Sobre o XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária (ENGA)
É com enorme satisfação que tornamos pública a realização do XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária (ENGA), com o tema “A Geografia Agrária em movimento diante do destrutivismo do capital: relações étnico-raciais, gênero, diversidade e classe a partir do Semiárido brasileiro”. O encontro ocorrerá entre os dias 09 e 13 de junho de 2026, em Fortaleza, estado do Ceará, na Universidade Estadual do Ceará (UECE), no Campus do Itaperi.
Nesta edição do ENGA, objetivamos pensar o espaço agrário brasileiro, em um debate que renove a práxis acadêmica com questões que envolvem o campo brasileiro, sobretudo no contexto geográfico do Semiárido, considerando as dimensões de etnia, raça, gênero, diversidade e classe social.
O evento almeja fortalecer o diálogo entre coletivos de pesquisa da Geografia e afins, que envolvam temáticas agrárias, no âmbito local, regional, nacional e internacional e demais interessados(as), possibilitando a construção de uma teoria social crítica.
O XXVII ENGA é oportuno de ser realizado no Ceará, em virtude do conjunto de conflitos agrários, que caracteriza o espaço agrário cearense, mas também perante a diversidade de sujeitos, formas de mobilização social e resistências no campo, sobretudo dos povos e das comunidades diante dos grandes empreendimentos econômicos, como agronegócio, mineração, macrogeração de energia eólica e solar, dentre outros. Assim, as culturas, modos de ser e existir, suas relações com a natureza, a produção agroecológica e de sequeiro, a pesca artesanal, a mariscagem e as tecnologias sociais são afetadas pela territorialização e expansão capitalista sobre esses territórios e suas territorialidades.
Para contemplar essas questões que permeiam a realidade agrária do Ceará, do Semiárido brasileiro, e de outras partes do país, o evento contará com uma programação diversificada, incluindo palestras, mesas redondas, grupos de debates, minicursos, oficinas, cine agrária, lançamento de livros, feira de saberes e sabores, feira de livros, trabalhos de campo, ciranda infantil e atividades culturais.
Ressaltamos que ao longo de sua trajetória, o ENGA foi responsável por estabelecer o diálogo entre profissionais das diversas regiões do país, possibilitando aprofundar temas em cada momento histórico, introduzindo novas temáticas, renovando conceitos, além de construir metodologias para os estudos do espaço agrário, se comprometendo a entender a questão agrária brasileira nos diversos contextos históricos do país.
Dessa forma, promover o ENGA contribui para fortalecer e ampliar tais conquistas, em que a realidade agrária se posiciona como importante para entender o contexto social, político, econômico e ambiental nacional.
Sobre a arte do XXVII ENGA
Audiodescrição: A ilustração colorida, feita a lápis de cor, representa de forma simbólica e dinâmica os territórios e as lutas sociais do semiárido nordestino. No centro, uma grande espiral conecta todos os elementos do desenho. Dentro dela, aparecem painéis solares e, no topo, uma escola do campo, diante da qual pessoas de mãos dadas formam uma roda, simbolizando união comunitária e partilha de saberes. No canto superior direito, dois homens em uma jangada colorida navegam com velas enfeitadas de bandeirinhas coloridas, representando a resistência dos povos na defesa de seus territórios e práticas tradicionais. À esquerda, torres eólicas em tons de cinza contrastam com a paisagem, simbolizando a expansão dos grandes projetos energéticos e aos impactos do capital sobre os modos de vida. Na parte inferior esquerda, carnaúbas aparecem como símbolo da identidade e resistência do povo do semiárido. Ao lado, um mandacaru com flores e espinhos contorna parte da espiral, expressando força e resiliência. No canto inferior direito, um grupo de pessoas marcham com faixas e cartazes da cor lilás, evocando a organização popular e a luta por justiça social e igualdade. Os tons quentes e terrosos, o verde da vegetação e o azul do céu compõem uma atmosfera viva, marcada pela esperança e pelo movimento contínuo de resistência. Fim da audiodescrição
A identidade visual do XXVII ENGA nasce da obra de Alex
Mendes – artista visual, pesquisador e professor de Geografia –, que transforma
o tema “Geografia Agrária em movimento diante do destrutivismo do capital:
relações étnico-raciais, gênero, diversidade, raça e classe a partir do
semiárido brasileiro” em uma arte profundamente carregada de significados.
Inspirado também em suas vivências em encontros da
Geografia, Alex cria uma obra que não se limita a ilustrar: ela inaugura a
narrativa do encontro.
Mais do que um elemento gráfico, a arte se afirma como
ferramenta de resistência e transformação, conectando olhares, experiências e histórias de todos que compõem o XXVII ENGA.
Assim, a obra de Alex Mendes não apenas representa
visualmente o evento: ela materializa sua essência e projeta, para quem a vê, a urgência de um território justo, plural e em constante movimento.
Elementos Visuais e Simbologias
§Eólicas – representam
o avanço do capital sobre os territórios do Semiárido, com projetos energéticos
que desconsideram os modos de vida locais;
§Homens
na Jangada – símbolo da resistência dos povos que lutam pela
preservação de seus territórios e práticas tradicionais;
§Escola
do campo e cisterna – expressam a conquista das populações do
Semiárido na construção e valorização de saberes e tecnologias sociais voltadas
à convivência com o Semiárido;
§Carnaúbas – vegetação
nativa que remete à identidade e resistência no Semiárido que, muitas vezes, é
ameaçada por processos de expropriação territorial;
§Mandacaru – ícone
da resistência no Semiárido, representa a força, a permanência e a resiliência
dos povos do Semiárido;
§Aspiral
com painéis solares – sugere o movimento contínuo das lutas contra
projetos que possuem a aparência da sustentabilidade e o conteúdo de
desigualdades históricas, como a concentração fundiária;
§Pessoas
em marcha – representam a organização coletiva e a luta popular por
direitos, justiça social, igualdade de gênero, raça, etnia e classe.
Acessibilidade no XXVII ENCONTRO NACIONAL DE GEOGRAFIA AGRÁRIA (ENGA)
A
acessibilidade é um direito que visa garantir a participação plena e
igualitária de todas as pessoas na sociedade. E, em um evento acadêmico,
qualquer que seja seu tema, a acessibilidade é requisito que deve ser sempre
levado em consideração.
A
Lei Brasileira de Inclusão – Lei nº 13.146/2015, conhecida como LBI ou Estatuto
da Pessoa com Deficiência, estabelece, em seu art. 71, que “Os
congressos, seminários, oficinas e demais eventos científico-culturais
promovidos ou financiados pelo poder público devem garantir as condições de
acessibilidade e os recursos de tecnologia assistiva”.
Garantir
ao público de um evento a inclusão e o apoio necessários não é apenas uma
questão de cumprir as leis, mas uma responsabilidade ética e social que
beneficia a todas as pessoas, tornando nossa sociedade mais justa, solidária,
inclusiva e acolhedora.
A
promoção da igualdade e da inclusão é compromisso de uma sociedade democrática
e solidária. Esse compromisso se manifesta na necessidade urgente de tornar as
produções científicas acessíveis a todas as pessoas, independentemente de suas
habilidades físicas, sensoriais ou cognitivas.
Desse
modo, a organização do XXVII ENGA, comprometida em garantir que este evento
seja mais acessível e inclusivo para todas as pessoas, estabeleceu parceria com
o Núcleo de
Apoio à Acessibilidade e Inclusão das Pessoas com Deficiência, Transtornos
Globais do Desenvolvimento, Altas Habilidades/Superdotação e Mobilidade
Reduzida (NAAI), presente na Universidade Estadual do Ceará (UECE), ao
qual, desde já, prestamos nossos sinceros agradecimentos.
