INFLUÊNCIA DOS FATORES ABIÓTICOS NA DISTRIBUIÇÃO DE SIMULÍDEOS NO PARQUE ESTADUAL ILHA GRANDE

Publicado em 08/01/2026 - ISBN: 978-65-272-2084-8

Título do Trabalho
INFLUÊNCIA DOS FATORES ABIÓTICOS NA DISTRIBUIÇÃO DE SIMULÍDEOS NO PARQUE ESTADUAL ILHA GRANDE
Autores
  • Agatha Alves da Silva
  • Barbara Alves Victer
  • Tainá Maria Miranda Souza Martins
  • Leonardo Henrique Gil Azevedo
  • Ronaldo Figueiró Portella Pereira
Modalidade
Resumo - Científico
Área temática
Biodiversidade no Antropoceno
Data de Publicação
08/01/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/v-simposio-ppgbio/1364069-influencia-dos-fatores-abioticos-na-distribuicao-de-simulideos-no-parque-estadual-ilha-grande
ISBN
978-65-272-2084-8
Palavras-Chave
Simuliidae, Borrachudo, Distribuição, Fatores Abióticos
Resumo
Os simulídeos, conhecidos como “borrachudo” ou “piuns”, são insetos aquáticos holometábolos com distribuição global, sendo os adultos encontrados próximos a corpos d’água, pois seus estágios iniciais ocorrem em ambiente lótico, como rios, córregos ou riachos. Sua distribuição e abundância estão relacionados às variáveis abióticas nos habitats em que são encontrados, como a velocidade da água. O Parque Estadual da Ilha Grande (PEIG) está localizado no litoral sul fluminense do Estado do Rio de Janeiro, no município de Angra dos Reis e está inserido no bioma Mata Atlântica, preservando cerca de 62% da ilha. O estudo tem por objetivo caracterizar a distribuição dos simulídeos em função das variáveis ambientais. Para isso, foram realizadas coletas de imaturos e adultos em três sítios no PEIG em dezembro de 2024 em estação chuvosa. Ao início de cada coleta ocorreu a medição in situ dos seguintes fatores abióticos: pH, temperatura da água (°C), condutividade (μS/cm), oxigênio dissolvido (O.D) (mg/L), altitude (metros), velocidade média da água (m.s-1), luminosidade (Lux), turbidez e temperatura do ar (°C). Para a análise estatística, foi realizado o teste de Shapiro-Wilk para avaliar a normalidade da distribuição e Correlação de Pearson para medir a relação entre as espécies e as variáveis, utilizando o software Past 5.3. Foram coletados 326 indivíduos, onde apenas 57 foram identificados nas seguintes espécies: Simulium (Psilopelmia) ochraceum Walker, 1865, Simulium (Inaequalium) subnigrum Lutz, 1910, Simulium (Inaequalium) clavibranchium Lutz, 1910 e Simulium (Inaequalium) travassosi d’Andretta & d’Andretta, 1947. A maioria dos imaturos coletados estavam nos primeiros ínstares, dificultando sua identificação a nível de espécie. O baixo número de espécies resultou em uma correlação de Pearson não significativa. A abundância de simulídeos nos primeiros ínstares larvais nos três sítios pode estar relacionado à recolonização das espécies após a ocorrência de chuvas na região. Os resultados do estudo mostram como as variações ambientais podem influenciar diretamente na distribuição de simulídeos nos ecossistemas aquáticos, contribuindo para melhor entendimento da família.
Título do Evento
V Simpósio PPGBIO: Biodiversidade no Antropoceno
Cidade do Evento
Rio de Janeiro
Título dos Anais do Evento
Anais do Simpósio do PPGBIO: biodiversidade no antropoceno
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SILVA, Agatha Alves da et al.. INFLUÊNCIA DOS FATORES ABIÓTICOS NA DISTRIBUIÇÃO DE SIMULÍDEOS NO PARQUE ESTADUAL ILHA GRANDE.. In: Anais do Simpósio do PPGBIO: biodiversidade no antropoceno. Anais...Rio de Janeiro(RJ) UNIRIO, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/v-simposio-ppgbio/1364069-INFLUENCIA-DOS-FATORES-ABIOTICOS-NA-DISTRIBUICAO-DE-SIMULIDEOS-NO-PARQUE-ESTADUAL-ILHA-GRANDE. Acesso em: 14/03/2026

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