1. Dinâmicas Religiosas na História
Irinéia Maria Franco dos Santos (UFAL);
Ellen Cirilo Santos (Doutoranda-UFMA);
Lilia Rose Ferrira (Doutoranda PPGH-UFAL)
O Simpósio Temático "Dinâmicas Religiosas na História" propõe um espaço de diálogo e debates sobre pesquisas concluídas e em andamento na área de História das Religiões e Religiosidades, abrangendo tanto a graduação quanto a pós-graduação. São bem-vindos diferentes objetos de estudo, temporalidades e abordagens, bem como questões que demonstrem os processos de continuidades e mudanças nas diversas experiências religiosas da humanidade. Partimos do pressuposto de que a luta por justiça religiosa no Brasil exige a ampliação dos conhecimentos histórico-críticos das ciências humanas e sociais, que podem contribuir para ações de ensino, pesquisa e extensão voltadas para a construção de uma sociedade plural, laica, com diversidade religiosa e democracia popular. Em consonância com o tema do 16º Encontro Nacional de História da UFAL, convidamos para a apresentação de trabalhos, especialmente, pesquisadores/as e praticantes/as das religiosidades de matriz afro-atlântica, lideranças e aquelas/es que lutam por reparação histórica, pela valorização das memórias e acervos das comunidades de terreiro, quilombos e comunidades periféricas; e os/as que atuam e defendem um ensino religioso laico e plural na educação básica.
2. Consciência Histórica, Cultura Histórica e Temas Difíceis: desafios contemporâneos para o ensino de História
Lídia Baumgarten;
Jonathan Vieira da Silva;
Nas últimas décadas, o ensino de História tem sido vivenciado por demandas sociais, políticas e culturais que tensionam os modos tradicionais de narrar o passado. Nesse contexto, a noção de consciência histórica, desenvolvida por Jörn Rüsen (1992), destaca-se como um elemento central para compreender como os sujeitos atribuem sentido ao tempo histórico, articulando passado, presente e futuro. Assim, a consciência histórica não se constrói de forma isolada, mas está profundamente vinculada à cultura histórica, entendida como o conjunto de práticas, discursos e representações do passado presentes na sociedade. Nesse sentido, a cultura histórica, conforme Rüsen (2016), pode ser compreendida como a expressão concreta da consciência histórica no cotidiano social. A articulação entre a formação crítica e a emancipação dialoga diretamente com a perspectiva de fortalecer essa consciência, de modo a orientar a ação na vida prática. A autora Maria Auxiliadora Schmidt enfatiza que a cultura histórica permeia o cotidiano dos(as) estudantes, influenciando suas interpretações e aprendizagens. Nesse cenário, emergem os chamados “temas difíceis” (ou difficult histories), conceito discutido por Bodo von Borries (2011), um dos pioneiros na discussão sobre o ensino de passados difíceis, como o nazismo e o Holocausto. Defende que esses temas exigem abordagens críticas e reflexivas, articuladas à consciência histórica. Outros pesquisadores se referem a passados traumáticos, controversos ou sensíveis, como ditaduras, genocídios, escravidão, racismo e desigualdades estruturais. Tais temas desafiam o ensino de História ao exigir abordagens críticas, éticas e sensíveis, capazes de promover reflexão sem simplificações ou silenciamentos. Articular consciência histórica, cultura histórica e temas difíceis implica reconhecer que o ensino de História não é neutro, mas um espaço de disputa de sentidos, no qual diferentes narrativas competem e se transformam. Também demanda práticas pedagógicas que favoreçam o desenvolvimento de uma consciência histórica crítico-genética, capaz de problematizar o passado e orientar ações no presente. Portanto, o presente Simpósio Temático espera receber trabalhos de pesquisadores, professores e discentes, com propostas de práticas pedagógicas inovadoras e a ampliação do debate sobre temas difíceis no ensino de História. Além disso, espera-se que haja o fortalecimento do campo da Educação Histórica, a produção de redes de pesquisa e colaboração acadêmica e a contribuição para a formação de sujeitos com Consciência Histórica Crítico-Genética.
3. Trabalho, política e sociedade (séculos XIX e XX)
Airton de Souza Melo;
Anderson Vieira Moura;
O presente simpósio pretende congregar trabalhos fruto de pesquisas dedicadas ao estudo da História Social ao longo dos séculos XIX e XX, especialmente do Nordeste brasileiro, destacando as diversas formas de trabalho e/ou atuação política de escravizadas/os, operárias/os, sindicalistas, políticas/os, militantes etc., da cidade e do campo, realçando seus protagonismos e lutas diversas (liberdade, trabalho, cidadania, direitos), além da participação em movimentos sociais, associações diversas, partidos, sindicatos e órgãos oficiais do governo. Em outro plano, o simpósio intenciona discutir a documentação e os acervos que tratem da temática exposta, em especial processos judiciais, fontes policiais e a imprensa.