Com
o apoio profissional, cuidadoso e sensível da equipe do NAAI, estamos contando
com a orientação em práticas inclusivas, que enriquecem nosso evento ao
possibilitar a participação de um público mais amplo, reforçando os princípios
de diversidade, igualdade e respeito em nossa sociedade e, ao mesmo tempo,
estimulando outras edições do ENGA, mas também os eventos em geral, para esse
olhar mais atento.
Nesse
sentido, informamos que os recursos de acessibilidade Audiodescrição e Libras
serão disponibilizados pelo NAAI. Esses recursos são fundamentais para que
as pessoas com deficiência possam ter uma boa experiência ao usufruir do evento
em equiparação de oportunidades com as demais pessoas.
Além desses recursos, a Comissão Organizadora do
XXVII ENGA segue fazendo o melhor possível, articulando a execução de ações e
adotando práticas que tenham como finalidade promover a acessibilidade e a
inclusão. Mais uma
vez, portanto, os nossos agradecimentos, em nome de toda a Comissão
Organizadora, ao NAAI!
O XXVII ENGA aceitará duas modalidades de trabalho,
especificadas abaixo:
- Resumo
Expandido: Trabalho de 3 a 5 páginas, apresentando um esboço de resultados
de trabalhos científicos. Deve conter: Introdução, Metodologia, Resultados e
Discussões, Considerações Finais e Referências. O resumo expandido deverá ser
submetido no template do evento. Não poderá conter imagens e elementos
gráficos.
- Relato
de Experiência: Trabalho de 3 a 5 páginas, apresentando um relato de
experiências de atuação em movimentos sociais, escolas, organizações sociais,
militâncias e demais atividades. Deve conter: Contexto, Descrição da
Experiência, Resultados e Considerações Finais. O relato de experiência deverá ser submetido no
template do evento. Não poderá conter imagens e elementos gráficos.
Importante! No Resumo
Expandido e no Relato de Experiência não poderá haver nenhuma identificação
dos(as) autores(as). Somente na segunda fase, do envio do Trabalho Completo, é
que a identificação deverá ser informada.
Depois de apresentados, os(as) autores(as) deverão enviar
os trabalhos completos, a fim de serem publicados nos anais do evento,
independente da modalidade de trabalho inicialmente submetida.
- Trabalho
Completo: Versão completa dos resumos expandidos e relatos de experiência,
contendo de 10 a 15 páginas. Pode conter imagens e elementos gráficos (mapas,
gráficos, tabelas etc). O trabalho completo deverá ser submetido no template do
evento.
Atenção! Apenas
serão publicados nos anais os trabalhos que forem apresentados no evento e que
forem enviadas as versões completas no prazo estipulado. Igualmente, apenas
serão publicados os trabalhos em que todos(as) os(as) autores(as) estejam
inscritos(as) no evento e com o pagamento confirmado (exceção para inscrições
com isenção de pagamento).
CALENDÁRIO DE SUBMISSÃO DE TRABALHOS
PRAZOS
ATIVIDADES
A partir de 01 de novembro de 2025
Início da submissão dos trabalhos (Resumo Expandido e Relato de Experiência)
Até 29 de março de 2026 (ÚLTIMA PRORROGAÇÃO!)
Prazo final para submissão de trabalhos
09 a 13 de junho de 2026
Realização do evento
15 de junho a 31 de agosto de 2026
Período de envio dos Trabalhos Completos, condicionado à apresentação e à realização do pagamento da inscrição
Normas de Submissão
Informações Gerais
Os
trabalhos (Resumo Expandido, Relato de Experiência e Trabalho Completo)
deverão ser submetidos nos prazos estabelecidos no calendário de
atividades do ENGA;
Os
trabalhos deverão ser submetidos no template padrão do ENGA, respeitando
as regras de submissão e formatação. Trabalhos enviados fora das
especificações e fora do template serão recusados;
Os
trabalhos deverão seguir as discussões especificadas nos Grupos de
Debates, escolhidos no ato da submissão;
Os
trabalhos deverão seguir as normas de publicação e especificações
detalhadas nos templates e estabelecidas pela Comissão Científica;
Será requisito obrigatório para os trabalhos o uso da norma culta da língua portuguesa;
Todos(as)
os(as) autores(as) dos trabalhos deverão estar inscritos(as) no evento. Os
pagamentos das inscrições poderão ser realizados após a emissão das cartas
de aceite, obedecendo aos valores dos respectivos lotes no período;
Os
aceites serão enviados em fluxo contínuo até o prazo final das inscrições,
estabelecido no cronograma de atividades do evento;
Trabalhos cuja referida temática não se adeque com o Grupo
de Debate escolhido pelo(a) autor(a) deverão ser direcionados para outro GD
pela Comissão Científica, a pedido dos(as) avaliadores(as);
Os
trabalhos submetidos deverão refletir o direcionamento político e pedagógico do
XXVII ENGA. Caso contrário, serão recusados.
Participações, Autorias e Publicações
Quantidade de trabalhos permitidos:
Trabalhos
como autor(a) principal: 01 trabalho;
Trabalhos
como coautor(a): 03 trabalhos;
Participantes
por trabalho: máximo de 05 participantes, incluindo autor(a)
principal e coautores(as).
Importante! Apenas serão
publicados nos anais os trabalhos completos com a confirmação de pagamento de
inscrição de todos(as) os(as) autores(as); bem como, apenas serão publicados
nos anais os trabalhos que forem apresentados.
O(a) autor(a) principal deverá submeter o trabalho na "Área do Participante" no site do evento, selecionando os(as) coautores(as) no momento do
envio. Portanto será necessário que todos(as) tenham seu cadastro realizado no
site do evento.
Todas as categorias de participantes do evento poderão
submeter trabalhos em quais Grupos de Debates forem de interesse,
avaliando os critérios de submissão apresentados pelos itens anteriores.
No âmbito das apresentações, os(as) autores(as) deverão
participar dos dois dias dos Grupos de Debates, de modo a se fazer presente nas
discussões referentes a todos os trabalhos que serão apresentados no respectivo
GD.
Importante! Apenas serão
enviados os certificados de apresentação caso pelo menos um(a) dos(as)
autores(as) participem dos dois dias dos Grupos de Debates. Os certificados de
apresentação constarão os nomes de todos(as) os(as) autores(as) do
trabalho.
O XXVII ENGA contará com 17 Grupos de Debates (GD),
contemplando a diversidade teórica, metodológica e temática da
Geografia Agrária brasileira. Os trabalhos deverão refletir o direcionamento político e
pedagógico do XXVII ENGA. Cada trabalho submetido ao evento deverá estar
associado a um GD. Confira abaixo a relação de todos os Grupos de Debates, com
suas respectivas ementas.
1. Convivência com o Semiárido e Bem Viver no
Campo
Acesso à água e à terra, reprodução camponesa e
agroecologia no Semiárido. Bem viver e alternativas ao desenvolvimento no
Semiárido. Políticas públicas e tecnologias sociais de convivência com o
Semiárido. Organizações e movimentos sociais no Semiárido. Gênero e diversidade
no Semiárido. Relação sociedade-natureza no Semiárido e manejo da Caatinga.
Educação contextualizada no/do Semiárido.
