PRÁTICAS DISCURSIVAS DA PALESTINIDADE FEMININA EM EDUCAÇÃO PARA OS DIREITOS HUMANOS

Publicado em 08/09/2026 - ISBN: 978-65-272-2338-2

Título do Trabalho
PRÁTICAS DISCURSIVAS DA PALESTINIDADE FEMININA EM EDUCAÇÃO PARA OS DIREITOS HUMANOS
Autores
  • KEITHE SOUZA MATOS ABDEL HAMID
Modalidade
EDITAL N. 02_2025 - CHAMADA PÚBLICA DE SUBMISSÃO DE RESUMOS EXPANDIDO
Área temática
Eixo 1 - Educação para os Direitos Humanos
Data de Publicação
08/09/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/iii-congresso-internacional-direitos-humanos-democracia-cidadania/1383500-praticas-discursivas-da-palestinidade-feminina-em-educacao-para-os-direitos-humanos
ISBN
978-65-272-2338-2
Palavras-Chave
Análise de Discurso Crítica; Direitos humanos; Escrita autoral; Memória; Palestinidade feminina; Resistência.
Resumo
Esta pesquisa investiga detalhadamente as práticas discursivo-identitárias da palestinidade feminina entre as integrantes da Federação Árabe Palestina no Brasil (FEPAL) que participam ativamente das atividades do Laboratório de Escrita do GECRIA. O tema central aborda a escrita autoral das mulheres palestinas como um instrumento fundamental de afirmação identitária, preservação da memória coletiva e resistência política em defesa dos direitos humanos, combatendo de forma ativa as políticas de desumanização e o constante apagamento histórico sofrido. O objetivo geral é investigar detalhadamente como essas práticas discursivas constroem sentidos de pertencimento, memória e agência no contexto desafiador da diáspora. Metodologicamente, o estudo caracteriza-se como uma pesquisa qualitativa de cunho etnográfico-crítico e discursivo. A execução metodológica envolve a triangulação rigorosa de dados obtidos em rodas de conversa, oficinas de escrita criativa e observações participantes, permitindo interpretar as práticas sociais analisadas. A fundamentação teórica ancora-se na Análise de Discurso Crítica de Chouliaraki e Fairclough (1999), na perspectiva dialógica de Mikhail Bakhtin (2012) e na pedagogia política de bell hooks (2013). Os resultados preliminares apontam que a escrita autoral constitui uma prática educativa e emancipatória que articula memória e resistência frente às tentativas de silenciamento, resultando inclusive em produções acadêmicas coletivas. Conclui-se que tais produções funcionam como ferramentas potentes de transformação social e decolonialidade, assegurando direitos fundamentais de expressão, memória e dignidade humana. Através deste processo reflexivo, a palavra torna-se um espaço de luta contra-hegemônico e de afirmação da humanidade, consolidando o compromisso ético da pesquisa com a justiça social e a visibilidade de vozes silenciadas na esfera pública contemporânea.
Título do Evento
III Congresso Internacional em Direitos Humanos, Cidadania e Democracia do Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos e Cidadania da Universidade de Brasília - PPGDH/CEAM/UnB
Cidade do Evento
Brasília
Título dos Anais do Evento
Anais do III Congresso Internacional em Direitos Humanos, Cidadania e Democracia
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

HAMID, KEITHE SOUZA MATOS ABDEL. PRÁTICAS DISCURSIVAS DA PALESTINIDADE FEMININA EM EDUCAÇÃO PARA OS DIREITOS HUMANOS.. In: Anais do III Congresso Internacional em Direitos Humanos, Cidadania e Democracia. Anais...Brasília(DF) UNB, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/iii-congresso-internacional-direitos-humanos-democracia-cidadania/1383500-PRATICAS-DISCURSIVAS-DA-PALESTINIDADE-FEMININA-EM-EDUCACAO-PARA-OS-DIREITOS-HUMANOS. Acesso em: 07/10/2026

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