XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária (ENGA)

XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária (ENGA)

presencial Universidade Estadual do Ceará - Campus do Itaperi - Fortaleza - Ceará - Brasil

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Sobre o XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária (ENGA)

É com enorme satisfação que tornamos pública a realização do XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária (ENGA), com o tema “A Geografia Agrária em movimento diante do destrutivismo do capital: relações étnico-raciais, gênero, diversidade e classe a partir do Semiárido brasileiro”. O encontro ocorrerá entre os dias 09 e 13 de junho de 2026, em Fortaleza, estado do Ceará, na Universidade Estadual do Ceará (UECE), no Campus do Itaperi.


Nesta edição do ENGA, objetivamos pensar o espaço agrário brasileiro, em um debate que renove a práxis acadêmica com questões que envolvem o campo brasileiro, sobretudo no contexto geográfico do Semiárido, considerando as dimensões de etnia, raça, gênero, diversidade e classe social.


O evento almeja fortalecer o diálogo entre coletivos de pesquisa da Geografia e afins, que envolvam temáticas agrárias, no âmbito local, regional, nacional e internacional e demais interessados(as), possibilitando a construção de uma teoria social crítica.


O XXVII ENGA é oportuno de ser realizado no Ceará, em virtude do conjunto de conflitos agrários, que caracteriza o espaço agrário cearense, mas também perante a diversidade de sujeitos, formas de mobilização social e resistências no campo, sobretudo dos povos e das comunidades diante dos grandes empreendimentos econômicos, como agronegócio, mineração, macrogeração de energia eólica e solar, dentre outros. Assim, as culturas, modos de ser e existir, suas relações com a natureza, a produção agroecológica e de sequeiro, a pesca artesanal, a mariscagem e as tecnologias sociais são afetadas pela territorialização e expansão capitalista sobre esses territórios e suas territorialidades.


Para contemplar essas questões que permeiam a realidade agrária do Ceará, do Semiárido brasileiro, e de outras partes do país, o evento contará com uma programação diversificada, incluindo palestras, mesas redondas, grupos de debates, minicursos, oficinas, cine agrária, lançamento de livros, feira de saberes e sabores, feira de livros, trabalhos de campo, ciranda infantil e atividades culturais.


Ressaltamos que ao longo de sua trajetória, o ENGA foi responsável por estabelecer o diálogo entre profissionais das diversas regiões do país, possibilitando aprofundar temas em cada momento histórico, introduzindo novas temáticas, renovando conceitos, além de construir metodologias para os estudos do espaço agrário, se comprometendo a entender a questão agrária brasileira nos diversos contextos históricos do país.


Dessa forma, promover o ENGA contribui para fortalecer e ampliar tais conquistas, em que a realidade agrária se posiciona como importante para entender o contexto social, político, econômico e ambiental nacional.

Sobre a arte do XXVII ENGA


Audiodescrição: A ilustração colorida, feita a lápis de cor, representa de forma simbólica e dinâmica os territórios e as lutas sociais do semiárido nordestino. No centro, uma grande espiral conecta todos os elementos do desenho. Dentro dela, aparecem painéis solares e, no topo, uma escola do campo, diante da qual pessoas de mãos dadas formam uma roda, simbolizando união comunitária e partilha de saberes. No canto superior direito, dois homens em uma jangada colorida navegam com velas enfeitadas de bandeirinhas coloridas, representando a resistência dos povos na defesa de seus territórios e práticas tradicionais. À esquerda, torres eólicas em tons de cinza contrastam com a paisagem, simbolizando a expansão dos grandes projetos energéticos e aos impactos do capital sobre os modos de vida. Na parte inferior esquerda, carnaúbas aparecem como símbolo da identidade e resistência do povo do semiárido. Ao lado, um mandacaru com flores e espinhos contorna parte da espiral, expressando força e resiliência. No canto inferior direito, um grupo de pessoas marcham com faixas e cartazes da cor lilás, evocando a organização popular e a luta por justiça social e igualdade. Os tons quentes e terrosos, o verde da vegetação e o azul do céu compõem uma atmosfera viva, marcada pela esperança e pelo movimento contínuo de resistência. Fim da audiodescrição


A identidade visual do XXVII ENGA nasce da obra de Alex Mendes – artista visual, pesquisador e professor de Geografia –, que transforma o tema “Geografia Agrária em movimento diante do destrutivismo do capital: relações étnico-raciais, gênero, diversidade, raça e classe a partir do semiárido brasileiro” em uma arte profundamente carregada de significados.


Inspirado também em suas vivências em encontros da Geografia, Alex cria uma obra que não se limita a ilustrar: ela inaugura a narrativa do encontro.


Mais do que um elemento gráfico, a arte se afirma como ferramenta de resistência e transformação, conectando olhares, experiências e histórias de todos que compõem o XXVII ENGA.


Assim, a obra de Alex Mendes não apenas representa visualmente o evento: ela materializa sua essência e projeta, para quem a vê, a urgência de um território justo, plural e em constante movimento.


Elementos Visuais e Simbologias

 

§  Eólicas – representam o avanço do capital sobre os territórios do Semiárido, com projetos energéticos que desconsideram os modos de vida locais;


§  Homens na Jangada – símbolo da resistência dos povos que lutam pela preservação de seus territórios e práticas tradicionais;


§  Escola do campo e cisterna – expressam a conquista das populações do Semiárido na construção e valorização de saberes e tecnologias sociais voltadas à convivência com o Semiárido;


§  Carnaúbas – vegetação nativa que remete à identidade e resistência no Semiárido que, muitas vezes, é ameaçada por processos de expropriação territorial;



§  Mandacaru – ícone da resistência no Semiárido, representa a força, a permanência e a resiliência dos povos do Semiárido;


§  Aspiral com painéis solares – sugere o movimento contínuo das lutas contra projetos que possuem a aparência da sustentabilidade e o conteúdo de desigualdades históricas, como a concentração fundiária;


§  Pessoas em marcha – representam a organização coletiva e a luta popular por direitos, justiça social, igualdade de gênero, raça, etnia e classe.

Modalidades de Submissão

O XXVII ENGA aceitará duas modalidades de trabalho, especificadas abaixo:

 

-        Resumo Expandido: Trabalho de 3 a 5 páginas, apresentando um esboço de resultados de trabalhos científicos. Deve conter: Introdução, Metodologia, Resultados e Discussões, Considerações Finais e Referências. O resumo expandido deverá ser submetido no template do evento. Não poderá conter imagens e elementos gráficos.

 

-        Relato de Experiência: Trabalho de 3 a 5 páginas, apresentando um relato de experiências de atuação em movimentos sociais, escolas, organizações sociais, militâncias e demais atividades. Deve conter: Contexto, Descrição da Experiência, Resultados e Considerações Finais. O relato de experiência deverá ser submetido no template do evento. Não poderá conter imagens e elementos gráficos.

 

Importante! No Resumo Expandido e no Relato de Experiência não poderá haver nenhuma identificação dos(as) autores(as). Somente na segunda fase, do envio do Trabalho Completo, é que a identificação deverá ser informada.

 

Depois de apresentados, os(as) autores(as) deverão enviar os trabalhos completos, a fim de serem publicados nos anais do evento, independente da modalidade de trabalho inicialmente submetida.

 

-        Trabalho Completo: Versão completa dos resumos expandidos e relatos de experiência, contendo de 10 a 15 páginas. Pode conter imagens e elementos gráficos (mapas, gráficos, tabelas etc). O trabalho completo deverá ser submetido no template do evento.

 

Atenção! Apenas serão publicados nos anais os trabalhos que forem apresentados no evento e que forem enviadas as versões completas no prazo estipulado. Igualmente, apenas serão publicados os trabalhos em que  todos(as) os(as) autores(as) estejam inscritos(as) no evento e com o pagamento confirmado (exceção para inscrições com isenção de pagamento). 


CALENDÁRIO DE SUBMISSÃO DE TRABALHOS

PRAZOSATIVIDADES
A partir de 01 de novembro de 2025Início da submissão dos trabalhos (Resumo Expandido e Relato de Experiência)
Até 29 de março de 2026 (ÚLTIMA PRORROGAÇÃO!)

Prazo final para submissão de trabalhos
09 a 13 de junho de 2026Realização do evento
15 de junho a 31 de agosto de 2026Período de envio dos Trabalhos Completos, condicionado à apresentação e à realização do pagamento da inscrição

Normas de Submissão

Informações Gerais

  1. Os trabalhos (Resumo Expandido, Relato de Experiência e Trabalho Completo) deverão ser submetidos nos prazos estabelecidos no calendário de atividades do ENGA;
  2. Os trabalhos deverão ser submetidos no template padrão do ENGA, respeitando as regras de submissão e formatação. Trabalhos enviados fora das especificações e fora do template serão recusados;
  3. Os trabalhos deverão seguir as discussões especificadas nos Grupos de Debates, escolhidos no ato da submissão;
  4. Os trabalhos deverão seguir as normas de publicação e especificações detalhadas nos templates e estabelecidas pela Comissão Científica;
  5. Será requisito obrigatório para os trabalhos o uso da norma culta da língua portuguesa; 
  6. Todos(as) os(as) autores(as) dos trabalhos deverão estar inscritos(as) no evento. Os pagamentos das inscrições poderão ser realizados após a emissão das cartas de aceite, obedecendo aos valores dos respectivos lotes no período;
  7. Os aceites serão enviados em fluxo contínuo até o prazo final das inscrições, estabelecido no cronograma de atividades do evento;
  8. Trabalhos cuja referida temática não se adeque com o Grupo de Debate escolhido pelo(a) autor(a) deverão ser direcionados para outro GD pela Comissão Científica, a pedido dos(as) avaliadores(as); 
  9. Os trabalhos submetidos deverão refletir o direcionamento político e pedagógico do XXVII ENGA. Caso contrário, serão recusados.