2. Estado, Políticas Públicas e Desenvolvimento
Rural
Papel do Estado no campo. Políticas públicas de
desenvolvimento rural. Escalas e conflitos na implementação de políticas
públicas. Desmonte de políticas públicas para o rural brasileiro. Estratégias
para o desenvolvimento dos territórios rurais: mobilização, projetos, planos e
políticas públicas.
3. Movimentos Sociais e Lutas por Territórios
Movimentos sociais e socioterritoriais do campo, das águas
e das florestas. Organicidade, articulação dos movimentos e políticas públicas.
Movimentos de lutas por territórios, terra, água e floresta. Ações coletivas,
espacialização e territorialização. Disputas territoriais e por modelos de
desenvolvimento no campo. Violência no campo. Estratégias de resistência.
4. Reforma Agrária, Assentamentos Rurais e
Campesinato
Atualidade da reforma agrária e da luta pela terra.
Políticas agrárias e assentamentos rurais. Agricultura camponesa e campesinato.
Recriação e reprodução camponesa. Violência e conflitos nos assentamentos
rurais e as resistências camponesas. Associativismo e cooperativismo nos
assentamentos rurais. Cultura camponesa.
5. Agricultura Familiar e Dinâmicas
Territoriais
Agricultura familiar camponesa: dinâmicas e escalas.
Multifuncionalidade da agricultura familiar. Produção e circulação da
agricultura familiar. Políticas públicas para a agricultura familiar.
Agricultura e reprodução familiar. Produção do espaço rural. Agricultura
familiar, questão ambiental e desenvolvimento rural. Geração e sucessão rural
no campo. Relação campo-cidade e agricultura urbana.
6. Povos Indígenas, Interculturalidade e
Territorialidades
Geografia e questão indígena. Povos indígenas, resistências
e defesa do território. Conflitos por terra e território em terras indígenas.
Práticas espaciais insurgentes: retomadas, auto-demarcações e outras
estratégias de luta. Territorialidades originárias. Interculturalidade e
ancestralidade dos povos indígenas. Autodeterminação dos povos e direitos
territoriais. Organizações de mulheres indígenas. Movimentos indígenas
latinoamericanos. Racismo ambiental.
7. Comunidades Quilombolas e Racialidades no
Campo
Raça, racismo e dispositivos de racialidades no campo.
Comunidades quilombolas e luta por terra e território. Autodeterminação e
direitos territoriais de comunidades quilombolas. Interseccionalidade e
territorialidades. Raça, cultura e memória em comunidades quilombolas. Mulheres
quilombolas. Movimentos quilombolas. Conflitos e resistência de comunidades
quilombolas. Campesinato negro. Racismo ambiental.
8. Comunidades Tradicionais e Questão Agrária
Povos ciganos, quebradeiras de coco babaçu, ribeirinhos,
pescadores, faxinalenses, caatingueiros, fundos e feixes de pasto e outras
comunidades tradicionais nas lutas por terra, território e natureza. “Novas”
comunidades tradicionais: processos e desafios para o reconhecimento. Saberes
dos povos do campo e memória biocultural. Comunidades tradicionais e questões
ambientais: sociobiodiversidade e socioambientalismo. Defesa dos bens comuns.
Direitos territoriais e autodeterminação dos povos. Movimentos de comunidades
tradicionais. Racismo ambiental.
9. Gênero, Sexualidades, Feminismos e
Dissidências no Campo
Gênero e feminismos no campo. Feminismo popular camponês.
Corpo-território. Interseccionalidade e territorialidades no campo. Políticas
públicas para as mulheres do campo. Organização das mulheres do campo. As
vivências das mulheres no trabalho agrícola. Violência de gênero no campo.
Mulheres e conflitos socioterritoriais. Sexualidades, identidade sexual e
orientação sexual no campo. Sexualidades divergentes no campo.
Interseccionalidade e políticas públicas no campo.
10. Agroecologia, Economia
Solidária e Cultura Alimentar
Agroecologia: ciência, prática e movimento. Agroecologia,
agrofloresta, permacultura e produção orgânica. Pensamento agroecológico.
Transição agroecológica. Produção e conservação das sementes crioulas. Fome e
insegurança alimentar. Soberania, autonomia e segurança alimentar e
nutricional. Reforma agrária e produção de alimentos saudáveis. Economia
popular solidária. Mercados camponeses. Redes de sociabilidades e feiras
orgânicas e agroecológicas. Economias sociais e políticas públicas de combate à
fome.
11. Educação do/no Campo, Educação Indígena,
Educação Quilombola e Educação das Águas e das Florestas
Questão agrária, agroecologia e educação. Políticas
públicas na Educação do Campo, Educação Indígena e Educação Quilombola. Ensino
de Geografia na Educação do Campo, Indígena e Quilombola. Movimentos sociais e
disputas/conflitos territoriais na Educação do Campo, Indígena e Quilombola.
Pedagogias crítico-emancipatórias na Educação do Campo, Indígena e Quilombola.
Formação de educadores(as) do campo, águas e florestas. Educação Popular e
Educação Contextualizada.
12. Agronegócio, Territorialização do Capital e
Conflitos Agrários
Territorialização do capital no campo. Reestruturação
produtiva da agricultura. Revolução verde e modernização da agricultura. Uso e
ocupação da terra. Circuitos espaciais de produção. Expansão do agronegócio e
do agrohidronegócio. Estado e agronegócio. Estratégias midiáticas e de
consolidação da hegemonia do agronegócio. Agronegócio e educação.
Desapropriação, expropriação e desterritorialização. Conflitos e
conflitualidades por terra, água, território e natureza. Violência no campo.
Estratégias de resistência.
13. Energias Renováveis, Agroenergia, Mineração
e Conflitos Territoriais
Transição energética e territorialização das energias
renováveis no campo. Emergências climáticas. Justiça climática.
Pós-extrativismo e decrescimento. Mineração, questão agrária e questão
ambiental. Impactos socioambientais, conflitos e conflitualidades das energias
renováveis e da mineração. Hidrelétricas e expropriação no campo. Movimento,
lutas e resistência dos atingidos por barragens. Projetos de desenvolvimento no
campo. Grandes obras de infraestrutura hídrica, logística e energética. As
populações atingidas e os movimentos de resistência.
14. Questão Agrária, Neoextrativismo e Questão
Ambiental
Questão agrária e questão ambiental. Neoextrativismo e
neocolonialismo. Injustiça ambiental e injustiça social. Conflitos ambientais e
socioambientais. Neoextrativismo e disputas por terra, água, território e
natureza. Resistências e experiências contra-hegemônicas. Agrotóxicos e
transgênicos. Saúde ambiental e humana em decorrência do uso de agrotóxicos e
transgênicos. Monoculturas, desmatamento, queimadas e questão agrária.
15. Apropriação, Mercantilização e Conflitos
por Água
Apropriação, mercantilização e conflitos por água. Tensões
e disputas pelos usos da água de rios e lagos de barragens. Agentes públicos e
privados no controle da água. Movimentos sociais das águas. Ciclo hidrossocial
das águas. Injustiça hídrica e injustiça ambiental. Barragens e grandes obras
de infraestrutura hídrica. Transposição de bacias e usos das águas.
16. Migração, Violência e Relação
Capital-Trabalho no Campo
Expropriação e desterritorialização camponesa. Violência e
conflitos no campo. Migração e mobilidade territorial no campo. Mobilidade
espacial e plasticidade do trabalho no campo. Relação capital-trabalho no
campo. Degradação do trabalho e do(a) trabalhador(a). Degradação sistêmica do
trabalho. Trabalho análogo à escravidão. Classe trabalhadora no campo.
