DESIGUALDADES REGIONAIS NA MORTALIDADE POR CÂNCER DE ESTÔMAGO NO BRASIL: ANÁLISE DAS TAXAS DE 2013 A 2022

Publicado em 14/01/2025 - ISBN: 978-65-272-1086-3

Título do Trabalho
DESIGUALDADES REGIONAIS NA MORTALIDADE POR CÂNCER DE ESTÔMAGO NO BRASIL: ANÁLISE DAS TAXAS DE 2013 A 2022
Autores
  • Heloisa Ferreira da Silva
  • Guilherme Martins Gomes Fontoura
  • Adonias Brito dos Santos Junior
  • Aurycéia Jaquelyne Guimarães da Costa
  • Maria Izabela Doce Coelho de Souza
  • Maria Eduarda Ribeiro Sousa
Modalidade
Resumo simples
Área temática
6. ONCOLOGIA CLÍNICA
Data de Publicação
14/01/2025
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
Português
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/cao-do-hospital-ophir-loyola-446132/990759-desigualdades-regionais-na-mortalidade-por-cancer-de-estomago-no-brasil--analise-das-taxas-de-2013-a-2022
ISBN
978-65-272-1086-3
Palavras-Chave
Câncer de estômago. Mortalidade. Distribuição geográfica. Desigualdade regional. Saúde pública.
Resumo
Introdução: O câncer de estômago é uma das principais causas de morte por neoplasias no Brasil, apresentando variações geográficas significativas em sua distribuição e impacto sobre a população. No contexto nacional, é necessário avaliar a mortalidade por câncer de estômago de forma detalhada, considerando as especificidades regionais e os diferentes níveis de acesso aos serviços de saúde e diagnóstico precoce. Objetivo: Descrever as taxas de mortalidade por câncer de estômago nos estados brasileiros no período de 2013 a 2022, identificando variações regionais e destacando os estados com maiores e menores médias de mortalidade. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo, utilizando dados secundários do Atlas de Mortalidade por Câncer do Instituto Nacional de Câncer (INCA). As taxas de mortalidade por câncer de estômago, ajustadas pela população brasileira de 2010, foram calculadas taxas entre os anos de 2013 e 2022, abrangendo as 27 unidades federativas do Brasil. Resultados: As taxas de mortalidade por câncer de estômago variaram significativamente entre os estados brasileiros, com uma média nacional de 6,30 óbitos por 100.000 habitantes no período analisado. As maiores médias foram registradas no Amazonas (10,91), Amapá (10,41) e Pará (8,50), todos localizados na Região Norte. Em contraste, as menores taxas foram observadas em Alagoas (3,82), Piauí (4,10) e Sergipe (4,36), estados do Nordeste. Por outro lado, estados das regiões Sul e Sudeste, como Paraná (6,85), Santa Catarina (7,00), Minas Gerais (5,33), São Paulo (6,10) e Rio de Janeiro (5,22), apresentaram valores intermediários. Conclusão: Os resultados evidenciam um padrão de desigualdade geográfica na mortalidade por câncer de estômago no Brasil, com a Região Norte concentrando as maiores taxas médias e a Região Nordeste apresentando as menores. Esse padrão reflete a necessidade de políticas públicas regionais específicas, focadas no fortalecimento do diagnóstico precoce e melhoria do acesso ao tratamento oncológico em áreas mais vulneráveis.
Título do Evento
1º Congresso Amazônico de Oncologia do Hospital Ophir Loyola
Cidade do Evento
Belém
Título dos Anais do Evento
Anais do I Congresso Amazônico de Oncologia do Hospital Ophir Loyola: Desafios Tecnológicos e Inovação - Ensino Pesquisa e Assistência
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SILVA, Heloisa Ferreira da et al.. DESIGUALDADES REGIONAIS NA MORTALIDADE POR CÂNCER DE ESTÔMAGO NO BRASIL: ANÁLISE DAS TAXAS DE 2013 A 2022.. In: Anais do I Congresso Amazônico de Oncologia do Hospital Ophir Loyola: Desafios Tecnológicos e Inovação - Ensino Pesquisa e Assistência. Anais...Belém(PA) HOL, 2024. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/cao-do-hospital-ophir-loyola-446132/990759-DESIGUALDADES-REGIONAIS-NA-MORTALIDADE-POR-CANCER-DE-ESTOMAGO-NO-BRASIL--ANALISE-DAS-TAXAS-DE-2013-A-2022. Acesso em: 31/08/2025

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