XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária (ENGA)

XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária (ENGA)

presencial Universidade Estadual do Ceará - Campus do Itaperi - Fortaleza - Ceará - Brasil

Sobre o XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária (ENGA)

É com enorme satisfação que tornamos pública a realização do XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária (ENGA), com o tema “A Geografia Agrária em movimento diante do destrutivismo do capital: relações étnico-raciais, gênero, diversidade e classe a partir do Semiárido brasileiro”. O encontro ocorrerá entre os dias 09 e 13 de junho de 2026, em Fortaleza, estado do Ceará, na Universidade Estadual do Ceará (UECE), no Campus do Itaperi.


Nesta edição do ENGA, objetivamos pensar o espaço agrário brasileiro, em um debate que renove a práxis acadêmica com questões que envolvem o campo brasileiro, sobretudo no contexto geográfico do Semiárido, considerando as dimensões de etnia, raça, gênero, diversidade e classe social.


O evento almeja fortalecer o diálogo entre coletivos de pesquisa da Geografia e afins, que envolvam temáticas agrárias, no âmbito local, regional, nacional e internacional e demais interessados(as), possibilitando a construção de uma teoria social crítica.


O XXVII ENGA é oportuno de ser realizado no Ceará, em virtude do conjunto de conflitos agrários, que caracteriza o espaço agrário cearense, mas também perante a diversidade de sujeitos, formas de mobilização social e resistências no campo, sobretudo dos povos e das comunidades diante dos grandes empreendimentos econômicos, como agronegócio, mineração, macrogeração de energia eólica e solar, dentre outros. Assim, as culturas, modos de ser e existir, suas relações com a natureza, a produção agroecológica e de sequeiro, a pesca artesanal, a mariscagem e as tecnologias sociais são afetadas pela territorialização e expansão capitalista sobre esses territórios e suas territorialidades.


Para contemplar essas questões que permeiam a realidade agrária do Ceará, do Semiárido brasileiro, e de outras partes do país, o evento contará com uma programação diversificada, incluindo palestras, mesas redondas, grupos de debates, minicursos, oficinas, cine agrária, lançamento de livros, feira de saberes e sabores, feira de livros, trabalhos de campo, ciranda infantil e atividades culturais.


Ressaltamos que ao longo de sua trajetória, o ENGA foi responsável por estabelecer o diálogo entre profissionais das diversas regiões do país, possibilitando aprofundar temas em cada momento histórico, introduzindo novas temáticas, renovando conceitos, além de construir metodologias para os estudos do espaço agrário, se comprometendo a entender a questão agrária brasileira nos diversos contextos históricos do país.


Dessa forma, promover o ENGA contribui para fortalecer e ampliar tais conquistas, em que a realidade agrária se posiciona como importante para entender o contexto social, político, econômico e ambiental nacional.

Sobre a arte do XXVII ENGA


Audiodescrição: A ilustração colorida, feita a lápis de cor, representa de forma simbólica e dinâmica os territórios e as lutas sociais do semiárido nordestino. No centro, uma grande espiral conecta todos os elementos do desenho. Dentro dela, aparecem painéis solares e, no topo, uma escola do campo, diante da qual pessoas de mãos dadas formam uma roda, simbolizando união comunitária e partilha de saberes. No canto superior direito, dois homens em uma jangada colorida navegam com velas enfeitadas de bandeirinhas coloridas, representando a resistência dos povos na defesa de seus territórios e práticas tradicionais. À esquerda, torres eólicas em tons de cinza contrastam com a paisagem, simbolizando a expansão dos grandes projetos energéticos e aos impactos do capital sobre os modos de vida. Na parte inferior esquerda, carnaúbas aparecem como símbolo da identidade e resistência do povo do semiárido. Ao lado, um mandacaru com flores e espinhos contorna parte da espiral, expressando força e resiliência. No canto inferior direito, um grupo de pessoas marcham com faixas e cartazes da cor lilás, evocando a organização popular e a luta por justiça social e igualdade. Os tons quentes e terrosos, o verde da vegetação e o azul do céu compõem uma atmosfera viva, marcada pela esperança e pelo movimento contínuo de resistência. Fim da audiodescrição


A identidade visual do XXVII ENGA nasce da obra de Alex Mendes – artista visual, pesquisador e professor de Geografia –, que transforma o tema “Geografia Agrária em movimento diante do destrutivismo do capital: relações étnico-raciais, gênero, diversidade, raça e classe a partir do semiárido brasileiro” em uma arte profundamente carregada de significados.


Inspirado também em suas vivências em encontros da Geografia, Alex cria uma obra que não se limita a ilustrar: ela inaugura a narrativa do encontro.


Mais do que um elemento gráfico, a arte se afirma como ferramenta de resistência e transformação, conectando olhares, experiências e histórias de todos que compõem o XXVII ENGA.


Assim, a obra de Alex Mendes não apenas representa visualmente o evento: ela materializa sua essência e projeta, para quem a vê, a urgência de um território justo, plural e em constante movimento.


Elementos Visuais e Simbologias

 

§  Eólicas – representam o avanço do capital sobre os territórios do Semiárido, com projetos energéticos que desconsideram os modos de vida locais;


§  Homens na Jangada – símbolo da resistência dos povos que lutam pela preservação de seus territórios e práticas tradicionais;


§  Escola do campo e cisterna – expressam a conquista das populações do Semiárido na construção e valorização de saberes e tecnologias sociais voltadas à convivência com o Semiárido;


§  Carnaúbas – vegetação nativa que remete à identidade e resistência no Semiárido que, muitas vezes, é ameaçada por processos de expropriação territorial;



§  Mandacaru – ícone da resistência no Semiárido, representa a força, a permanência e a resiliência dos povos do Semiárido;


§  Aspiral com painéis solares – sugere o movimento contínuo das lutas contra projetos que possuem a aparência da sustentabilidade e o conteúdo de desigualdades históricas, como a concentração fundiária;


§  Pessoas em marcha – representam a organização coletiva e a luta popular por direitos, justiça social, igualdade de gênero, raça, etnia e classe.

Acessibilidade no XXVII ENCONTRO NACIONAL DE GEOGRAFIA AGRÁRIA (ENGA)

A acessibilidade é um direito que visa garantir a participação plena e igualitária de todas as pessoas na sociedade. E, em um evento acadêmico, qualquer que seja seu tema, a acessibilidade é requisito que deve ser sempre levado em consideração.

A Lei Brasileira de Inclusão – Lei nº 13.146/2015, conhecida como LBI ou Estatuto da Pessoa com Deficiência, estabelece, em seu art. 71, que Os congressos, seminários, oficinas e demais eventos científico-culturais promovidos ou financiados pelo poder público devem garantir as condições de acessibilidade e os recursos de tecnologia assistiva”.

Garantir ao público de um evento a inclusão e o apoio necessários não é apenas uma questão de cumprir as leis, mas uma responsabilidade ética e social que beneficia a todas as pessoas, tornando nossa sociedade mais justa, solidária, inclusiva e acolhedora.

A promoção da igualdade e da inclusão é compromisso de uma sociedade democrática e solidária. Esse compromisso se manifesta na necessidade urgente de tornar as produções científicas acessíveis a todas as pessoas, independentemente de suas habilidades físicas, sensoriais ou cognitivas.

Desse modo, a organização do XXVII ENGA, comprometida em garantir que este evento seja mais acessível e inclusivo para todas as pessoas, estabeleceu parceria com o Núcleo de Apoio à Acessibilidade e Inclusão das Pessoas com Deficiência, Transtornos Globais do Desenvolvimento, Altas Habilidades/Superdotação e Mobilidade Reduzida (NAAI), presente na Universidade Estadual do Ceará (UECE), ao qual, desde já, prestamos nossos sinceros agradecimentos.

Com o apoio profissional, cuidadoso e sensível da equipe do NAAI, estamos contando com a orientação em práticas inclusivas, que enriquecem nosso evento ao possibilitar a participação de um público mais amplo, reforçando os princípios de diversidade, igualdade e respeito em nossa sociedade e, ao mesmo tempo, estimulando outras edições do ENGA, mas também os eventos em geral, para esse olhar mais atento.

Nesse sentido, informamos que os recursos de acessibilidade Audiodescrição e Libras serão disponibilizados pelo NAAI. Esses recursos são fundamentais para que as pessoas com deficiência possam ter uma boa experiência ao usufruir do evento em equiparação de oportunidades com as demais pessoas.

Além desses recursos, a Comissão Organizadora do XXVII ENGA segue fazendo o melhor possível, articulando a execução de ações e adotando práticas que tenham como finalidade promover a acessibilidade e a inclusão. Mais uma vez, portanto, os nossos agradecimentos, em nome de toda a Comissão Organizadora, ao NAAI!


Comissão Organizadora do XXVII ENGA

Programação

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Modalidades de Submissão

O XXVII ENGA aceitará duas modalidades de trabalho, especificadas abaixo:

 

-        Resumo Expandido: Trabalho de 3 a 5 páginas, apresentando um esboço de resultados de trabalhos científicos. Deve conter: Introdução, Metodologia, Resultados e Discussões, Considerações Finais e Referências. O resumo expandido deverá ser submetido no template do evento. Não poderá conter imagens e elementos gráficos.

 

-        Relato de Experiência: Trabalho de 3 a 5 páginas, apresentando um relato de experiências de atuação em movimentos sociais, escolas, organizações sociais, militâncias e demais atividades. Deve conter: Contexto, Descrição da Experiência, Resultados e Considerações Finais. O relato de experiência deverá ser submetido no template do evento. Não poderá conter imagens e elementos gráficos.

 

Importante! No Resumo Expandido e no Relato de Experiência não poderá haver nenhuma identificação dos(as) autores(as). Somente na segunda fase, do envio do Trabalho Completo, é que a identificação deverá ser informada.

