Sobre o XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária (ENGA)
É com enorme satisfação que tornamos pública a realização do XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária (ENGA), com o tema “A Geografia Agrária em movimento diante do destrutivismo do capital: relações étnico-raciais, gênero, diversidade e classe a partir do Semiárido brasileiro”. O encontro ocorrerá entre os dias 09 e 13 de junho de 2026, em Fortaleza, estado do Ceará, na Universidade Estadual do Ceará (UECE), no Campus do Itaperi.
Nesta edição do ENGA, objetivamos pensar o espaço agrário brasileiro, em um debate que renove a práxis acadêmica com questões que envolvem o campo brasileiro, sobretudo no contexto geográfico do Semiárido, considerando as dimensões de etnia, raça, gênero, diversidade e classe social.
O evento almeja fortalecer o diálogo entre coletivos de pesquisa da Geografia e afins, que envolvam temáticas agrárias, no âmbito local, regional, nacional e internacional e demais interessados(as), possibilitando a construção de uma teoria social crítica.
O XXVII ENGA é oportuno de ser realizado no Ceará, em virtude do conjunto de conflitos agrários, que caracteriza o espaço agrário cearense, mas também perante a diversidade de sujeitos, formas de mobilização social e resistências no campo, sobretudo dos povos e das comunidades diante dos grandes empreendimentos econômicos, como agronegócio, mineração, macrogeração de energia eólica e solar, dentre outros. Assim, as culturas, modos de ser e existir, suas relações com a natureza, a produção agroecológica e de sequeiro, a pesca artesanal, a mariscagem e as tecnologias sociais são afetadas pela territorialização e expansão capitalista sobre esses territórios e suas territorialidades.
Para contemplar essas questões que permeiam a realidade agrária do Ceará, do Semiárido brasileiro, e de outras partes do país, o evento contará com uma programação diversificada, incluindo palestras, mesas redondas, grupos de debates, minicursos, oficinas, cine agrária, lançamento de livros, feira de saberes e sabores, feira de livros, trabalhos de campo, ciranda infantil e atividades culturais.
Ressaltamos que ao longo de sua trajetória, o ENGA foi responsável por estabelecer o diálogo entre profissionais das diversas regiões do país, possibilitando aprofundar temas em cada momento histórico, introduzindo novas temáticas, renovando conceitos, além de construir metodologias para os estudos do espaço agrário, se comprometendo a entender a questão agrária brasileira nos diversos contextos históricos do país.
Dessa forma, promover o ENGA contribui para fortalecer e ampliar tais conquistas, em que a realidade agrária se posiciona como importante para entender o contexto social, político, econômico e ambiental nacional.
Sobre a arte do XXVII ENGA
Audiodescrição: A ilustração colorida, feita a lápis de cor, representa de forma simbólica e dinâmica os territórios e as lutas sociais do semiárido nordestino. No centro, uma grande espiral conecta todos os elementos do desenho. Dentro dela, aparecem painéis solares e, no topo, uma escola do campo, diante da qual pessoas de mãos dadas formam uma roda, simbolizando união comunitária e partilha de saberes. No canto superior direito, dois homens em uma jangada colorida navegam com velas enfeitadas de bandeirinhas coloridas, representando a resistência dos povos na defesa de seus territórios e práticas tradicionais. À esquerda, torres eólicas em tons de cinza contrastam com a paisagem, simbolizando a expansão dos grandes projetos energéticos e aos impactos do capital sobre os modos de vida. Na parte inferior esquerda, carnaúbas aparecem como símbolo da identidade e resistência do povo do semiárido. Ao lado, um mandacaru com flores e espinhos contorna parte da espiral, expressando força e resiliência. No canto inferior direito, um grupo de pessoas marcham com faixas e cartazes da cor lilás, evocando a organização popular e a luta por justiça social e igualdade. Os tons quentes e terrosos, o verde da vegetação e o azul do céu compõem uma atmosfera viva, marcada pela esperança e pelo movimento contínuo de resistência. Fim da audiodescrição
A identidade visual do XXVII ENGA nasce da obra de Alex
Mendes – artista visual, pesquisador e professor de Geografia –, que transforma
o tema “Geografia Agrária em movimento diante do destrutivismo do capital:
relações étnico-raciais, gênero, diversidade, raça e classe a partir do
semiárido brasileiro” em uma arte profundamente carregada de significados.
Inspirado também em suas vivências em encontros da
Geografia, Alex cria uma obra que não se limita a ilustrar: ela inaugura a
narrativa do encontro.
Mais do que um elemento gráfico, a arte se afirma como
ferramenta de resistência e transformação, conectando olhares, experiências e histórias de todos que compõem o XXVII ENGA.
Assim, a obra de Alex Mendes não apenas representa
visualmente o evento: ela materializa sua essência e projeta, para quem a vê, a urgência de um território justo, plural e em constante movimento.
Elementos Visuais e Simbologias
§Eólicas – representam
o avanço do capital sobre os territórios do Semiárido, com projetos energéticos
que desconsideram os modos de vida locais;
§Homens
na Jangada – símbolo da resistência dos povos que lutam pela
preservação de seus territórios e práticas tradicionais;
§Escola
do campo e cisterna – expressam a conquista das populações do
Semiárido na construção e valorização de saberes e tecnologias sociais voltadas
à convivência com o Semiárido;
§Carnaúbas – vegetação
nativa que remete à identidade e resistência no Semiárido que, muitas vezes, é
ameaçada por processos de expropriação territorial;
§Mandacaru – ícone
da resistência no Semiárido, representa a força, a permanência e a resiliência
dos povos do Semiárido;
§Aspiral
com painéis solares – sugere o movimento contínuo das lutas contra
projetos que possuem a aparência da sustentabilidade e o conteúdo de
desigualdades históricas, como a concentração fundiária;
§Pessoas
em marcha – representam a organização coletiva e a luta popular por
direitos, justiça social, igualdade de gênero, raça, etnia e classe.
Modalidades de Submissão
O XXVII ENGA aceitará duas modalidades de trabalho,
especificadas abaixo:
- Resumo
Expandido: Trabalho de 3 a 5 páginas, apresentando um esboço de resultados
de trabalhos científicos. Deve conter: Introdução, Metodologia, Resultados e
Discussões, Considerações Finais e Referências. O resumo expandido deverá ser
submetido no template do evento. Não poderá conter imagens e elementos
gráficos.
- Relato
de Experiência: Trabalho de 3 a 5 páginas, apresentando um relato de
experiências de atuação em movimentos sociais, escolas, organizações sociais,
militâncias e demais atividades. Deve conter: Contexto, Descrição da
Experiência, Resultados e Considerações Finais. O relato de experiência deverá ser submetido no
template do evento. Não poderá conter imagens e elementos gráficos.
Importante! No Resumo
Expandido e no Relato de Experiência não poderá haver nenhuma identificação
dos(as) autores(as). Somente na segunda fase, do envio do Trabalho Completo, é
que a identificação deverá ser informada.
Depois de apresentados, os(as) autores(as) deverão enviar
os trabalhos completos, a fim de serem publicados nos anais do evento,
independente da modalidade de trabalho inicialmente submetida.
