ASSOCIAÇÃO ENTRE ESCOLARIDADE E MOBILIDADE EM DUPLA TAREFA NA DOENÇA DE PARKINSON

Publicado em 10/02/2026 - ISBN: 978-65-272-2204-0

Título do Trabalho
ASSOCIAÇÃO ENTRE ESCOLARIDADE E MOBILIDADE EM DUPLA TAREFA NA DOENÇA DE PARKINSON
Autores
  • Glaucia Andréa Santana Da Silva
  • Brenda Stefany De Campos Chaves
  • Silvia Maria Sobral Oliveira
  • Larissa Salgado de Oliveira Rocha
Modalidade
Resumo
Área temática
Avaliação e intervenção terapêutica nos sistemas neuromuscular
Data de Publicação
10/02/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/congresso-de-movimento-humano-634746/1436997-associacao-entre-escolaridade-e-mobilidade-em-dupla-tarefa-na-doenca-de-parkinson
ISBN
978-65-272-2204-0
Palavras-Chave
Cognição; Mobilidade; Doença de Parkinson
Resumo
Introdução: Déficits cognitivos são frequentes na Doença de Parkinson (DP) e, juntamente com os distúrbios de marcha, exercem impacto direto sobre o desempenho das funções executivas. Objetivo: Analisar se o nível de escolaridade está associado ao desempenho no TUG- dupla tarefa cognitivo em pessoas com DP avaliados antes da intervenção fisioterapêutica. Métodos: Trata-se de um estudo observacional analítico (CAAE 87610525.1.0000.8767), conduzido com 20 participantes. Foi aplicado o TUG-cognitivo e os resultados dicotomizados em baixa escolaridade (n=6) e alta escolaridade (n=14). O desfecho principal foi o tempo total do TUG-cognitivo. A comparação entre grupos foi realizada pelo teste de Mann–Whitney. Resultados: Observou-se que o grupo de menor escolaridade apresentou média mais elevada no TUG-cognitivo, que se traduz em pior desempenho funcional sob condição de dupla tarefa. Entretanto, essa diferença não alcançou significância estatística. Considerou-se significância estatística para p = 0,05. O grupo de baixa escolaridade apresentou média de 14,09±8,85s, enquanto o de alta escolaridade apresentou 12,66±3,69s. Não houve diferença significativa entre os grupos (U=39, p=0.84). Discussão: Os resultados sugerem que o desempenho no TUG-cognitivo pode depender mais de fatores clínicos como bradicinesia e comprometimento executivo, em relação à variáveis sociodemográficas. Ainda assim, a tendência observada de pior desempenho no grupo de menor escolaridade levanta a hipótese de que a reserva cognitiva tende a influenciar atividades em dupla tarefa, embora este efeito não tenha sido detectado devido ao tamanho amostral reduzido e à heterogeneidade clínica dos participantes. Conclusão: O nível de escolaridade não influenciou o desempenho no TUG-cognitivo nesta amostra. Outros fatores, como variabilidade individual e presença de valores atípicos podem explicar as diferenças observadas. Embora o grupo de menor escolaridade tenha mostrado tendência a pior desempenho, a diferença não foi significativa. Estudos com amostras maiores são necessários para esclarecer essa possível relação.
Título do Evento
CONGRESSO DE MOVIMENTO HUMANO
Cidade do Evento
Belém
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso de Movimento Humano
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SILVA, Glaucia Andréa Santana Da et al.. ASSOCIAÇÃO ENTRE ESCOLARIDADE E MOBILIDADE EM DUPLA TAREFA NA DOENÇA DE PARKINSON.. In: Anais do Congresso de Movimento Humano. Anais...Belém(PA) Universidade do Estado do Pará, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/congresso-de-movimento-humano-634746/1436997-ASSOCIACAO-ENTRE-ESCOLARIDADE-E-MOBILIDADE-EM-DUPLA-TAREFA-NA-DOENCA-DE-PARKINSON. Acesso em: 04/07/2026

Trabalho

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