DOR NEUROPÁTICA OROFACIAL

Publicado em 28/03/2025 - ISBN: 978-65-272-1266-9

Título do Trabalho
DOR NEUROPÁTICA OROFACIAL
Autores
  • João Vitor Ventura
  • Victória Braz
  • Luiz Felipe Ribeiro
  • Andrea Maselli
Modalidade
ACADÊMICO- Revisão de Literatura
Área temática
Farmacologia
Data de Publicação
28/03/2025
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
Português
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/21-congresso-odontologico-da-universidade-de-mogi-das-cruzes-488805/949551-dor-neuropatica-orofacial
ISBN
978-65-272-1266-9
Palavras-Chave
“Dor Neuropática Pós-Traumática”, “Dor Neuropática Orofacial”, “Hiperalgia do Trigêmeo”
Resumo
Introdução: A dor neuropática é um formato de dor crônica ocasionado por doenças ou lesões no sistema nervoso somatossensitivo. A dor neuropática pode ser episódica ou contínua. Geralmente, unilateral, e sua duração pode ocorrer por segundos ou até dias. A sensação da dor pode ser descrita como queimação, choque e formigamento. A dor neuropática pode ser definida como uma disfunção dos nervos que transmitem os sinais da dor para o cérebro. As causas são variadas, como a famosa Hiperalgia do Trigêmeo, Trauma Cirúrgico, Infecções Virais e Neuropatia Diabética. Objetivo: Compreender as causas mais comuns para a manifestação da DN, garantir um diagnóstico seguro para os pacientes afetados e oferecer uma terapêutica eficaz. Materiais e Métodos: Foi realizada uma revisão de literatura, nas plataformas PubMed, Google Acadêmico e SciElo, sendo utilizados os descritores “Dor Neuropática Pós-Traumática”, “Dor Neuropática Orofacial”, “Hiperalgia do Trigêmeo”. Foram analisados artigos dos últimos 10 anos. Resultados: Foram selecionados 12 Artigos, entre 2014 e 2024. Com base nos estudos selecionados; os nervos periféricos, sejam por trauma ou doenças, podem ser evoluídos para o quadro de dor neuropática crônica. No caso da pós-traumática, ocorre após procedimento cirúrgico, e a dor pode ocorrer no local da lesão ou ao longo do nervo, causando ou não danos à função motora. Para considerarmos uma neuropatia crônica, a dor deve prevalecer por mais de três meses após o ato cirúrgico. Com o tempo, os efeitos do trauma se espalham do epicentro da lesão para áreas neurais que não foram afetadas, causando perda de tecido nervoso. Isso provoca o surgimento de um fator inibidor, que leva à perda de condução nervosa, dificultando a função neural e a regeneração axonal. A fase crônica é caracterizada pela maturação dessa lesão. Conclusão: Ao cirurgião-dentista, cabe o diagnóstico seguro da DN, para assim conduzir para uma terapêutica mais eficaz e/ou referir o paciente ao profissional mais indicado. Segundos os estudos, o tratamento com antidepressivos tricíclicos, anticonvulsivantes, analgésicos opióides e estimulação nervosa são bastante eficazes.
Título do Evento
22º Congresso Odontológico da Universidade de Mogi das Cruzes
Cidade do Evento
Mogi das Cruzes
Título dos Anais do Evento
Anais do 22° Congresso Odontológico da Universidade de Mogi das Cruzes
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

VENTURA, João Vitor et al.. DOR NEUROPÁTICA OROFACIAL.. In: Anais do 22° Congresso Odontológico da Universidade de Mogi das Cruzes. Anais...Mogi das Cruzes(SP) UMC, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/21-congresso-odontologico-da-universidade-de-mogi-das-cruzes-488805/949551-DOR-NEUROPATICA-OROFACIAL. Acesso em: 31/08/2025

Trabalho

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