- Trabalho
Completo: Versão completa dos resumos expandidos e relatos de experiência,
contendo de 10 a 15 páginas. Pode conter imagens e elementos gráficos (mapas,
gráficos, tabelas etc). O trabalho completo deverá ser submetido no template do
evento.
Atenção! Apenas
serão publicados nos anais os trabalhos que forem apresentados no evento e que
forem enviadas as versões completas no prazo estipulado. Igualmente, apenas
serão publicados os trabalhos em que todos(as) os(as) autores(as) estejam
inscritos(as) no evento e com o pagamento confirmado (exceção para inscrições
com isenção de pagamento).
CALENDÁRIO DE SUBMISSÃO DE TRABALHOS
PRAZOS
ATIVIDADES
A partir de 01 de novembro de 2025
Início da submissão dos trabalhos (Resumo Expandido e Relato de Experiência)
Até 29 de março de 2026 (ÚLTIMA PRORROGAÇÃO!)
Prazo final para submissão de trabalhos
09 a 13 de junho de 2026
Realização do evento
15 de junho a 31 de agosto de 2026
Período de envio dos Trabalhos Completos, condicionado à apresentação e à realização do pagamento da inscrição
Normas de Submissão
Informações Gerais
Os
trabalhos (Resumo Expandido, Relato de Experiência e Trabalho Completo)
deverão ser submetidos nos prazos estabelecidos no calendário de
atividades do ENGA;
Os
trabalhos deverão ser submetidos no template padrão do ENGA, respeitando
as regras de submissão e formatação. Trabalhos enviados fora das
especificações e fora do template serão recusados;
Os
trabalhos deverão seguir as discussões especificadas nos Grupos de
Debates, escolhidos no ato da submissão;
Os
trabalhos deverão seguir as normas de publicação e especificações
detalhadas nos templates e estabelecidas pela Comissão Científica;
Será requisito obrigatório para os trabalhos o uso da norma culta da língua portuguesa;
Todos(as)
os(as) autores(as) dos trabalhos deverão estar inscritos(as) no evento. Os
pagamentos das inscrições poderão ser realizados após a emissão das cartas
de aceite, obedecendo aos valores dos respectivos lotes no período;
Os
aceites serão enviados em fluxo contínuo até o prazo final das inscrições,
estabelecido no cronograma de atividades do evento;
Trabalhos cuja referida temática não se adeque com o Grupo
de Debate escolhido pelo(a) autor(a) deverão ser direcionados para outro GD
pela Comissão Científica, a pedido dos(as) avaliadores(as);
Os
trabalhos submetidos deverão refletir o direcionamento político e pedagógico do
XXVII ENGA. Caso contrário, serão recusados.
Participações, Autorias e Publicações
Quantidade de trabalhos permitidos:
Trabalhos
como autor(a) principal: 01 trabalho;
Trabalhos
como coautor(a): 03 trabalhos;
Participantes
por trabalho: máximo de 05 participantes, incluindo autor(a)
principal e coautores(as).
Importante! Apenas serão
publicados nos anais os trabalhos completos com a confirmação de pagamento de
inscrição de todos(as) os(as) autores(as); bem como, apenas serão publicados
nos anais os trabalhos que forem apresentados.
O(a) autor(a) principal deverá submeter o trabalho na "Área do Participante" no site do evento, selecionando os(as) coautores(as) no momento do
envio. Portanto será necessário que todos(as) tenham seu cadastro realizado no
site do evento.
Todas as categorias de participantes do evento poderão
submeter trabalhos em quais Grupos de Debates forem de interesse,
avaliando os critérios de submissão apresentados pelos itens anteriores.
No âmbito das apresentações, cada pessoa deverá participar de uma única sessão de apresentações do GD, ficando livre para participar de demais atividades no outro dia e horário em que não houver sua própria apresentação. Os dias das apresentações constam no no arquivo "Distribuição de trabalhos por dias e salas", cujo link se encontra na seção Downloads aqui no site. Também na seção Downloads se encontra as Orientações para a apresentação dos trabalhos, bem como os Cadernos de Resumos.
Importante! Serão
enviados os certificados de apresentação caso o trabalho seja apresentado por pelo menos um(a) dos(as) autores(as) do trabalho no dia definido pela comissão organizadora do evento. Os certificados de
apresentação constarão os nomes de todos(as) os(as) autores(as) do
trabalho, independentemente de quem apresentou o trabalho.
Minicursos
Informes gerais:
Todos os minicursos ocorrerão no dia 12/06 (sexta-feira), de 14h00 às 17h00, com certificação de 3 horas.
É necessário se inscrever previamente e confirmar a participação no ato do credenciamento. Ao não confirmar a participação, a vaga será destinada ao cadastro de reserva (realizado também no ato de credenciamento).
As vagas são limitadas - 40 vagas por minicurso.
As inscrições nos minicursos ocorrerão, através do site, de 01/05 até o preenchimento das vagas.
Objetivo geral: Analisar o processo implantação/concepção dos megaprojetos energéticos e suas conexões com a questão agrária, numa comparação das realidades do Brasil e México.
Local: Auditório do PPGHCE (Mestrado em História) Vagas: 40
Você tem fome de quê? Agroflorestando soberania alimentar
Ministrantes: Iara Vanessa Fraga de Santana (UECE) e Yvina de Oliveira Falcão (UECE)
Ementa: Economia dependente, racismo e latifúndio; Monocultura e produção de commodities; Agronegócio e a fome; Segurança e soberania alimentar; Agrofloresta e o cultivo da abundância.
Objetivo geral: Refletir sobre a fome, considerando o modelo de produção de commodities com suas bases coloniais e a agrofloresta como alternativa para a soberania alimentar.
Local:Auditório do NUPEINSC (Núcleo de Pesquisa e Inovação em Saúde Coletiva) Vagas: 40
Escola-território na perspectiva do ensino de Geografia na Educação do Campo
Ministrantes: Brendon Bessa Lima (UECE) e Paola Santos da Paz (UECE)
Ementa: Escola e território no contexto do campo; Educação do/no Campo; Ensino de Geografia em Assentamento de Reforma Agrária; Território usado; Práticas pedagógicas vinculadas à vida no campo.
Objetivo geral: Compreender a Escola-território na perspectiva do ensino de Geografia na Educação do Campo, a partir das práticas pedagógicas e das vivências desenvolvidas em escola de assentamento de reforma agrária.
Local: Sala E1 (Bloco E, Sala 1) Vagas: 40
Caminhos do turismo comunitário: primeiros passos
Ministrantes: Danyelle de Lima Teixeira (IFCE) e João Vitor Oliveira de Alencar (IFCE)
Ementa: Turismo comunitário: fundamentos e princípios; Formação comunitária e construção participativa; Identidade, cultura e território em comunidades tradicionais; Planejamento participativo do turismo; Roteirização comunitária e experiências locais; Estratégias iniciais de implementação do turismo comunitário.
Objetivo geral: Apresentar os fundamentos iniciais para o planejamento, a gestão e o desenvolvimento do turismo comunitário, compreendendo-o como instrumento de valorização cultural, defesa do território e fortalecimento da economia solidária.