4. História e Marxismo
Osvaldo Maciel (UFAL/ICHCA) ;
Aruã Lima (UFAL/FSSO);
Organizado pelo Grupo de Trabalho (GT) História e Marxismo da Anpuh Nacional, este Simpósio Temático (ST) propõe um espaço de intercâmbio crítico entre pesquisadores cujas investigações incorporam e desenvolvem questões teórico-metodológicas formuladas a partir da perspectiva marxista ou em diálogo com ela. Este é o objetivo central de nosso ST, envolvendo experiências de pesquisa num universo temático amplo e com problemáticas clássicas e novas do materialismo histórico e dialético. Como tradicionalmente apresentamos em nossos STs, propomos um ambiente de diálogo envolvendo estudiosos de fenômenos diversos: as diferentes modalidades de dominação (coercitivas e consensuais) e resistência, experiências organizativas e práticas culturais de grupos sociais dominantes e subalternizados, inclusive nas formações afro-atlânticas, formas de exploração do trabalho e de apropriação da riqueza, produção intelectual e teórica, manifestações culturais e trajetória de intelectuais importantes, políticas públicas, relações de poder, étnicas e de gênero, dentre outras também são bem vindas; além da análise da conjuntura atual, num trabalho de aproximação com outras áreas de investigação que não se circunscrevam unicamente ao trabalho típico da concepção historiográfica dominante. Assim, pesquisas de outras áreas disciplinares como a Pedagogia, Ciências Econômicas, Ciências Sociais, Ciência Política, crítica literária etc são muito bem vindas, e envolvem um esforço de diálogo interdisciplinar/transdisciplinar. O ST está aberto, por fim, a estudos em estágios diversos de maturação. Deste modo, são bem vindas pesquisas em andamento ou já concluídas, TCCs, resultados sistematizados de projetos de Iniciação Científica, relatos de projetos de Extensão, capítulos de dissertações de mestrado e teses de doutorado, dentre outras.
5. História, Memória e Historiografia do Brasil Republicano
Anderson da Silva Almeida;
Michelle Reis de Macedo;
Marcelo Góes Tavares;
No ano em que rememoramos os 62 anos do golpe civil-militar de 1964, como também os 47 anos da Anistia de 1979 e os 42 anos do movimento das “Diretas Já” (1984-1985), o Simpósio Temático tem como principal objetivo incentivar o debate entre propostas que analisem aspectos políticos, econômicos, sociais e culturais do período republicano brasileiro, desde a Proclamação da República em 1889, passando pelo período oligárquico, a Era Vargas, a República liberal-democrática, a ditadura civil-militar, até a chamada “Nova República” que emerge a partir da quadra 1985-1988, com a nova Constituição Federal. Com esse amplo recorte, pretende-se problematizar abordagens que busquem a compreensão do processo histórico - inclusive, no tempo presente, com a tentativa de golpe em 2023 e o período bolsonarista (2019-2022) - através do diálogo interdisciplinar entre História e Memória, como também para questões historiográficas plurais que se dedicam a estudar o Brasil republicano sob várias perspectivas e dimensões no entrelaçamento entre política, artes, violências, mundos do trabalho, autoritarismos e direitos humanos.
6. CULTURAS ESCRITAS DO ATLÂNTICO SUL: “construtos narrativos” e “comunidades de conhecimento”
Profa. dra. Arrizete C. de L. Costa (HIS/UFAL);
Marcus Vinícius da S. Santos (PPGH/UFAL);
Matheus Carlos O. de Lima (PPGH/UFAL);
Marcus Vinícius da S. Santos (PPGH/UFAL);
A proposta deste Simpósio reside na reflexão e debate sobre a escrita da história como uma síntese – entre Memória e História – que utiliza como princípio a imaginação, para (re)contá-las por intermédio de convenções linguísticas confluentes. A imaginação é aqui entendida como um princípio cognitivo iniciático à função crítica, na medida em que ensina a narrar de diversas maneiras (Benjamin, 1997; Kopenawa, 2015; Ricoeur e Castoriadis, 2016). Este procedimento heurístico parte do plano individual e segue seu curso no plano coletivo e político sob as formas do imaginário popular e da utopia, elaborando pensamentos contestatórios e transformadores em relação às posições de poder epistêmico (Césaire, 2020; Chakrabarty, 2025; Charbonnier, 2021; Cusicanqui, 2021; Federici, 2022; Ginzburg, 2007; Korap Munduruku, 2020; Lowy, 2013; Polônia, 2025). Consideramos que, abrem-se assim, possibilidades para estudarmos as formas comunicativas – (auto)biografias, prosopografias, relatos de viagens e diários de bordo/campo – atestatórias das diferentes “comunidades do conhecimento” (CITCEM/FLUP, 2026) e, que nos orientam no fabrico de originais historiografias no campo da História Ambiental, da História Cultural e da História Intelectual –, no século 21.
