de 5% em todas as análises. Para a produtividade de matéria verde e seca (PMV e PMS) a máxima dose apresentou um aumento de 21.071 kg ha-¹ e 4.021 kg ha-¹ em relação ao controle, isso representa um incremento de 39,25% e 36,85% (y = 32564 + 117,06583 R² = 98 e y = 6641,68113 + 22,34076 R² = 95), respectivamente. Para as características hídricas de eficiência de uso da chuva (EUC), a adubação potássica aumentou a eficiência na utilização da água pela PAM, repercutindo em maior eficiência na produção de matéria seca (y = 11,06947 + 0,03723 R² = 95). As maiores doses de potássio proporcionaram maior incremento do rendimento forrageiro, produção de matéria seca, verde e eficiência agronômica da parte aérea da mandioca, repercutindo maior eficiência do sistema de produção.
Título do Evento
XI Reunião Anual de Iniciação Científica da UFRRJ (RAIC 2024) & V Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (RAIDTec 2024)
Cidade do Evento
Seropédica
Título dos Anais do Evento
Anais da XI Reunião Anual de Iniciação Científica da UFRRJ (RAIC) e V Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (RAIDTec): Transição energética: impactos ambientais e sociais
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SANTOS, Victória de Lima et al.. EFEITO DA ADUBAÇÃO POTÁSSICA SOBRE O RENDIMENTO FORRAGEIRO DA PARTE AÉREA DA MANDIOCA.. In: Anais da XI Reunião Anual de Iniciação Científica da UFRRJ (RAIC) e V Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (RAIDTec): Transição energética: impactos ambientais e sociais. Anais...Seropédica(RJ) UFRRJ, 2024. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/xi-raic-e-v-raidtec-ufrrj/927157-EFEITO-DA-ADUBACAO-POTASSICA-SOBRE-O-RENDIMENTO-FORRAGEIRO-DA-PARTE-AEREA-DA-MANDIOCA. Acesso em: 31/08/2025

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