Movimento sindical e sindicalismo.
17. Financeirização do Capital, Mundialização e
Dinâmica Fundiária
Questão agrária na contemporaneidade. Financeirização e
mundialização do capital no campo. Apropriação capitalista da terra. Grilagem e
mercado de terras. Expansão da fronteira agrícola e conflitos por terra e
território. Política fundiária. Land grabbing e estrangeirização da terra.
Fundos de investimentos e corrida global por terras. Dinâmica fundiária,
latifúndio e concentração fundiária.
Minicursos
Informes gerais:
Todos os minicursos ocorrerão no dia 12/06 (sexta-feira), de 14h00 às 17h00, com certificação de 3 horas.
É necessário se inscrever previamente e confirmar a participação no ato do credenciamento. Ao não confirmar a participação, a vaga será destinada ao cadastro de reserva (realizado também no ato de credenciamento).
As vagas são limitadas - 40 vagas por minicurso.
As inscrições nos minicursos ocorrerão através do site na Área do Participante, de 01/05 até o preenchimento das vagas.
Atenção! Só é possível se inscrever nos minicursos quem já está inscrito no evento com pagamento confirmado.
Objetivo geral: Analisar o processo implantação/concepção dos megaprojetos energéticos e suas conexões com a questão agrária, numa comparação das realidades do Brasil e México.
Local: Auditório do PPGHCE (Mestrado em História)
Você tem fome de quê? Agroflorestando soberania alimentar
Ministrantes: Iara Vanessa Fraga de Santana (UECE) e Yvina de Oliveira Falcão (UECE)
Ementa: Economia dependente, racismo e latifúndio; Monocultura e produção de commodities; Agronegócio e a fome; Segurança e soberania alimentar; Agrofloresta e o cultivo da abundância.
Objetivo geral: Refletir sobre a fome, considerando o modelo de produção de commodities com suas bases coloniais e a agrofloresta como alternativa para a soberania alimentar.
Local:Auditório do NUPEINSC (Núcleo de Pesquisa e Inovação em Saúde Coletiva)
Escola-território na perspectiva do ensino de Geografia na Educação do Campo
Ministrantes: Brendon Bessa Lima (UECE) e Paola Santos da Paz (UECE)
Ementa: Escola e território no contexto do campo; Educação do/no Campo; Ensino de Geografia em Assentamento de Reforma Agrária; Território usado; Práticas pedagógicas vinculadas à vida no campo.
Objetivo geral: Compreender a Escola-território na perspectiva do ensino de Geografia na Educação do Campo, a partir das práticas pedagógicas e das vivências desenvolvidas em escola de assentamento de reforma agrária.
Local: Sala E1 (Bloco E, Sala 1)
Caminhos do turismo comunitário: primeiros passos
Ministrantes: Danyelle de Lima Teixeira (IFCE) e João Vitor Oliveira de Alencar (IFCE)
Ementa: Turismo comunitário: fundamentos e princípios; Formação comunitária e construção participativa; Identidade, cultura e território em comunidades tradicionais; Planejamento participativo do turismo; Roteirização comunitária e experiências locais; Estratégias iniciais de implementação do turismo comunitário.
Objetivo geral: Apresentar os fundamentos iniciais para o planejamento, a gestão e o desenvolvimento do turismo comunitário, compreendendo-o como instrumento de valorização cultural, defesa do território e fortalecimento da economia solidária.
Local: Auditório do CCT (Centro de Ciências e Tecnologia)
Geografia Agrária e produção de conhecimento no território: educação popular e pesquisa participante
Ministrantes: Aldiva Sales Diniz (UVA) e Andrea Sousa Lima (UVA)
Ementa: Geografia Agrária e Educação Popular; Território e sujeitos sociais como co-produtores do conhecimento; Pesquisa participante e pesquisa-ação como abordagens qualitativas; Metodologias participativas na Geografia Agrária; Metodologias com enfoque de gênero.
Objetivo geral: Compreender como as práticas sociais, mediadas pela educação popular e pela pesquisa no território, contribuem para a produção de conhecimentos na Geografia Agrária, considerando suas dimensões territoriais, sociais e políticas.
Local: Auditório do CED (Centro de Educação)
Territorialidades feministas: práticas e perspectivas na Geografia
Ministrantes: Silvana Chagas Holanda (UECE), Patrícia Vasconcelos Frota (UVA) e Mônica Cox de Britto Pereira (UFPE)
Ementa: Introdução às epistemologias feministas e sua interseção com o pensamento geográfico; Escalas do corpo-território sob a ótica de gênero, raça e classe; Metodologias qualitativas e cartografias sociais como ferramentas de emancipação e visibilização de sujeitos historicamente marginalizados no espaço.
Objetivo geral: Compreender como o gênero atua como uma categoria de análise territorial. Diferenciar o "olhar geográfico tradicional" das perspectivas feministas. Apresentar o conceito de interseccionalidade aplicado ao território. Explorar métodos de pesquisa (entrevistas, diários de campo e mapeamento participativo) sob uma ética feminista.
Local: Sala de Audiovisual da Biblioteca
Trabalhos de Campo
Informes gerais:
Todos os trabalhos de campo acontecerão no dia 11/06 (quinta-feira), com certificação de 10 horas para os(as) participantes inscritos(as).
É necessário se inscrever previamente e confirmar a participação no ato do credenciamento. Não haverá devolução de valores.
As vagas são limitadas, conforme cada trabalho de campo.
As inscrições nos trabalhos de campo ocorrerão através do site na Área do Participante, de 17/04 a 30/04.
Atenção! Só é possível se inscrever nos trabalhos de campo quem já está inscrito no evento com pagamento confirmado.
Relação dos trabalhos de campo:
Inter-relações campo-cidade no litoral de Fortaleza: múltiplas paisagens
Ministrantes: Otávio Augusto de Oliveira Lima Barra (UECE); Henrique Ramos de Paiva (UECE); José Hélio Alves Gondim (UECE); Nicolas Camilo Garcez e Silva (UECE); José Lucas Marques Albuquerque (UECE)
Ementa: A proposta de trabalho de campo no Litoral de Fortaleza (CE) toma como recorte territorial a zona costeira do município, analisando as múltiplas paisagens resultantes da interação entre dinâmicas naturais e usos socioeconômicos. Aborda temas da Geografia Agrária, como a produção em áreas periurbanas, a pesca artesanal, o uso do solo e os conflitos territoriais frente à expansão urbana e turística. Destaca-se, ainda, a presença de desigualdades socioespaciais expressas no contraste entre áreas litorâneas valorizadas, marcadas pelo turismo e pelo alto padrão imobiliário, e porções periféricas com infraestrutura urbana limitada. Justifica-se pela necessidade de compreender as transformações pretéritas e recentes no espaço litorâneo de Fortaleza, e suas múltiplas implicações socioambientais. Tem como objetivo analisar a organização do espaço, os agentes envolvidos e as formas de apropriação da terra, evidenciando as transformações na paisagem urbana costeira e seus impactos nos geoambientes litorâneos. Para tanto, a metodologia baseia-se na observação direta, em registros de campo e na análise crítica in loco.
Vagas: 20
Taxa de inscrição: R$ 56,00 (inclui transporte, almoço e taxa de guia)
Local e horário de saída*: Praça da rotatória da UECE
Horários:
Concentração às 7h
Saída às 07h30min
Retorna para a UECE às 15h30min
Chegada na UECE às 16h30
*O horário de chegada na UECE é uma previsão pois depende do trânsito
Observações:
Nível de dificuldade: médio.