 

Participações, Autorias e Publicações

Quantidade de trabalhos permitidos:

  1. Trabalhos como autor(a) principal: 01 trabalho;
  2. Trabalhos como coautor(a): 03 trabalhos;
  3. Participantes por trabalho: máximo de 05 participantes, incluindo autor(a) principal e coautores(as).


Importante! Apenas serão publicados nos anais os trabalhos completos com a confirmação de pagamento de inscrição de todos(as) os(as) autores(as); bem como, apenas serão publicados nos anais os trabalhos que forem apresentados.


O(a) autor(a) principal deverá submeter o trabalho na "Área do Participante" no site do evento, selecionando os(as) coautores(as) no momento do envio. Portanto será necessário que todos(as) tenham seu cadastro realizado no site do evento.


Todas as categorias de participantes do evento poderão submeter trabalhos em quais Grupos de Debates forem de interesse, avaliando os critérios de submissão apresentados pelos itens anteriores.


No âmbito das apresentações, cada pessoa deverá participar de uma única sessão de apresentações do GD, ficando livre para participar de demais atividades no outro dia e horário em que não houver sua própria apresentação. Os dias das apresentações constam no no arquivo "Distribuição de trabalhos por dias e salas", cujo link se encontra na seção Downloads aqui no site. Também na seção Downloads se encontra as Orientações para a apresentação dos trabalhos, bem como os Cadernos de Resumos.


Importante! Serão enviados os certificados de apresentação caso o trabalho seja apresentado por pelo menos um(a)  dos(as) autores(as) do trabalho no dia definido pela comissão organizadora do evento. Os certificados de apresentação constarão os nomes de todos(as) os(as) autores(as) do trabalho, independentemente de quem apresentou o trabalho.

Minicursos

Informes gerais:


Todos os minicursos ocorrerão no dia 12/06 (sexta-feira), de 14h00 às 17h00, com certificação de 3 horas.


É necessário se inscrever previamente e confirmar a participação no ato do credenciamento. Ao não confirmar a participação, a vaga será destinada ao cadastro de reserva (realizado também no ato de credenciamento).


As vagas são limitadas - 40 vagas por minicurso.


As inscrições nos minicursos ocorrerão, através do site, de 01/05 até o preenchimento das vagas.


Relação dos minicursos:


A questão agrária e os megaprojetos energéticos

Ministrante: Henrique Oliveira de Andrade (IFBA)

Ementa: Megaprojetos energéticos; Estado; Questão agrária; Resistências; Setor energético; Crise do capital. 

Objetivo geral: Analisar o processo implantação/concepção dos megaprojetos energéticos e suas conexões com a questão agrária, numa comparação das realidades do Brasil e México.

Local: Auditório do PPGHCE (Mestrado em História)
Vagas: 40



Você tem fome de quê? Agroflorestando soberania alimentar

Ministrantes: Iara Vanessa Fraga de Santana (UECE) e Yvina de Oliveira Falcão (UECE)

Ementa: Economia dependente, racismo e latifúndio; Monocultura e produção de commodities; Agronegócio e a fome; Segurança e soberania alimentar; Agrofloresta e o cultivo da abundância.

Objetivo geral: Refletir sobre a fome, considerando o modelo de produção de commodities com suas bases coloniais e a agrofloresta como alternativa para a soberania alimentar.

Local:Auditório do NUPEINSC (Núcleo de Pesquisa e Inovação em Saúde Coletiva)
Vagas: 40



Escola-território na perspectiva do ensino de Geografia na Educação do Campo

Ministrantes: Brendon Bessa Lima (UECE) e Paola Santos da Paz (UECE)

Ementa: Escola e território no contexto do campo; Educação do/no Campo; Ensino de Geografia em Assentamento de Reforma Agrária; Território usado; Práticas pedagógicas vinculadas à vida no campo.

Objetivo geral: Compreender a Escola-território na perspectiva do ensino de Geografia na Educação do Campo, a partir das práticas pedagógicas e das vivências desenvolvidas em escola de assentamento de reforma agrária. 

Local: Sala E1 (Bloco E, Sala 1)
Vagas: 40



Caminhos do turismo comunitário: primeiros passos

Ministrantes: Danyelle de Lima Teixeira (IFCE) e João Vitor Oliveira de Alencar (IFCE)

Ementa: Turismo comunitário: fundamentos e princípios; Formação comunitária e construção participativa; Identidade, cultura e território em comunidades tradicionais;  Planejamento participativo do turismo; Roteirização comunitária e experiências locais; Estratégias iniciais de implementação do turismo comunitário.

Objetivo geral: Apresentar os fundamentos iniciais para o planejamento, a gestão e o desenvolvimento do turismo comunitário, compreendendo-o como instrumento de valorização cultural, defesa do território e fortalecimento da economia solidária. 

Local: Auditório do CCT (Centro de Ciências e Tecnologia)
Vagas: 40



Geografia Agrária e produção de conhecimento no território: educação popular e pesquisa participante

Ministrantes: Aldiva Sales Diniz (UVA) e Andrea Sousa Lima (UVA)

Ementa: Geografia Agrária e Educação Popular; Território e sujeitos sociais como co-produtores do conhecimento; Pesquisa participante e pesquisa-ação como abordagens qualitativas; Metodologias participativas na Geografia Agrária; Metodologias com enfoque de gênero.

Objetivo geral:  Compreender como as práticas sociais, mediadas pela educação popular e pela pesquisa no território, contribuem para a produção de conhecimentos na Geografia Agrária, considerando suas dimensões territoriais, sociais e políticas.

Local: Auditório do CED (Centro de Educação)

Vagas: 40



Territorialidades feministas: práticas e perspectivas na Geografia

Ministrantes: Silvana Chagas Holanda (UECE), Patrícia Vasconcelos Frota (UVA) e 

Mônica Cox de Britto Pereira (UFPE) 

Ementa: Introdução às epistemologias feministas e sua interseção com o pensamento geográfico; Escalas do corpo-território sob a ótica de gênero, raça e classe; Metodologias qualitativas e cartografias sociais como ferramentas de emancipação e visibilização de sujeitos historicamente marginalizados no espaço.

Objetivo geral:  Compreender como o gênero atua como uma categoria de análise territorial. Diferenciar o "olhar geográfico tradicional" das perspectivas feministas. Apresentar o conceito de interseccionalidade aplicado ao território. Explorar métodos de pesquisa (entrevistas, diários de campo e mapeamento participativo) sob uma ética feminista.

Local: Sala de Audiovisual da Biblioteca
Vagas: 40


Trabalhos de Campo

Informes gerais:

Todos os trabalhos de campo acontecerão no dia 11/06 (quinta-feira), com certificação de 10 horas para os(as) participantes inscritos(as).

É necessário se inscrever previamente e confirmar a participação no ato do credenciamento. Não haverá devolução de valores.

As vagas são limitadas, conforme cada trabalho de campo.

As inscrições nos trabalhos de campo ocorrerão, através do site na Área do Participante, de 17/04 a 30/04.

Atenção! Só é possível se inscrever nos trabalhos de campo quem já está inscrito no evento com pagamento confirmado.


Relação dos trabalhos de campo:

Litoral de Fortaleza: múltiplas paisagens

Ministrantes: Otávio Augusto de Oliveira Lima Barra (UECE); Henrique Ramos de Paiva (UECE); José Hélio Alves Gondim (UECE); Nicolas Camilo Garcez e Silva (UECE); José Lucas Marques Albuquerque (UECE)

Ementa: A proposta de trabalho de campo no Litoral de Fortaleza (CE) toma como recorte territorial a zona costeira do município, analisando as múltiplas paisagens resultantes da interação entre dinâmicas naturais e usos socioeconômicos. Aborda temas da Geografia Agrária, como a produção em áreas periurbanas, a pesca artesanal, o uso do solo e os conflitos territoriais frente à expansão urbana e turística. Destaca-se, ainda, a presença de desigualdades socioespaciais expressas no contraste entre áreas litorâneas valorizadas, marcadas pelo turismo e pelo alto padrão imobiliário, e porções periféricas com infraestrutura urbana limitada. Justifica-se pela necessidade de compreender as transformações pretéritas e recentes no espaço litorâneo de Fortaleza, e suas múltiplas implicações socioambientais. Tem como objetivo analisar a organização do espaço, os agentes envolvidos e as formas de apropriação da terra, evidenciando as transformações na paisagem urbana costeira e seus impactos nos geoambientes litorâneos. Para tanto, a metodologia baseia-se na observação direta, em registros de campo e na análise crítica in loco.

Vagas: 20

Taxa de inscrição: R$ 56,00 (inclui almoço e taxa de guia)

Local e horário de saída*: Praça da rotatória da UECE

Horários:

Concentração às 7h

Saída às 07h30min

 

Retorna para a UECE às 15h30min

Chegada na UECE às 16h30

 

*O horário de chegada na UECE é uma previsão pois depende do trânsito

Observações:

 

Nível de dificuldade: médio.

 

Recomenda-se: o uso de protetor solar e vestimentas adequadas à exposição prolongada ao sol, como calça comprida de tecido leve e resistente ou bermuda em material similar, além de camisa de manga longa (UV ou similar). É indispensável o uso de calçado fechado e resistente (bota ou tênis), sendo permitido levar chinelo na mochila para uso eventual, considerando que grande parte das paradas ocorrerá em solos arenosos praias. Sugere-se, ainda, o uso de chapéu ou boné, bem como garrafa de água para hidratação. Os participantes devem levar caneta e bloco para registros de campo e lanche (se julgar necessário). O uso de roupa de banho é opcional e condicionado à disponibilidade de tempo; contudo, para o retorno ao ônibus, será obrigatório estar com roupas e calçados secos.

