AVANÇOS E DESAFIOS DA IMUNOTERAPIA NO TRATAMENTO DE GLIOBLASTOMA

Publicado em 14/01/2025 - ISBN: 978-65-272-1086-3

Título do Trabalho
AVANÇOS E DESAFIOS DA IMUNOTERAPIA NO TRATAMENTO DE GLIOBLASTOMA
Autores
  • Luma Ano Bom Sodre
  • Manuela Chaves Marques Lopes
  • Raylsom da Silva e Silva
  • Lucas Diamantino Da Silva Cardoso
  • Juliana Salles Sampaio
  • Ana Virgínia van den Berg
Modalidade
Resumo simples
Área temática
4. NEUROLOGIA
Data de Publicação
14/01/2025
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
Português
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/cao-do-hospital-ophir-loyola-446132/989949-avancos-e-desafios-da-imunoterapia-no-tratamento-de-glioblastoma
ISBN
978-65-272-1086-3
Palavras-Chave
IMUNOTERAPIA, GLIOBLASTOMA
Resumo
INTRODUÇÃO:Os glioblastomas são o tipo mais comum e agressivo de câncer cerebral, com sobrevida inferior a 15 meses. Assim, recentemente, a imunoterapia emergiu como tratamento promissor, explorando a resposta imune contra as células tumorais. Contudo, os avanços são acompanhados de desafios que dificultam a eficácia da conduta. OBJETIVO:Avaliar a imunoterapia no tratamento do glioblastoma, destacando benefícios e limitações baseadas em estudos recentes. METODOLOGIA:Trata-se de uma revisão integrativa de caráter observacional, qualitativo e transversal. Seleção de descritores pelos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): "Immunotherapy", "Glioblastoma". A base de dados foram os estudos completos e gratuitos do PubMed. Foram considerados livros, casos e estudos clínicos, multicêntricos, observacionais, comparativos e de evolução, em inglês ou português, entre 2019 e 2023. RESULTADOS: No PubMed foram encontrados 30 artigos científicos e 8 foram selecionados. As pesquisas expõem que a infusão de células TCAR no receptor IL13Ra2 de migração tumoral gerou redução transitória do tumor no local da infusão. As células T receptoras de antígeno quimérico (4SCAR) reduzem antígeno GD2 nos tumores e foram toleradas sem eventos adversos, com sobrevida média foi de 10 meses. A vacina de células dendríticas nas iniciadoras de tumor aumentou tanto sobrevida quanto efeitos colaterais. Os anticorpos monoclonais que bloqueiam o ponto de verificação imunológico, antes e após cirurgua aumentaram a sobrevida, juntamente com injeção de IL-12. O vírus CAN-3110 (herpes oncolítico) modificou o microambiente tumoral, favorecendo a rejeição imunológica e a sobrevida.  CONCLUSÃO: Logo, a imunoterapia é promissora no tratamento do glioblastoma, apresentando avanços nos mecanismos imunológicos e nas terapias direcionadas. Os resultados evidenciam o potencial da resposta imune contra as células tumorais, favorecendo sobrevida e qualidade de vida. Porém, a heterogeneidade, resistência e a falta de biomarcadores ainda são desafios. Assim, uma abordagem multidisciplinar e contínua pesquisa para otimizar as estratégias de tratamento são cruciais.
Título do Evento
1º Congresso Amazônico de Oncologia do Hospital Ophir Loyola
Cidade do Evento
Belém
Título dos Anais do Evento
Anais do I Congresso Amazônico de Oncologia do Hospital Ophir Loyola: Desafios Tecnológicos e Inovação - Ensino Pesquisa e Assistência
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SODRE, Luma Ano Bom et al.. AVANÇOS E DESAFIOS DA IMUNOTERAPIA NO TRATAMENTO DE GLIOBLASTOMA.. In: Anais do I Congresso Amazônico de Oncologia do Hospital Ophir Loyola: Desafios Tecnológicos e Inovação - Ensino Pesquisa e Assistência. Anais...Belém(PA) HOL, 2024. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/cao-do-hospital-ophir-loyola-446132/989949-AVANCOS-E-DESAFIOS-DA-IMUNOTERAPIA-NO-TRATAMENTO-DE-GLIOBLASTOMA. Acesso em: 31/08/2025

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