A SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA E AS TRAJETÓRIAS DE MULHERES QUILOMBOLAS EM UNIVERSIDADES BAIANAS

Publicado em 22/04/2025 - ISBN: 978-65-272-1302-4

Título do Trabalho
A SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA E AS TRAJETÓRIAS DE MULHERES QUILOMBOLAS EM UNIVERSIDADES BAIANAS
Autores
  • Silvia Lúcia Ferreira
  • Eliana do Sacramento de Almeida
Modalidade
Comunicações
Área temática
Formulação e acompanhamento de políticas públicas em gênero e sexualidade
Data de Publicação
22/04/2025
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
Português
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/i-seminario-internacional-do-inct-caleidoscopio/1172209-a-saude-sexual-e--reprodutiva-e-as--trajetorias-de-mulheres--quilombolas-em--universidades-baianas
ISBN
978-65-272-1302-4
Palavras-Chave
Mulher negra, Quilombola, Saúde sexual e reprodutiva, Ensino superior
Resumo
A saúde sexual e reprodutiva das mulheres delineia-se como um campo vasto de saberes e práticas que conformam um campo político importante. Assim, o delineamento teórico aqui apresentado, serão reflexões sobre saúde sexual e reprodutiva e trajetórias universitárias de mulheres quilombolas. A autonomia reprodutiva pode ser definida como o poder para decidir sobre o seu corpo e controlar questões associadas à contracepção, gravidez e maternidade. A primeira imposição a esta autonomia é colocada pelo Estado brasileiro que criminaliza a interrupção voluntária da gravidez, reconhecendo-a apenas em situações de estupro, risco de morte materna e anencefalia. É importante pois refletirmos sobre as assimetrias de acesso aos recursos materiais e simbólicos, oferecidos pelas universidades públicas, de modo particular pela Universidade Federal da Bahia, e como essas assimetrias interferem no acesso e permanência das estudantes quilombolas, ou ainda se essas assimetrias se configuram como facilidades ou impedimento de trajetórias formativas para a ciência. A saúde sexual e reprodutiva das mulheres delineia-se como um campo vasto de saberes e práticas que conformam um campo político importante. Assim, o delineamento teórico aqui apresentado, serão reflexões sobre saúde sexual e reprodutiva e trajetórias universitárias de mulheres quilombolas. A autonomia reprodutiva pode ser definida como o poder para decidir sobre o seu corpo e controlar questões associadas à contracepção, gravidez e maternidade. A primeira imposição a esta autonomia é colocada pelo Estado brasileiro que criminaliza a interrupção voluntária da gravidez, reconhecendo-a apenas em situações de estupro, risco de morte materna e anencefalia. É importante pois refletirmos sobre as assimetrias de acesso aos recursos materiais e simbólicos, oferecidos pelas universidades públicas, de modo particular pela Universidade Federal da Bahia, e como essas assimetrias interferem no acesso e permanência das estudantes quilombolas, ou ainda se essas assimetrias se configuram como facilidades ou impedimento de trajetórias formativas para a ciência.
Título do Evento
I Seminário Internacional do INCT Caleidoscópio - VIII Práticas Socioculturais e Discurso
Cidade do Evento
Brasília
Título dos Anais do Evento
Práticas Socioculturais e Discurso: INCT Caleidoscópio
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

FERREIRA, Silvia Lúcia; ALMEIDA, Eliana do Sacramento de. A SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA E AS TRAJETÓRIAS DE MULHERES QUILOMBOLAS EM UNIVERSIDADES BAIANAS.. In: Práticas Socioculturais e Discurso: INCT Caleidoscópio. Anais...Brasília(DF) Universidade de Brasília, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/i-seminario-internacional-do-inct-caleidoscopio/1172209-A-SAUDE-SEXUAL-E--REPRODUTIVA-E-AS--TRAJETORIAS-DE-MULHERES--QUILOMBOLAS-EM--UNIVERSIDADES-BAIANAS. Acesso em: 31/08/2025

Trabalho

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