 

Reforma agrária, educação do campo e agroindústria camponesa

Ministrantes: Camila Dutra dos Santos (UECE); José Ricardo De Oliveira Cassundé (EMATERCE; MST); Maria Edivani Silva Barbosa (UFC)

Ementa: Objetiva-se visitar a Escola do Campo: EEM Francisca Pinto dos Santos, do Assentamento Antônio Conselheiro, localizado em Ocara - CE. Pretende-se dialogar a respeito das potencialidades das escolas do campo para a construção de um projeto de educação emancipatória, crítica e transformadora. Participaremos de uma conversa com o Núcleo Gestor, educadores(as) e educandos(as) da escola, para conhecer o seu projeto pedagógico, o currículo, a estrutura física e as práticas vivenciadas na educação do campo. Conheceremos o campo experimental da escola, no sentido de compreendermos como os conteúdos vistos em sala de aula estão imbricados com as práticas agroecológicas realizadas neste espaço. Visitaremos também uma agroindústria de beneficiamento do caju e castanha, a COPAZEL, do Assentamento José Lourenço (Chorozinho), no sentido de articular o debate entre a educação, o trabalho, a produção e a agroindústria popular nas áreas de reforma agrária.

Vagas: 39

Taxa de inscrição: R$ 56,00 (inclui o almoço e lanche)

Local e horário de saída*: Praça da rotatória da UECE

Horários:

Concentração às 7h

Saída às 07h30min

 

Retorno às 16h

Chegada na UECE às 18h

 

*O horário de chegada na UECE é uma previsão pois depende do trânsito

Observações:

 

Nível de dificuldade: médio.

 

Recomenda-se: levar caderno, caneta, repelente, garrafa individual para água, chapéu, protetor solar, lanchinhos (para os intervalos), roupas e calçados leves e confortáveis.

 

Quilombo do Cumbe: resistência quilombola e defesa do território frente às ameaças de megaempreendimentos

Ministrantes: Rafaela Lopes de Sousa (LECANTE/UECE); Ariel Rocha Nóbrega de Castro (LECANTE/UECE)

Ementa: A atividade de campo no Quilombo do Cumbe, localizado no município de Aracati (CE), tem como objetivo analisar as formas de resistência quilombola e a defesa do território frente às ameaças de megaempreendimentos que incidem sobre o litoral cearense. Inserida no campo da Geografia Agrária, a proposta aborda temas como território, territorialidades quilombolas, conflitos socioambientais, justiça ambiental, uso e apropriação da terra, bens comuns, além das estratégias de organização e luta das comunidades tradicionais. A atividade se justifica pela importância de compreender, a partir da experiência direta no território, os impactos do avanço de grandes projetos sobre comunidades tradicionais e seus modos de vida. O conteúdo programático envolve debates sobre conflitos territoriais, neoextrativismo e resistência quilombola. Os procedimentos metodológicos baseiam-se em observação de campo, caminhadas pelo território diálogos com quilombolas, registros e reflexão crítica articulando teoria e prática.

Vagas: 40

Taxa de inscrição: R$ 73,00 (inclui almoço, lanche e taxa de guia)

Local e horário de saída*: Praça da rotatória da UECE

Horários:

Concentração às 7:00 min

Saída às 07:30 min

 

Retorno às 15h30min

Chegada na UECE às 18h

 

*O horário de chegada na UECE é uma previsão pois depende do trânsito

Observações:

 

Nível de dificuldade: médio.

 

Recomenda-se: durante o trabalho de campo poderá haver muita exposição ao sol, portanto aconselhamos levar protetor solar, boné/chapéu, roupa de proteção UV, garrafinha de água própria e óculos escuros. É relevante também levar garrafa d’água.

 

Povo Indígena Jenipapo-Kanindé na lagoa da encantada (Aquiraz-CE): caminhos percorridos na formação socioespacial do Ceará

Ministrantes: Kayro Rocha Galdino (LAPEGEO/UECE); Letícia Morais dos Santos (LAPEGEO/UECE); Tereza Sandra Loiola Vasconcelos (LAPEGEO/UECE); Heraldo Alves (Povo Indígena Jenipapo-Kanindé, Lagoa da Encantada)

Ementa: “O morro do urubu é a beleza do lugar”! A poesia cantada da Cacique Pequena, a primeira mulher cacique do Brasil ainda nos anos de 1990, expressa a luta e resistência do povo indígena Jenipapo-Kanindé, sobretudo das mulheres. Uma das 20 etnias do estado do Ceará, é nesse chão, que propomos o trabalho de campo Povo indígena Jenipapo-Kanindé na Lagoa da Encantada (Aquiraz-CE): caminhos percorridos na formação socioespacial do Ceará a ser realizado na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), aproximadamente 50 km de distância da capital cearense. A presente atividade, elaborada e planejada, desde o primeiro momento de modo dialógico com o território, tem como objetivo dialogar com povos originários do Ceará e conhecer sua organicidade na formação socioespacial. Assim, realizaremos o percurso entre rodas de conversa, encontro com lideranças, perspectivas com as mulheres, suas lutas e artesanato, marcos vivos ancestrais, como o museu indígena, dentre outros trajetos sugeridos.

Vagas: 22

Taxa de inscrição: R$ 78,00 (inclui almoço e taxa de guia)

Local e horário de saída*: Praça da rotatória da UECE

Horários:

Concentração às 7h

Saída às 07h30min

 

Retorno às 16h30min

Chegada na UECE às 18h

 

*O horário de chegada na UECE é uma previsão pois depende do trânsito

Observações:

 

Nível de dificuldade: médio.

 

Recomenda-se: levar garrafa com água, protetor solar, repelente, boné ou chapéu, roupas, calçados e lanches leves. Para quem tiver interesse, haverá venda de artesanato indígena.

 

Gira Centro: resgate de memórias negras no centro de Fortaleza

Ministrantes: Diego Costa Lima (LAPEGEO/UECE); Flavia Karynne Morais Almeida (Porto Iracema das Artes)

Ementa: Este trabalho propõe um percurso pelo Centro de Fortaleza-CE, voltado à análise da produção do espaço urbano sob a ótica da negritude e das "cidadanias mutiladas". O recorte territorial percorre marcos históricos, como: Igreja do Rosário, Estação das Artes, explorando temas como segregação socioespacial, relação campo- cidade, racismo estrutural e memória coletiva. A justificativa fundamenta-se no combate ao epistemicídio e na aplicação prática das Leis 10.639/03 e 11.645/08 no ensino de Geografia. O objetivo principal é identificar territórios de resistência negra e desconstruir as falácias do apagamento racial na identidade cearense. O conteúdo programático abrange formação urbana, amefricanidade e categorias de análise de autores (as) como Milton Santos e Lélia Gonzalez. A metodologia utiliza no trabalho de campo e a observação dos participantes, empregando um roteiro de "pontos de gira" para promover uma leitura decolonial e crítica da paisagem urbana contemporânea.

Vagas: 35

Taxa de inscrição: R$ 56,00 (inclui taxa de guia)

 

Obs: O almoço não está incluso neste valor

Local de encontro: Parque das Crianças: R. Pedro I, s/n - Centro, Fortaleza – CE

 

Concentração às 7h30min

Saída às 8h

 

Todo o percurso será a pé

 

O trabalho de campo encerra-se às 15h30 no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura - R. Dragão do Mar, 81 - Praia de Iracema, Fortaleza.

 

(Para ida) Linhas de Ônibus que passam em frente a UECE em direção ao centro:

407 José Walter / Expedicionários / Centro;

406 – Planalto Ayrton Senna / Expedicionários;

 

(Para ida) Linhas que passam no terminal de integração de Parangaba:

041 parangaba/oliveira paiva/papicu;

306-Passaré/Via Cj Sumaré/Parangaba;

311 castelão/parangaba;

315 Messejana/parangaba;

321 jardim união/paranbaga;

328 parangaba/castelão/messejana;

339-Cj Veneza Tropical/Mirassol I/Parangaba;

340 conj. Itaperi/parangaba;

349-Cj Veneza Tropical/Mirassol II/Parangaba;

344 vila betânia/parangaba;

391-Passaré/Parangaba

456 planalto ayrton senna/parangaba;

 

(Para ida) Linha de ônibus que passa próximo ao Parque das crianças:

077 Parangaba/Mucuripe.

 

(Para volta) Ônibus em direção ao terminal de integração de Parangaba:

077 – Parangaba/Mucuripe.

 

Link para os Horário do transporte coletivo de Fortaleza:

http://www.etufor.ce.gov.br/GIST/linHorarios.htm

Observações:

 

Nível de dificuldade: médio.

 

Média referente ao valor do almoço no centro da cidade: 35,00. No próprio centro de turismo tem lanchonetes e restaurantes para lanches e almoço.

 

Recomenda-se: uso de protetor solar, boné e óculos escuros para enfrentar o sol; uso de tênis fechados e confortáveis, adequados para os 3 km de caminhada; cada participante deve portar sua própria garrafa de água e lanche pessoal ou comprar durante o percurso; durante as explicações nos "pontos de gira", o silêncio coletivo é essencial; as calçadas são estreitas e o fluxo de trabalhadores é intenso, exigindo que o grupo caminhe de forma compacta, sem obstruir a passagem alheia ou parar abruptamente para fotografias.

 

Geomorfologia do litoral leste cearense: agentes componentes e transformadores da paisagem

Ministrante: Edivânia Marques de Sousa (UFS)

Ementa: Esta aula de campo tem por objetivo apresentar os agentes formadores da paisagem do litoral Leste do Ceará com foco na comunidade tradicional Resex Prainha do Canto Verde - Beberibe - CE. Para tanto serão utilizadas referências do livro: Geomorfologia Costeira: Funções ambientais e sociais - (Antônio Jeovah Meireles) capítulos: 8 - Funções Ambientais dos Principais Geossistemas do litoral e 9 - Dinâmica Socioambiental e relevo litorâneo. E o capítulo 3 - As zonas morfológicas da Fachada Atlântica, do Livro Megageomorfologia do estado do Ceará - (Vanda Claudinosales) e por fim aspectos do Plano de Manejo da resex realizado em 2023. Para tais abordagens, serão correlacionados conteúdos físicos aos usos e ocupação do solo pela comunidade nas suas práticas tradicionais, utilizando-se de ferramentas do MapBiomas e comparação da evolução da paisagem, a partir de interpretações de imagens de satélite em série histórica. Por fim, será apresentado o trabalho de cartografia das comunidades acompanhadas pelo Instituto Terramar, pelo trabalho de acompanhamento de estagiários em geografia na instituição.