Local: Auditório do CCT (Centro de Ciências e Tecnologia) Vagas: 40
Geografia Agrária e produção de conhecimento no território: educação popular e pesquisa participante
Ministrantes: Aldiva Sales Diniz (UVA) e Andrea Sousa Lima (UVA)
Ementa: Geografia Agrária e Educação Popular; Território e sujeitos sociais como co-produtores do conhecimento; Pesquisa participante e pesquisa-ação como abordagens qualitativas; Metodologias participativas na Geografia Agrária; Metodologias com enfoque de gênero.
Objetivo geral: Compreender como as práticas sociais, mediadas pela educação popular e pela pesquisa no território, contribuem para a produção de conhecimentos na Geografia Agrária, considerando suas dimensões territoriais, sociais e políticas.
Local: Auditório do CED (Centro de Educação)
Vagas: 40
Territorialidades feministas: práticas e perspectivas na Geografia
Ministrantes: Silvana Chagas Holanda (UECE), Patrícia Vasconcelos Frota (UVA) e
Mônica Cox de Britto Pereira (UFPE)
Ementa: Introdução às epistemologias feministas e sua interseção com o pensamento geográfico; Escalas do corpo-território sob a ótica de gênero, raça e classe; Metodologias qualitativas e cartografias sociais como ferramentas de emancipação e visibilização de sujeitos historicamente marginalizados no espaço.
Objetivo geral: Compreender como o gênero atua como uma categoria de análise territorial. Diferenciar o "olhar geográfico tradicional" das perspectivas feministas. Apresentar o conceito de interseccionalidade aplicado ao território. Explorar métodos de pesquisa (entrevistas, diários de campo e mapeamento participativo) sob uma ética feminista.
Local: Sala de Audiovisual da Biblioteca Vagas: 40
Trabalhos de Campo
Informes gerais:
Todos os trabalhos de campo acontecerão no dia
11/06 (quinta-feira), com certificação de 10 horas para os(as)
participantes inscritos(as).
É necessário se inscrever previamente e
confirmar a participação no ato do credenciamento. Não haverá devolução de
valores.
As vagas são limitadas, conforme
cada trabalho de campo.
As inscrições nos trabalhos de campo ocorrerão,
através do site na Área do Participante, de 17/04
a 30/04.
Atenção! Só é possível se inscrever
nos trabalhos de campo quem já está inscrito no evento com pagamento
confirmado.
Relação dos trabalhos de campo:
Litoral de Fortaleza:
múltiplas paisagens
Ministrantes: Otávio
Augusto de Oliveira Lima Barra (UECE); Henrique Ramos de Paiva (UECE); José
Hélio Alves Gondim (UECE); Nicolas Camilo Garcez e Silva (UECE); José Lucas
Marques Albuquerque (UECE)
Ementa: A
proposta de trabalho de campo no Litoral de Fortaleza (CE) toma como recorte
territorial a zona costeira do município, analisando as múltiplas paisagens
resultantes da interação entre dinâmicas naturais e usos socioeconômicos.
Aborda temas da Geografia Agrária, como a produção em áreas periurbanas, a
pesca artesanal, o uso do solo e os conflitos territoriais frente à expansão
urbana e turística. Destaca-se, ainda, a presença de desigualdades
socioespaciais expressas no contraste entre áreas litorâneas valorizadas,
marcadas pelo turismo e pelo alto padrão imobiliário, e porções periféricas
com infraestrutura urbana limitada. Justifica-se pela necessidade de
compreender as transformações pretéritas e recentes no espaço litorâneo de
Fortaleza, e suas múltiplas implicações socioambientais. Tem como objetivo
analisar a organização do espaço, os agentes envolvidos e as formas de
apropriação da terra, evidenciando as transformações na paisagem urbana
costeira e seus impactos nos geoambientes litorâneos. Para tanto, a
metodologia baseia-se na observação direta, em registros de campo e na
análise crítica in loco.
Vagas: 20
Taxa de inscrição: R$ 56,00
(inclui almoço e taxa de guia)
Local e horário de saída*: Praça da
rotatória da UECE
Horários:
Concentração às 7h
Saída às 07h30min
Retorna para a UECE às 15h30min
Chegada na UECE às 16h30
*O
horário de chegada na UECE é uma previsão pois depende do trânsito
Observações:
Nível de dificuldade: médio.
Recomenda-se: o uso
de protetor solar e vestimentas adequadas à exposição prolongada ao sol, como
calça comprida de tecido leve e resistente ou bermuda em material similar,
além de camisa de manga longa (UV ou similar). É indispensável o uso de
calçado fechado e resistente (bota ou tênis), sendo permitido levar chinelo
na mochila para uso eventual, considerando que grande parte das paradas
ocorrerá em solos arenosos praias. Sugere-se, ainda, o uso de chapéu ou boné,
bem como garrafa de água para hidratação. Os participantes devem levar caneta
e bloco para registros de campo e lanche (se julgar necessário). O uso de
roupa de banho é opcional e condicionado à disponibilidade de tempo; contudo,
para o retorno ao ônibus, será obrigatório estar com roupas e calçados secos.
Reforma agrária, educação
do campo e agroindústria camponesa
Ministrantes: Camila
Dutra dos Santos (UECE); José Ricardo De Oliveira Cassundé (EMATERCE; MST);
Maria Edivani Silva Barbosa (UFC)
Ementa: Objetiva-se
visitar a Escola do Campo: EEM Francisca Pinto dos Santos, do Assentamento
Antônio Conselheiro, localizado em Ocara - CE. Pretende-se dialogar a
respeito das potencialidades das escolas do campo para a construção de um
projeto de educação emancipatória, crítica e transformadora. Participaremos
de uma conversa com o Núcleo Gestor, educadores(as) e educandos(as) da
escola, para conhecer o seu projeto pedagógico, o currículo, a estrutura
física e as práticas vivenciadas na educação do campo. Conheceremos o campo
experimental da escola, no sentido de compreendermos como os conteúdos vistos
em sala de aula estão imbricados com as práticas agroecológicas realizadas
neste espaço. Visitaremos também uma agroindústria de beneficiamento do caju
e castanha, a COPAZEL, do Assentamento José Lourenço (Chorozinho), no sentido
de articular o debate entre a educação, o trabalho, a produção e a
agroindústria popular nas áreas de reforma agrária.
Vagas: 39
Taxa de inscrição: R$ 56,00
(inclui o almoço e lanche)
Local e horário de saída*: Praça da
rotatória da UECE
Horários:
Concentração às 7h
Saída às 07h30min
Retorno às 16h
Chegada na UECE às 18h
*O
horário de chegada na UECE é uma previsão pois depende do trânsito
Observações:
Nível de dificuldade: médio.
Recomenda-se: levar
caderno, caneta, repelente, garrafa individual para água, chapéu, protetor
solar, lanchinhos (para os intervalos), roupas e calçados leves e
confortáveis.