 

Depois de apresentados, os(as) autores(as) deverão enviar os trabalhos completos, a fim de serem publicados nos anais do evento, independente da modalidade de trabalho inicialmente submetida.

 

-        Trabalho Completo: Versão completa dos resumos expandidos e relatos de experiência, contendo de 10 a 15 páginas. Pode conter imagens e elementos gráficos (mapas, gráficos, tabelas etc). O trabalho completo deverá ser submetido no template do evento.

 

Atenção! Apenas serão publicados nos anais os trabalhos que forem apresentados no evento e que forem enviadas as versões completas no prazo estipulado. Igualmente, apenas serão publicados os trabalhos em que  todos(as) os(as) autores(as) estejam inscritos(as) no evento e com o pagamento confirmado (exceção para inscrições com isenção de pagamento). 


CALENDÁRIO DE SUBMISSÃO DE TRABALHOS

PRAZOSATIVIDADES
A partir de 01 de novembro de 2025Início da submissão dos trabalhos (Resumo Expandido e Relato de Experiência)
Até 29 de março de 2026 (ÚLTIMA PRORROGAÇÃO!)

Prazo final para submissão de trabalhos
09 a 13 de junho de 2026Realização do evento
15 de junho a 31 de agosto de 2026Período de envio dos Trabalhos Completos, condicionado à apresentação e à realização do pagamento da inscrição

Normas de Submissão

Informações Gerais

  1. Os trabalhos (Resumo Expandido, Relato de Experiência e Trabalho Completo) deverão ser submetidos nos prazos estabelecidos no calendário de atividades do ENGA;
  2. Os trabalhos deverão ser submetidos no template padrão do ENGA, respeitando as regras de submissão e formatação. Trabalhos enviados fora das especificações e fora do template serão recusados;
  3. Os trabalhos deverão seguir as discussões especificadas nos Grupos de Debates, escolhidos no ato da submissão;
  4. Os trabalhos deverão seguir as normas de publicação e especificações detalhadas nos templates e estabelecidas pela Comissão Científica;
  5. Será requisito obrigatório para os trabalhos o uso da norma culta da língua portuguesa; 
  6. Todos(as) os(as) autores(as) dos trabalhos deverão estar inscritos(as) no evento. Os pagamentos das inscrições poderão ser realizados após a emissão das cartas de aceite, obedecendo aos valores dos respectivos lotes no período;
  7. Os aceites serão enviados em fluxo contínuo até o prazo final das inscrições, estabelecido no cronograma de atividades do evento;
  8. Trabalhos cuja referida temática não se adeque com o Grupo de Debate escolhido pelo(a) autor(a) deverão ser direcionados para outro GD pela Comissão Científica, a pedido dos(as) avaliadores(as); 
  9. Os trabalhos submetidos deverão refletir o direcionamento político e pedagógico do XXVII ENGA. Caso contrário, serão recusados.

 

Participações, Autorias e Publicações

Quantidade de trabalhos permitidos:

  1. Trabalhos como autor(a) principal: 01 trabalho;
  2. Trabalhos como coautor(a): 03 trabalhos;
  3. Participantes por trabalho: máximo de 05 participantes, incluindo autor(a) principal e coautores(as).


Importante! Apenas serão publicados nos anais os trabalhos completos com a confirmação de pagamento de inscrição de todos(as) os(as) autores(as); bem como, apenas serão publicados nos anais os trabalhos que forem apresentados.


O(a) autor(a) principal deverá submeter o trabalho na "Área do Participante" no site do evento, selecionando os(as) coautores(as) no momento do envio. Portanto será necessário que todos(as) tenham seu cadastro realizado no site do evento.


Todas as categorias de participantes do evento poderão submeter trabalhos em quais Grupos de Debates forem de interesse, avaliando os critérios de submissão apresentados pelos itens anteriores.


No âmbito das apresentações, os(as) autores(as) deverão participar dos dois dias dos Grupos de Debates, de modo a se fazer presente nas discussões referentes a todos os trabalhos que serão apresentados no respectivo GD.


Importante! Apenas serão enviados os certificados de apresentação caso pelo menos um(a) dos(as) autores(as) participem dos dois dias dos Grupos de Debates. Os certificados de apresentação constarão os nomes de todos(as) os(as) autores(as) do trabalho. 

Grupos de Debates (GDs)

O XXVII ENGA contará com 17 Grupos de Debates (GD), contemplando a diversidade teórica, metodológica e temática da Geografia Agrária brasileira. Os trabalhos deverão refletir o direcionamento político e pedagógico do XXVII ENGA. Cada trabalho submetido ao evento deverá estar associado a um GD. Confira abaixo a relação de todos os Grupos de Debates, com suas respectivas ementas.

 

1. Convivência com o Semiárido e Bem Viver no Campo

Acesso à água e à terra, reprodução camponesa e agroecologia no Semiárido. Bem viver e alternativas ao desenvolvimento no Semiárido.  Políticas públicas e tecnologias sociais de convivência com o Semiárido. Organizações e movimentos sociais no Semiárido. Gênero e diversidade no Semiárido. Relação sociedade-natureza no Semiárido e manejo da Caatinga. Educação contextualizada no/do Semiárido.

 

2. Estado, Políticas Públicas e Desenvolvimento Rural

Papel do Estado no campo. Políticas públicas de desenvolvimento rural. Escalas e conflitos na implementação de políticas públicas. Desmonte de políticas públicas para o rural brasileiro. Estratégias para o desenvolvimento dos territórios rurais: mobilização, projetos, planos e políticas públicas.

 

3. Movimentos Sociais e Lutas por Territórios

Movimentos sociais e socioterritoriais do campo, das águas e das florestas. Organicidade, articulação dos movimentos e políticas públicas. Movimentos de lutas por territórios, terra, água e floresta. Ações coletivas, espacialização e territorialização. Disputas territoriais e por modelos de desenvolvimento no campo. Violência no campo. Estratégias de resistência.

 

4. Reforma Agrária, Assentamentos Rurais e Campesinato

Atualidade da reforma agrária e da luta pela terra. Políticas agrárias e assentamentos rurais. Agricultura camponesa e campesinato. Recriação e reprodução camponesa. Violência e conflitos nos assentamentos rurais e as resistências camponesas. Associativismo e cooperativismo nos assentamentos rurais. Cultura camponesa.

 

5. Agricultura Familiar e Dinâmicas Territoriais

Agricultura familiar camponesa: dinâmicas e escalas. Multifuncionalidade da agricultura familiar. Produção e circulação da agricultura familiar. Políticas públicas para a agricultura familiar. Agricultura e reprodução familiar. Produção do espaço rural. Agricultura familiar, questão ambiental e desenvolvimento rural. Geração e sucessão rural no campo. Relação campo-cidade e agricultura urbana.

 

6. Povos Indígenas, Interculturalidade e Territorialidades

Geografia e questão indígena. Povos indígenas, resistências e defesa do território. Conflitos por terra e território em terras indígenas. Práticas espaciais insurgentes: retomadas, auto-demarcações e outras estratégias de luta. Territorialidades originárias. Interculturalidade e ancestralidade dos povos indígenas. Autodeterminação dos povos e direitos territoriais. Organizações de mulheres indígenas. Movimentos indígenas latinoamericanos. Racismo ambiental.

 

7. Comunidades Quilombolas e Racialidades no Campo

Raça, racismo e dispositivos de racialidades no campo. Comunidades quilombolas e luta por terra e território. Autodeterminação e direitos territoriais de comunidades quilombolas.  Interseccionalidade e territorialidades. Raça, cultura e memória em comunidades quilombolas. Mulheres quilombolas. Movimentos quilombolas. Conflitos e resistência de comunidades quilombolas. Campesinato negro. Racismo ambiental.

 

8. Comunidades Tradicionais e Questão Agrária

Povos ciganos, quebradeiras de coco babaçu, ribeirinhos, pescadores, faxinalenses, caatingueiros, fundos e feixes de pasto e outras comunidades tradicionais nas lutas por terra, território e natureza. “Novas” comunidades tradicionais: processos e desafios para o reconhecimento. Saberes dos povos do campo e memória biocultural. Comunidades tradicionais e questões ambientais: sociobiodiversidade e socioambientalismo. Defesa dos bens comuns. Direitos territoriais e autodeterminação dos povos. Movimentos de comunidades tradicionais. Racismo ambiental.

 

9. Gênero, Sexualidades, Feminismos e Dissidências no Campo

Gênero e feminismos no campo. Feminismo popular camponês. Corpo-território. Interseccionalidade e territorialidades no campo. Políticas públicas para as mulheres do campo. Organização das mulheres do campo. As vivências das mulheres no trabalho agrícola. Violência de gênero no campo. Mulheres e conflitos socioterritoriais. Sexualidades, identidade sexual e orientação sexual no campo. Sexualidades divergentes no campo. Interseccionalidade e políticas públicas no campo.

 

10. Agroecologia, Economia Solidária e Cultura Alimentar

Agroecologia: ciência, prática e movimento. Agroecologia, agrofloresta, permacultura e produção orgânica. Pensamento agroecológico. Transição agroecológica. Produção e conservação das sementes crioulas. Fome e insegurança alimentar. Soberania, autonomia e segurança alimentar e nutricional. Reforma agrária e produção de alimentos saudáveis. Economia popular solidária. Mercados camponeses. Redes de sociabilidades e feiras orgânicas e agroecológicas. Economias sociais e políticas públicas de combate à fome.