Vagas: 22

Taxa de inscrição: R$ 76,00 (inclui almoço e taxa de guia)

Local e horário de saída*: Praça da rotatória da UECE

Horários:

Concentração às 7h

Saída às 07h30min

 

Retorno às 16h

Chegada na UECE às 18h

 

*O horário de chegada na UECE é uma previsão pois depende do trânsito

Observações:

 

Nível de dificuldade: leve.

 

Recomenda-se: levar material de proteção solar: chapéu, água, protetor solar. Levar material didático: caneta, prancheta, folha ou caderno.

Grupos de Debates (GDs)

O XXVII ENGA contará com 17 Grupos de Debates (GD), contemplando a diversidade teórica, metodológica e temática da Geografia Agrária brasileira. Os trabalhos deverão refletir o direcionamento político e pedagógico do XXVII ENGA. Cada trabalho submetido ao evento deverá estar associado a um GD. Confira abaixo a relação de todos os Grupos de Debates, com suas respectivas ementas.

 

1. Convivência com o Semiárido e Bem Viver no Campo

Acesso à água e à terra, reprodução camponesa e agroecologia no Semiárido. Bem viver e alternativas ao desenvolvimento no Semiárido.  Políticas públicas e tecnologias sociais de convivência com o Semiárido. Organizações e movimentos sociais no Semiárido. Gênero e diversidade no Semiárido. Relação sociedade-natureza no Semiárido e manejo da Caatinga. Educação contextualizada no/do Semiárido.

 

2. Estado, Políticas Públicas e Desenvolvimento Rural

Papel do Estado no campo. Políticas públicas de desenvolvimento rural. Escalas e conflitos na implementação de políticas públicas. Desmonte de políticas públicas para o rural brasileiro. Estratégias para o desenvolvimento dos territórios rurais: mobilização, projetos, planos e políticas públicas.

 

3. Movimentos Sociais e Lutas por Territórios

Movimentos sociais e socioterritoriais do campo, das águas e das florestas. Organicidade, articulação dos movimentos e políticas públicas. Movimentos de lutas por territórios, terra, água e floresta. Ações coletivas, espacialização e territorialização. Disputas territoriais e por modelos de desenvolvimento no campo. Violência no campo. Estratégias de resistência.

 

4. Reforma Agrária, Assentamentos Rurais e Campesinato

Atualidade da reforma agrária e da luta pela terra. Políticas agrárias e assentamentos rurais. Agricultura camponesa e campesinato. Recriação e reprodução camponesa. Violência e conflitos nos assentamentos rurais e as resistências camponesas. Associativismo e cooperativismo nos assentamentos rurais. Cultura camponesa.

 

5. Agricultura Familiar e Dinâmicas Territoriais

Agricultura familiar camponesa: dinâmicas e escalas. Multifuncionalidade da agricultura familiar. Produção e circulação da agricultura familiar. Políticas públicas para a agricultura familiar. Agricultura e reprodução familiar. Produção do espaço rural. Agricultura familiar, questão ambiental e desenvolvimento rural. Geração e sucessão rural no campo. Relação campo-cidade e agricultura urbana.

 

6. Povos Indígenas, Interculturalidade e Territorialidades

Geografia e questão indígena. Povos indígenas, resistências e defesa do território. Conflitos por terra e território em terras indígenas. Práticas espaciais insurgentes: retomadas, auto-demarcações e outras estratégias de luta. Territorialidades originárias. Interculturalidade e ancestralidade dos povos indígenas. Autodeterminação dos povos e direitos territoriais. Organizações de mulheres indígenas. Movimentos indígenas latinoamericanos. Racismo ambiental.

 

7. Comunidades Quilombolas e Racialidades no Campo

Raça, racismo e dispositivos de racialidades no campo. Comunidades quilombolas e luta por terra e território. Autodeterminação e direitos territoriais de comunidades quilombolas.  Interseccionalidade e territorialidades. Raça, cultura e memória em comunidades quilombolas. Mulheres quilombolas. Movimentos quilombolas. Conflitos e resistência de comunidades quilombolas. Campesinato negro. Racismo ambiental.

 

8. Comunidades Tradicionais e Questão Agrária

Povos ciganos, quebradeiras de coco babaçu, ribeirinhos, pescadores, faxinalenses, caatingueiros, fundos e feixes de pasto e outras comunidades tradicionais nas lutas por terra, território e natureza. “Novas” comunidades tradicionais: processos e desafios para o reconhecimento. Saberes dos povos do campo e memória biocultural. Comunidades tradicionais e questões ambientais: sociobiodiversidade e socioambientalismo. Defesa dos bens comuns. Direitos territoriais e autodeterminação dos povos. Movimentos de comunidades tradicionais. Racismo ambiental.

 

9. Gênero, Sexualidades, Feminismos e Dissidências no Campo

Gênero e feminismos no campo. Feminismo popular camponês. Corpo-território. Interseccionalidade e territorialidades no campo. Políticas públicas para as mulheres do campo. Organização das mulheres do campo. As vivências das mulheres no trabalho agrícola. Violência de gênero no campo. Mulheres e conflitos socioterritoriais. Sexualidades, identidade sexual e orientação sexual no campo. Sexualidades divergentes no campo. Interseccionalidade e políticas públicas no campo.

 

10. Agroecologia, Economia Solidária e Cultura Alimentar

Agroecologia: ciência, prática e movimento. Agroecologia, agrofloresta, permacultura e produção orgânica. Pensamento agroecológico. Transição agroecológica. Produção e conservação das sementes crioulas. Fome e insegurança alimentar. Soberania, autonomia e segurança alimentar e nutricional. Reforma agrária e produção de alimentos saudáveis. Economia popular solidária. Mercados camponeses. Redes de sociabilidades e feiras orgânicas e agroecológicas. Economias sociais e políticas públicas de combate à fome.

 

11. Educação do/no Campo, Educação Indígena, Educação Quilombola e Educação das Águas e das Florestas

Questão agrária, agroecologia e educação. Políticas públicas na Educação do Campo, Educação Indígena e Educação Quilombola. Ensino de Geografia na Educação do Campo, Indígena e Quilombola. Movimentos sociais e disputas/conflitos territoriais na Educação do Campo, Indígena e Quilombola. Pedagogias crítico-emancipatórias na Educação do Campo, Indígena e Quilombola. Formação de educadores(as) do campo, águas e florestas. Educação Popular e Educação Contextualizada.

 

12. Agronegócio, Territorialização do Capital e Conflitos Agrários

Territorialização do capital no campo. Reestruturação produtiva da agricultura. Revolução verde e modernização da agricultura. Uso e ocupação da terra. Circuitos espaciais de produção. Expansão do agronegócio e do agrohidronegócio. Estado e agronegócio. Estratégias midiáticas e de consolidação da hegemonia do agronegócio. Agronegócio e educação. Desapropriação, expropriação e desterritorialização. Conflitos e conflitualidades por terra, água, território e natureza. Violência no campo. Estratégias de resistência.

 

13. Energias Renováveis, Agroenergia, Mineração e Conflitos Territoriais

Transição energética e territorialização das energias renováveis no campo. Emergências climáticas. Justiça climática. Pós-extrativismo e decrescimento. Mineração, questão agrária e questão ambiental. Impactos socioambientais, conflitos e conflitualidades das energias renováveis e da mineração. Hidrelétricas e expropriação no campo. Movimento, lutas e resistência dos atingidos por barragens. Projetos de desenvolvimento no campo. Grandes obras de infraestrutura hídrica, logística e energética. As populações atingidas e os movimentos de resistência.

 

14. Questão Agrária, Neoextrativismo e Questão Ambiental

Questão agrária e questão ambiental. Neoextrativismo e neocolonialismo. Injustiça ambiental e injustiça social. Conflitos ambientais e socioambientais. Neoextrativismo e disputas por terra, água, território e natureza. Resistências e experiências contra-hegemônicas. Agrotóxicos e transgênicos. Saúde ambiental e humana em decorrência do uso de agrotóxicos e transgênicos. Monoculturas, desmatamento, queimadas e questão agrária.

 

15. Apropriação, Mercantilização e Conflitos por Água

Apropriação, mercantilização e conflitos por água. Tensões e disputas pelos usos da água de rios e lagos de barragens. Agentes públicos e privados no controle da água. Movimentos sociais das águas. Ciclo hidrossocial das águas. Injustiça hídrica e injustiça ambiental. Barragens e grandes obras de infraestrutura hídrica. Transposição de bacias e usos das águas.

 

16. Migração, Violência e Relação Capital-Trabalho no Campo

Expropriação e desterritorialização camponesa. Violência e conflitos no campo. Migração e mobilidade territorial no campo. Mobilidade espacial e plasticidade do trabalho no campo. Relação capital-trabalho no campo. Degradação do trabalho e do(a) trabalhador(a). Degradação sistêmica do trabalho. Trabalho análogo à escravidão. Classe trabalhadora no campo. Movimento sindical e sindicalismo.

 

17. Financeirização do Capital, Mundialização e Dinâmica Fundiária

Questão agrária na contemporaneidade. Financeirização e mundialização do capital no campo. Apropriação capitalista da terra. Grilagem e mercado de terras. Expansão da fronteira agrícola e conflitos por terra e território. Política fundiária. Land grabbing e estrangeirização da terra. Fundos de investimentos e corrida global por terras. Dinâmica fundiária, latifúndio e concentração fundiária.

