ACOMETIMENTO DO ASSOALHO PÉLVICO RESULTANTE DA HISTERECTOMIA RADICAL COMO ABORDAGEM TERAPÊUTICA DO CÂNCER DE COLO UTERINO: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

Publicado em 14/01/2025 - ISBN: 978-65-272-1086-3

Título do Trabalho
ACOMETIMENTO DO ASSOALHO PÉLVICO RESULTANTE DA HISTERECTOMIA RADICAL COMO ABORDAGEM TERAPÊUTICA DO CÂNCER DE COLO UTERINO: UMA REVISÃO INTEGRATIVA
Autores
  • Giovanna Olinda de Vasconcelos Dias
  • Gabriel Giorgio Lima de Almeida
  • Luana Cardoso Tavares
  • Luana Nóbrega Dos Santos
  • Vivian Noronha dos Reis
  • José Nazareno Cunha Negrão
Modalidade
Resumo simples
Área temática
5. ONCOLOGIA CIRÚRGICA
Data de Publicação
14/01/2025
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
Português
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/cao-do-hospital-ophir-loyola-446132/994383-acometimento-do-assoalho-pelvico-resultante-da-histerectomia-radical-como-abordagem-terapeutica-do-cancer-de-colo
ISBN
978-65-272-1086-3
Palavras-Chave
Distúrbios do Assoalho Pélvico, Histerectomia, Neoplasias do Colo do Útero, Oncologia Terapêutica, Oncologia Cirúrgica.
Resumo
INTRODUÇÃO: O câncer do colo uterino (CCU), é uma das principais etiologias relacionadas à mortalidade feminina por câncer. A histerectomia radical (RH), com ou sem quimiorradioterapia adjuvante, é uma das abordagens preferenciais para tratamento de CCU. No entanto, pode provocar diversas disfunções do assoalho pélvico (DFP). Assim, a DFP tem grande impacto na qualidade de vida das pacientes com CCU submetidas a RH. OBJETIVO: Avaliar o acometimento do assoalho pélvico como resultado do tratamento do câncer de colo uterino por histerectomia radical. MÉTODOS: Revisão integrativa da literatura realizada mediante busca de artigos nas bases de dados PubMed e BVS, com os descritores "Pelvic Floor Disorder", " Hysterectomy" e "Uterine Cervical Neoplasm". Encontraram-se 17 artigos, publicados de 2014 a 2024. Desse total, foram excluídos os duplicados e os quais não atenderam ao objetivo proposto. Assim, totalizaram-se 5 artigos. RESULTADOS: Analisou-se que a incontinência urinária (IU) é a principal consequência presente no pós-operatório de histerectomia radical, ocorrendo na maioria das pacientes que realizaram o procedimento. Alguns estudos relacionaram essa disfunção com a fadiga muscular anormal no assoalho pélvico pós-operatório, como do músculo detrusor, responsável pelo esvaziamento da bexiga. Além disso, foram relatadas disfunções anorretais, como disquezia e incontinência fecal, especialmente em pessoas obesas e com alta paridade. Ademais, observou-se a redução da função sexual, com a presença de dispareunia e estreitamento vaginal em tratamentos que incluíram a utilização de radiação pós-operatória. Acerca da abordagem cirúrgica, pacientes submetidos à histerectomia radical por laparotomia apresentaram menores chances de desenvolver IU, em relação às submetidas à laparoscopia, tendo menos risco, também, de ressecção vaginal. CONCLUSÃO: As DFPs são sintomas consideráveis no pós-operatório de histerectomia. Entretanto, um melhor prognóstico foi evidenciado ao utilizar abordagem cirúrgica de laparotomia. Contudo, essa melhora não foi observada quando utilizou-se a laparoscopia e a radioterapia no pós-operatório.
Título do Evento
1º Congresso Amazônico de Oncologia do Hospital Ophir Loyola
Cidade do Evento
Belém
Título dos Anais do Evento
Anais do I Congresso Amazônico de Oncologia do Hospital Ophir Loyola: Desafios Tecnológicos e Inovação - Ensino Pesquisa e Assistência
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

DIAS, Giovanna Olinda de Vasconcelos et al.. ACOMETIMENTO DO ASSOALHO PÉLVICO RESULTANTE DA HISTERECTOMIA RADICAL COMO ABORDAGEM TERAPÊUTICA DO CÂNCER DE COLO UTERINO: UMA REVISÃO INTEGRATIVA.. In: Anais do I Congresso Amazônico de Oncologia do Hospital Ophir Loyola: Desafios Tecnológicos e Inovação - Ensino Pesquisa e Assistência. Anais...Belém(PA) HOL, 2024. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/cao-do-hospital-ophir-loyola-446132/994383-ACOMETIMENTO-DO-ASSOALHO-PELVICO-RESULTANTE-DA-HISTERECTOMIA-RADICAL-COMO-ABORDAGEM-TERAPEUTICA-DO-CANCER-DE-COLO. Acesso em: 31/08/2025

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