 

11. Educação do/no Campo, Educação Indígena, Educação Quilombola e Educação das Águas e das Florestas

Questão agrária, agroecologia e educação. Políticas públicas na Educação do Campo, Educação Indígena e Educação Quilombola. Ensino de Geografia na Educação do Campo, Indígena e Quilombola. Movimentos sociais e disputas/conflitos territoriais na Educação do Campo, Indígena e Quilombola. Pedagogias crítico-emancipatórias na Educação do Campo, Indígena e Quilombola. Formação de educadores(as) do campo, águas e florestas. Educação Popular e Educação Contextualizada.

 

12. Agronegócio, Territorialização do Capital e Conflitos Agrários

Territorialização do capital no campo. Reestruturação produtiva da agricultura. Revolução verde e modernização da agricultura. Uso e ocupação da terra. Circuitos espaciais de produção. Expansão do agronegócio e do agrohidronegócio. Estado e agronegócio. Estratégias midiáticas e de consolidação da hegemonia do agronegócio. Agronegócio e educação. Desapropriação, expropriação e desterritorialização. Conflitos e conflitualidades por terra, água, território e natureza. Violência no campo. Estratégias de resistência.

 

13. Energias Renováveis, Agroenergia, Mineração e Conflitos Territoriais

Transição energética e territorialização das energias renováveis no campo. Emergências climáticas. Justiça climática. Pós-extrativismo e decrescimento. Mineração, questão agrária e questão ambiental. Impactos socioambientais, conflitos e conflitualidades das energias renováveis e da mineração. Hidrelétricas e expropriação no campo. Movimento, lutas e resistência dos atingidos por barragens. Projetos de desenvolvimento no campo. Grandes obras de infraestrutura hídrica, logística e energética. As populações atingidas e os movimentos de resistência.

 

14. Questão Agrária, Neoextrativismo e Questão Ambiental

Questão agrária e questão ambiental. Neoextrativismo e neocolonialismo. Injustiça ambiental e injustiça social. Conflitos ambientais e socioambientais. Neoextrativismo e disputas por terra, água, território e natureza. Resistências e experiências contra-hegemônicas. Agrotóxicos e transgênicos. Saúde ambiental e humana em decorrência do uso de agrotóxicos e transgênicos. Monoculturas, desmatamento, queimadas e questão agrária.

 

15. Apropriação, Mercantilização e Conflitos por Água

Apropriação, mercantilização e conflitos por água. Tensões e disputas pelos usos da água de rios e lagos de barragens. Agentes públicos e privados no controle da água. Movimentos sociais das águas. Ciclo hidrossocial das águas. Injustiça hídrica e injustiça ambiental. Barragens e grandes obras de infraestrutura hídrica. Transposição de bacias e usos das águas.

 

16. Migração, Violência e Relação Capital-Trabalho no Campo

Expropriação e desterritorialização camponesa. Violência e conflitos no campo. Migração e mobilidade territorial no campo. Mobilidade espacial e plasticidade do trabalho no campo. Relação capital-trabalho no campo. Degradação do trabalho e do(a) trabalhador(a). Degradação sistêmica do trabalho. Trabalho análogo à escravidão. Classe trabalhadora no campo. Movimento sindical e sindicalismo.

 

17. Financeirização do Capital, Mundialização e Dinâmica Fundiária

Questão agrária na contemporaneidade. Financeirização e mundialização do capital no campo. Apropriação capitalista da terra. Grilagem e mercado de terras. Expansão da fronteira agrícola e conflitos por terra e território. Política fundiária. Land grabbing e estrangeirização da terra. Fundos de investimentos e corrida global por terras. Dinâmica fundiária, latifúndio e concentração fundiária.

Minicursos

Informes gerais:


Todos os minicursos ocorrerão no dia 12/06 (sexta-feira), de 14h00 às 17h00, com certificação de 3 horas.


É necessário se inscrever previamente e confirmar a participação no ato do credenciamento. Ao não confirmar a participação, a vaga será destinada ao cadastro de reserva (realizado também no ato de credenciamento).


As vagas são limitadas - 40 vagas por minicurso.


As inscrições nos minicursos ocorrerão através do site na Área do Participante, de 01/05 até o preenchimento das vagas.


Atenção! Só é possível se inscrever nos minicursos quem já está inscrito no evento com pagamento confirmado.


Relação dos minicursos:


A questão agrária e os megaprojetos energéticos
Ministrante: Henrique Oliveira de Andrade (IFBA)
Ementa: Megaprojetos energéticos; Estado; Questão agrária; Resistências; Setor energético; Crise do capital. 
Objetivo geral: Analisar o processo implantação/concepção dos megaprojetos energéticos e suas conexões com a questão agrária, numa comparação das realidades do Brasil e México.
Local: Auditório do PPGHCE (Mestrado em História)


Você tem fome de quê? Agroflorestando soberania alimentar
Ministrantes: Iara Vanessa Fraga de Santana (UECE) e Yvina de Oliveira Falcão (UECE)
Ementa: Economia dependente, racismo e latifúndio; Monocultura e produção de commodities; Agronegócio e a fome; Segurança e soberania alimentar; Agrofloresta e o cultivo da abundância.
Objetivo geral: Refletir sobre a fome, considerando o modelo de produção de commodities com suas bases coloniais e a agrofloresta como alternativa para a soberania alimentar.
Local:Auditório do NUPEINSC (Núcleo de Pesquisa e Inovação em Saúde Coletiva)


Escola-território na perspectiva do ensino de Geografia na Educação do Campo
Ministrantes: Brendon Bessa Lima (UECE) e Paola Santos da Paz (UECE)
Ementa: Escola e território no contexto do campo; Educação do/no Campo; Ensino de Geografia em Assentamento de Reforma Agrária; Território usado; Práticas pedagógicas vinculadas à vida no campo.
Objetivo geral: Compreender a Escola-território na perspectiva do ensino de Geografia na Educação do Campo, a partir das práticas pedagógicas e das vivências desenvolvidas em escola de assentamento de reforma agrária. 
Local: Sala E1 (Bloco E, Sala 1)


Caminhos do turismo comunitário: primeiros passos
Ministrantes: Danyelle de Lima Teixeira (IFCE) e João Vitor Oliveira de Alencar (IFCE)
Ementa: Turismo comunitário: fundamentos e princípios; Formação comunitária e construção participativa; Identidade, cultura e território em comunidades tradicionais;  Planejamento participativo do turismo; Roteirização comunitária e experiências locais; Estratégias iniciais de implementação do turismo comunitário.
Objetivo geral: Apresentar os fundamentos iniciais para o planejamento, a gestão e o desenvolvimento do turismo comunitário, compreendendo-o como instrumento de valorização cultural, defesa do território e fortalecimento da economia solidária. 
Local: Auditório do CCT (Centro de Ciências e Tecnologia)


Geografia Agrária e produção de conhecimento no território: educação popular e pesquisa participante
Ministrantes: Aldiva Sales Diniz (UVA) e Andrea Sousa Lima (UVA)
Ementa: Geografia Agrária e Educação Popular; Território e sujeitos sociais como co-produtores do conhecimento; Pesquisa participante e pesquisa-ação como abordagens qualitativas; Metodologias participativas na Geografia Agrária; Metodologias com enfoque de gênero.
Objetivo geral:  Compreender como as práticas sociais, mediadas pela educação popular e pela pesquisa no território, contribuem para a produção de conhecimentos na Geografia Agrária, considerando suas dimensões territoriais, sociais e políticas.
Local: Auditório do CED (Centro de Educação)

Territorialidades feministas: práticas e perspectivas na Geografia
Ministrantes: Silvana Chagas Holanda (UECE), Patrícia Vasconcelos Frota (UVA) e  Mônica Cox de Britto Pereira (UFPE) 
Ementa: Introdução às epistemologias feministas e sua interseção com o pensamento geográfico; Escalas do corpo-território sob a ótica de gênero, raça e classe; Metodologias qualitativas e cartografias sociais como ferramentas de emancipação e visibilização de sujeitos historicamente marginalizados no espaço.
Objetivo geral:  Compreender como o gênero atua como uma categoria de análise territorial. Diferenciar o "olhar geográfico tradicional" das perspectivas feministas. Apresentar o conceito de interseccionalidade aplicado ao território. Explorar métodos de pesquisa (entrevistas, diários de campo e mapeamento participativo) sob uma ética feminista.
Local: Sala de Audiovisual da Biblioteca

Trabalhos de Campo

Informes gerais:

Todos os trabalhos de campo acontecerão no dia 11/06 (quinta-feira), com certificação de 10 horas para os(as) participantes inscritos(as). 

É necessário se inscrever previamente e confirmar a participação no ato do credenciamento. Não haverá devolução de valores. 

As vagas são limitadas, conforme cada trabalho de campo.

As inscrições nos trabalhos de campo ocorrerão através do site na Área do Participante, de 17/04 a 30/04.

Atenção! Só é possível se inscrever nos trabalhos de campo quem já está inscrito no evento com pagamento confirmado.


Relação dos trabalhos de campo:


Inter-relações campo-cidade no litoral de Fortaleza: múltiplas paisagens

Ministrantes: Otávio Augusto de Oliveira Lima Barra (UECE); Henrique Ramos de Paiva (UECE); José Hélio Alves Gondim (UECE); Nicolas Camilo Garcez e Silva (UECE); José Lucas Marques Albuquerque (UECE)
Ementa: A proposta de trabalho de campo no Litoral de Fortaleza (CE) toma como recorte territorial a zona costeira do município, analisando as múltiplas paisagens resultantes da interação entre dinâmicas naturais e usos socioeconômicos. Aborda temas da Geografia Agrária, como a produção em áreas periurbanas, a pesca artesanal, o uso do solo e os conflitos territoriais frente à expansão urbana e turística. Destaca-se, ainda, a presença de desigualdades socioespaciais expressas no contraste entre áreas litorâneas valorizadas, marcadas pelo turismo e pelo alto padrão imobiliário, e porções periféricas com infraestrutura urbana limitada. Justifica-se pela necessidade de compreender as transformações pretéritas e recentes no espaço litorâneo de Fortaleza, e suas múltiplas implicações socioambientais. Tem como objetivo analisar a organização do espaço, os agentes envolvidos e as formas de apropriação da terra, evidenciando as transformações na paisagem urbana costeira e seus impactos nos geoambientes litorâneos. Para tanto, a metodologia baseia-se na observação direta, em registros de campo e na análise crítica in loco.
Vagas: 20
Taxa de inscrição: R$ 56,00 (inclui transporte, almoço e taxa de guia)

Local e horário de saída*: Praça da rotatória da UECE

Horários: 

Concentração às 7h 

Saída às 07h30min


Retorna para a UECE às 15h30min

Chegada na UECE às 16h30


*O horário de chegada na UECE é uma previsão pois depende do trânsito

Observações: 


Nível de dificuldade: médio. 