Recomenda-se: o uso de protetor solar e vestimentas adequadas à exposição prolongada ao sol, como calça comprida de tecido leve e resistente ou bermuda em material similar, além de camisa de manga longa (UV ou similar). É indispensável o uso de calçado fechado e resistente (bota ou tênis), sendo permitido levar chinelo na mochila para uso eventual, considerando que grande parte das paradas ocorrerá em solos arenosos praias. Sugere-se, ainda, o uso de chapéu ou boné, bem como garrafa de água para hidratação. Os participantes devem levar caneta e bloco para registros de campo e lanche (se julgar necessário). O uso de roupa de banho é opcional e condicionado à disponibilidade de tempo; contudo, para o retorno ao ônibus, será obrigatório estar com roupas e calçados secos.
Reforma agrária, educação do campo e agroindústria camponesa
Ministrantes: Camila Dutra dos Santos (UECE); José Ricardo De Oliveira Cassundé (EMATERCE; MST); Maria Edivani Silva Barbosa (UFC)
Ementa: Objetiva-se visitar a Escola do Campo: EEM Francisca Pinto dos Santos, do Assentamento Antônio Conselheiro, localizado em Ocara - CE. Pretende-se dialogar a respeito das potencialidades das escolas do campo para a construção de um projeto de educação emancipatória, crítica e transformadora. Participaremos de uma conversa com o Núcleo Gestor, educadores(as) e educandos(as) da escola, para conhecer o seu projeto pedagógico, o currículo, a estrutura física e as práticas vivenciadas na educação do campo. Conheceremos o campo experimental da escola, no sentido de compreendermos como os conteúdos vistos em sala de aula estão imbricados com as práticas agroecológicas realizadas neste espaço. Visitaremos também uma agroindústria de beneficiamento do caju e castanha, a COPAZEL, do Assentamento José Lourenço (Chorozinho), no sentido de articular o debate entre a educação, o trabalho, a produção e a agroindústria popular nas áreas de reforma agrária.
Vagas: 39
Taxa de inscrição: R$ 56,00 (inclui transporte, almoço e lanche)
Local e horário de saída*: Praça da rotatória da UECE
Horários:
Concentração às 7h
Saída às 07h30min
Retorno às 16h
Chegada na UECE às 18h
*O horário de chegada na UECE é uma previsão pois depende do trânsito
Observações:
Nível de dificuldade: médio.
Recomenda-se: levar caderno, caneta, repelente, garrafa individual para água, chapéu, protetor solar, lanchinhos (para os intervalos), roupas e calçados leves e confortáveis.
Quilombo do Cumbe: resistência quilombola e defesa do território frente às ameaças de megaempreendimentos
Ministrantes: Rafaela Lopes de Sousa (LECANTE/UECE); Ariel Rocha Nóbrega de Castro (LECANTE/UECE)
Ementa: A atividade de campo no Quilombo do Cumbe, localizado no município de Aracati (CE), tem como objetivo analisar as formas de resistência quilombola e a defesa do território frente às ameaças de megaempreendimentos que incidem sobre o litoral cearense. Inserida no campo da Geografia Agrária, a proposta aborda temas como território, territorialidades quilombolas, conflitos socioambientais, justiça ambiental, uso e apropriação da terra, bens comuns, além das estratégias de organização e luta das comunidades tradicionais. A atividade se justifica pela importância de compreender, a partir da experiência direta no território, os impactos do avanço de grandes projetos sobre comunidades tradicionais e seus modos de vida. O conteúdo programático envolve debates sobre conflitos territoriais, neoextrativismo e resistência quilombola. Os procedimentos metodológicos baseiam-se em observação de campo, caminhadas pelo território diálogos com quilombolas, registros e reflexão crítica articulando teoria e prática.
Vagas: 40
Taxa de inscrição: R$ 73,00 (inclui transporte, almoço, lanche e taxa de guia)
Local e horário de saída*: Praça da rotatória da UECE
Horários:
Concentração às 7:00 min
Saída às 07:30 min
Retorno às 15h30min
Chegada na UECE às 18h
*O horário de chegada na UECE é uma previsão pois depende do trânsito
Observações:
Nível de dificuldade: médio.
Recomenda-se: durante o trabalho de campo poderá haver muita exposição ao sol, portanto aconselhamos levar protetor solar, boné/chapéu, roupa de proteção UV, garrafinha de água própria e óculos escuros. É relevante também levar garrafa d’água.
Povo Indígena Jenipapo-Kanindé na lagoa da encantada (Aquiraz-CE): caminhos percorridos na formação socioespacial do Ceará
Ementa: “O morro do urubu é a beleza do lugar”! A poesia cantada da Cacique Pequena, a primeira mulher cacique do Brasil ainda nos anos de 1990, expressa a luta e resistência do povo indígena Jenipapo-Kanindé, sobretudo das mulheres. Uma das 20 etnias do estado do Ceará, é nesse chão, que propomos o trabalho de campo Povo indígena Jenipapo-Kanindé na Lagoa da Encantada (Aquiraz-CE): caminhos percorridos na formação socioespacial do Ceará a ser realizado na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), aproximadamente 50 km de distância da capital cearense. A presente atividade, elaborada e planejada, desde o primeiro momento de modo dialógico com o território, tem como objetivo dialogar com povos originários do Ceará e conhecer sua organicidade na formação socioespacial. Assim, realizaremos o percurso entre rodas de conversa, encontro com lideranças, perspectivas com as mulheres, suas lutas e artesanato, marcos vivos ancestrais, como o museu indígena, dentre outros trajetos sugeridos.
Vagas: 22
Taxa de inscrição: R$ 78,00 (inclui transporte, almoço e taxa de guia)
Local e horário de saída*: Praça da rotatória da UECE
Horários:
Concentração às 7h
Saída às 07h30min
Retorno às 16h30min
Chegada na UECE às 18h
*O horário de chegada na UECE é uma previsão pois depende do trânsito
Observações:
Nível de dificuldade: médio.
Recomenda-se: levar garrafa com água, protetor solar, repelente, boné ou chapéu, roupas, calçados e lanches leves. Para quem tiver interesse, haverá venda de artesanato indígena.
Gira Centro: resgate de memórias negras no centro de Fortaleza
Ministrantes: Diego Costa Lima (LAPEGEO/UECE); Flavia Karynne Morais Almeida (Porto Iracema das Artes)
Ementa: Este trabalho propõe um percurso pelo Centro de Fortaleza-CE, voltado à análise da produção do espaço urbano sob a ótica da negritude e das "cidadanias mutiladas". O recorte territorial percorre marcos históricos, como: Igreja do Rosário, Estação das Artes, explorando temas como segregação socioespacial, relação campo- cidade, racismo estrutural e memória coletiva. A justificativa fundamenta-se no combate ao epistemicídio e na aplicação prática das Leis 10.639/03 e 11.645/08 no ensino de Geografia. O objetivo principal é identificar territórios de resistência negra e desconstruir as falácias do apagamento racial na identidade cearense. O conteúdo programático abrange formação urbana, amefricanidade e categorias de análise de autores (as) como Milton Santos e Lélia Gonzalez. A metodologia utiliza no trabalho de campo e a observação dos participantes, empregando um roteiro de "pontos de gira" para promover uma leitura decolonial e crítica da paisagem urbana contemporânea.