Quilombo do Cumbe:
resistência quilombola e defesa do território frente às ameaças de
megaempreendimentos
Ministrantes: Rafaela
Lopes de Sousa (LECANTE/UECE); Ariel Rocha Nóbrega de Castro (LECANTE/UECE)
Ementa: A
atividade de campo no Quilombo do Cumbe, localizado no município de Aracati
(CE), tem como objetivo analisar as formas de resistência quilombola e a
defesa do território frente às ameaças de megaempreendimentos que incidem
sobre o litoral cearense. Inserida no campo da Geografia Agrária, a proposta
aborda temas como território, territorialidades quilombolas, conflitos
socioambientais, justiça ambiental, uso e apropriação da terra, bens comuns,
além das estratégias de organização e luta das comunidades tradicionais. A
atividade se justifica pela importância de compreender, a partir da
experiência direta no território, os impactos do avanço de grandes projetos
sobre comunidades tradicionais e seus modos de vida. O conteúdo programático
envolve debates sobre conflitos territoriais, neoextrativismo e resistência
quilombola. Os procedimentos metodológicos baseiam-se em observação de campo,
caminhadas pelo território diálogos com quilombolas, registros e reflexão
crítica articulando teoria e prática.
Vagas: 40
Taxa de inscrição: R$ 73,00
(inclui almoço, lanche e taxa de guia)
Local e horário de saída*: Praça da
rotatória da UECE
Horários:
Concentração às 7:00 min
Saída às 07:30 min
Retorno às 15h30min
Chegada na UECE às 18h
*O
horário de chegada na UECE é uma previsão pois depende do trânsito
Observações:
Nível de dificuldade: médio.
Recomenda-se: durante
o trabalho de campo poderá haver muita exposição ao sol, portanto
aconselhamos levar protetor solar, boné/chapéu, roupa de proteção UV,
garrafinha de água própria e óculos escuros. É relevante também levar garrafa
d’água.
Povo Indígena
Jenipapo-Kanindé na lagoa da encantada (Aquiraz-CE): caminhos percorridos na
formação socioespacial do Ceará
Ementa: “O morro
do urubu é a beleza do lugar”! A poesia cantada da Cacique Pequena, a
primeira mulher cacique do Brasil ainda nos anos de 1990, expressa a luta e
resistência do povo indígena Jenipapo-Kanindé, sobretudo das mulheres. Uma
das 20 etnias do estado do Ceará, é nesse chão, que propomos o trabalho de
campo Povo indígena Jenipapo-Kanindé na Lagoa da Encantada (Aquiraz-CE):
caminhos percorridos na formação socioespacial do Ceará a ser realizado na
Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), aproximadamente 50 km de distância
da capital cearense. A presente atividade, elaborada e planejada, desde o
primeiro momento de modo dialógico com o território, tem como objetivo
dialogar com povos originários do Ceará e conhecer sua organicidade na
formação socioespacial. Assim, realizaremos o percurso entre rodas de
conversa, encontro com lideranças, perspectivas com as mulheres, suas lutas e
artesanato, marcos vivos ancestrais, como o museu indígena, dentre outros
trajetos sugeridos.
Vagas: 22
Taxa de inscrição: R$ 78,00
(inclui almoço e taxa de guia)
Local e horário de saída*: Praça da
rotatória da UECE
Horários:
Concentração às 7h
Saída às 07h30min
Retorno às 16h30min
Chegada na UECE às 18h
*O
horário de chegada na UECE é uma previsão pois depende do trânsito
Observações:
Nível de dificuldade: médio.
Recomenda-se: levar
garrafa com água, protetor solar, repelente, boné ou chapéu, roupas, calçados
e lanches leves. Para quem tiver interesse, haverá venda de artesanato
indígena.
Gira Centro: resgate de
memórias negras no centro de Fortaleza
Ministrantes: Diego
Costa Lima (LAPEGEO/UECE); Flavia Karynne Morais Almeida (Porto Iracema das
Artes)
Ementa: Este
trabalho propõe um percurso pelo Centro de Fortaleza-CE, voltado à análise da
produção do espaço urbano sob a ótica da negritude e das "cidadanias
mutiladas". O recorte territorial percorre marcos históricos, como:
Igreja do Rosário, Estação das Artes, explorando temas como segregação
socioespacial, relação campo- cidade, racismo estrutural e memória coletiva.
A justificativa fundamenta-se no combate ao epistemicídio e na aplicação
prática das Leis 10.639/03 e 11.645/08 no ensino de Geografia. O objetivo
principal é identificar territórios de resistência negra e desconstruir as
falácias do apagamento racial na identidade cearense. O conteúdo programático
abrange formação urbana, amefricanidade e categorias de análise de autores
(as) como Milton Santos e Lélia Gonzalez. A metodologia utiliza no trabalho
de campo e a observação dos participantes, empregando um roteiro de
"pontos de gira" para promover uma leitura decolonial e crítica da
paisagem urbana contemporânea.
Vagas: 35
Taxa de inscrição: R$ 56,00
(inclui taxa de guia)
Obs: O
almoço não está incluso neste valor
Local de encontro: Parque
das Crianças: R. Pedro I, s/n - Centro, Fortaleza – CE
Concentração às 7h30min
Saída às 8h
Todo o percurso será a pé
O trabalho de campo encerra-se às 15h30 no
Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura - R. Dragão do Mar, 81 - Praia de
Iracema, Fortaleza.
(Para ida) Linhas de Ônibus
que passam em frente a UECE em direção ao centro:
407 José Walter / Expedicionários / Centro;
406 – Planalto Ayrton Senna / Expedicionários;
(Para ida) Linhas que
passam no terminal de integração de Parangaba:
041 parangaba/oliveira paiva/papicu;
306-Passaré/Via Cj Sumaré/Parangaba;
311 castelão/parangaba;
315 Messejana/parangaba;
321 jardim união/paranbaga;
328 parangaba/castelão/messejana;
339-Cj Veneza Tropical/Mirassol I/Parangaba;
340 conj. Itaperi/parangaba;
349-Cj Veneza Tropical/Mirassol II/Parangaba;
344 vila betânia/parangaba;
391-Passaré/Parangaba
456 planalto ayrton senna/parangaba;
(Para ida) Linha de ônibus
que passa próximo ao Parque das crianças:
077 Parangaba/Mucuripe.
(Para volta) Ônibus em
direção ao terminal de integração de Parangaba:
077 – Parangaba/Mucuripe.
Link para os Horário do
transporte coletivo de Fortaleza:
http://www.etufor.ce.gov.br/GIST/linHorarios.htm
Observações:
Nível de dificuldade: médio.
Média referente ao valor do
almoço no centro da cidade: 35,00. No próprio centro de turismo tem
lanchonetes e restaurantes para lanches e almoço.
Recomenda-se: uso de
protetor solar, boné e óculos escuros para enfrentar o sol; uso de tênis
fechados e confortáveis, adequados para os 3 km de caminhada; cada
participante deve portar sua própria garrafa de água e lanche pessoal ou
comprar durante o percurso; durante as explicações nos "pontos de
gira", o silêncio coletivo é essencial; as calçadas são estreitas e o
fluxo de trabalhadores é intenso, exigindo que o grupo caminhe de forma
compacta, sem obstruir a passagem alheia ou parar abruptamente para fotografias.
