PEDAGOGIAS DA ENCRUZILHADA: A MÚSICA COMO PRÁXIS DE CIDADANIA E CRIAÇÃO DE DIREITOS

Publicado em 08/09/2026 - ISBN: 978-65-272-2338-2

Título do Trabalho
PEDAGOGIAS DA ENCRUZILHADA: A MÚSICA COMO PRÁXIS DE CIDADANIA E CRIAÇÃO DE DIREITOS
Autores
  • Antonio de Azambuja Melo
Modalidade
EDITAL N. 02_2025 - CHAMADA PÚBLICA DE SUBMISSÃO DE RESUMOS EXPANDIDO
Área temática
Eixo 2 - Políticas Públicas, Movimentos Sociais, Diversidade Sexual, Gênero, Raça e Etnia
Data de Publicação
08/09/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/iii-congresso-internacional-direitos-humanos-democracia-cidadania/1399358-pedagogias-da-encruzilhada--a-musica-como-praxis-de-cidadania-e-criacao-de-direitos
ISBN
978-65-272-2338-2
Palavras-Chave
Direito Achado na Rua; Educação Social; Pedagogia das Encruzilhadas; Cidadania Cultural; Aula-Espetáculo, Movimentos Sociais.
Resumo
Em um cenário de crises políticas e retração de políticas públicas para a cultura, emergem práticas sociais insurgentes que ressignificam o espaço urbano através da arte e buscam construir uma nova cidadania cultural. Este trabalho analisa a cena da musica instrumental do Jazz e da música Afro-brasileira no Distrito Federal, com foco no estudo de caso do Coletivo Superjazz, compreendendo-a como uma manifestação de "direito achado na rua", conceito desenvolvido a partir das pesquisas de José Geraldo de Sousa Junior. Argumenta-se que a ocupação de espaços públicos através da série de eventos Eixão do jazz, com suas "aula-espetáculos” através das performances e “jam sessions” musicais, das discotecagens da radio Superjazz e das exposições do Varal do jazz, assim como em outras ações gratuitas de mediação cultural realizadas pelo Superjazz transcendem o entretenimento, configurando-se como uma sofisticada práxis de educação popular, nos moldes freirianos, que visa à emancipação social e a criação de novos agentes e novas plateias. Através de uma abordagem que une a pesquisa bibliográfica sobre pluralismo jurídico e a pesquisaação, essa comunicação busca responder: de que maneira as pedagogias desenvolvidas por coletivos musicais independentes funcionam como uma insurgência pacífica que cria, na prática, o direito à cultura e o direito à cidade? A análise demonstra que, ao criar seus próprios circuitos e formar seu público, esses "sujeitos coletivos de direito" produzem novas subjetividades políticas e um senso de pertencimento, evidenciando que a cultura, em tempos de crise, é um campo estratégico para a reinvenção da democracia, da manutenção da esperança e do direito a cidade.
Título do Evento
III Congresso Internacional em Direitos Humanos, Cidadania e Democracia do Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos e Cidadania da Universidade de Brasília - PPGDH/CEAM/UnB
Cidade do Evento
Brasília
Título dos Anais do Evento
Anais do III Congresso Internacional em Direitos Humanos, Cidadania e Democracia
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

MELO, Antonio de Azambuja. PEDAGOGIAS DA ENCRUZILHADA: A MÚSICA COMO PRÁXIS DE CIDADANIA E CRIAÇÃO DE DIREITOS.. In: Anais do III Congresso Internacional em Direitos Humanos, Cidadania e Democracia. Anais...Brasília(DF) UNB, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/iii-congresso-internacional-direitos-humanos-democracia-cidadania/1399358-PEDAGOGIAS-DA-ENCRUZILHADA--A-MUSICA-COMO-PRAXIS-DE-CIDADANIA-E-CRIACAO-DE-DIREITOS. Acesso em: 18/10/2026

Trabalho

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