Alojamento

POLÍTICA DE ALOJAMENTO:

 

A organização do XXVII ENGA divulga, por meio deste espaço, o formato do alojamento e a sua política. O alojamento do XXVII ENGA acontecerá no Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil da Região Metropolitana de Fortaleza - STICCRMF, localizado na Rua Agapito dos Santos, nº 480, Centro – Fortaleza / CE, disponível no período de: 08/06/26 (entrada a partir de 11 horas) até 14/06/26 (saída até 13 horas). Para uso do alojamento, temos as seguintes orientações:

 1.  As vagas são limitadas e destinadas a quem está inscrito(a) no evento. Temos disponível 66 vagas, sujeitas a ocupação diante do preenchimento das inscrições no alojamento;

2.     A taxa única para uso do alojamento é de R$ 60,00 (para o espaço com ar-condicionado) e R$ 45,00 (para o espaço sem ar-condicionado) por alojado(a) para os 5 dias de evento, pago na seguinte conta:

 Nome: CAMILA DUTRA SANTOS 

Chave Pix (CPF): 97053198391

Banco: 237 - Banco Bradesco S.A.

Agência: 0649

Conta Poupança: 8167-1

 

3.  É obrigatório o preenchimento do formulário e anexar o comprovante de pagamento da taxa do alojamento e o comprovante da inscrição no evento:

Sala com ar-condicionado - (Vagas preenchidas)

Galpão sem ar-condicionado - Formulário de inscrição

Atenção: Ao efetuar o pagamento, colocar na descrição do comprovante: “Alojamento ENGA 2026”. Em caso de desistência, não haverá devolução da taxa de inscrição, e ademais, acrescentamos que vaga reservada mediante ao pagamento é intransferível.


4.
   As 66 vagas serão divididas em 2 espaços de uso misto (sem divisão de gênero):

- Espaço interno do 1º andar com ar-condicionado (21 vagas): As vagas serão reservadas para as primeiras 21 pessoas que confirmarem a inscrição (com pagamento da taxa) e optarem por esta modalidade. Este espaço comporta somente colchonetes (não será possível colocar barracas);

- Espaço do galpão térreo: será destinado para 45 pessoas. Este espaço comporta colchonetes e barracas. Não tem ar-condicionado.

5. O alojamento possui 2 banheiros no térreo, sendo um feminino e um masculino, cada um com 4 sanitários e 3 chuveiros e 2 banheiros no primeiro andar (sem chuveiro);

6. O alojamento possui um bebedouro grande no térreo e um gelágua no primeiro andar;

7. É necessário trazer colchonetes ou colchões infláveis, roupas de cama e banho, barraca (opcional);

8. Recomenda-se que, quem for usar colchão inflável, opte pela versão de solteiro ou, em caso de ser de casal, avalie compartilhar o mesmo com outra pessoa, para garantir espaço para todas as pessoas;

9. Não disponibilizamos espaço para armação de redes, infelizmente;

10. É de responsabilidade individual e coletiva o espaço do alojamento, podendo a coordenação de alojamento realizar diálogo com os/às participantes, diante das necessidades específicas ou ações que comprometam a política do alojamento;

11. 4 (quatro) monitores(as), da comissão organizadora, ficarão alojados(as) no espaço do primeiro andar para prestar o apoio necessário;

12. A organização não se responsabiliza por objetos pessoais, sendo de inteira responsabilidade da pessoa alojada resguardar seus pertences com cadeados e itens semelhantes;

13. Quem ficar no alojamento poderá transitar apenas nos espaços destinados para tal função (espaço interno 1º andar, espaço do galpão térreo, banheiros referentes aos espaços de alojamento e a entrada do Sindicato). São restritas as áreas da cozinha, depósito e a área administrativa interna;

 

14. Não será permitido o uso de bebida alcoólica e drogas ilícitas no alojamento;

 

15. O horário de retorno para o alojamento limita-se às 22 horas. É importante obedecer essa orientação (devido aos perigos do centro da cidade à noite).


Atenção! Informamos que as inscrições para as vagas do Alojamento do ENGA foram prorrogadas até o dia 06 de maio de 2026. Após essa data, não serão aceitas novas solicitações. Recomendamos que os interessados em garantir sua vaga no alojamento realizem sua inscrição dentro do prazo estabelecido.


Para dúvidas e esclarecimentos, entre em contato pelo e-mail:

engainfraestrutura2026@gmail.com

DORMITÓRIO NA FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES RURAIS AGRICULTORES E AGRICULTORAS FAMILIARES DO ESTADO DO CEARÁ (FETRAECE)

Através de uma parceria, firmada entre a Comissão Organizadora do XXVII ENGA e a Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Ceará (FETRAECE), anunciamos opção de dormitório com preço popular para participantes do evento. O dormitório fica na sede da Fetraece situada na Av. Visconde Rio Branco 2198, Bairro José Bonifácio, Fortaleza – CE. As vagas são limitadas, com a disponibilidade total de 119 leitos.

I – Sobre valores

·       A diária no dormitório custará, para participantes do XXVII ENGA: R$ 60,00 (por dia) em quarto coletivo com ar-condicionado e R$ 50,00 (por dia) em quarto coletivo com ventilador.

II – Sobre o espaço:

·       O dormitório conta com 12 (doze) quartos equipados com ar-condicionado e 5 (cinco) quartos com ventiladores;

·       Cada quarto possui 7 (sete) camas de solteiro;

·       Os quartos são divididos por gênero, portanto, há quartos femininos e quartos masculinos separados;

·       Os quartos são coletivos com 1 (um) banheiro dentro de cada quarto;

·       Os banheiros possuem sanitário, pia e chuveiro;

·       Cada quarto possui 2 (duas) janelas amplas;

·       Não haverá fornecimento de café-da-manhã ou qualquer outra refeição;

·       O espaço possui uma cozinha de uso compartilhado, que pode ser utilizada se observadas as normas internas de higiene e segurança;

·       Serão fornecidas roupas de cama (colcha, lençol e fronha);

·       Não serão fornecidos toalha e material de higiene;

·       Será disponibilizado acesso à rede de internet (Wi-Fi) para uso gratuito;

·       Os quartos com ar-condicionado ficam no térreo;

·       Os quartos com ventiladores ficam no primeiro andar (acesso por escada ou rampa);

·       Nas proximidades existem paradas de ônibus, supermercados, farmácias, lanchonetes e restaurantes;

·       O bairro é comercial, com pouco movimento na rua no período noturno e final de semana, portanto, todo cuidado é bem-vindo nas áreas externas ao prédio.

III – Normas do Dormitório

·       O horário de check-in é a partir de 14 horas e o de check-out é até 12 horas;

·       A guarita funcionará em regime ininterrupto, mantendo vigilância durante 24 (vinte e quatro) horas por dia;

·       O espaço será monitorado por câmeras de segurança instaladas em todas as áreas comuns;

·       Ao sair, o(a) hóspede deve entregar a chave na portaria;

·       É expressamente proibido fumar nas dependências do dormitório, existindo sensores de incêndio devidamente instalados, bem como, é vetado o uso de álcool e drogas ilícitas.

IV – Condições de Reserva e Pagamento

·       A reserva é feita diretamente com a Fetraece;

·       O prazo para reserva da hospedagem vai até 30/05. Atenção: as vagas disponíveis são limitadas;

·       Para fazer a reserva, precisa comprovar a participação no evento mediante apresentação do comprovante de inscrição;

·       Para confirmação da reserva será necessário o pagamento de 50% (cinquenta por cento) do valor total. A segunda parte pode ser paga no dia do check-in.

·       O pagamento poderá ser realizado via Pix (CNPJ): 07.340.961/0001-94 ou transferência bancária.

Dados Bancários:

Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Ceará

CNPJ: 07.340.961/0001-94

Banco do Brasil

Agência 1369-2

C.c 68212-8

·       Contatos Oficiais para Reservas Telefone: (85) 999580844 (Whatsapp da recepção da Fetraece) E-mail institucional: falacom@fetraece.org.br

Ciranda Infantil

A Ciranda Infantil é uma ação que visa possibilitar a participação de mães, pais e responsáveis na programação do XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária (ENGA), a partir do funcionamento de um espaço infantil para acolher crianças dependentes de encontristas, nos dias 10, 12 e 13 de junho de 2025, no horário de 8:00 às 12:00 e 14:00 às 18:00 horas.

         A programação visa incluir a pauta do encontro para o espaço infantil, oferecendo atividades que dialoguem com um projeto democrático e popular de educação no Brasil. Será composta por atividades lúdicas, tais como: mediação de leitura de livros infantis; oficinas educativas (educação popular) e cineminha. Todas adaptadas à faixa etária das crianças (04 a 11 anos) e intercaladas com atividades de pintura, desenho livre, relaxamento, montagem de quebra cabeça, jogos infantis, etc.

         Poderão participar, das atividades do Espaço da Ciranda Infantil, crianças com idade entre 4 anos e 11 anos. Crianças com idade inferior poderão acessar o espaço, desde que acompanhadas de um(a) adulto(a) responsável pela criança.

 Para utilização da Ciranda Infantil:

As mães, pais ou responsáveis, ao levar as crianças para a Ciranda Infantil, deverão  apresentar:

-        Comprovante de inscrição e/ou vínculo com o evento;

-        Termo de Ciência e Concordância devidamente assinado e cumprir com protocolos de utilização do espaço;

-        Ficha de inscrição da criança, preenchida e assinada por seu(sua) responsável;

-        Termo de autorização de uso de imagem.