Recomenda-se: o uso de protetor solar e vestimentas adequadas à exposição prolongada ao sol, como calça comprida de tecido leve e resistente ou bermuda em material similar, além de camisa de manga longa (UV ou similar). É indispensável o uso de calçado fechado e resistente (bota ou tênis), sendo permitido levar chinelo na mochila para uso eventual, considerando que grande parte das paradas ocorrerá em solos arenosos praias. Sugere-se, ainda, o uso de chapéu ou boné, bem como garrafa de água para hidratação. Os participantes devem levar caneta e bloco para registros de campo e lanche (se julgar necessário). O uso de roupa de banho é opcional e condicionado à disponibilidade de tempo; contudo, para o retorno ao ônibus, será obrigatório estar com roupas e calçados secos.


Reforma agrária, educação do campo e agroindústria camponesa
Ministrantes: Camila Dutra dos Santos (UECE); José Ricardo De Oliveira Cassundé (EMATERCE; MST); Maria Edivani Silva Barbosa (UFC)
Ementa: Objetiva-se visitar a Escola do Campo: EEM Francisca Pinto dos Santos, do Assentamento Antônio Conselheiro, localizado em Ocara - CE. Pretende-se dialogar a respeito das potencialidades das escolas do campo para a construção de um projeto de educação emancipatória, crítica e transformadora. Participaremos de uma conversa com o Núcleo Gestor, educadores(as) e educandos(as) da escola, para conhecer o seu projeto pedagógico, o currículo, a estrutura física e as práticas vivenciadas na educação do campo. Conheceremos o campo experimental da escola, no sentido de compreendermos como os conteúdos vistos em sala de aula estão imbricados com as práticas agroecológicas realizadas neste espaço. Visitaremos também uma agroindústria de beneficiamento do caju e castanha, a COPAZEL, do Assentamento José Lourenço (Chorozinho), no sentido de articular o debate entre a educação, o trabalho, a produção e a agroindústria popular nas áreas de reforma agrária.
Vagas: 39
Taxa de inscrição: R$ 56,00 (inclui transporte, almoço e lanche)

Local e horário de saída*: Praça da rotatória da UECE

Horários: 

Concentração às 7h

Saída às 07h30min


Retorno às 16h 

Chegada na UECE às 18h


*O horário de chegada na UECE é uma previsão pois depende do trânsito

Observações: 


Nível de dificuldade: médio. 


Recomenda-se: levar caderno, caneta, repelente, garrafa individual para água, chapéu, protetor solar, lanchinhos (para os intervalos), roupas e calçados leves e confortáveis.


Quilombo do Cumbe: resistência quilombola e defesa do território frente às ameaças de megaempreendimentos
Ministrantes: Rafaela Lopes de Sousa (LECANTE/UECE); Ariel Rocha Nóbrega de Castro (LECANTE/UECE)
Ementa: A atividade de campo no Quilombo do Cumbe, localizado no município de Aracati (CE), tem como objetivo analisar as formas de resistência quilombola e a defesa do território frente às ameaças de megaempreendimentos que incidem sobre o litoral cearense. Inserida no campo da Geografia Agrária, a proposta aborda temas como território, territorialidades quilombolas, conflitos socioambientais, justiça ambiental, uso e apropriação da terra, bens comuns, além das estratégias de organização e luta das comunidades tradicionais. A atividade se justifica pela importância de compreender, a partir da experiência direta no território, os impactos do avanço de grandes projetos sobre comunidades tradicionais e seus modos de vida. O conteúdo programático envolve debates sobre conflitos territoriais, neoextrativismo e resistência quilombola. Os procedimentos metodológicos baseiam-se em observação de campo, caminhadas pelo território diálogos com quilombolas, registros e reflexão crítica articulando teoria e prática.
Vagas: 40
Taxa de inscrição: R$ 73,00 (inclui transporte, almoço, lanche e taxa de guia)

Local e horário de saída*: Praça da rotatória da UECE

Horários: 

Concentração às 7:00 min

Saída às 07:30 min


Retorno às 15h30min

Chegada na UECE às 18h


*O horário de chegada na UECE é uma previsão pois depende do trânsito

Observações: 


Nível de dificuldade: médio. 


Recomenda-se: durante o trabalho de campo poderá haver muita exposição ao sol, portanto aconselhamos levar protetor solar, boné/chapéu, roupa de proteção UV, garrafinha de água própria e óculos escuros. É relevante também levar garrafa d’água.


Povo Indígena Jenipapo-Kanindé na lagoa da encantada (Aquiraz-CE): caminhos percorridos na formação socioespacial do Ceará
Ministrantes: Kayro Rocha Galdino (LAPEGEO/UECE); Letícia Morais dos Santos (LAPEGEO/UECE); Tereza Sandra Loiola Vasconcelos (LAPEGEO/UECE); Heraldo Alves (Povo Indígena Jenipapo-Kanindé, Lagoa da Encantada)
Ementa: “O morro do urubu é a beleza do lugar”! A poesia cantada da Cacique Pequena, a primeira mulher cacique do Brasil ainda nos anos de 1990, expressa a luta e resistência do povo indígena Jenipapo-Kanindé, sobretudo das mulheres. Uma das 20 etnias do estado do Ceará, é nesse chão, que propomos o trabalho de campo Povo indígena Jenipapo-Kanindé na Lagoa da Encantada (Aquiraz-CE): caminhos percorridos na formação socioespacial do Ceará a ser realizado na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), aproximadamente 50 km de distância da capital cearense. A presente atividade, elaborada e planejada, desde o primeiro momento de modo dialógico com o território, tem como objetivo dialogar com povos originários do Ceará e conhecer sua organicidade na formação socioespacial. Assim, realizaremos o percurso entre rodas de conversa, encontro com lideranças, perspectivas com as mulheres, suas lutas e artesanato, marcos vivos ancestrais, como o museu indígena, dentre outros trajetos sugeridos.
Vagas: 22
Taxa de inscrição: R$ 78,00 (inclui transporte, almoço e taxa de guia)

Local e horário de saída*: Praça da rotatória da UECE

Horários: 

Concentração às 7h

Saída às 07h30min


Retorno às 16h30min

Chegada na UECE às 18h


*O horário de chegada na UECE é uma previsão pois depende do trânsito

Observações: 


Nível de dificuldade: médio.


Recomenda-se: levar garrafa com água, protetor solar, repelente, boné ou chapéu, roupas, calçados e lanches leves. Para quem tiver interesse, haverá venda de artesanato indígena.


Gira Centro: resgate de memórias negras no centro de Fortaleza
Ministrantes: Diego Costa Lima (LAPEGEO/UECE); Flavia Karynne Morais Almeida (Porto Iracema das Artes)
Ementa: Este trabalho propõe um percurso pelo Centro de Fortaleza-CE, voltado à análise da produção do espaço urbano sob a ótica da negritude e das "cidadanias mutiladas". O recorte territorial percorre marcos históricos, como: Igreja do Rosário, Estação das Artes, explorando temas como segregação socioespacial, relação campo- cidade, racismo estrutural e memória coletiva. A justificativa fundamenta-se no combate ao epistemicídio e na aplicação prática das Leis 10.639/03 e 11.645/08 no ensino de Geografia. O objetivo principal é identificar territórios de resistência negra e desconstruir as falácias do apagamento racial na identidade cearense. O conteúdo programático abrange formação urbana, amefricanidade e categorias de análise de autores (as) como Milton Santos e Lélia Gonzalez. A metodologia utiliza no trabalho de campo e a observação dos participantes, empregando um roteiro de "pontos de gira" para promover uma leitura decolonial e crítica da paisagem urbana contemporânea.
Vagas: 35
Taxa de inscrição: R$ 56,00 (inclui taxa de guia) Obs: O almoço não está incluso neste valor

Local de encontro: Parque das Crianças: R. Pedro I, s/n - Centro, Fortaleza – CE


Concentração às 7h30min

Saída às 8h


Todo o percurso será a pé


O trabalho de campo encerra-se às 15h30 no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura - R. Dragão do Mar, 81 - Praia de Iracema, Fortaleza.


(Para ida) Linhas de Ônibus que passam em frente a UECE em direção ao centro:

407 José Walter / Expedicionários / Centro;

406 – Planalto Ayrton Senna / Expedicionários;


(Para ida) Linhas que passam no terminal de integração de Parangaba:

041 parangaba/oliveira paiva/papicu;

306-Passaré/Via Cj Sumaré/Parangaba;

311 castelão/parangaba;

315 Messejana/parangaba;

321 jardim união/paranbaga;

328 parangaba/castelão/messejana;

339-Cj Veneza Tropical/Mirassol I/Parangaba;

340 conj. Itaperi/parangaba;

349-Cj Veneza Tropical/Mirassol II/Parangaba;

344 vila betânia/parangaba;

391-Passaré/Parangaba

456 planalto ayrton senna/parangaba;


(Para ida) Linha de ônibus que passa próximo ao Parque das crianças:

077 Parangaba/Mucuripe.


(Para volta) Ônibus em direção ao terminal de integração de Parangaba:

077 – Parangaba/Mucuripe.


