DALTONISMO E AS CORES

Publicado em 27/09/2018 - ISSN: 2317-8671

Título do Trabalho
DALTONISMO E AS CORES
Autores
  • Gustavo Daniel Riffel König
  • Renata Almeida Chagas
  • Amilton Kuhn
  • João Lino Biezus
  • João Victor Kuhn Coelho
  • Ronaldo Filipe Roegelin
Modalidade
Banner/Estande - Informativos - Ensino Médio
Área temática
Ciências da Saúde
Data de Publicação
27/09/2018
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
Português
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/sepeifcconcordia/105495-daltonismo-e-as-cores
ISSN
2317-8671
Palavras-Chave
Daltonismo, Dalton, cores.
Resumo
Daltonismo é uma deficiência na visão que interfere no reconhecimento e diferenciação de uma ou de várias cores. O termo “daltonismo” é comumente utilizado como sinônimo de discromatopsia ou discromatopia e teve origem no nome do químico John Dalton, que foi o primeiro a estudar cientificamente este distúrbio. Dalton sofria de protanopia que é um forma de daltonismo que faz com que as pessoas sejam menos sensíveis à luz vermelha, dificultando a distinção das cores: azul e verde, e vermelho e verde. A retina é a parte do olho humano responsável pela capacidade da visão, nela estão presentes células fotossensitivas que são denominadas cones e bastonetes. Os cones são células sensíveis à cor e distingue três grupos de cores verde, amarelo e vermelho, e azul-violeta. Qualquer modificação na constituição destas células pode provocar alterações na recepção das imagens através da retina e como resultado “distorção” da imagem transmitida do nervo ótico até o cérebro. É muito comum a associação do daltonismo à confusão entre as cores primárias, como verde e o vermelho, entretanto, este distúrbio é mais complexo e abrangente que esta concepção. Aproximadamente 99% das pessoas com diagnóstico de daltonismo são capazes de enxergar algumas cores, mas de forma bem variada, alguns daltônicos enxergam o mundo com o predomínio de tons verdes, beges, marrons e cinza. A discromatopsia normalmente tem origem genética, mas pode advir de lesão nos órgãos responsáveis pela visão, ou de lesão de origem neurológica. Os sintomas do daltonismo são: dificuldade de distinguir as cores, incapacidade de ver tons ou tons da mesma cor e movimentos oculares rápidos. Percebe-se que o daltonismo dificulta algumas coisas simples do cotidiano, como, comprar frutas, diferenciar as luzes do semáforo, escolher roupas e podem dificultar o cotidiano do indivíduo. Não há cura para este distúrbio, mas têm surgido alguns tratamentos que visam melhorar a qualidade de vida do daltônico. Durante as aulas de química, estudando sobre modelos atômicos, foi exibido um vídeo que citava alguns dos estudos de John Dalton, incluindo o daltonismo que ele descobriu em si próprio em 1792, com isso, optamos por fomentar a pesquisa em torno desta temática e apresentá-lo na Feira de Ciências. Portanto, neste trabalho, pretende-se estabelecer conexões entre o que foi aprendido em sala de aula, com as informações encontradas na literatura sobre o daltonismo. Com isso, pretende-se informar sobre o que é o daltonismo, quem descobriu o daltonismo, como o daltônico enxerga as cores, dentre outras informações.
Título do Evento
Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão do IFC Campus Concórdia
Cidade do Evento
Concórdia
Título dos Anais do Evento
Anais da Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão do IFC Campus Concórdia
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

KÖNIG, Gustavo Daniel Riffel et al.. DALTONISMO E AS CORES.. In: Anais da Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão do IFC Campus Concórdia. Anais...Concórdia(SC) IFC - Campus Concórdia, 2018. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/sepeifcconcordia/105495-DALTONISMO-E-AS-CORES. Acesso em: 31/08/2025

Trabalho

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