Geomorfologia do litoral
leste cearense: agentes componentes e transformadores da paisagem
Ministrante: Edivânia
Marques de Sousa (UFS)
Ementa: Esta
aula de campo tem por objetivo apresentar os agentes formadores da paisagem
do litoral Leste do Ceará com foco na comunidade tradicional Resex Prainha do
Canto Verde - Beberibe - CE. Para tanto serão utilizadas referências do
livro: Geomorfologia Costeira: Funções ambientais e sociais - (Antônio Jeovah
Meireles) capítulos: 8 - Funções Ambientais dos Principais Geossistemas do
litoral e 9 - Dinâmica Socioambiental e relevo litorâneo. E o capítulo 3 - As
zonas morfológicas da Fachada Atlântica, do Livro Megageomorfologia do estado
do Ceará - (Vanda Claudinosales) e por fim aspectos do Plano de Manejo da
resex realizado em 2023. Para tais abordagens, serão correlacionados
conteúdos físicos aos usos e ocupação do solo pela comunidade nas suas
práticas tradicionais, utilizando-se de ferramentas do MapBiomas e comparação
da evolução da paisagem, a partir de interpretações de imagens de satélite em
série histórica. Por fim, será apresentado o trabalho de cartografia das
comunidades acompanhadas pelo Instituto Terramar, pelo trabalho de
acompanhamento de estagiários em geografia na instituição.
Vagas: 22
Taxa de inscrição: R$ 76,00
(inclui almoço e taxa de guia)
Local e horário de saída*: Praça da
rotatória da UECE
Horários:
Concentração às 7h
Saída às 07h30min
Retorno às 16h
Chegada na UECE às 18h
*O
horário de chegada na UECE é uma previsão pois depende do trânsito
Observações:
Nível de dificuldade: leve.
Recomenda-se: levar
material de proteção solar: chapéu, água, protetor solar. Levar material
didático: caneta, prancheta, folha ou caderno.
Grupos de Debates (GDs)
O XXVII ENGA contará com 17 Grupos de Debates (GD),
contemplando a diversidade teórica, metodológica e temática da
Geografia Agrária brasileira. Os trabalhos deverão refletir o direcionamento político e
pedagógico do XXVII ENGA. Cada trabalho submetido ao evento deverá estar
associado a um GD. Confira abaixo a relação de todos os Grupos de Debates, com
suas respectivas ementas.
1. Convivência com o Semiárido e Bem Viver no
Campo
Acesso à água e à terra, reprodução camponesa e
agroecologia no Semiárido. Bem viver e alternativas ao desenvolvimento no
Semiárido. Políticas públicas e tecnologias sociais de convivência com o
Semiárido. Organizações e movimentos sociais no Semiárido. Gênero e diversidade
no Semiárido. Relação sociedade-natureza no Semiárido e manejo da Caatinga.
Educação contextualizada no/do Semiárido.
2. Estado, Políticas Públicas e Desenvolvimento
Rural
Papel do Estado no campo. Políticas públicas de
desenvolvimento rural. Escalas e conflitos na implementação de políticas
públicas. Desmonte de políticas públicas para o rural brasileiro. Estratégias
para o desenvolvimento dos territórios rurais: mobilização, projetos, planos e
políticas públicas.
3. Movimentos Sociais e Lutas por Territórios
Movimentos sociais e socioterritoriais do campo, das águas
e das florestas. Organicidade, articulação dos movimentos e políticas públicas.
Movimentos de lutas por territórios, terra, água e floresta. Ações coletivas,
espacialização e territorialização. Disputas territoriais e por modelos de
desenvolvimento no campo. Violência no campo. Estratégias de resistência.
4. Reforma Agrária, Assentamentos Rurais e
Campesinato
Atualidade da reforma agrária e da luta pela terra.
Políticas agrárias e assentamentos rurais. Agricultura camponesa e campesinato.
Recriação e reprodução camponesa. Violência e conflitos nos assentamentos
rurais e as resistências camponesas. Associativismo e cooperativismo nos
assentamentos rurais. Cultura camponesa.
5. Agricultura Familiar e Dinâmicas
Territoriais
Agricultura familiar camponesa: dinâmicas e escalas.
Multifuncionalidade da agricultura familiar. Produção e circulação da
agricultura familiar. Políticas públicas para a agricultura familiar.
Agricultura e reprodução familiar. Produção do espaço rural. Agricultura
familiar, questão ambiental e desenvolvimento rural. Geração e sucessão rural
no campo. Relação campo-cidade e agricultura urbana.
6. Povos Indígenas, Interculturalidade e
Territorialidades
Geografia e questão indígena. Povos indígenas, resistências
e defesa do território. Conflitos por terra e território em terras indígenas.
Práticas espaciais insurgentes: retomadas, auto-demarcações e outras
estratégias de luta. Territorialidades originárias. Interculturalidade e
ancestralidade dos povos indígenas. Autodeterminação dos povos e direitos
territoriais. Organizações de mulheres indígenas. Movimentos indígenas
latinoamericanos. Racismo ambiental.
7. Comunidades Quilombolas e Racialidades no
Campo
Raça, racismo e dispositivos de racialidades no campo.
Comunidades quilombolas e luta por terra e território. Autodeterminação e
direitos territoriais de comunidades quilombolas. Interseccionalidade e
territorialidades. Raça, cultura e memória em comunidades quilombolas. Mulheres
quilombolas. Movimentos quilombolas. Conflitos e resistência de comunidades
quilombolas. Campesinato negro. Racismo ambiental.
8. Comunidades Tradicionais e Questão Agrária
Povos ciganos, quebradeiras de coco babaçu, ribeirinhos,
pescadores, faxinalenses, caatingueiros, fundos e feixes de pasto e outras
comunidades tradicionais nas lutas por terra, território e natureza. “Novas”
comunidades tradicionais: processos e desafios para o reconhecimento. Saberes
dos povos do campo e memória biocultural. Comunidades tradicionais e questões
ambientais: sociobiodiversidade e socioambientalismo. Defesa dos bens comuns.
Direitos territoriais e autodeterminação dos povos. Movimentos de comunidades
tradicionais. Racismo ambiental.
9. Gênero, Sexualidades, Feminismos e
Dissidências no Campo
Gênero e feminismos no campo. Feminismo popular camponês.
Corpo-território. Interseccionalidade e territorialidades no campo. Políticas
públicas para as mulheres do campo. Organização das mulheres do campo. As
vivências das mulheres no trabalho agrícola. Violência de gênero no campo.
Mulheres e conflitos socioterritoriais. Sexualidades, identidade sexual e
orientação sexual no campo. Sexualidades divergentes no campo.
Interseccionalidade e políticas públicas no campo.
10. Agroecologia, Economia
Solidária e Cultura Alimentar
Agroecologia: ciência, prática e movimento. Agroecologia,
agrofloresta, permacultura e produção orgânica. Pensamento agroecológico.
Transição agroecológica. Produção e conservação das sementes crioulas. Fome e
insegurança alimentar. Soberania, autonomia e segurança alimentar e
nutricional. Reforma agrária e produção de alimentos saudáveis. Economia
popular solidária. Mercados camponeses. Redes de sociabilidades e feiras
orgânicas e agroecológicas. Economias sociais e políticas públicas de combate à
fome.
11. Educação do/no Campo, Educação Indígena,
Educação Quilombola e Educação das Águas e das Florestas
Questão agrária, agroecologia e educação. Políticas
públicas na Educação do Campo, Educação Indígena e Educação Quilombola. Ensino
de Geografia na Educação do Campo, Indígena e Quilombola. Movimentos sociais e
disputas/conflitos territoriais na Educação do Campo, Indígena e Quilombola.