Link para os Horário do transporte coletivo de Fortaleza:

http://www.etufor.ce.gov.br/GIST/linHorarios.htm


Observações: 


Nível de dificuldade: médio.


Média referente ao valor do almoço no centro da cidade: 35,00. No próprio centro de turismo tem lanchonetes e restaurantes para lanches e almoço.


Recomenda-se: uso de protetor solar, boné e óculos escuros para enfrentar o sol; uso de tênis fechados e confortáveis, adequados para os 3 km de caminhada; cada participante deve portar sua própria garrafa de água e lanche pessoal ou comprar durante o percurso; durante as explicações nos "pontos de gira", o silêncio coletivo é essencial; as calçadas são estreitas e o fluxo de trabalhadores é intenso, exigindo que o grupo caminhe de forma compacta, sem obstruir a passagem alheia ou parar abruptamente para fotografias.


Reserva Extrativista Prainha do Canto Verde (Beberibe-CE): inter-relações ambiente-sociedade a partir de comunidades tradicionais da zona costeira
Ministrante: Edivânia Marques de Sousa (UFS)
Ementa: Esta aula de campo tem por objetivo apresentar os agentes formadores da paisagem do litoral Leste do Ceará com foco na comunidade tradicional Resex Prainha do Canto Verde - Beberibe - CE. Para tanto serão utilizadas referências do livro: Geomorfologia Costeira: Funções ambientais e sociais - (Antônio Jeovah Meireles) capítulos: 8 - Funções Ambientais dos Principais Geossistemas do litoral e 9 - Dinâmica Socioambiental e relevo litorâneo. E o capítulo 3 - As zonas morfológicas da Fachada Atlântica, do Livro Megageomorfologia do estado do Ceará - (Vanda Claudinosales) e por fim aspectos do Plano de Manejo da resex realizado em 2023. Para tais abordagens, serão correlacionados conteúdos físicos aos usos e ocupação do solo pela comunidade nas suas práticas tradicionais, utilizando-se de ferramentas do MapBiomas e comparação da evolução da paisagem, a partir de interpretações de imagens de satélite em série histórica. Por fim, será apresentado o trabalho de cartografia das comunidades acompanhadas pelo Instituto Terramar, pelo trabalho de acompanhamento de estagiários em geografia na instituição.
Vagas: 22
Taxa de inscrição: R$ 76,00 (inclui transporte, almoço e taxa de guia)

Local e horário de saída*: Praça da rotatória da UECE

Horários: 

Concentração às 7h

Saída às 07h30min


Retorno às 16h

Chegada na UECE às 18h


*O horário de chegada na UECE é uma previsão pois depende do trânsito

Observações: 


Nível de dificuldade: leve. 


Recomenda-se: levar material de proteção solar: chapéu, água, protetor solar. Levar material didático: caneta, prancheta, folha ou caderno.


Ciranda Infantil

A Ciranda Infantil é uma ação que visa possibilitar a participação de mães, pais e responsáveis na programação do XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária (ENGA), a partir do funcionamento de um espaço infantil para acolher crianças dependentes de encontristas, nos dias 10, 12 e 13 de junho de 2025, no horário de 8:00 às 12:00 e 14:00 às 18:00 horas.

A programação visa incluir a pauta do encontro para o espaço infantil, oferecendo atividades que dialoguem com um projeto democrático e popular de educação no Brasil. Será composta por atividades lúdicas, tais como: mediação de leitura de livros infantis; oficinas educativas (educação popular) e cineminha. Todas adaptadas à faixa etária das crianças (04 a 11 anos) e intercaladas com atividades de pintura, desenho livre, relaxamento, montagem de quebra cabeça, jogos infantis, etc.

Poderão participar, das atividades do Espaço da Ciranda Infantil, crianças com idade entre 4 anos e 11 anos. Crianças com idade inferior poderão acessar o espaço, desde que acompanhadas de um(a) adulto(a) responsável pela criança.


Importante! Os documentos obrigatórios da Ciranda Infantil devem ser anexados em um único arquivo em PDF no ato de inscrição do evento. 

Outras informações
Para utilização da Ciranda
Ficha de inscrição da criança
Termo de ciência e concordância
Termo de autorização de uso de imagem


PROGRAMAÇÃO DA CIRANDA INFANTIL 
HORÁRIOQUARTA-FEIRA / 10 JUNSEXTA-FEIRA / 12 JUNSÁBADO / 13 JUN
   08:00AcolhidaAcolhidaSem atividade

09:00
Atividade Dirigida: Oficina sobre Identidade e Autoretrato com Samia HolandaAtividade Dirigida: Contação de Histórias Afro, com Patricia Adjoké
Sem atividade
   11:00Atividades Livres*Atividades Livres*Sem atividade
   12:00Fechada para almoçoFechada para almoçoSem atividade
   13:00Fechada para almoçoFechada para almoçoAcolhida

13:30 
   

Acolhida


Acolhida

Atividade Dirigida: Jogo "Torre de Equilibrio: você consegue equilibrar?", com Kauana Carneiro e Sarah Lima

14:10
Atividade Dirigida: Cine Terra com mediação de Ellen Fedeli e Juan PabloAtividade Dirigida: Brincadeiras que montam e ensinam, com Kauana Carneiro e Sarah Lima
Atividades Livres*
   16:00Atividades Livres*Atividades Livres*Atividades Livres*
   17:30 Atividades Livres*Atividades Livres*Encerramento
   18:00 EncerramentoEncerramento---
*Atividades elaboradas para que cada criança escolha livremente o que quer fazer. Entre as atividades, temos: jogos e brinquedos infantis, amarelinha tradicional, desenho livre, pintura com livros de colorir, esculturas com massinha de modelar, leitura de livros infantis, cantigas de roda, mancala, amarelinha africana, entre outros.

Chamada para Mostra de Fotografia

A comissão organizadora do XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária – ENGA, torna pública a presente chamada para inscrição e seleção de fotografias que integrarão a Mostra Fotográfica Ariovaldo Umbelino.

O ENGA é um espaço de reflexão e intercâmbio entre pesquisadoras/es, estudantes, movimentos sociais e demais sujeitos comprometidos com a produção de conhecimentos críticos sobre território, sociedade e natureza. A Mostra Fotográfica Ariovaldo Umbelino integra o evento como um espaço de encontro entre olhares, experiências e territórios, valorizando a fotografia como linguagem capaz de revelar, tensionar e sensibilizar diferentes formas de compreender o mundo.


Edital de inscrição

Formulário de inscrição

Chamada para Mostra Audiovisual - Cine Agrária

A comissão organizadora do XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária – ENGA, a ser realizado na Universidade Estadual do Ceará – Campus do Itaperi – Fortaleza – Ceará, no período de 09 a 13 de junho de 2026, torna pública a presente chamada para inscrição e seleção de documentários e curtas-metragens que integrarão a Mostra Audiovisual - Cine Agrária do evento, a ser realizada em Fortaleza. O ENGA é um espaço de encontro, reflexão e intercâmbio entre pesquisadoras/es, estudantes, movimentos sociais e demais sujeitos comprometidos com a produção de conhecimentos críticos sobre território, sociedade e natureza. A Mostra Audiovisual integra a programação do evento como um espaço de circulação de produções que dialogam com questões territoriais, sociais, ambientais, culturais e políticas contemporâneas.



Edital de inscrição


Formulário de Inscrição


Resultado Final da Chamada para Mostra Audiovisual

Lançamento de Livros e Cartilhas

A Comissão Científica do XXVII ENCONTRO NACIONAL DE GEOGRAFIA AGRÁRIA convida pesquisadoras(es), docentes, discentes, coletivos e movimentos sociais a submeterem propostas para o lançamento de livros e cartilhas, a ser realizado durante a programação oficial do evento.


O espaço de lançamento terá como objetivo promover a divulgação e circulação de produções acadêmicas e político-pedagógicas, incentivando o diálogo entre a universidade, os territórios e a sociedade. Serão acolhidas obras que dialoguem com as temáticas do evento, incluindo livros e cartilhas, especialmente aquelas vinculadas a pesquisas, ações de extensão e experiências junto a movimentos sociais.


Somente serão lançados livros e cartilhas publicados entre 2024 e 2026. 


1. Submissão de propostas  


As propostas deverão ser submetidas por meio de preenchimento de formulário do Google Forms, contendo as seguintes informações:

- Título da obra

- Nome(s) da(s) autora(s) ou organizadoras(es)

- Instituição(ões) ou coletivo(s) de vínculo (quando houver)

- Ano de publicação (válido somente para obras publicadas entre 2024 e 2026)

- Editora

- Breve resumo da obra (até 200 palavras)

- Link do pdf ou e-book (quando houver)

- Link da obra disponível para comercialização (quando houver)

- Imagem da capa do livro (em .jpeg ou .png)

- Indicação da(s) pessoa(s) responsável(is) pelo lançamento (que estará(ão) participando do ENGA - limitado até, no máximo, duas pessoas)

- Contato (e-mail e telefone) da(s) pessoa(s) responsável(is) pelo lançamento (limitado até, no máximo, duas pessoas)

- Comprovante de inscrição no ENGA da(s) pessoa(s) responsável(is) pelo lançamento (em .pdf ou .jpeg)


Formulário de Inscrição


2. Critérios de seleção  


As propostas serão avaliadas pela Comissão Científica, considerando:

- Pertinência temática em relação ao evento;  

- Contribuição acadêmica, social, política e/ou pedagógica da obra;  

- Diversidade de sujeitos, territórios e experiências representadas;

- Publicação realizada entre 2024 e 2026;

- Serão selecionadas a quantidade máxima de até 35 obras para o lançamento. 