É válido saber que:

A programação da Ciranda Infantil vai ocorrer nos dias 10, 12 e 13 de junho de 2025, no horário de 8:00 às 12:00 e 14:00 às 18:00 horas;

 

Mães, pais ou responsáveis deverão respeitar o horário de funcionamento do espaço, sob  pena de não poder mais utilizá-lo;

É OBRIGATÓRIA a permanência de mães, pais ou responsáveis no Campus do Itaperi durante todo o período em que seus(suas) dependentes estiverem no espaço da Ciranda Infantil. Informar número de telefone válido para emergências;

É de responsabilidade das mães, pais ou responsáveis providenciar alimentação (lanche) para a criança no período em que esta esteja no Espaço da Ciranda;

Não haverá compartilhamento de lanche no Espaço da Ciranda Infantil com o intuito de evitar intoxicação alimentar, que pode ser causada por processos alérgicos. Cada criança só se alimentará do que for fornecido por seus(suas) responsáveis;

Os(as) monitores(as) NÃO acompanharão as crianças para os locais de refeição (Restaurante Universitário e/ou outros). No horário do almoço, os/as responsáveis devem pegar a criança no local específico da ciranda;

Não haverá no Espaço da Ciranda Infantil estrutura ou profissionais para preparação de alimentação;

É de responsabilidade dos(as) responsáveis informar se a criança possui alguma alergia e/ou restrição alimentar;

É de responsabilidade dos responsáveis informar se a criança faz uso contínuo de medicamentos. Neste caso, o/a responsável deverá trazer e fazer a administração da medicação;

É de responsabilidade dos (as) responsáveis informar da necessidade de adaptação do espaço à demanda específica da criança. A comissão organizadora avaliará as possibilidades de adaptação.

Os recursos de acessibilidade serão audiodescrição e libras, oferecidos pelo Núcleo de Acessibilidade e Apoio à Inclusão (NAAI) da Universidade Estadual do Ceará (UECE).

 Qualquer dúvida, os/as responsáveis pelas crianças poderão entrar em contato nos seguintes telefones:

Silvana Holanda - e-mail: silvana.holanda@aluno.uece.br telefone: (85) 999593471

Bêllyz Teixeira - email: bellys.teixeira@aluno.uece.br telefone: (85) 997992961

Mostra Audiovisual

A comissão organizadora do XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária – ENGA, a ser realizado na Universidade Estadual do Ceará – Campus do Itaperi – Fortaleza – Ceará, no período de 09 a 13 de junho de 2026, torna pública a presente chamada para inscrição e seleção de documentários e curtas-metragens que integrarão a Mostra Audiovisual - Cine Agrária do evento, a ser realizada em Fortaleza. O ENGA é um espaço de encontro, reflexão e intercâmbio entre pesquisadoras/es, estudantes, movimentos sociais e demais sujeitos comprometidos com a produção de conhecimentos críticos sobre território, sociedade e natureza. A Mostra Audiovisual integra a programação do evento como um espaço de circulação de produções que dialogam com questões territoriais, sociais, ambientais, culturais e políticas contemporâneas.


Edital de Inscrição

Mostra de Fotografia

A comissão organizadora do XXVII Encontro Nacional de Geografia Agrária – ENGA, a ser realizado na Universidade Estadual do Ceará – Campus do Itaperi – Fortaleza – Ceará, no período de 09 a 13 de junho de 2026, torna pública a presente chamada para inscrição e seleção de documentários e curtas-metragens que integrarão a Mostra Audiovisual - Cine Agrária do evento, a ser realizada em Fortaleza. O ENGA é um espaço de encontro, reflexão e intercâmbio entre pesquisadoras/es, estudantes, movimentos sociais e demais sujeitos comprometidos com a produção de conhecimentos críticos sobre território, sociedade e natureza. A Mostra Audiovisual integra a programação do evento como um espaço de circulação de produções que dialogam com questões territoriais, sociais, ambientais, culturais e políticas contemporâneas.


Edital de Inscrição

Palestrantes e Convidados

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Deslocamentos

·                 Locais de alimentação dentro da UECE:

1.              Ueceana;

2.              Gaiola;

3.              Cantão Lanches;

4.              Tapiocas do Billy.

·                 Locais de alimentação fora da UECE:

1.               Shopping Parangaba. Endereço:

Rua Germano Franck, 300 - Parangaba, Fortaleza - CE, 60740-020

2.               Red Mall Shopping. Endereço:

Av. Dr. Silas Munguba, 643

Parangaba, Fortaleza - CE, 60740-005.

3.               Restaurante Maria Chica. Endereço:

Rua Thomas Edson, 239 - Parangaba, Fortaleza - CE, 60740-745.

4.               Restaurante Divina Picanha.

Endereço: Av. Dr. Silas Munguba, 2800 - Itaperi, Fortaleza - CE, 60741-005.

 

·                 Mobilidade – Ônibus:

 

Ø    Alojamento: Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil. Endereço: Rua Agapito dos Santos, nº 480, Centro – Fortaleza / CE.

v    Percurso: DA UECE PARA O ALOJAMENTO:

406 – Planalto Ayrton Senna / Expedicionários / Centro:

Passa próximo à UECE e segue para o Centro. Você pode descer nas proximidades da Rua Padre Mororó / Rua São Paulo e caminhar poucos minutos até o sindicato.

011 – Circular I / Centro:

Dá acesso à região da Rua Guilherme Rocha e Rua Agapito dos Santos.

012 – Circular II / Centro:

Outra opção para chegar perto da Rua Padre Mororó.

031 – Borges de Melo I / Papicu:

Passa nas imediações do Centro e deixa relativamente perto do destino.

070 – Cuca Barra / Parangaba:

Também atende a região próxima da Rua Agapito dos Santos.

As paradas mais próximas do sindicato ficam na:

§     Rua São Paulo;

§     Rua Padre Mororó;

§     Rua Guilherme Rocha.

v    Percurso: DO ALOJAMENTO PARA A UECE:

406 – Planalto Ayrton Senna / Expedicionários / Centro

Sai do Centro e segue pela Av. Silas Munguba, passando próximo à UECE.

011 – Circular I / Centro

Você pode utilizar para integração no Centro e seguir para a Parangaba/UECE.

012 – Circular II / Centro

Outra opção para acessar corredores de ônibus que seguem para a UECE.

070 – Cuca Barra / Parangaba

Vai em direção à Parangaba; de lá, é possível descer próximo à UECE.

031 – Borges de Melo I / Papicu

Pode ser usada para integração com linhas que passam pela UECE.

Ø    FETRAECE - Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Ceará. Endereço: Av. Visconde do Rio Branco, 2198 - José Bonifácio, Fortaleza - CE, 60055-264.

v    Percurso: DA UECE PARA A FETRAECE:

406 – Planalto Ayrton Senna / Expedicionários / Centro

Sai pela Av. Silas Munguba e segue em direção ao Centro. Você desce próximo da Av. Visconde do Rio Branco e caminha poucos minutos.

066 – Parangaba / Aeroporto / Papicu

Passa na UECE e deixa perto da região da Av. 13 de Maio / Visconde do Rio Branco.

041 – Parangaba / Oliveira Paiva / Papicu

Também passa na UECE e na região próxima da FETRAECE.

049 – Siqueira / Oliveira Paiva / Washington Soares

Outra opção que passa pela Av. 13 de Maio, perto do destino.

 

As paradas mais próximas da FETRAECE ficam na:

§     Av. Visconde do Rio Branco;

§     Av. 13 de Maio (3 min andando).

v    Percurso: DA FETRAECE PARA A UECE:

406 – Planalto Ayrton Senna / Expedicionários / Centro

Segue em direção à Av. Silas Munguba e passa próximo à UECE.

066 – Parangaba / Aeroporto / Papicu

Vai em direção à Parangaba passando pela região da UECE.

041 – Parangaba / Oliveira Paiva / Papicu

Também retorna pela Av. Silas Munguba.

049 – Siqueira / Oliveira Paiva / Washington Soares

Pode ser usada para chegar à região da UECE.

 

Ø    Centro de Formação Capacitação e Pesquisa Frei Humberto. Endereço: R. Paulo Firmeza, 445 - Tauape, Fortaleza - CE, 60130-420.

v    Percurso: DA UECE PARA O FREI HUMBERTO:

041 – Parangaba / Oliveira Paiva / Papicu

Passa na Av. Silas Munguba (UECE) e segue pela região do Tauape. Você desce próximo da Rua Paulo Firmeza e caminha poucos minutos.

066 – Parangaba / Aeroporto / Papicu

Também passa em frente à UECE e corta a região próxima da Rua Paulo Firmeza.

049 – Siqueira / Oliveira Paiva / Washington Soares

Outra opção útil para chegar perto do Tauape.

024 – Antônio Bezerra / Lagoa / Unifor

Passa pela UECE e segue em direção à região da Oliveira Paiva/Tauape.

 

As paradas mais próximas do Centro de Formação Capacitação e Pesquisa Frei Humberto são:

§   Rua Paulo Firmeza, 886 – São João do Tauape

Fica a cerca de 2 minutos a pé.

§   Avenida Pontes Vieira, 460 – São João do Tauape

Aproximadamente 5 minutos andando.

§   Avenida Pontes Vieira | Praça Joaquim Távora

Cerca de 7 minutos de caminhada.

§   Estação Antônio Sales (VLT)

Aproximadamente 6 minutos a pé.

v    Percurso: DO FREI HUMBERTO PARA A UECE:

041 – Parangaba / Oliveira Paiva / Papicu

Passa pela região da UECE via Av. Silas Munguba.

066 – Parangaba / Aeroporto / Papicu

Segue para a Parangaba e passa perto da UECE.

049 – Siqueira / Oliveira Paiva / Washington Soares

Outra opção de retorno pela região da UECE.

024 – Antônio Bezerra / Lagoa / Unifor

Também atende o corredor da UECE.

