DETECÇÃO ELETROQUÍMICA DE AZUL DE METILENO COM POLIANILINA ESTRUTURADO VIA TÉCNICA DE LANGMUIR–SCHAEFER

Publicado em 23/01/2026 - ISBN: 978-65-272-2157-9

Título do Trabalho
DETECÇÃO ELETROQUÍMICA DE AZUL DE METILENO COM POLIANILINA ESTRUTURADO VIA TÉCNICA DE LANGMUIR–SCHAEFER
Autores
  • Maria Clara Costa Gouveia
  • Matheus Santos Pereira
  • Celina Massumi Miyazaki
  • Priscila Alessio
Modalidade
Resumo
Área temática
Ciência dos Materiais
Data de Publicação
23/01/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/virtppgctm-571248/1418885-deteccao-eletroquimica-de-azul-de-metileno-com-polianilina-estruturado-via-tecnica-de-langmuirschaefer
ISBN
978-65-272-2157-9
Palavras-Chave
Polímeros molecularmente impressos;Filmes de Langmuir–Schaefer;Sensores eletroquímicos;Azul de metileno
Resumo
O corante azul de metileno (AM), utilizado na indústria têxtil, representa risco ambiental devido à estabilidade térmica e fotoquímica, dificultando a remoção em tratamentos. Em altas concentrações pode causar efeitos carcinogênicos e mutagênicos1. Este trabalho tem como objetivo desenvolver um sensor eletroquímico para a detecção do AM. A polianilina na forma sal de esmeraldina (PANI-ES) foi estruturada na presença do AM via filmes de Langmuir, visando criar cavidades impressas molecularmente, inspirado na técnica de MIP (polímeros molecularmente impressos) para maior seletividade. As interações PANI-ES/AM foram estudadas via isotermas de pressão superficial vs área molecular média (π-A) e notou-se um deslocamento para maiores áreas moleculares na presença do corante. Os filmes foram depositados por contato horizontal em substrato de quartzo para monitoramento do crescimento via espectroscopia de absorção no UV-Vis, e sobre óxido de estanho dopado com índio (ITO) para análise eletroquímica. As camadas foram obtidas sob pressão superficial de 25 mN/m, antes do colapso, garantindo estabilidade estrutural2. O voltamograma cíclico (VC) do filme PANI-ES em KCl 0,1 mol/L apresenta picos da PANI (+0,5 e +0,8V, vs. Ag/AgCl), e com a adição de AM surgem picos (–0,25 e +0,4V). A remoção do AM foi realizada com 26 ciclos de VC (-1,0 V a +1 V, 50 mV/s). O sensor foi avaliado variando-se o tempo de imersão em AM 1×10⁻⁶ mol/L por 10, 20 e 30 min. Com o aumento gradual das correntes de pico e melhor resposta em 20 min, adotado em testes subsequentes. A pesquisa mesmo em etapa inicial, indica potencial no desenvolvimento de sensores baseados em MIP pela técnica LS. Agradecimentos: FAPESP(2021/14235-6), CAPES e CNPq(302465/2025-1) 1. KHAN, I. et al. Rev. on methylene blue: toxicity & photodegradation. Water, 14(2), 242, 2022. 2. KATATA, V. M. et al. Mol. imprinted membranes for MB sensor. Appl. Surf. Sci., 684, 161887, 2025.
Título do Evento
6ª Reunião Técnica do Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Materiais
Cidade do Evento
Presidente Prudente
Título dos Anais do Evento
Anais da 6ª Reunião Técnica do Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Materiais
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

GOUVEIA, Maria Clara Costa et al.. DETECÇÃO ELETROQUÍMICA DE AZUL DE METILENO COM POLIANILINA ESTRUTURADO VIA TÉCNICA DE LANGMUIR–SCHAEFER.. In: Anais da 6ª Reunião Técnica do Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Materiais. Anais...Presidente Prudente(SP) UNESP, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/virtppgctm-571248/1418885-DETECCAO-ELETROQUIMICA-DE-AZUL-DE-METILENO-COM-POLIANILINA-ESTRUTURADO-VIA-TECNICA-DE-LANGMUIRSCHAEFER. Acesso em: 13/03/2026

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