7. História da Educação, memórias e processos educativos
Ivanildo Gomes dos Santos;
Eriberto José Lessa de Moura;
Este Simpósio Temático constitui espaço de diálogo e socialização de pesquisas concluídas ou em andamento sobre os fenômenos políticos, econômicos, sociais e culturais relacionados às práticas educativas escolares e não escolares em diferentes tempos e espaços históricos. Privilegia abordagens que articulem memória, identidade e resistência na educação brasileira e alagoana, com atenção às experiências historicamente silenciadas, especialmente os relacionados a diversidade dos sujeitos históricos: estudantes, mulheres, gestores/as, povos indígenas, população negra, população LGBTQIAPN+ e outros grupos subalternizados. São bem-vindas contribuições sobre: biografias de intelectuais e educadores/as, instituições educativas e culturais, teorias e movimentos pedagógicos, políticas educacionais, cultura escolar, educação, imprensa, disciplinas escolares, movimentos sociais, etnia, gênero, patrimônio educativo, arquivos e acervos.
8. Imagens em narrativas
Anderson Diego Almeida
Imagem é pista, vestígio, o indício da ausência do vivido. Imagem é narrativa, é presença. O simpósio convida pesquisadores que estejam atravessados em contextos e áreas diversas, pensando as imagens como documentos, espaços e tempos, sejam dos arquivos, das coleções, dos jornais, das charges, dos filmes, das roupas, das obras de arte, das performances, das popularidades e de tudo aquilo que não é visto, mas que nos olha, nos tensiona e nos propõe desconstruir o cânone. O ponto de partida será escavar a imagem dada, revelar os métodos e escrever outras possibilidades.
9. Desafios contemporâneos do ensino de História: formação docente, produção do conhecimento e práticas didáticas na Educação Básica e no ensino superior
Antônio Alves Bezerra;
Cassiane Ramos Marchiori;
Raquel de Fátima Parmegiani;
Este simpósio propõe-se como um espaço de interlocução voltado a professores(as), pesquisadores(as), e estudiosos(as) cujas investigações científicas e práticas pedagógicas articulam à reflexão crítica sobre as múltiplas variáveis que incidem nas práticas do ensino da Educação Básica e do Ensino Superior. Serão acolhidas contribuições que problematizem permanências, continuidades e rupturas no ensino da História, atentando-se para às relações de semelhança e diferença, bem como para evidências e silenciamentos, com ênfase na produção, circulação e uso de materiais didáticos em diferentes níveis de ensino, considerando suas especificidades, mediações e finalidades formativas. Nessa direção valorizam-se abordagens ancoradas na história da leitura, concebida enquanto campo de pesquisa que problematiza as práticas de apropriação, os modos de circulação e os processos, permitindo compreender as materias didáticas não apenas como suportes de conteúdos, mas como objetos culturais historicamente situados, atravessados por mediações, protocolos de leituras e disputa de sentido. Tal perspectiva possibilita tensionar as relações entre texto, leitor e contexto, evidenciando os métodos de construção de significados no ensino de História e as formas pelas quais diferentes sujeitos se apropiam desses materiais no cotidiano educacional. Também serão acolhidas propostas que abordem Diretrizes e Orientações Curriculares para a formação e atuação de professores de História, as disputas políticas em torno da presença da disciplina de história no currículo, bem como reflexões sobre experiências formativas em programas de formação docente como o PIBID/História, ProfHistória, Programa de Residência Pedagógica e PIBIC, além de resultados de pesquisas de pós-graduação, trabalhos de conclusão de curso (com destaque para o Estágio Supervisionado) e o desenvolvimento de objetos pedagógicos e metodologias inovadoras, entendidos como eixos estruturantes da formação de professores de História.
10. Gênero, Sexualidades dissidentes e resistências na escrita da história: abordagens interseccionais
Elias Ferreira Veras;
Roberta dos Santos Sodó;
Nas últimas décadas, mais pesquisadoras e pesquisadores reconheceram a importância de questionar e produzir conhecimentos incorporando as categorias gênero e sexualidades dissidentes (Joana Maria Pedro, 2005; Joan Scott 1995; Michel Foucault, 2018). Este Simpósio Temático destina-se às discussões que articulam essas perspectivas à produção do conhecimento histórico, mirando a interseccionalidade (Patrícia Hill Collins, 2022) como ferramenta para mapear os efeitos das estruturas sociais, culturais e econômicas na produção das subjetividades, nas práticas cotidianas. Desse modo, esse ST promove discussões sobre abordagens que interseccionam gênero e sexualidade a outros dispositivos de subjetivação e posições de sujeito, como raça, classe, etnia, território, geração entre outros. Serão aceitas as contribuições oriundas de diferentes campos do saber (história, antropologia, artes, psicologia, filosofia, literatura e outros) e que abordem a construção de comportamentos generificados, as experiências LGBTQIA+, os feminismos e as resistências à colonialidade.
