MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS INICIAIS DA DOENÇA DE PARKINSON EM PACIENTES DE CONTEXTO AMBULATORIAL

Publicado em 10/02/2026 - ISBN: 978-65-272-2204-0

Título do Trabalho
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS INICIAIS DA DOENÇA DE PARKINSON EM PACIENTES DE CONTEXTO AMBULATORIAL
Autores
  • Isabela Lima Cavalcante
  • Arthur Henrique Silva da Fonseca
  • Camile Sobrinho Lobo
  • Carla Dourado Leão
  • Deivyd Breno de Sousa Coimbra
  • Luciane Lobato Sobral Santos
Modalidade
Resumo
Área temática
Avaliação e intervenção terapêutica nos sistemas neuromuscular
Data de Publicação
10/02/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/congresso-de-movimento-humano-634746/1430433-manifestacoes-clinicas-iniciais-da-doenca-de-parkinson-em-pacientes-de-contexto-ambulatorial
ISBN
978-65-272-2204-0
Palavras-Chave
Descritores: Doença de Parkinson; Manifestações Clínicas; Diagnóstico Precoce.
Resumo
Introdução: A Doença de Parkinson (DP) é uma patologia progressiva com sintomas motores e não motores. A variabilidade dos sinais atrasa o diagnóstico, sendo a detecção precoce crucial para retardo da progressão. Tal doença induz ao sedentarismo e reduz a participação em atividades, agravando o declínio funcional. Objetivo: Identificar as primeiras manifestações clínicas da DP em pacientes ambulatoriais, delineando o perfil dos sintomas motores, tempo até o diagnóstico e nível de atividade física. Métodos: Estudo transversal (CAAE: 86894625.0.0000.8767), no qual foram coletados os sintomas motores iniciais e atuais, tempo entre o início das manifestações até o fechamento do diagnóstico e nível de atividade física. Realizou-se análise descritiva dos dados. Resultados: Foram incluídos 17 pacientes com DP, com idade média de 59,5 anos e maioria masculina (57,1%). O sintoma motor inicial mais comum foi tremor (71,4%) seguido por bradicinesia (42,9%), alteração da marcha (35,7%) e rigidez (14,3%). Atualmente, a apresentação motora inclui tremor (92,9%), bradicinesia (78,6%), alterações de marcha (85,7%), instabilidade postural (64,3%) e rigidez (57,1%). Comorbidades destacadas foram hipertensão e diabetes (ambas 21,4%). O padrão de atividade física foi baixo, com 64,3% sedentários. A maioria teve confirmação diagnóstica em até dois anos. Discussão: Os achados confirmam a heterogeneidade da DP, com parte dos pacientes iniciando o quadro com bradicinesia e alterações de marcha, além do tremor. Esse padrão justifica o intervalo de até dois anos até o diagnóstico, sobretudo quando as apresentações iniciais não são clássicas. O sedentarismo observado adiciona um contexto de maior vulnerabilidade clínica a esse perfil. Conclusão: Esses dados reforçam a necessidade de maior suspeição clínica frente a quadros de lentificação, alterações de marcha e rigidez. Considerar o baixo engajamento em atividade física no planejamento da reabilitação pode contribuir para reduzir o impacto funcional da doença.
Título do Evento
CONGRESSO DE MOVIMENTO HUMANO
Cidade do Evento
Belém
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso de Movimento Humano
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

CAVALCANTE, Isabela Lima et al.. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS INICIAIS DA DOENÇA DE PARKINSON EM PACIENTES DE CONTEXTO AMBULATORIAL.. In: Anais do Congresso de Movimento Humano. Anais...Belém(PA) Universidade do Estado do Pará, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/congresso-de-movimento-humano-634746/1430433-MANIFESTACOES-CLINICAS-INICIAIS-DA-DOENCA-DE-PARKINSON-EM-PACIENTES-DE-CONTEXTO-AMBULATORIAL. Acesso em: 21/06/2026

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