Pedagogias crítico-emancipatórias na Educação do Campo, Indígena e Quilombola.
Formação de educadores(as) do campo, águas e florestas. Educação Popular e
Educação Contextualizada.
12. Agronegócio, Territorialização do Capital e
Conflitos Agrários
Territorialização do capital no campo. Reestruturação
produtiva da agricultura. Revolução verde e modernização da agricultura. Uso e
ocupação da terra. Circuitos espaciais de produção. Expansão do agronegócio e
do agrohidronegócio. Estado e agronegócio. Estratégias midiáticas e de
consolidação da hegemonia do agronegócio. Agronegócio e educação.
Desapropriação, expropriação e desterritorialização. Conflitos e
conflitualidades por terra, água, território e natureza. Violência no campo.
Estratégias de resistência.
13. Energias Renováveis, Agroenergia, Mineração
e Conflitos Territoriais
Transição energética e territorialização das energias
renováveis no campo. Emergências climáticas. Justiça climática.
Pós-extrativismo e decrescimento. Mineração, questão agrária e questão
ambiental. Impactos socioambientais, conflitos e conflitualidades das energias
renováveis e da mineração. Hidrelétricas e expropriação no campo. Movimento,
lutas e resistência dos atingidos por barragens. Projetos de desenvolvimento no
campo. Grandes obras de infraestrutura hídrica, logística e energética. As
populações atingidas e os movimentos de resistência.
14. Questão Agrária, Neoextrativismo e Questão
Ambiental
Questão agrária e questão ambiental. Neoextrativismo e
neocolonialismo. Injustiça ambiental e injustiça social. Conflitos ambientais e
socioambientais. Neoextrativismo e disputas por terra, água, território e
natureza. Resistências e experiências contra-hegemônicas. Agrotóxicos e
transgênicos. Saúde ambiental e humana em decorrência do uso de agrotóxicos e
transgênicos. Monoculturas, desmatamento, queimadas e questão agrária.
15. Apropriação, Mercantilização e Conflitos
por Água
Apropriação, mercantilização e conflitos por água. Tensões
e disputas pelos usos da água de rios e lagos de barragens. Agentes públicos e
privados no controle da água. Movimentos sociais das águas. Ciclo hidrossocial
das águas. Injustiça hídrica e injustiça ambiental. Barragens e grandes obras
de infraestrutura hídrica. Transposição de bacias e usos das águas.
16. Migração, Violência e Relação
Capital-Trabalho no Campo
Expropriação e desterritorialização camponesa. Violência e
conflitos no campo. Migração e mobilidade territorial no campo. Mobilidade
espacial e plasticidade do trabalho no campo. Relação capital-trabalho no
campo. Degradação do trabalho e do(a) trabalhador(a). Degradação sistêmica do
trabalho. Trabalho análogo à escravidão. Classe trabalhadora no campo.
Movimento sindical e sindicalismo.
17. Financeirização do Capital, Mundialização e
Dinâmica Fundiária
Questão agrária na contemporaneidade. Financeirização e
mundialização do capital no campo. Apropriação capitalista da terra. Grilagem e
mercado de terras. Expansão da fronteira agrícola e conflitos por terra e
território. Política fundiária. Land grabbing e estrangeirização da terra.
Fundos de investimentos e corrida global por terras. Dinâmica fundiária,
latifúndio e concentração fundiária.
Alojamento
POLÍTICA DE ALOJAMENTO:
A organização do XXVII ENGA
divulga, por meio deste espaço, o formato do alojamento e a sua política. O
alojamento do XXVII ENGA acontecerá no Sindicato
dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil da Região Metropolitana de
Fortaleza - STICCRMF, localizado na Rua Agapito dos
Santos, nº 480, Centro – Fortaleza / CE, disponível no período de: 08/06/26
(entrada a partir de 11 horas) até 14/06/26 (saída até 13 horas). Para uso do
alojamento, temos as seguintes orientações:
1.As
vagas são limitadas e destinadas a quem está inscrito(a) no evento. Temos
disponível 66 vagas, sujeitas a ocupação diante do preenchimento
das inscrições no alojamento;
2.A taxa única para uso do alojamento é de R$ 60,00 (para o
espaço com ar-condicionado) e R$ 45,00 (para o espaço sem ar-condicionado) por
alojado(a) para os 5 dias de evento,pago na seguinte conta:
Nome: CAMILA
DUTRA SANTOS
Chave Pix (CPF): 97053198391
Banco: 237 - Banco Bradesco S.A.
Agência: 0649
Conta Poupança: 8167-1
3.É
obrigatório o preenchimento do formulário e anexar o comprovante de pagamento
da taxa do alojamento e o comprovante da inscrição no evento:
Atenção: Ao
efetuar o pagamento, colocar na descrição do comprovante: “Alojamento ENGA
2026”. Em caso de desistência,não
haverá devolução da taxa de inscrição,
e ademais, acrescentamos que vaga reservada mediante ao pagamento é
intransferível.
4.As 66 vagas serão divididas em 2 espaços de uso misto (sem
divisão de gênero):
- Espaço interno do 1º andar com ar-condicionado (21
vagas): As vagas serão reservadas para as primeiras 21 pessoas que
confirmarem a inscrição (com pagamento da taxa) e optarem por esta
modalidade. Este espaço comporta somente colchonetes (não será possível colocar
barracas);
- Espaço do galpão térreo: será destinado para 45 pessoas.
Este espaço comporta colchonetes e barracas. Não tem ar-condicionado.
5. O alojamento possui 2 banheiros no térreo, sendo um
feminino e um masculino, cada um com 4 sanitários e 3 chuveiros e 2 banheiros
no primeiro andar (sem chuveiro);
6. O alojamento possui um bebedouro grande no térreo e um
gelágua no primeiro andar;
7. É necessário trazer colchonetes ou colchões infláveis,
roupas de cama e banho, barraca (opcional);
8. Recomenda-se que, quem for usar colchão inflável, opte
pela versão de solteiro ou, em caso de ser de casal, avalie compartilhar o
mesmo com outra pessoa, para garantir espaço para todas as pessoas;
9. Não disponibilizamos espaço para armação de redes,
infelizmente;
10. É de responsabilidade individual e coletiva o espaço do
alojamento, podendo a coordenação de alojamento realizar diálogo com os/às
participantes, diante das necessidades específicas ou ações que comprometam a
política do alojamento;
11. 4 (quatro) monitores(as), da comissão organizadora,
ficarão alojados(as) no espaço do primeiro andar para prestar o apoio
necessário;
12. A organização não se responsabiliza por objetos pessoais,
sendo de inteira responsabilidade da pessoa alojada resguardar seus pertences
com cadeados e itens semelhantes;
13. Quem ficar no alojamento poderá transitar apenas nos
espaços destinados para tal função (espaço interno 1º andar, espaço do galpão
térreo, banheiros referentes aos espaços de alojamento e a entrada do
Sindicato). São restritas as áreas da cozinha, depósito e a área administrativa
interna;
14. Não será permitido o uso de bebida alcoólica e drogas
ilícitas no alojamento;
15. O horário de retorno para o alojamento limita-se às 22
horas. É importante obedecer essa orientação (devido aos perigos do
centro da cidade à noite).