3. Formato da atividade  


Os lançamentos ocorrerão no formato de uma feira de livros e cartilhas, organizada como espaço coletivo de exposição, circulação e diálogo entre autoras(es), coletivos e o público participante do evento.


O lançamento de livros e cartilhas ocorrerá no dia 10 de junho (quarta-feira), das 16h00 às 17h00, na Pracinha do Bloco I (campus do Itaperi). O formato será semelhante a uma feira do livro, com exposição das obras e interação do público com as autoras e os autores. 


As obras selecionadas integrarão o espaço expositivo (em mesas), quando as autoras e os autores poderão dialogar com o público interessado. Não haverá apresentação individual das obras, de modo que será priorizada a interação direta com o público. 


Serão disponibilizadas, pela organização do ENGA, uma mesa e duas cadeiras para cada obra, para que seja realizada a exposição dos livros e cartilhas na Pracinha do Bloco I. 


O formato busca estimular a troca direta, a visibilidade das produções e a articulação entre diferentes iniciativas acadêmicas e político-pedagógicas.


4. Cronograma  


Submissão das propostas até 15 de abril
Divulgação dos resultadosaté 30 de abril 
Realização do lançamento das obras10 de junho


5. Disposições gerais  


- A responsabilidade pela disponibilidade física e comercialização das obras será das(os) proponentes;  

- É obrigatória a presença de ao menos uma/um autor(a) no momento do lançamento - e no máximo 2 autoras(es);

- Os(as) responsáveis pelo lançamento dos livros e cartilhas receberão um certificado de participação na atividade;

- Em casos de e-books, será necessário providenciar material gráfico que apresente a obra (como panfletos, folders, totens com QR-Code, banner, dentre outros), de responsabilidade dos(as) autores(as), para exposição durante o lançamento;

- A divulgação das obras será realizada no site e no Instagram do ENGA, de modo a ampliar a visibilidade dos livros e cartilhas;

- Não haverá auxílio financeiro e isenção de inscrição para as pessoas responsáveis pelo lançamento das obras;

- Casos omissos serão resolvidos pela Comissão Científica;

- Em caso de dúvidas, entrar em contato por e-mail: cientifica.enga2026@gmail.com



Resultado Final da Chamada para Lançamentos de Livros e Cartilhas


Restaurante Universitário

Para melhor acolher os(as) participantes do XXVII ENGA, a Reitoria da UECE disponibilizou 100 cadastros para visitantes (público que não possui matrícula da UECE) para acesso ao Restaurante Universitário (RU) durante o evento. Esses cadastros darão acesso a almoço e jantar (sopa), sob o custo individual de R$ 5,00 por cada refeição. Após o cadastro realizado, o(a) próprio(a) visitante colocará os créditos no sistema (site ou aplicativo da UECE), pagando o boleto emitido nesses canais.


A quantidade de créditos a serem colocados depende de quantas refeições deseja-se fazer no RU durante o evento. 

Atenção: Uma vez pago, o boleto pode levar até 4 horas para ser compensado e os créditos serem ativados no sistema, por isso é importante adquirir os créditos logo após o cadastro. 


O cadastro será realizado no credenciamento do evento, no primeiro dia, por ordem de chegada e obedecendo as categorias contempladas, que informamos a seguir. 

Terão direito ao cadastro 100 inscritos(as) externos à UECE (sem matrícula na instituição), que se enquadrem nas seguintes categorias de inscrição: 

  • Estudantes da Educação Básica
  • Estudantes de Graduação
  • Estudantes de Pós-Graduação
  • Representantes de Movimentos Sociais

É necessário apresentar no ato de cadastro, o comprovante de inscrição no evento, para comprovar a sua categoria de inscrito(a). O comprovante de inscrição está disponível na Área do Participante, no site do evento. 

Para estudantes e professores(as) da UECE, o acesso ao RU está garantido normalmente. Lembramos que, para tanto, é preciso ter cadastro no RU e créditos no sistema.

Seleção de Monitoria

A Comissão Organizadora do XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária – ENGA, a ser realizado na Universidade Estadual do Ceará - Campus do Itaperi - Fortaleza - Ceará, no período de 09 a 13 de junho de 2026, torna público Edital de Seleção de Monitores(as) Voluntários(as), com inscrições a serem realizadas entre os dias 06 e 23 de março de 2026.


Edital de Monitoria

Formulário de Inscrição


Resultado Final


Informamos aos(às) aprovados(as) que a comunicação sobre aprovação e próximos passos foi enviado para o email cadastrado no ato de inscrição. Qualquer dúvida, nos enviem mensagem para o email do evento.

Alojamento

Política de Alojamento:

 

A organização do XXVII ENGA divulga, por meio deste espaço, o formato do alojamento e a sua política. O alojamento do XXVII ENGA acontecerá no Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil da Região Metropolitana de Fortaleza - STICCRMF, localizado na Rua Agapito dos Santos, nº 480, Centro – Fortaleza / CE, disponível no período de: 08/06/26 (entrada a partir de 11 horas) até 14/06/26 (saída até 13 horas). Para uso do alojamento, temos as seguintes orientações:

 

1.  As vagas são limitadas e destinadas a quem está inscrito(a) no evento. Temos disponível 66 vagas, sujeitas a ocupação diante do preenchimento das inscrições no alojamento;

2.     A taxa única para uso do alojamento é de R$ 60,00 (para o espaço com ar-condicionado) e R$ 45,00 (para o espaço sem ar-condicionado) por alojado(a) para os 5 dias de evento, pago na seguinte conta:

 

Nome: CAMILA DUTRA SANTOS 

Chave Pix (CPF): 97053198391

Banco: 237 - Banco Bradesco S.A.

Agência: 0649

Conta Poupança: 8167-1

 

3.  É obrigatório o preenchimento do formulário e anexar o comprovante de pagamento da taxa do alojamento e o comprovante da inscrição no evento:


Sala com ar-condicionado - (Vagas preenchidas)

Galpão sem ar-condicionado - Formulário de inscrição


Atenção: Ao efetuar o pagamento, colocar na descrição do comprovante: “Alojamento ENGA 2026”. Em caso de desistência, não haverá devolução da taxa de inscrição, e ademais, acrescentamos que vaga reservada mediante ao pagamento é intransferível.


4.   As 66 vagas serão divididas em 2 espaços de uso misto (sem divisão de gênero):

- Espaço interno do 1º andar com ar-condicionado (21 vagas): As vagas serão reservadas para as primeiras 21 pessoas que confirmarem a inscrição (com pagamento da taxa) e optarem por esta modalidade. Este espaço comporta somente colchonetes (não será possível colocar barracas);

- Espaço do galpão térreo: será destinado para 45 pessoas. Este espaço comporta colchonetes e barracas. Não tem ar-condicionado.

5. O alojamento possui 2 banheiros no térreo, sendo um feminino e um masculino, cada um com 4 sanitários e 3 chuveiros e 2 banheiros no primeiro andar (sem chuveiro);

6. O alojamento possui um bebedouro grande no térreo e um gelágua no primeiro andar;

7. É necessário trazer colchonetes ou colchões infláveis, roupas de cama e banho, barraca (opcional);

8. Recomenda-se que, quem for usar colchão inflável, opte pela versão de solteiro ou, em caso de ser de casal, avalie compartilhar o mesmo com outra pessoa, para garantir espaço para todas as pessoas;

9. Não disponibilizamos espaço para armação de redes, infelizmente;

10. É de responsabilidade individual e coletiva o espaço do alojamento, podendo a coordenação de alojamento realizar diálogo com os/às participantes, diante das necessidades específicas ou ações que comprometam a política do alojamento;

11. 4 (quatro) monitores(as), da comissão organizadora, ficarão alojados(as) no espaço do primeiro andar para prestar o apoio necessário;

12. A organização não se responsabiliza por objetos pessoais, sendo de inteira responsabilidade da pessoa alojada resguardar seus pertences com cadeados e itens semelhantes;

13. Quem ficar no alojamento poderá transitar apenas nos espaços destinados para tal função (espaço interno 1º andar, espaço do galpão térreo, banheiros referentes aos espaços de alojamento e a entrada do Sindicato). São restritas as áreas da cozinha, depósito e a área administrativa interna;

 

14. Não será permitido o uso de bebida alcoólica e drogas ilícitas no alojamento;

 

15. O horário de retorno para o alojamento limita-se às 22 horas. É importante obedecer essa orientação (devido aos perigos do centro da cidade à noite).


Atenção! Informamos que as inscrições para as vagas do Alojamento do ENGA foram prorrogadas até o dia 06 de maio de 2026. Após essa data, não serão aceitas novas solicitações. Recomendamos que os interessados em garantir sua vaga no alojamento realizem sua inscrição dentro do prazo estabelecido.


Para dúvidas e esclarecimentos, entre em contato pelo e-mail:

engainfraestrutura2026@gmail.com

Dormitório na Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Ceará (FETRAECE)

Através de uma parceria, firmada entre a Comissão Organizadora do XXVII ENGA e a Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Ceará (FETRAECE), anunciamos opção de dormitório com preço popular para participantes do evento. O dormitório fica na sede da Fetraece situada na Av. Visconde Rio Branco 2198, Bairro José Bonifácio, Fortaleza – CE. As vagas são limitadas, com a disponibilidade total de 119 leitos.

I – Sobre valores

  • A diária no dormitório custará, para participantes do XXVII ENGA: R$ 60,00 (por dia) em quarto coletivo com ar-condicionado e R$ 50,00 (por dia) em quarto coletivo com ventilador.

