AVALIAÇÃO DA FORÇA MUSCULAR EM PACIENTES APÓS INFECÇÃO POR DENGUE

Publicado em 10/02/2026 - ISBN: 978-65-272-2204-0

Título do Trabalho
AVALIAÇÃO DA FORÇA MUSCULAR EM PACIENTES APÓS INFECÇÃO POR DENGUE
Autores
  • Marianna Cunha De Andrade
  • Tamiris Costa Da Silva
  • Maira Lima
  • Maria Cláudia Valente Almeida
  • Juliana Gonçalves de Sousa
  • Marcio Clementino de Souza Santos
Modalidade
Resumo
Área temática
Avaliação e intervenção terapêutica nos sistemas neuromuscular
Data de Publicação
10/02/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/congresso-de-movimento-humano-634746/1432430-avaliacao-da-forca-muscular-em-pacientes-apos-infeccao-por-dengue
ISBN
978-65-272-2204-0
Palavras-Chave
Dengue; Força Muscular; Cognição.
Resumo
Introdução: A infecção que ocorre pela transmissão do vírus da dengue, possui duas formas clínicas principais: dengue clássica, quando sintomática, e dengue grave, também denominada febre hemorrágica da dengue. Após a infecção, sintomas como mialgias, fadiga crônica e debilidade generalizada, podem persistir e comprometer a tolerância ao esforço físico. Objetivo: Descrever os impactos da dengue na força muscular e na função cognitiva em indivíduos acometidos. Métodos: Trata-se de um estudo transversal e quantitativo, aprovado pelo CEP da Universidade do Estado do Pará pelo número do parecer 7.646.502, com amostra não probabilística, ambos os sexos, maiores de 18 anos e diagnosticados com dengue. O protocolo de avaliação consiste na avaliação do Mini-Mental, força muscular por Escala de Oxford Modificada e dinamômetro. Resultados: Foram captados 4 participantes com idades entre 24 e 72 anos de acordo com os critérios de inclusão. Na avaliação cognitiva realizada no Mini-mental a média e desvio padrão (DP) foi (2 ± 1,73), enquanto na avaliação de força muscular pela Escala de Oxford Modificada a média e DP (3,5 ± 0,5). A avaliação de preensão palmar com dinamometria direita obteve média e DP (17,25 ± 3,96) e dinamometria esquerda (15,5 ± 2,87). Discussão: A avaliação cognitiva pelo Mini-Mental revelou pontuação média que indica uma preservação cognitiva na maioria dos participantes. Quanto à força muscular, o dinamômetro registrou média de 17,25 ± 3,96 kgf no membro dominante e 15,5 ± 2,87 kgf no não dominante, com maior variação no lado dominante. Apesar das diferenças entre os lados, os valores médios estão abaixo dos referenciais para mulheres jovens (26 kgf e 24 kgf), sugerindo possível comprometimento da musculatura intrínseca da mão. Entretanto, a Escala de Oxford evidenciou força = 3, suficiente para atividades básicas, indicando que a autonomia funcional mínima permanece preservada. Conclusão: Os resultados indicam que a dengue pode ocasionar redução da força de preensão palmar, entretanto, a cognição e a força para autonomia nas atividades básicas permanecem preservadas. Portanto, a avaliação fisioterapêutica é fundamental para monitorar déficits e orientar intervenções eficazes.
Título do Evento
CONGRESSO DE MOVIMENTO HUMANO
Cidade do Evento
Belém
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso de Movimento Humano
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

ANDRADE, Marianna Cunha De et al.. AVALIAÇÃO DA FORÇA MUSCULAR EM PACIENTES APÓS INFECÇÃO POR DENGUE.. In: Anais do Congresso de Movimento Humano. Anais...Belém(PA) Universidade do Estado do Pará, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/congresso-de-movimento-humano-634746/1432430-AVALIACAO-DA-FORCA-MUSCULAR-EM-PACIENTES-APOS-INFECCAO-POR-DENGUE. Acesso em: 21/06/2026

Trabalho

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