 

Ø    Cáritas Brasileira Regional Ceará. Endereço: R. Júlio César, 442 - Jardim América, Fortaleza - CE, 60410-505.

v    Percurso: DA UECE PARA A CÁRITAS:

407 — José Walter / Expedicionários / Centro

406 — Planalto Ayrton Senna / Expedicionários / Centro

728 — Cidade Jardim / José Walter / Centro

 

As paradas mais próximas do Centro de Formação Capacitação e Pesquisa Frei Humberto são:

§  Rua Júlio César, 498 – Jardim América (cerca de 3 min a pé)
Passa as linhas:

307 Parangaba / Itaóca / Jardim América / Centro → vai direto para o Terminal da Parangaba.

§  Av. Eduardo Girão, 399 – Benfica (2 min a pé)

Passam as linhas:

244 Antônio Bezerra / Montese / Parangaba

401 Parangaba / Montese / Centro

§  Av. João Pessoa, 3903 – Damas (5 min a pé)

Passam as linhas:

029 Parangaba / Náutico

038 Parangaba / Papicu

070 Cuca Barra / Parangaba

077 Parangaba / Mucuripe

v    Percurso: DA CÁRITAS PARA A UECE:

407 – José Walter / Expedicionários / Centro

Segue pela Av. Silas Munguba e passa próximo à UECE.

406 – Planalto Ayrton Senna / Expedicionários / Centro

Retorna diretamente pela região da UECE.

728 – Cidade Jardim / José Walter / Centro

Pode ser utilizada para acessar o trecho de avenidas e vias por onde passam várias linhas que atendem a região da Universidade Estadual do Ceará.

 

·         Paradas de ônibus próx. a UECE:

1. Av. Dr. Silas Munguba, 2259 (sentido Terminal da Parangaba, Lagoa, Ant. Bezerra);

2. Av. Dedé Brasil, 2333 (sentido Terminal do José Walter,Papicu e Messejana).

·       Terminais de ônibus próximos a UECE:

1.Terminal da Parangaba;

2.Terminal do Lagoa;

3.Terminal do Siqueira;

4.Terminal do José Walter.

·         Linhas do Terminal da Parangaba que passam na rua da UECE:

·                 513 – Parangaba / UECE / Luciano Carneiro (É a linha mais direta para a UECE)

§     041 – Parangaba / Oliveira Paiva / Papicu

§     049 – Siqueira / Oliveira Paiva / Washington Soares

§     066 – Parangaba / Aeroporto / Papicu

§     024 – Antônio Bezerra / Lagoa / Unifor

§     095 – Corujão / José Walter / Parangaba

§     306 – Passaré / Via Conjunto Sumaré / Parangaba

§     309 – Conjunto Sumaré / Parangaba

§     311 – Castelão / Parangaba

§     312 – Dias Macedo / Parangaba

§     315 – Messejana / Parangaba

§     321 – Jardim União / Parangaba

§     328 – Messejana / Castelão / Parangaba

§     340 – Conjunto Itaperi / Parangaba

§     344 – Vila Betânia / Parangaba

§     349 – Conjunto Veneza Tropical / Mirassol II / Parangaba

§     352 – Solar das Águas / Green Park / Parangaba

§     391 – Passaré / Parangaba

§     406 – Planalto Ayrton Senna / Expedicionários / Centro

§     407 – José Walter / Expedicionários / Centro

§     728 – Cidade Jardim / José Walter / Centro

·                 Linhas do Terminal do Lagoa que passam na rua da UECE:

§     024 – Antônio Bezerra / Lagoa / Unifor.

·                 Linhas do Terminal do Siqueira que passam na rua da UECE:

§     049 – Siqueira / Oliveira Paiva / Washington Soares;

§     099 – Siqueira / Barão de Studart / Mucuripe.

·                 Linhas do Terminal do José Walter que passam na rua da UECE:

§     406 – Planalto Ayrton Senna / Expedicionários / Centro

§     407 – José Walter / Expedicionários / Centro

·       Estações de metrô e VLT próx. a UECE:

1.                         Estação Parangaba.

·                           Pontos Turísticos:

Ø    Polo Centro (Histórico e Cultural):

1.     Catedral Metropolitana;

2.     Centro de Turismo do Ceará (EMCETUR);

3.     Cine teatro São Luiz;

4.     Complexo Cultural Estação das Artes;

5.     Theatro José de Alencar;

6.     Mercado Central de Fortaleza;

7.     Museu do Ceará;

8.     Museu Ferroviário da Estação João Felipe;

9.     Museu da Indústria;

10. Pinacoteca do Ceará.

Ø    Polo Litoral (Iracema, Meireles e Aldeota):

1.     Artesanato da Beira-Mar;

2.     Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura;

3.     Museu da Imagem e do Som do Ceará (MIS);

4.     Museu da Fotografia.

Ø       Polo Passaré (Próximos à UECE):

1.     Ecopoint Parque Ambiental e Zoológico;

2.     Zoológico Municipal Sargento Prata.

Comissão Organizadora




Coordenação Geral

Nome completoVínculo Institucional
Camila Dutra dos Santos Tereza Sandra Loiola VasconcelosUniversidade Estadual do Ceará (UECE)

Comissão de Secretaria
Nome completoVínculo Institucional
Maria Tamires Teotônio Lima Jackson Araujo de Sousa (Coordenação) Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Luís Eduardo Cunha Silva Secretaria de Educação do Estado do Ceará (SEDUC)

Thalita dos Santos Vieira

Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Álida Santos de SousaUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Lavínia Braga dos SantosUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Lis Oliveira PimentelUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Ohana de Alencar PageúSecretaria de Educação do Estado do Ceará (SEDUC)
Caio Araújo VieiraUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Raimundo Islan Vituriano CostaUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Danyelle de Lima TeixeiraInstituto Federal do Ceará (IFCE)


Comissão Científica

Nome completoVínculo Institucional
Leandro Vieira Cavalcante (Coordenação)Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
Brendon Bessa LimaUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Danisléo Lima AlvesUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Anne Catherine Ferreira dos SantosUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Álida Santos de SousaUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Jackson Araujo de SousaUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Rita de Cássia de LimaUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
Francisco Iarlei Martins SoaresUniversidade Estadual do Ceará (UECE)



Comissão de Comunicação e Mídias

Nome completoVínculo Institucional
Geovana Mendes Barros Alex Mendes de Andrade (Coordenação)Universidade Estadual do Ceará (UECE) Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Ananda do Nascimento Rêgo Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (UFAPE)
Lais Souza Leite Universidade Federal do Ceará (UFC)
Darllan Nunes de SousaUniversidade Estadual Vale do Acaraú (UVA)
Larissa Sabrine Agostinho MenezesUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Gerlane Gomes da Rocha Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Thalita dos Santos VieiraUniversidade Estadual do Ceará (UECE)

Jade Danielle de Sousa Silva 

Universidade Estadual do Ceará (UECE)

Mychelle do Nascimento Silva 

Universidade Estadual do Ceará (UECE)

Ana Beatriz Silva do Nascimento

Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Rafaela Lopes de SousaUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Lis Oliveira PimentelUniversidade Estadual do Ceará (UECE)


Comissão de Ciranda Infantil

Nome completoVínculo Institucional
Silvana Chagas Holanda Paola Santos da Paz (Coordenação)Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Emily Fernandes AraujoUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Juan Pablo Silva BezerraUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Aldiva Sales DinizUniversidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA)
Ellen Rodrigues FedeliUniversidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA)


Comissão de Infraestrutura e Acessibilidade

Nome completoVínculo Institucional
Ariel Rocha Nóbrega de Castro Otávio Augusto de Oliveira Lima Barra (Coordenação) Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Valery Vitória Barreira da Silva Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Rita de Cássia de LimaUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
Ana Letícia Silva Souza Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Felipe Chaves RodriguesUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Aline Brito de Morais Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Izadora de Moura Valadares Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Francisco Amistardam Silva SousaSecretaria Municipal da Educação de Fortaleza
Francisco Marcos Sousa da SilvaUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Henrique Ramos de Paiva Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Francisco Alderir da Cunha NobreCoordenador na Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP)


Comissão de Cultura

Nome completoVínculo Institucional
Geovana Mendes Barros Bruna Dayane Xavier de Araújo (Coordenação)Universidade Estadual do Ceará (UECE) Universidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA)
Karla Leanne Pereira de MoraisUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
David Alves dos SantosUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Sara Andrade OsterneUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Denise da Silva PereiraUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Carine Santos da SilvaUniversidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA)
Pedro Diogo Bento da SilvaUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Beatriz Paulino PaivaUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Ana Verônica Barbosa IsidórioUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Reginaldo Ferreira de AraújoMovimento 21 de Abril (M21)
Antonio Renildo Gomes da CostaUniversidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA)


Comitê Científico - Avaliadoras(es) e Coordenadoras(es) de Grupos de Debates


Avaliadoras(es)