II – Sobre o espaço:

  • O dormitório conta com 12 (doze) quartos equipados com ar-condicionado e 5 (cinco) quartos com ventiladores;
  • Cada quarto possui 7 (sete) camas de solteiro;
  • Os quartos são divididos por gênero, portanto, há quartos femininos e quartos masculinos separados;
  • Os quartos são coletivos com 1 (um) banheiro dentro de cada quarto;
  • Os banheiros possuem sanitário, pia e chuveiro;
  • Cada quarto possui 2 (duas) janelas amplas;
  • Não haverá fornecimento de café-da-manhã ou qualquer outra refeição;
  • O espaço possui uma cozinha de uso compartilhado, que pode ser utilizada se observadas as normas internas de higiene e segurança;
  • Serão fornecidas roupas de cama (colcha, lençol e fronha);
  • Não serão fornecidos toalha e material de higiene;
  • Será disponibilizado acesso à rede de internet (Wi-Fi) para uso gratuito;
  • Os quartos com ar-condicionado ficam no térreo;
  • Os quartos com ventiladores ficam no primeiro andar (acesso por escada ou rampa);
  • Nas proximidades existem paradas de ônibus, supermercados, farmácias, lanchonetes e restaurantes;
  • O bairro é comercial, com pouco movimento na rua no período noturno e final de semana, portanto, todo cuidado é bem-vindo nas áreas externas ao prédio.

III – Normas do Dormitório

  • O horário de check-in é a partir de 14 horas e o de check-out é até 12 horas;
  • A guarita funcionará em regime ininterrupto, mantendo vigilância durante 24 (vinte e quatro) horas por dia;
  • O espaço será monitorado por câmeras de segurança instaladas em todas as áreas comuns;
  • Ao sair, o(a) hóspede deve entregar a chave na portaria;
  • É expressamente proibido fumar nas dependências do dormitório, existindo sensores de incêndio devidamente instalados, bem como, é vetado o uso de álcool e drogas ilícitas.

IV – Condições de Reserva e Pagamento

  • A reserva é feita diretamente com a Fetraece;
  • O prazo para reserva da hospedagem vai até 30/05. Atenção: as vagas disponíveis são limitadas;
  • Para fazer a reserva, precisa comprovar a participação no evento mediante apresentação do comprovante de inscrição;
  • Para confirmação da reserva será necessário o pagamento de 50% (cinquenta por cento) do valor total. A segunda parte pode ser paga no dia do check-in.
  • O pagamento poderá ser realizado via Pix (CNPJ): 07.340.961/0001-94 ou transferência bancária.

Dados Bancários:

Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Ceará

CNPJ: 07.340.961/0001-94

Banco do Brasil

Agência 1369-2

C.c 68212-8

  • Em caso de desistência, os valores não serão devolvidos.
  • Contatos Oficiais para Reservas: 

Telefone: (85) 9 99580844 (Whatsapp da recepção da Fetraece) 

E-mail institucional: falecom@fetraece.org.br

Sugestões de Hospedagem


NomeContatoBairroValor da Diária*ObservaçõesLinkDesconto para participantes do XXVII ENGA

Centro de Formação Frei Humberto (MST)

(85) 30513237 (número fixo)

centrofreihumberto

@yahoo.com.br

Tauape R$ 80,00Café da manhã incluso.
Quartos coletivos
Instagram20%
Pousada Extralar(85) 9 96480403PassaréR$ 140,00Café da manhã inclusoInstagram10%
Pousada Pouso Feliz

(85) 9 30361251

(85) 9 87803721

SerrinhaR$: 234,00Café da manhã inclusoInstagram-
Mega Aeroporto Hotel(85) 9 34835657SerrinhaR$ 275,00Café da manhã inclusoSite-
Pousada Mar de Iracema(85) 999038709Praia de IracemaR$ 180,00Sem café da manhã inclusoInstagram-
Pousada Fortal Villa Praia(85) 8976-5282 (WhatsApp)Praia de IracemaR$ 270,00Café da manhã inclusoInstagram-
Tintto Hotel(85) 3453-2000Praia de IracemaR$ 474,00Café da manhã inclusoSite-
Flat Pet Friendly

Via Booking

Próximo a UECE--Booking-
Mega Aeroporto Hotel 

Via Booking

Próximo a UECE--Booking-
Pousada Restaurante Sol de Liz 

Via Booking

Próximo a UECE--Booking-
Pousada Beija-Flôr 

Via Booking

Próximo a UECE--Booking-
Villa Park Hotel Fortaleza 

Via Booking

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*Valores definidos já considerando o desconto concedido em diálogo com a organização do XXVII ENGA.


Palestrantes e Convidados

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Comissão Organizadora




Coordenação Geral

Nome completoVínculo Institucional
Camila Dutra dos Santos Tereza Sandra Loiola VasconcelosUniversidade Estadual do Ceará (UECE)

Comissão de Secretaria
Nome completoVínculo Institucional
Maria Tamires Teotônio Lima Jackson Araujo de Sousa (Coordenação) Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Luís Eduardo Cunha Silva Secretaria de Educação do Estado do Ceará (SEDUC)

Thalita dos Santos Vieira

Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Álida Santos de SousaUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Lavínia Braga dos SantosUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Samuel Oliveira Abreu PimentelUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Ohana de Alencar PageúSecretaria de Educação do Estado do Ceará (SEDUC)
Caio Araújo VieiraUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Raimundo Islan Vituriano CostaUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Danyelle de Lima TeixeiraInstituto Federal do Ceará (IFCE)


Comissão Científica

Nome completoVínculo Institucional
Leandro Vieira Cavalcante (Coordenação)Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
Brendon Bessa LimaUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Danisléo Lima AlvesUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Anne Catherine Ferreira dos SantosUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Álida Santos de SousaUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Jackson Araujo de SousaUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Rita de Cássia de LimaUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
Francisco Iarlei Martins SoaresUniversidade Estadual do Ceará (UECE)



Comissão de Comunicação e Mídias

Nome completoVínculo Institucional
Geovana Mendes Barros Alex Mendes de Andrade (Coordenação)Universidade Estadual do Ceará (UECE) Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Ananda do Nascimento Rêgo Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (UFAPE)
Lais Souza Leite Universidade Federal do Ceará (UFC)
Darllan Nunes de SousaUniversidade Estadual Vale do Acaraú (UVA)
Larissa Sabrine Agostinho MenezesUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Gerlane Gomes da Rocha Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Thalita dos Santos VieiraUniversidade Estadual do Ceará (UECE)

Jade Danielle de Sousa Silva 

Universidade Estadual do Ceará (UECE)

Mychelle do Nascimento Silva 

Universidade Estadual do Ceará (UECE)

Ana Beatriz Silva do Nascimento

Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Rafaela Lopes de SousaUniversidade Estadual do Ceará (UECE)


Comissão de Ciranda Infantil

Nome completoVínculo Institucional
Silvana Chagas Holanda Paola Santos da Paz (Coordenação)Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Emily Fernandes AraujoUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Juan Pablo Silva BezerraUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Aldiva Sales DinizUniversidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA)
Ellen Rodrigues FedeliUniversidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA)


Comissão de Infraestrutura e Acessibilidade

Nome completoVínculo Institucional
Ariel Rocha Nóbrega de Castro Otávio Augusto de Oliveira Lima Barra (Coordenação) Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Valery Vitória Barreira da Silva Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Rita de Cássia de LimaUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
Luis Wellington de Lima Vieira Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Ana Letícia Silva SouzaUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Felipe Chaves RodriguesUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Aline Brito de Morais Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Izadora de Moura Valadares Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Francisco Amistardam Silva SousaSecretaria Municipal da Educação de Fortaleza
Francisco Marcos Sousa da SilvaUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Henrique Ramos de Paiva Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Francisco Alderir da Cunha NobreCoordenador na Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP)


Comissão de Cultura

Nome completoVínculo Institucional
Geovana Mendes Barros Bruna Dayane Xavier de Araújo (Coordenação)Universidade Estadual do Ceará (UECE) Universidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA)
Karla Leanne Pereira de MoraisUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
David Alves dos SantosUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Sara Andrade OsterneUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Denise da Silva PereiraUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Kayro Rocha Galdino Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Carine Santos da SilvaUniversidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA)
Pedro Diogo Bento da SilvaUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Beatriz Paulino PaivaUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Ana Verônica Barbosa IsidórioUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Reginaldo Ferreira de AraújoMovimento 21 de Abril (M21)
Antonio Renildo Gomes da CostaUniversidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA)


Comitê Científico - Avaliadoras(es) e Coordenadoras(es) de Grupos de Debates


Avaliadoras(es)