Vagas: 35
Taxa de inscrição: R$ 56,00 (inclui taxa de guia)
Obs: O almoço não está incluso neste valor
Local de encontro: Parque das Crianças: R. Pedro I, s/n - Centro, Fortaleza – CE
Concentração às 7h30min
Saída às 8h
Todo o percurso será a pé
O trabalho de campo encerra-se às 15h30 no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura - R. Dragão do Mar, 81 - Praia de Iracema, Fortaleza.
(Para ida) Linhas de Ônibus que passam em frente a UECE em direção ao centro:
407 José Walter / Expedicionários / Centro;
406 – Planalto Ayrton Senna / Expedicionários;
(Para ida) Linhas que passam no terminal de integração de Parangaba:
041 parangaba/oliveira paiva/papicu;
306-Passaré/Via Cj Sumaré/Parangaba;
311 castelão/parangaba;
315 Messejana/parangaba;
321 jardim união/paranbaga;
328 parangaba/castelão/messejana;
339-Cj Veneza Tropical/Mirassol I/Parangaba;
340 conj. Itaperi/parangaba;
349-Cj Veneza Tropical/Mirassol II/Parangaba;
344 vila betânia/parangaba;
391-Passaré/Parangaba
456 planalto ayrton senna/parangaba;
(Para ida) Linha de ônibus que passa próximo ao Parque das crianças:
077 Parangaba/Mucuripe.
(Para volta) Ônibus em direção ao terminal de integração de Parangaba:
077 – Parangaba/Mucuripe.
Link para os Horário do transporte coletivo de Fortaleza:
http://www.etufor.ce.gov.br/GIST/linHorarios.htm
Observações:
Nível de dificuldade: médio.
Média referente ao valor do almoço no centro da cidade: 35,00. No próprio centro de turismo tem lanchonetes e restaurantes para lanches e almoço.
Recomenda-se: uso de protetor solar, boné e óculos escuros para enfrentar o sol; uso de tênis fechados e confortáveis, adequados para os 3 km de caminhada; cada participante deve portar sua própria garrafa de água e lanche pessoal ou comprar durante o percurso; durante as explicações nos "pontos de gira", o silêncio coletivo é essencial; as calçadas são estreitas e o fluxo de trabalhadores é intenso, exigindo que o grupo caminhe de forma compacta, sem obstruir a passagem alheia ou parar abruptamente para fotografias.
Reserva Extrativista Prainha do Canto Verde (Beberibe-CE): inter-relações ambiente-sociedade a partir de comunidades tradicionais da zona costeira
Ministrante: Edivânia Marques de Sousa (UFS)
Ementa: Esta aula de campo tem por objetivo apresentar os agentes formadores da paisagem do litoral Leste do Ceará com foco na comunidade tradicional Resex Prainha do Canto Verde - Beberibe - CE. Para tanto serão utilizadas referências do livro: Geomorfologia Costeira: Funções ambientais e sociais - (Antônio Jeovah Meireles) capítulos: 8 - Funções Ambientais dos Principais Geossistemas do litoral e 9 - Dinâmica Socioambiental e relevo litorâneo. E o capítulo 3 - As zonas morfológicas da Fachada Atlântica, do Livro Megageomorfologia do estado do Ceará - (Vanda Claudinosales) e por fim aspectos do Plano de Manejo da resex realizado em 2023. Para tais abordagens, serão correlacionados conteúdos físicos aos usos e ocupação do solo pela comunidade nas suas práticas tradicionais, utilizando-se de ferramentas do MapBiomas e comparação da evolução da paisagem, a partir de interpretações de imagens de satélite em série histórica. Por fim, será apresentado o trabalho de cartografia das comunidades acompanhadas pelo Instituto Terramar, pelo trabalho de acompanhamento de estagiários em geografia na instituição.
Vagas: 22
Taxa de inscrição: R$ 76,00 (inclui transporte, almoço e taxa de guia)
Local e horário de saída*: Praça da rotatória da UECE
Horários:
Concentração às 7h
Saída às 07h30min
Retorno às 16h
Chegada na UECE às 18h
*O horário de chegada na UECE é uma previsão pois depende do trânsito
Observações:
Nível de dificuldade: leve.
Recomenda-se: levar material de proteção solar: chapéu, água, protetor solar. Levar material didático: caneta, prancheta, folha ou caderno.
Ciranda Infantil
A Ciranda Infantil é uma ação que visa possibilitar a participação de mães, pais e responsáveis na programação do XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária (ENGA), a partir do funcionamento de um espaço infantil para acolher crianças dependentes de encontristas, nos dias 10, 12 e 13 de junho de 2025, no horário de 8:00 às 12:00 e 14:00 às 18:00 horas.
A programação visa incluir a pauta do encontro para o espaço infantil, oferecendo atividades que dialoguem com um projeto democrático e popular de educação no Brasil. Será composta por atividades lúdicas, tais como: mediação de leitura de livros infantis; oficinas educativas (educação popular) e cineminha. Todas adaptadas à faixa etária das crianças (04 a 11 anos) e intercaladas com atividades de pintura, desenho livre, relaxamento, montagem de quebra cabeça, jogos infantis, etc.
Poderão participar, das atividades do Espaço da Ciranda Infantil, crianças com idade entre 4 anos e 11 anos. Crianças com idade inferior poderão acessar o espaço, desde que acompanhadas de um(a) adulto(a) responsável pela criança.
Importante! Os documentos obrigatórios da Ciranda Infantil devem ser anexados em um único arquivo em PDF no ato de inscrição do evento.
Atividade Dirigida: Oficina sobre Identidade e Autoretrato com Samia Holanda
Atividade Dirigida: Contação de Histórias Afro, com Patricia Adjoké
Sem atividade
11:00
Atividades Livres*
Atividades Livres*
Sem atividade
12:00
Fechada para almoço
Fechada para almoço
Sem atividade
13:00
Fechada para almoço
Fechada para almoço
Acolhida
13:30
Acolhida
Acolhida
Atividade Dirigida: Jogo "Torre de Equilibrio: você consegue equilibrar?", com Kauana Carneiro e Sarah Lima
14:10
Atividade Dirigida: Cine Terra com mediação de Ellen Fedeli e Juan Pablo
Atividade Dirigida: Brincadeiras que montam e ensinam, com Kauana Carneiro e Sarah Lima
Atividades Livres*
16:00
Atividades Livres*
Atividades Livres*
Atividades Livres*
17:30
Atividades Livres*
Atividades Livres*
Encerramento
18:00
Encerramento
Encerramento
---
*Atividades elaboradas para que cada criança escolha livremente o que quer fazer. Entre as atividades, temos: jogos e brinquedos infantis, amarelinha tradicional, desenho livre, pintura com livros de colorir, esculturas com massinha de modelar, leitura de livros infantis, cantigas de roda, mancala, amarelinha africana, entre outros.
Chamada para Mostra de Fotografia
A comissão organizadora do XXVII
Encontro Nacional de Geografia Agrária – ENGA, torna pública a presente
chamada para inscrição e seleção de fotografias que integrarão a Mostra
Fotográfica Ariovaldo Umbelino.
O ENGA é um espaço de reflexão
e intercâmbio entre pesquisadoras/es, estudantes, movimentos sociais e demais
sujeitos comprometidos com a produção de conhecimentos críticos sobre
território, sociedade e natureza. A Mostra Fotográfica Ariovaldo Umbelino
integra o evento como um espaço de encontro entre olhares, experiências e
territórios, valorizando a fotografia como linguagem capaz de revelar, tensionar
e sensibilizar diferentes formas de compreender o mundo.