Nome CompletoVínculo Institucional
Adão Francisco de OliveiraUniversidade Federal de Tocantins (UFT)
Adeliane Vieira de OliveiraUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Ademir TerraUniversidade Estadual do Maranhão (UEMA)
Adriano Rodrigues de OliveiraUniversidade Federal de Goiás (UFG)
Adryane Gorayeb NogueiraUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Aldiva Sales DinizUniversidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA)
Alecsandro José Prudêncio RattsUniversidade Federal de Goiás (UFG)
Alessandra Severino ManchineryUniversidade Federal de Rondônia (UNIR)
Alexandra Maria de OliveiraUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Alexandrina Luz ConceiçãoUniversidade Federal de Sergipe (UFS)
Aline Weber SulzbacherUniversidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM)
Amanda Christinne Nascimento MarquesUniversidade Federal da Paraíba (UFPB)
Ana Carolina Gonçalves LeiteUniversidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Ana Roberta Duarte PiancóUniversidade Regional do Cariri (URCA)
Anderson Camargo Rodrigues BritoUniversidade Regional do Cariri (URCA)
Anderson Willians BertholiUniversidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES)
Andrey Luna SaboiaInstituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN)
Antonio Thomaz JuniorUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
Benedita Alcidema Coelho dos Santos MagalhãesUniversidade Federal do Pará (UFPA)
Bernadete Maria Coêlho FreitasUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Bernardo Mançano FernandesUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
Bruna Dayane Xavier de AraújoUniversidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA)
Camila da Silva PereiraUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Camila Salles de FariaUniversidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
Carlos Alberto FelicianoUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
Cassio BoechatUniversidade Federal do Espírito Santo (UFES)
Celso Donizete LocatelUniversidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
Claudemir Martins CosmeInstituto Federal do Ceará (IFCE)
Claudio Ubiratan GonçalvesUniversidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Clécio Azevedo da SilvaUniversidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Clifford Andrew WelchUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Danielle Rodrigues da Silva MatosInstituto Federal do Ceará (IFCE)
Diana Nara da Silva OliveiraUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Djoni RoosUniversidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE)
Eliane Tomiasi PaulinoUniversidade Estadual de Londrina (UEL)
Elizeu Ribeiro LiraUniversidade Federal de Tocantins (UFT)
Emilia de Rodat Fernandes MoreiraUniversidade Federal da Paraíba (UFPB)
Eraldo da Silva Ramos FilhoUniversidade Federal de Sergipe (UFS)
Estevan CocaUniversidade Federal de Alfenas (UNIFAL)
Eve Anne BühlerUniversidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Fabiano de Oliveira BringelUniversidade do Estado do Pará (UEPA)
Fabrina Pontes FurtadoUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
Fernanda Keiko IkutaUniversidade Estadual do Centro Oeste (UNICENTRO)
Fernanda Viana de AlcantaraUniversidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)
Francilene Sales da ConceiçãoUniversidade do Estado do Amazonas (UEA)
Francisco Amaro Gomes AlencarUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Francisco Fransualdo de AzevedoUniversidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
Gema Galgani Silveira Leite EsmeraldoUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Gilda Maria Rodrigues do NascimentoInstituto Federal do Ceará (IFCE)
Gustavo Francisco Teixeira PrietoUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Gustavo Henrique Cepolini FerreiraUniversidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES)
Ivanalda Dantas da NóbregaUniversidade Federal de Campina Grande (UFCG)
Janaina Francisca de Souza Campos VinhaUniversidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)
Joana Tereza Vaz de MouraUniversidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
João Cleps JuniorUniversidade Federal de Uberlândia (UFU)
João Edmilson FabriniUniversidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE)
Jorge Ramón Montenegro GómezUniversidade Federal do Paraná (UFPR)
José Carlos DantasInstituto Federal de Sergipe (IFS)
José Levi Furtado SampaioUniversidade Federal do Ceará (UFC)
José Sobreiro FilhoUniversidade de Brasília (UNB)
Judson Jorge da SilvaUniversidade Estadual do Piauí (UESPI)
Juliana Grasiéli Bueno MotaUniversidade Federal da Grande Dourados (UFGD)
Lara Dalperio BuscioliUniversidade Federal de Pelotas (UFPEL)
Leandro Castro de LimaInstituto Federal do Ceará (IFCE)
Leandro Vieira CavalcanteUniversidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
Lina María HurtadoUniversidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)
Lorena Ferreira de Souza AlmeidaUniversidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF)
Lorena Izá PereiraUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
Lucas Gama LimaUniversidade Federal de Sergipe (UFS)
Marcelo Cervo ChelottiUniversidade Federal de Santa Maria (UFSM)
Márcia Yukari MizusakiUniversidade Federal da Grande Dourados (UFGD)
Marco Antônio Mitidiero JuniorUniversidade Federal da Paraíba (UFPB)
Maria de Fátima Ferreira RodriguesUniversidade Federal da Paraíba (UFPB)
Maria do Céu de LimaUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Maria Lucenir Jerônimo ChavesUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Maria Rosineide Pereira Universidade de São Paulo (USP)
Marta Inez Medeiros MarquesUniversidade de São Paulo (USP)
Mercedes Solá PérezUniversidade Federal do Rio Grande (FURG)
Monica Cox de Britto PereiraUniversidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Murilo Mendonça Oliveira de SouzaUniversidade Estadual de Goiás (UEG)
Nilson Cesar FragaUniversidade Estadual de Londrina (UEL)
Patrícia Rocha ChavesUniversidade Federal do Amapá (UNIFAP)
Patrícia Vasconcelos FrotaUniversidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA)
Paulo Roberto Raposo AlentejanoUniversidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Rafaela Lopes de SousaUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Raimunda Áurea Dias de SousaUniversidade de Pernambuco (UPE)
Ricardo Ângelo Pereira de LimaUniversidade Federal do Amapá (UNIFAP)
Ricardo Gilson da Costa SilvaUniversidade Federal de Rondônia (UNIR)
Ricardo Junior de Assis Fernandes GonçalvesUniversidade Estadual de Goiás (UEG)
Rita de Cássia Martins MontezumaUniversidade Federal Fluminense (UFF)
Roberta Maria Batista de FigueiredoUniversidade Federal do Maranhão (UFMA)
Rodrigo Simão CamachoUniversidade Federal da Grande Dourados (UFGD)
Ronaldo Barros SodréUniversidade Estadual do Maranhão (UEMA)
Rosa Maria Vieira MedeirosUniversidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Rosemeire Aparecida de AlmeidaUniversidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
Samuel FredericoUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
Sandoval dos Santos AmparoUniversidade do Estado do Pará (UEPA)
Sandra Maria Gadelha de CarvalhoUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Saulo Costa BarrosUniversidade Federal do Maranhão (UFMA)
Sávio José Dias RodriguesUniversidade Federal do Maranhão (UFMA)
Sedeval NardoqueUniversidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
Sheila Kelly Paulino NogueiraUniversidade Federal do Piauí (UFPI)
Shirley Cristina dos SantosUniversidade Federal do Maranhão (UFMA)
Silvia Aparecida de Sousa FernandesUniversidade Estadual Paulista (UNESP)
Sílvio Simione da SilvaUniversidade Federal do Acre (UFAC)
Suana Medeiros SilvaUniversidade Federal de Alagoas (UFAL)
Tereza Sandra Loiola VasconcelosUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Thiago Araujo SantosUniversidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
Valter do Carmo CruzUniversidade Federal Fluminense (UFF)
Vicente Eudes Lemos AlvesUniversidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Zenis Bezerra FreireUniversidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN)


Coordenação dos Grupos de Debates

Anderson Camargo Rodrigues BritoUniversidade Regional do Cariri (URCA)
Andrey Luna SaboiaInstituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN)
Denise Cristina MomoInstituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN)
Patrícia Vasconcelos FrotaUniversidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA)
Fernanda Viana de AlcantaraUniversidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)
Danielle Rodrigues da Silva MatosInstituto Federal do Ceará (IFCE)
Mercedes Solá PérezUniversidade Federal do Rio Grande (FURG)
Janaina Francisca de Souza Campos VinhaUniversidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)
Claudemir Martins CosmeInstituto Federal do Ceará (IFCE)
Aldiva Sales DinizUniversidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA)
Anderson Willians BertholiUniversidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES)
Ademir TerraUniversidade Estadual do Maranhão (UEMA)
Gilda Maria Rodrigues do NascimentoInstituto Federal do Ceará (IFCE)
Diana Mendonça de CarvalhoUniversidade Federal de Sergipe (UFS)
Rosa Maria Vieira MedeirosUniversidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Ricardo Gilson da Costa SilvaUniversidade Federal de Rondônia (UNIR)
Alessandra Severino ManchineryUniversidade Federal de Rondônia (UNIR)
Saulo Costa BarrosUniversidade Federal do Maranhão (UFMA)
Claudio Ubiratan GonçalvesUniversidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Ana Roberta Duarte PiancóUniversidade Regional do Cariri (URCA)
Amanda Christinne Nascimento MarquesUniversidade Federal da Paraíba (UFPB)
Alecsandro José Prudêncio RattsUniversidade Federal de Goiás (UFG)
Joana Tereza Vaz de MouraUniversidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
Roberta Maria Batista de FigueiredoSuana Medeiros Silva
Maria Rosineide PereiraUniversidade de São Paulo (USP)
Winifred KnoxUniversidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
Maria de Nazaré Moraes SoaresUniversidade Federal do Ceará (UFC)
Fernanda Keiko IkutaUniversidade Estadual do Centro Oeste (UNICENTRO)
Mônica Cox de Britto PereiraUniversidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Marcelo Cervo ChelottiUniversidade Federal de Santa Maria (UFSM)
Leandro Castro de LimaInstituto Federal do Ceará (IFCE)
Rodrigo Simão CamachoUniversidade Federal da Grande Dourados (UFGD)
Sheila Kelly Paulino NogueiraUniversidade Federal do Piauí (UFPI)
Benedita Alcidema Coelho dos Santos MagalhãesUniversidade Federal do Pará (UFPA)
Victória Sabbado MenezesUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Ivanalda Dantas da NóbregaUniversidade Federal de Campina Grande (UFCG)
Thiago Araujo SantosUniversidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
Bernadete Maria Coelho FreitasUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Eve-Anne BühlerUniversidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Vicente Eudes Lemos AlvesUniversidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Fabrina Pontes FurtadoUniversidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
Iara Vanessa Fraga de SantanaUniversidade Estadual do Ceará (UECE)
Fabiano de Oliveira BringelUniversidade do Estado do Pará (UEPA)
Judson Jorge da SilvaUniversidade Estadual do Piauí (UESPI)
Valter do Carmo CruzUniversidade Federal Fluminense (UFF)
Zenis Bezerra FreireUniversidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN)
Cassio BoechatUniversidade Federal do Espírito Santo (UFES)
Sávio José Dias RodriguesUniversidade Federal do Maranhão (UFMA)


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