Atenção! Informamos que as inscrições para as
vagas do Alojamento do ENGA foram prorrogadas até o dia 06 de maio de 2026.
Após essa data, não serão aceitas novas solicitações. Recomendamos que os
interessados em garantir sua vaga no alojamento realizem sua inscrição dentro
do prazo estabelecido.
Para dúvidas e esclarecimentos, entre em contato pelo e-mail:
DORMITÓRIO NA FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES RURAIS AGRICULTORES E AGRICULTORAS FAMILIARES DO ESTADO DO CEARÁ (FETRAECE)
Através de uma parceria, firmada
entre a Comissão Organizadora do XXVII ENGA e a Federação dos Trabalhadores
Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Ceará (FETRAECE),
anunciamos opção de dormitório com preço popular para participantes do evento. O
dormitório fica na sede da Fetraece situada na Av. Visconde Rio Branco 2198,
Bairro José Bonifácio, Fortaleza – CE. As vagas são limitadas, com a
disponibilidade total de 119 leitos.
I – Sobre valores
·A diária no dormitório custará, para
participantes do XXVII ENGA: R$ 60,00 (por dia) em quarto coletivo com
ar-condicionado e R$ 50,00 (por dia) em quarto coletivo com ventilador.
II – Sobre o espaço:
·O dormitório conta com 12 (doze) quartos
equipados com ar-condicionado e 5 (cinco) quartos com ventiladores;
·Cada quarto possui 7 (sete) camas de solteiro;
·Os quartos são divididos por gênero, portanto,
há quartos femininos e quartos masculinos separados;
·Os quartos são coletivos com 1 (um) banheiro
dentro de cada quarto;
·Os banheiros possuem sanitário, pia e chuveiro;
·Cada quarto possui 2 (duas) janelas amplas;
·Não haverá fornecimento de café-da-manhã ou
qualquer outra refeição;
·O espaço possui uma cozinha de uso
compartilhado, que pode ser utilizada se observadas as normas internas de
higiene e segurança;
·Serão fornecidas roupas de cama (colcha, lençol
e fronha);
·Não serão fornecidos toalha e material de
higiene;
·Será disponibilizado acesso à rede de internet
(Wi-Fi) para uso gratuito;
·Os quartos com ar-condicionado ficam no térreo;
·Os quartos com ventiladores ficam no primeiro
andar (acesso por escada ou rampa);
·Nas proximidades existem paradas de ônibus, supermercados,
farmácias, lanchonetes e restaurantes;
·O bairro é comercial, com pouco movimento na
rua no período noturno e final de semana, portanto, todo cuidado é bem-vindo
nas áreas externas ao prédio.
III – Normas do Dormitório
·O horário de check-in é a partir de 14 horas e
o de check-out é até 12 horas;
·A guarita funcionará em regime ininterrupto,
mantendo vigilância durante 24 (vinte e quatro) horas por dia;
·O espaço será monitorado por câmeras de
segurança instaladas em todas as áreas comuns;
·Ao sair, o(a) hóspede deve entregar a chave na
portaria;
·É expressamente proibido fumar nas dependências
do dormitório, existindo sensores de incêndio devidamente instalados, bem como,
é vetado o uso de álcool e drogas ilícitas.
IV – Condições de Reserva e Pagamento
·A reserva é feita diretamente com a Fetraece;
·O prazo para reserva da hospedagem vai até 30/05. Atenção: as vagas
disponíveis são limitadas;
·Para fazer a reserva, precisa comprovar a participação
no evento mediante apresentação do comprovante de inscrição;
·Para confirmação da reserva será necessário o
pagamento de 50% (cinquenta por cento) do valor total. A segunda parte pode ser
paga no dia do check-in.
·O pagamento poderá ser realizado via Pix (CNPJ): 07.340.961/0001-94 ou
transferência bancária.
Dados
Bancários:
Federação
dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do
Ceará
CNPJ:
07.340.961/0001-94
Banco
do Brasil
Agência
1369-2
C.c
68212-8
·Contatos
Oficiais para Reservas Telefone: (85) 999580844 (Whatsapp da recepção da
Fetraece) E-mail institucional: falacom@fetraece.org.br
Ciranda Infantil
A
Ciranda Infantil é uma ação que visa possibilitar a participação de mães, pais
e responsáveis na programação do XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária
(ENGA), a partir do funcionamento de um espaço infantil para acolher crianças
dependentes de encontristas, nos dias 10,
12 e 13 de junho de 2025, no horário de 8:00 às 12:00 e 14:00 às 18:00 horas.
A programação visa incluir a pauta do
encontro para o espaço infantil, oferecendo atividades que dialoguem com um
projeto democrático e popular de educação no Brasil. Será composta por
atividades lúdicas, tais como: mediação de leitura de livros infantis; oficinas
educativas (educação popular) e cineminha. Todas adaptadas à faixa etária das
crianças (04 a 11 anos) e intercaladas com atividades de pintura, desenho
livre, relaxamento, montagem de quebra cabeça, jogos infantis, etc.
Poderão participar, das atividades do
Espaço da Ciranda Infantil, crianças com idade entre 4 anos e 11 anos. Crianças com idade inferior poderão acessar o
espaço, desde que acompanhadas de um(a) adulto(a) responsável pela criança.
Para utilização da Ciranda Infantil:
As mães, pais ou responsáveis, ao levar as
crianças para a Ciranda Infantil, deverãoapresentar:
-Comprovante
de inscrição e/ou vínculo com o evento;
-Termo
de Ciência e Concordância devidamente assinado e cumprir com protocolos de
utilização do espaço;
-Ficha
de inscrição da criança, preenchida e assinada por seu(sua) responsável;
-Termo
de autorização de uso de imagem.
É válido saber que:
A
programaçãoda Ciranda Infantil vai
ocorrer nos dias 10, 12 e 13 de junho de
2025, no horário de 8:00 às 12:00 e
14:00 às 18:00 horas;
Mães,
pais ou responsáveis deverão respeitar o horário de funcionamento do espaço,
sobpena de não poder mais utilizá-lo;
É OBRIGATÓRIA a permanência de mães, pais ou responsáveis no Campus
do Itaperi durante todo o período em que seus(suas) dependentes estiverem no
espaço da Ciranda Infantil. Informar número de telefone válido para
emergências;
É de
responsabilidade das mães, pais ou responsáveis providenciar alimentação
(lanche) para a criança no período em que esta esteja no Espaço da Ciranda;
Não
haverá compartilhamento de lanche no Espaço da Ciranda Infantil com o intuito
de evitar intoxicação alimentar, que pode ser causada por processos alérgicos.