A comissão organizadora do XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária – ENGA, a ser realizado na Universidade Estadual do Ceará – Campus do Itaperi – Fortaleza – Ceará, no período de 09 a 13 de junho de 2026, torna pública a presente chamada para inscrição e seleção de documentários e curtas-metragens que integrarão a Mostra Audiovisual - Cine Agrária do evento, a ser realizada em Fortaleza. O ENGA é um espaço de encontro, reflexão e intercâmbio entre pesquisadoras/es, estudantes, movimentos sociais e demais sujeitos comprometidos com a produção de conhecimentos críticos sobre território, sociedade e natureza. A Mostra Audiovisual integra a programação do evento como um espaço de circulação de produções que dialogam com questões territoriais, sociais, ambientais, culturais e políticas contemporâneas.
A Comissão Científica do XXVII ENCONTRO NACIONAL DE GEOGRAFIA AGRÁRIA convida pesquisadoras(es), docentes, discentes, coletivos e movimentos sociais a submeterem propostas para o lançamento de livros e cartilhas, a ser realizado durante a programação oficial do evento.
O espaço de lançamento terá como objetivo promover a divulgação e circulação de produções acadêmicas e político-pedagógicas, incentivando o diálogo entre a universidade, os territórios e a sociedade. Serão acolhidas obras que dialoguem com as temáticas do evento, incluindo livros e cartilhas, especialmente aquelas vinculadas a pesquisas, ações de extensão e experiências junto a movimentos sociais.
Somente serão lançados livros e cartilhas publicados entre 2024 e 2026.
1. Submissão de propostas
As propostas deverão ser submetidas por meio de preenchimento de formulário do Google Forms, contendo as seguintes informações:
- Título da obra
- Nome(s) da(s) autora(s) ou organizadoras(es)
- Instituição(ões) ou coletivo(s) de vínculo (quando houver)
- Ano de publicação (válido somente para obras publicadas entre 2024 e 2026)
- Editora
- Breve resumo da obra (até 200 palavras)
- Link do pdf ou e-book (quando houver)
- Link da obra disponível para comercialização (quando houver)
- Imagem da capa do livro (em .jpeg ou .png)
- Indicação da(s) pessoa(s) responsável(is) pelo lançamento (que estará(ão) participando do ENGA - limitado até, no máximo, duas pessoas)
- Contato (e-mail e telefone) da(s) pessoa(s) responsável(is) pelo lançamento (limitado até, no máximo, duas pessoas)
- Comprovante de inscrição no ENGA da(s) pessoa(s) responsável(is) pelo lançamento (em .pdf ou .jpeg)
As propostas serão avaliadas pela Comissão Científica, considerando:
- Pertinência temática em relação ao evento;
- Contribuição acadêmica, social, política e/ou pedagógica da obra;
- Diversidade de sujeitos, territórios e experiências representadas;
- Publicação realizada entre 2024 e 2026;
- Serão selecionadas a quantidade máxima de até 35 obras para o lançamento.
3. Formato da atividade
Os lançamentos ocorrerão no formato de uma feira de livros e cartilhas, organizada como espaço coletivo de exposição, circulação e diálogo entre autoras(es), coletivos e o público participante do evento.
O lançamento de livros e cartilhas ocorrerá no dia 10 de junho (quarta-feira), das 16h00 às 17h00, na Pracinha do Bloco I (campus do Itaperi). O formato será semelhante a uma feira do livro, com exposição das obras e interação do público com as autoras e os autores.
As obras selecionadas integrarão o espaço expositivo (em mesas), quando as autoras e os autores poderão dialogar com o público interessado. Não haverá apresentação individual das obras, de modo que será priorizada a interação direta com o público.
Serão disponibilizadas, pela organização do ENGA, uma mesa e duas cadeiras para cada obra, para que seja realizada a exposição dos livros e cartilhas na Pracinha do Bloco I.
O formato busca estimular a troca direta, a visibilidade das produções e a articulação entre diferentes iniciativas acadêmicas e político-pedagógicas.
4. Cronograma
Submissão das propostas
até 15 de abril
Divulgação dos resultados
até 30 de abril
Realização do lançamento das obras
10 de junho
5. Disposições gerais
- A responsabilidade pela disponibilidade física e comercialização das obras será das(os) proponentes;
- É obrigatória a presença de ao menos uma/um autor(a) no momento do lançamento - e no máximo 2 autoras(es);
- Os(as) responsáveis pelo lançamento dos livros e cartilhas receberão um certificado de participação na atividade;
- Em casos de e-books, será necessário providenciar material gráfico que apresente a obra (como panfletos, folders, totens com QR-Code, banner, dentre outros), de responsabilidade dos(as) autores(as), para exposição durante o lançamento;
- A divulgação das obras será realizada no site e no Instagram do ENGA, de modo a ampliar a visibilidade dos livros e cartilhas;
- Não haverá auxílio financeiro e isenção de inscrição para as pessoas responsáveis pelo lançamento das obras;
- Casos omissos serão resolvidos pela Comissão Científica;
- Em caso de dúvidas, entrar em contato por e-mail:cientifica.enga2026@gmail.com
Para melhor acolher os(as) participantes do XXVII ENGA, a Reitoria da UECE disponibilizou 100 cadastros para visitantes (público que não possui matrícula da UECE) para acesso ao Restaurante Universitário (RU) durante o evento. Esses cadastros darão acesso a almoço e jantar (sopa), sob o custo individual de R$ 5,00 por cada refeição. Após o cadastro realizado, o(a) próprio(a) visitante colocará os créditos no sistema (site ou aplicativo da UECE), pagando o boleto emitido nesses canais.
A quantidade de créditos a serem colocados depende de quantas refeições deseja-se fazer no RU durante o evento.
Atenção: Uma vez pago, o boleto pode levar até 4 horas para ser compensado e os créditos serem ativados no sistema, por isso é importante adquirir os créditos logo após o cadastro.
O cadastro será realizado no credenciamento do evento, no primeiro dia, por ordem de chegada e obedecendo as categorias contempladas, que informamos a seguir.
Terão direito ao cadastro 100 inscritos(as) externos à UECE (sem matrícula na instituição), que se enquadrem nas seguintes categorias de inscrição:
Estudantes da Educação Básica
Estudantes de Graduação
Estudantes de Pós-Graduação
Representantes de Movimentos Sociais
É necessário apresentar no ato de cadastro, o comprovante de inscrição no evento, para comprovar a sua categoria de inscrito(a). O comprovante de inscrição está disponível na Área do Participante, no site do evento.
Para estudantes e professores(as) da UECE, o acesso ao RU está garantido normalmente. Lembramos que, para tanto, é preciso ter cadastro no RU e créditos no sistema.
Seleção de Monitoria
A Comissão Organizadora do XXVII Encontro Nacional de
Geografia Agrária – ENGA, a ser realizado na Universidade Estadual do Ceará -
Campus do Itaperi - Fortaleza - Ceará, no período de 09 a 13 de junho de 2026,
torna público Edital de Seleção de Monitores(as) Voluntários(as), com inscrições a serem realizadas entre os dias 06 e 23 de março de 2026.
Informamos aos(às) aprovados(as) que a comunicação sobre aprovação e próximos passos foi enviado para o email cadastrado no ato de inscrição. Qualquer dúvida, nos enviem mensagem para o email do evento.
