EMERGÊNCIA HIPERTENSIVA E SUA CLASSIFICAÇÃO DE RISCO NO PRONTO ATENDIMENTO

Publicado em 02/12/2022 - ISBN: 978-65-5941-864-0

DOI
10.29327/iicolamf2022.533208  
Título do Trabalho
EMERGÊNCIA HIPERTENSIVA E SUA CLASSIFICAÇÃO DE RISCO NO PRONTO ATENDIMENTO
Autores
  • Juliana Gomes Da Silva Cirqueira
  • Mateus Biola Melo Pereira
  • Murillo Waldo Silva Fleury
Modalidade
Resumo
Área temática
Medicina de emergência
Data de Publicação
02/12/2022
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/iicolamf2022/533208-emergencia-hipertensiva-e-sua-classificacao-de-risco-no-pronto-atendimento
ISBN
978-65-5941-864-0
Palavras-Chave
Emergências, Hipertensão, Classificação, Risco, HAS.
Resumo
INTRODUÇÃO: A HAS é a doença vascular mais prevalente no mundo e predominante causa de morte no Brasil.A emergência hipertensiva consiste na forma mais grave de manifestação da hipertensão arterial, que pode levar a lesão aguda de órgãos-alvo caracterizando como uma condição clínica potencialmente fatal. Assim, o diagnóstico de HAS requer muita atenção na entrevista e a assistência médica deve acontecer conforme a classificação utilizada no setor de acolhimento da unidade de saúde. OBJETIVOS: Este estudo teve como objetivo apresentar e demonstrar as classificações de risco no pronto atendimento, nos casos de emergência hipertensiva.MATERIAIS E MÉTODOS.: Trata-se de uma revisão sistemática da literatura, de caráter qualitativo, que se deu através da base de dados “SciELO” e “PUBMED” através dos descritores“Emergências”, “Fatores de Risco” e “Hipertensão”. Sendo atribuídoquatrotrabalhos por elegibilidade.RESULTADOS:Diante dos estudos analisados, foi evidenciado que a crise hipertensiva é uma situação clínica em que há aumento súbito da PA (> 180 x 120 mmHg), acompanhada de sintomasleves, tais como cefaleia, tontura e zumbido ou graves, dispneia, dor precordial, coma e até morte, com ou sem lesão aguda de órgãos-alvo.Em situações de sintomas leves, sem acometimento de lesão aguda de órgão-alvo, caracteriza-se urgência hipertensiva. Em contra partida, se os sintomas põem em risco a vida do paciente e possui lesão aguda de órgãos-alvo, tem-se a emergência hipertensiva. O diagnóstico de HAS requer cuidado no momento da admissão do paciente,uma vez que o mesmo pode ser hipertenso ou não. Por se tratar de uma doença silenciosa, na maioria das vezes o usuário não apresenta sinais e sintomas que chamam a atenção no momento do acolhimento. Considerando que algum usuário apresente níveis pressóricos que exigiriam atendimento imediato, a não aferição da PA no momento da classificação de risco pode ocasionar equívocos na priorização do atendimento desse usuário, comprometendo ainda mais o quadro. CONCLUSÃO: Em suma, fica claro a importância do trabalho dos responsáveis pela classificação de risco quanto à identificação dos usuários com pressão diastólica elevada e encaminhá-los a tratamento adequado, conforme a prioridade clínica. Evitando postergar o tratamento, e consequentemente piorando o prognóstico do paciente.
Título do Evento
II CONGRESSO DAS LIGAS ACADEMICAS DE MEDICINA DA FAMEGO - COLAMF
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso das Ligas Acadêmicas de Medicina da FAMEGO-UniRV
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital
DOI

Como citar

CIRQUEIRA, Juliana Gomes Da Silva; PEREIRA, Mateus Biola Melo; FLEURY, Murillo Waldo Silva. EMERGÊNCIA HIPERTENSIVA E SUA CLASSIFICAÇÃO DE RISCO NO PRONTO ATENDIMENTO.. In: Anais do Congresso das Ligas Acadêmicas de Medicina da FAMEGO-UniRV. Anais...Goianésia(GO) Universidade de Rio Verde, 2022. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/iicolamf2022/533208-EMERGENCIA-HIPERTENSIVA-E-SUA-CLASSIFICACAO-DE-RISCO-NO-PRONTO-ATENDIMENTO. Acesso em: 20/05/2026

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