Cada criança só se alimentará do que for fornecido por seus(suas) responsáveis;
Os(as)
monitores(as) NÃO acompanharão as crianças para os locais de refeição
(Restaurante Universitário e/ou outros). No horário do almoço, os/as
responsáveis devem pegar a criança no local específico da ciranda;
Não
haverá no Espaço da Ciranda Infantil estrutura ou profissionais para preparação
de alimentação;
É de
responsabilidade dos(as) responsáveis informar se a criança possui alguma
alergia e/ou restrição alimentar;
É de
responsabilidade dos responsáveis informar se a criança faz uso contínuo de
medicamentos. Neste caso, o/a responsável deverá trazer e fazer a administração
da medicação;
É de
responsabilidade dos (as) responsáveis informar da necessidade de adaptação do
espaço à demanda específica da criança. A comissão organizadora avaliará as
possibilidades de adaptação.
Os
recursos de acessibilidade serão audiodescrição e libras, oferecidos pelo Núcleo de Acessibilidade e Apoio à
Inclusão (NAAI) da Universidade Estadual do Ceará (UECE).
Qualquer dúvida, os/as responsáveis pelas
crianças poderão entrar em contato nos seguintes telefones:
A comissão organizadora do
XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária – ENGA, a ser realizado na
Universidade Estadual do Ceará – Campus do Itaperi – Fortaleza – Ceará, no
período de 09 a 13 de junho de 2026, torna pública a presente chamada para
inscrição e seleção de documentários e curtas-metragens que integrarão a Mostra
Audiovisual - Cine Agrária do evento, a ser realizada em Fortaleza. O ENGA é um
espaço de encontro, reflexão e intercâmbio entre pesquisadoras/es, estudantes,
movimentos sociais e demais sujeitos comprometidos com a produção de
conhecimentos críticos sobre território, sociedade e natureza. A Mostra
Audiovisual integra a programação do evento como um espaço de circulação de
produções que dialogam com questões territoriais, sociais, ambientais,
culturais e políticas contemporâneas.
A comissão organizadora do
XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária – ENGA, a ser realizado na
Universidade Estadual do Ceará – Campus do Itaperi – Fortaleza – Ceará, no
período de 09 a 13 de junho de 2026, torna pública a presente chamada para
inscrição e seleção de documentários e curtas-metragens que integrarão a Mostra
Audiovisual - Cine Agrária do evento, a ser realizada em Fortaleza. O ENGA é um
espaço de encontro, reflexão e intercâmbio entre pesquisadoras/es, estudantes,
movimentos sociais e demais sujeitos comprometidos com a produção de
conhecimentos críticos sobre território, sociedade e natureza. A Mostra
Audiovisual integra a programação do evento como um espaço de circulação de
produções que dialogam com questões territoriais, sociais, ambientais,
culturais e políticas contemporâneas.
Passa próximo à UECE e segue
para o Centro. Você pode descer nas proximidades da Rua Padre Mororó / Rua São
Paulo e caminhar poucos minutos até o sindicato.
011 –
Circular I / Centro:
Dá acesso à região da Rua
Guilherme Rocha e Rua Agapito dos Santos.
012 –
Circular II / Centro:
Outra opção para chegar perto
da Rua Padre Mororó.
031 –
Borges de Melo I / Papicu:
Passa nas imediações do Centro
e deixa relativamente perto do destino.
070 – Cuca Barra / Parangaba:
Também
atende a região próxima da Rua Agapito dos Santos.
As paradas mais próximas do
sindicato ficam na:
§Rua São Paulo;
§Rua Padre Mororó;
§Rua Guilherme Rocha.
vPercurso: DO ALOJAMENTO PARA A
UECE:
406 – Planalto Ayrton Senna
/ Expedicionários / Centro
Sai do Centro e segue pela
Av. Silas Munguba, passando próximo à UECE.
011 – Circular I / Centro
Você pode utilizar para
integração no Centro e seguir para a Parangaba/UECE.
012 – Circular II / Centro
Outra opção para acessar
corredores de ônibus que seguem para a UECE.
070 – Cuca Barra /
Parangaba
Vai em direção à Parangaba;
de lá, é possível descer próximo à UECE.
031 – Borges de Melo I /
Papicu
Pode ser usada para
integração com linhas que passam pela UECE.
ØFETRAECE - Federação dos
Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Ceará.
Endereço: Av. Visconde do Rio Branco, 2198 - José Bonifácio, Fortaleza - CE,
60055-264.
vPercurso:
DA UECE PARA A FETRAECE:
406 –
Planalto Ayrton Senna / Expedicionários / Centro
Sai pela Av. Silas Munguba e
segue em direção ao Centro. Você desce próximo da Av. Visconde do Rio Branco e
caminha poucos minutos.
066 –
Parangaba / Aeroporto / Papicu
Passa na UECE e deixa perto da
região da Av. 13 de Maio / Visconde do Rio Branco.
041 –
Parangaba / Oliveira Paiva / Papicu
Também passa na UECE e na
região próxima da FETRAECE.
049 – Siqueira / Oliveira Paiva / Washington Soares
Outra
opção que passa pela Av. 13 de Maio, perto do destino.
As paradas mais próximas da FETRAECE ficam na:
§Av. Visconde do Rio Branco;
§Av. 13 de Maio (3 min andando).
vPercurso: DA FETRAECE PARA A UECE:
406 – Planalto Ayrton Senna / Expedicionários / Centro
Segue em direção à Av. Silas Munguba e passa próximo à UECE.
066 – Parangaba / Aeroporto / Papicu
Vai em direção à Parangaba passando pela região da UECE.
041 – Parangaba / Oliveira Paiva / Papicu
Também retorna pela Av. Silas Munguba.
049 – Siqueira / Oliveira Paiva / Washington Soares
Pode ser usada para chegar à região da UECE.
ØCentro de Formação Capacitação e
Pesquisa Frei Humberto. Endereço: R. Paulo Firmeza, 445 - Tauape, Fortaleza -
CE, 60130-420.
vPercurso: DA UECE PARA O FREI
HUMBERTO:
041 –
Parangaba / Oliveira Paiva / Papicu
Passa na Av. Silas Munguba
(UECE) e segue pela região do Tauape. Você desce próximo da Rua Paulo Firmeza e
caminha poucos minutos.
066 –
Parangaba / Aeroporto / Papicu
Também passa em frente à UECE
e corta a região próxima da Rua Paulo Firmeza.
049 –
Siqueira / Oliveira Paiva / Washington Soares
Outra opção útil para chegar
perto do Tauape.
024 – Antônio Bezerra / Lagoa / Unifor
Passa
pela UECE e segue em direção à região da Oliveira Paiva/Tauape.
As paradas mais próximas do Centro de Formação Capacitação e Pesquisa
Frei Humberto são:
§Rua Paulo Firmeza, 886 – São João do Tauape
Fica
a cerca de 2 minutos a pé.
§Avenida Pontes Vieira, 460 – São João do Tauape
Aproximadamente
5 minutos andando.
§Avenida Pontes Vieira | Praça Joaquim Távora
Cerca
de 7 minutos de caminhada.
§Estação Antônio Sales (VLT)
Aproximadamente
6 minutos a pé.
vPercurso: DO FREI HUMBERTO PARA A
UECE:
041 –
Parangaba / Oliveira Paiva / Papicu
Passa
pela região da UECE via Av. Silas Munguba.
066 –
Parangaba / Aeroporto / Papicu
Segue
para a Parangaba e passa perto da UECE.
049 –
Siqueira / Oliveira Paiva / Washington Soares