Alojamento
Política de Alojamento:
A organização do XXVII ENGA
divulga, por meio deste espaço, o formato do alojamento e a sua política. O
alojamento do XXVII ENGA acontecerá no Sindicato
dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil da Região Metropolitana de
Fortaleza - STICCRMF, localizado na Rua Agapito dos Santos, nº 480, Centro – Fortaleza / CE,
disponível no período de: 08/06/26 (entrada a partir de 11 horas) até 14/06/26
(saída até 13 horas). Para uso do alojamento, temos as seguintes orientações:
1.As vagas são limitadas e destinadas a quem está inscrito(a) no evento.
Temos disponível 66 vagas, sujeitas a ocupação diante do preenchimento
das inscrições no alojamento;
2.A taxa única para uso do alojamento é de
R$ 60,00 (para o espaço com ar-condicionado) e R$ 45,00 (para o espaço sem
ar-condicionado) por alojado(a) para os 5 dias de evento,pago na seguinte
conta:
Nome: CAMILA DUTRA SANTOS
Chave Pix (CPF): 97053198391
Banco: 237 - Banco Bradesco S.A.
Agência: 0649
Conta Poupança: 8167-1
3.É obrigatório o preenchimento do
formulário e anexar o comprovante de pagamento da taxa do alojamento e o
comprovante da inscrição no evento:
Atenção: Ao efetuar o pagamento, colocar na descrição do comprovante: “Alojamento ENGA 2026”. Em caso de desistência, não haverá devolução da taxa de inscrição, e ademais, acrescentamos que vaga reservada mediante ao pagamento é intransferível.
4.As 66 vagas serão
divididas em 2 espaços de uso misto (sem divisão de gênero):
- Espaço interno do 1º andar com ar-condicionado
(21 vagas): As vagas serão reservadas para as primeiras 21 pessoas que
confirmarem a inscrição (com pagamento da taxa) e optarem por esta
modalidade. Este espaço comporta somente colchonetes (não será possível colocar
barracas);
- Espaço do galpão térreo: será destinado para
45 pessoas. Este espaço comporta colchonetes e barracas. Não tem
ar-condicionado.
5.
O alojamento possui 2 banheiros no térreo, sendo um feminino e um masculino,
cada um com 4 sanitários e 3 chuveiros e 2 banheiros no primeiro andar (sem
chuveiro);
6.
O alojamento possui um bebedouro grande no térreo e um gelágua no primeiro
andar;
7. É necessário trazer colchonetes ou colchões infláveis, roupas
de cama e banho, barraca (opcional);
8. Recomenda-se que, quem for usar colchão inflável, opte pela
versão de solteiro ou, em caso de ser de casal, avalie compartilhar o mesmo com
outra pessoa, para garantir espaço para todas as pessoas;
9. Não disponibilizamos espaço para armação de redes,
infelizmente;
10. É de responsabilidade
individual e coletiva o espaço do alojamento, podendo a coordenação de
alojamento realizar diálogo com os/às participantes, diante das necessidades
específicas ou ações que comprometam a política do alojamento;
11.
4 (quatro) monitores(as), da comissão organizadora, ficarão alojados(as) no
espaço do primeiro andar para prestar o apoio necessário;
12. A organização não se responsabiliza
por objetos pessoais, sendo de inteira responsabilidade da pessoa alojada
resguardar seus pertences com cadeados e itens semelhantes;
13. Quem ficar no alojamento poderá transitar apenas nos
espaços destinados para tal função (espaço interno 1º andar, espaço do galpão
térreo, banheiros referentes aos espaços de alojamento e a entrada do Sindicato). São restritas as áreas da cozinha, depósito e a área administrativa interna;
14. Não será permitido o uso de bebida alcoólica e drogas ilícitas no
alojamento;
15. O horário de retorno para o alojamento limita-se às 22
horas. É importante obedecer essa orientação (devido aos perigos do centro da
cidade à noite).
Atenção! Informamos que as inscrições para as vagas do Alojamento do ENGA foram prorrogadas até o dia 06 de maio de 2026. Após essa data, não serão aceitas novas solicitações. Recomendamos que os interessados em garantir sua vaga no alojamento realizem sua inscrição dentro do prazo estabelecido.
Para dúvidas e esclarecimentos, entre em contato pelo e-mail:
Dormitório na Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Ceará (FETRAECE)
Através
de uma parceria, firmada entre a Comissão Organizadora do XXVII ENGA e a
Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do
Estado do Ceará (FETRAECE), anunciamos opção de dormitório com preço popular
para participantes do evento. O dormitório fica na sede da Fetraece situada na
Av. Visconde Rio Branco 2198, Bairro José Bonifácio, Fortaleza – CE. As vagas
são limitadas, com a disponibilidade total de 119 leitos.
I
– Sobre valores
A
diária no dormitório custará, para participantes do XXVII ENGA: R$ 60,00 (por
dia) em quarto coletivo com ar-condicionado e R$ 50,00 (por dia) em quarto
coletivo com ventilador.
II
– Sobre o espaço:
O
dormitório conta com 12 (doze) quartos equipados com ar-condicionado e 5
(cinco) quartos com ventiladores;
Cada
quarto possui 7 (sete) camas de solteiro;
Os
quartos são divididos por gênero, portanto, há quartos femininos e quartos
masculinos separados;
Os
quartos são coletivos com 1 (um) banheiro dentro de cada quarto;
Os
banheiros possuem sanitário, pia e chuveiro;
Cada
quarto possui 2 (duas) janelas amplas;
Não
haverá fornecimento de café-da-manhã ou qualquer outra refeição;
O
espaço possui uma cozinha de uso compartilhado, que pode ser utilizada se
observadas as normas internas de higiene e segurança;
Serão
fornecidas roupas de cama (colcha, lençol e fronha);
Não
serão fornecidos toalha e material de higiene;
Será
disponibilizado acesso à rede de internet (Wi-Fi) para uso gratuito;
Os
quartos com ar-condicionado ficam no térreo;
Os
quartos com ventiladores ficam no primeiro andar (acesso por escada ou rampa);
Nas
proximidades existem paradas de ônibus, supermercados, farmácias, lanchonetes e
restaurantes;
O
bairro é comercial, com pouco movimento na rua no período noturno e final de
semana, portanto, todo cuidado é bem-vindo nas áreas externas ao prédio.
III
– Normas do Dormitório
O
horário de check-in é a partir de 14 horas e o de check-out é até 12 horas;
A
guarita funcionará em regime ininterrupto, mantendo vigilância durante 24
(vinte e quatro) horas por dia;
O
espaço será monitorado por câmeras de segurança instaladas em todas as áreas
comuns;
Ao
sair, o(a) hóspede deve entregar a chave na portaria;
É
expressamente proibido fumar nas dependências do dormitório, existindo sensores
de incêndio devidamente instalados, bem como, é vetado o uso de álcool e drogas
ilícitas.
IV
– Condições de Reserva e Pagamento
A
reserva é feita diretamente com a Fetraece;
O
prazo para reserva da hospedagem vai até
30/05. Atenção: as vagas disponíveis são limitadas;
Para
fazer a reserva, precisa comprovar a participação no evento mediante
apresentação do comprovante de inscrição;
Para
confirmação da reserva será necessário o pagamento de 50% (cinquenta por cento)
do valor total. A segunda parte pode ser paga no dia do check-in.
O
pagamento poderá ser realizado via Pix
(CNPJ): 07.340.961/0001-94 ou transferência bancária.
Dados
Bancários:
Federação
dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do
Ceará
CNPJ:
07.340.961/0001-94
Banco
do Brasil
Agência
1369-2
C.c
68212-8
Em caso de desistência, os valores não serão devolvidos.
Contatos Oficiais para Reservas:
Telefone: (85)
9 99580844 (Whatsapp da recepção da Fetraece)