Nome CompletoVínculo Institucional
Adão Francisco de OliveiraUniversidade Federal de Tocantins (UFT)
Adeliane Vieira de OliveiraUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Ademir TerraUniversidade Estadual do Maranhão (UEMA)
Adriano Rodrigues de OliveiraUniversidade Federal de Goiás (UFG)
Adryane Gorayeb NogueiraUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Aldiva Sales DinizUniversidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA)
Alecsandro José Prudêncio RattsUniversidade Federal de Goiás (UFG)
Alessandra Severino ManchineryUniversidade Federal de Rondônia (UNIR)
Alexandra Maria de OliveiraUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Alexandrina Luz ConceiçãoUniversidade Federal de Sergipe (UFS)
Aline Weber SulzbacherUniversidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM)
Amanda Christinne Nascimento MarquesUniversidade Federal da Paraíba (UFPB)
Ana Carolina Gonçalves LeiteUniversidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Ana Roberta Duarte PiancóUniversidade Regional do Cariri (URCA)
Anderson Camargo Rodrigues BritoUniversidade Regional do Cariri (URCA)
Anderson Willians BertholiUniversidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES)
Andrey Luna SaboiaInstituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN)
Antonio Thomaz JuniorUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
Benedita Alcidema Coelho dos Santos MagalhãesUniversidade Federal do Pará (UFPA)
Bernadete Maria Coêlho FreitasUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Bernardo Mançano FernandesUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
Bruna Dayane Xavier de AraújoUniversidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA)
Camila da Silva PereiraUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Camila Salles de FariaUniversidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
Carlos Alberto FelicianoUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
Cassio BoechatUniversidade Federal do Espírito Santo (UFES)
Celso Donizete LocatelUniversidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
Claudemir Martins CosmeInstituto Federal do Ceará (IFCE)
Claudio Ubiratan GonçalvesUniversidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Clécio Azevedo da SilvaUniversidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Clifford Andrew WelchUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Danielle Rodrigues da Silva MatosInstituto Federal do Ceará (IFCE)
Diana Nara da Silva OliveiraUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Djoni RoosUniversidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE)
Eliane Tomiasi PaulinoUniversidade Estadual de Londrina (UEL)
Elizeu Ribeiro LiraUniversidade Federal de Tocantins (UFT)
Emilia de Rodat Fernandes MoreiraUniversidade Federal da Paraíba (UFPB)
Eraldo da Silva Ramos FilhoUniversidade Federal de Sergipe (UFS)
Estevan CocaUniversidade Federal de Alfenas (UNIFAL)
Eve Anne BühlerUniversidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Fabiano de Oliveira BringelUniversidade do Estado do Pará (UEPA)
Fabrina Pontes FurtadoUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
Fernanda Keiko IkutaUniversidade Estadual do Centro Oeste (UNICENTRO)
Fernanda Viana de AlcantaraUniversidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)
Francilene Sales da ConceiçãoUniversidade do Estado do Amazonas (UEA)
Francisco Amaro Gomes AlencarUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Francisco Fransualdo de AzevedoUniversidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
Gema Galgani Silveira Leite EsmeraldoUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Gilda Maria Rodrigues do NascimentoInstituto Federal do Ceará (IFCE)
Gustavo Francisco Teixeira PrietoUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Gustavo Henrique Cepolini FerreiraUniversidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES)
Ivanalda Dantas da NóbregaUniversidade Federal de Campina Grande (UFCG)
Janaina Francisca de Souza Campos VinhaUniversidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)
Joana Tereza Vaz de MouraUniversidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
João Cleps JuniorUniversidade Federal de Uberlândia (UFU)
João Edmilson FabriniUniversidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE)
Jorge Ramón Montenegro GómezUniversidade Federal do Paraná (UFPR)
José Carlos DantasInstituto Federal de Sergipe (IFS)
José Levi Furtado SampaioUniversidade Federal do Ceará (UFC)
José Sobreiro FilhoUniversidade de Brasília (UNB)
Judson Jorge da SilvaUniversidade Estadual do Piauí (UESPI)
Juliana Grasiéli Bueno MotaUniversidade Federal da Grande Dourados (UFGD)
Lara Dalperio BuscioliUniversidade Federal de Pelotas (UFPEL)
Leandro Castro de LimaInstituto Federal do Ceará (IFCE)
Leandro Vieira CavalcanteUniversidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
Lina María HurtadoUniversidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)
Lorena Ferreira de Souza AlmeidaUniversidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF)
Lorena Izá PereiraUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
Lucas Gama LimaUniversidade Federal de Sergipe (UFS)
Marcelo Cervo ChelottiUniversidade Federal de Santa Maria (UFSM)
Márcia Yukari MizusakiUniversidade Federal da Grande Dourados (UFGD)
Marco Antônio Mitidiero JuniorUniversidade Federal da Paraíba (UFPB)
Maria de Fátima Ferreira RodriguesUniversidade Federal da Paraíba (UFPB)
Maria do Céu de LimaUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Maria Franco GarciaUniversidade Federal da Paraíba (UFPB)
Maria Lucenir Jerônimo ChavesUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Maria Rosineide Pereira Universidade de São Paulo (USP)
Marta Inez Medeiros MarquesUniversidade de São Paulo (USP)
Mercedes Solá PérezUniversidade Federal do Rio Grande (FURG)
Monica Cox de Britto PereiraUniversidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Murilo Mendonça Oliveira de SouzaUniversidade Estadual de Goiás (UEG)
Nilson Cesar FragaUniversidade Estadual de Londrina (UEL)
Patrícia Rocha ChavesUniversidade Federal do Amapá (UNIFAP)
Patrícia Vasconcelos FrotaUniversidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA)
Paulo Roberto Raposo AlentejanoUniversidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Rafaela Lopes de SousaUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Raimunda Áurea Dias de SousaUniversidade de Pernambuco (UPE)
Ricardo Ângelo Pereira de LimaUniversidade Federal do Amapá (UNIFAP)
Ricardo Gilson da Costa SilvaUniversidade Federal de Rondônia (UNIR)
Ricardo Junior de Assis Fernandes GonçalvesUniversidade Estadual de Goiás (UEG)
Rita de Cássia Martins MontezumaUniversidade Federal Fluminense (UFF)
Roberta Maria Batista de FigueiredoUniversidade Federal do Maranhão (UFMA)
Rodrigo Simão CamachoUniversidade Federal da Grande Dourados (UFGD)
Ronaldo Barros SodréUniversidade Estadual do Maranhão (UEMA)
Rosa Maria Vieira MedeirosUniversidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Rosemeire Aparecida de AlmeidaUniversidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
Samuel FredericoUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
Sandoval dos Santos AmparoUniversidade do Estado do Pará (UEPA)
Sandra Maria Gadelha de CarvalhoUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Saulo Costa BarrosUniversidade Federal do Maranhão (UFMA)
Sávio José Dias RodriguesUniversidade Federal do Maranhão (UFMA)
Sedeval NardoqueUniversidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
Sheila Kelly Paulino NogueiraUniversidade Federal do Piauí (UFPI)
Shirley Cristina dos SantosUniversidade Federal do Maranhão (UFMA)
Silvia Aparecida de Sousa FernandesUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
Sílvio Simione da SilvaUniversidade Federal do Acre (UFAC)
Suana Medeiros SilvaUniversidade Federal de Alagoas (UFAL)
Tereza Sandra Loiola VasconcelosUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Thiago Araujo SantosUniversidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
Valter do Carmo CruzUniversidade Federal Fluminense (UFF)
Vicente Eudes Lemos AlvesUniversidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Zenis Bezerra FreireUniversidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN)


Coordenação dos Grupos de Debates

Anderson Camargo Rodrigues BritoUniversidade Regional do Cariri (URCA)
Patrícia Vasconcelos FrotaUniversidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA)
Fernanda Viana de AlcantaraUniversidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)
Danielle Rodrigues da Silva MatosInstituto Federal do Ceará (IFCE)
Mercedes Solá PérezUniversidade Federal do Rio Grande (FURG)
Janaina Francisca de Souza Campos VinhaUniversidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)
Claudemir Martins CosmeInstituto Federal do Ceará (IFCE)
Aldiva Sales DinizUniversidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA)
Anderson Willians BertholiUniversidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES)
Ademir TerraUniversidade Estadual do Maranhão (UEMA)
Gilda Maria Rodrigues do NascimentoInstituto Federal do Ceará (IFCE)
Diana Mendonça de CarvalhoUniversidade Federal de Sergipe (UFS)
Rosa Maria Vieira MedeirosUniversidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Ricardo Gilson da Costa SilvaUniversidade Federal de Rondônia (UNIR)
Alessandra Severino ManchineryUniversidade Federal de Rondônia (UNIR)
Saulo Costa BarrosUniversidade Federal do Maranhão (UFMA)
Claudio Ubiratan GonçalvesUniversidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Ana Roberta Duarte PiancóUniversidade Regional do Cariri (URCA)
Amanda Christinne Nascimento MarquesUniversidade Federal da Paraíba (UFPB)
Elizeu Ribeiro Lira Universidade Federal de Tocantins (UFT)
Alecsandro José Prudêncio RattsUniversidade Federal de Goiás (UFG)
Joana Tereza Vaz de MouraUniversidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
Roberta Maria Batista de FigueiredoSuana Medeiros Silva
Maria Rosineide PereiraUniversidade de São Paulo (USP)
Winifred KnoxUniversidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
Maria de Nazaré Moraes SoaresUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Maria Franco GarciaUniversidade Federal da Paraíba (UFPB)
Fernanda Keiko IkutaUniversidade Estadual do Centro Oeste (UNICENTRO)
Mônica Cox de Britto PereiraUniversidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Marcelo Cervo ChelottiUniversidade Federal de Santa Maria (UFSM)
Leandro Castro de LimaInstituto Federal do Ceará (IFCE)
Rodrigo Simão CamachoUniversidade Federal da Grande Dourados (UFGD)
Sheila Kelly Paulino NogueiraUniversidade Federal do Piauí (UFPI)
Benedita Alcidema Coelho dos Santos MagalhãesUniversidade Federal do Pará (UFPA)
Victória Sabbado MenezesUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Ivanalda Dantas da NóbregaUniversidade Federal de Campina Grande (UFCG)
Adão Francisco de OliveiraUniversidade Federal de Tocantins (UFT)
Thiago Araujo SantosUniversidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
Bernadete Maria Coelho FreitasUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Eve-Anne BühlerUniversidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Vicente Eudes Lemos AlvesUniversidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Fabrina Pontes FurtadoUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
Iara Vanessa Fraga de SantanaUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Fabiano de Oliveira BringelUniversidade do Estado do Pará (UEPA)
Judson Jorge da SilvaUniversidade Estadual do Piauí (UESPI)
Valter do Carmo CruzUniversidade Federal Fluminense (UFF)
Zenis Bezerra FreireUniversidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN)
Cassio BoechatUniversidade Federal do Espírito Santo (UFES)
Sávio José Dias RodriguesUniversidade Federal do Maranhão (UFMA)


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