11. Histórias Atlânticas: escravidão, conexões e dinâmicas sociais no mundo atlântico (séculos XVI–XIX)
Ana Maria Araújo;
Carla Maria Monteiro;
Flávia Maria de Carvalho;
Manuela Batista;
O simpósio tem por objetivo discutir as histórias atlânticas a partir das conexões estabelecidas entre África, Américas e Europa, com ênfase nas dinâmicas da escravidão entre os séculos XVI e XIX. Parte-se da compreensão do Atlântico como um espaço histórico integrado, marcado por intensos fluxos de pessoas, mercadorias e saberes, conforme nos diz, Luiz de Alencastro ao definir o Atlântico Sul como “um espaço de circulação articulado” (Alencastro, 2000). Busca-se reunir pesquisas que abordem experiências de cativeiro e liberdade, trajetórias individuais e coletivas, no contexto da diáspora africana. O simpósio também acolhe investigações sobre práticas culturais, formas de resistência e organização social de populações africanas e afrodescendentes, em diálogo com as “experiências vividas e estratégias das pessoas escravizados” (Reis, 2003). Ademais, incentiva abordagens comparativas e conectadas, considerando que as dinâmicas locais se articulam a processos mais amplos, conforme os indica Manolo Florentino, que destaca o tráfico negreiro como “um sistema complexo de relações econômicas e sociais” (Florentino, 1997). Ainda em diálogo com o autor, observamos a sua preocupação em descartar como resposta, de imediato, uma maldade inerente à África, mas igualmente rejeitando a vitimização construída por qualquer historiografia independentista, ou por qualquer ideia “politicamente correta” (Florentino, 1985, p. 80). Diante do exposto, o simpósio temático apresentado privilegiam-se, assim, contribuições que articulem diferentes possibilidades de análise e perspectivas teórico-metodológicas, reforçando o caráter relacional e transnacional das sociedades atlânticas.
12. Leis 10.639 e 11.645: conquistas e desafios na pesquisa acadêmica e no ensino de História
Ana Paula Silva Santana (UFAL);
Silmária Reis (UFCG);
Este Simpósio parte do compromisso com um ensino de História atravessado pelo antirracismo e pelos estudos étnico-raciais. As Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008 inscrevem-se nesse movimento como importantes conquistas, fruto da mobilização de movimentos sociais, do movimento negro e das resistências indígenas no Brasil. Mais do que dispositivos legais, essas normativas expressam a possibilidade de construção de um ensino mais justo, plural e articulado às múltiplas experiências.
Passadas duas décadas da promulgação da Lei nº 10.639/2003 e quase duas décadas da Lei nº 11.645/2008, de quais avanços podemos falar no Ensino de História do Tempo Presente? Quais desafios ainda enfrentamos? E quais possibilidades teórico-metodológicas temos hoje?
Nesse sentido, este simpósio convida pesquisadoras(es) e professoras(es) a compartilhar reflexões, experiências e metodologias concernentes a uma educação antirracista. Serão bem-vindos trabalhos que abordem a implementação das referidas leis, discutam caminhos teórico-metodológicos no Ensino de História, apresentem experiências e proponham alternativas que tensionem a colonialidade do saber, afirmando outros modos de ensinar, aprender e existir na História.
13. Emancipações e Pós-Abolição
Cintia Lima (UFBA);
Willian Lucindo (UFAL);
Este ST é vinculado ao GT Emancipações e Pós-abolição da Associação Nacional de História (ANPUH) e tem como objetivo reunir pesquisadores/as/xs dispostos a aprofundar, compartilhar, refletir e debater suas experiências de pesquisa e ensino sobre a temática. Em atenção aos processos de emancipação e às lutas por liberdade e cidadania que atravessam a cronologia da escravidão e seu término, consideramos importante destacar o papel que pessoas escravizadas libertas e negros livres desempenharam, por meio de suas trajetórias individuais e/ou coletivas, assim como aprofundar as discussões sobre os significados da liberdade, abolicionismos, lutas por direitos e conquista de lugares sociais diversos. Tendo em vista o pós-abolição como conceito e temporalidade, conforme pontuam Frederick Cooper, Thomas Holt e Rebeca Scott, e ainda, como problema histórico, conforme Ana Lugão Rios e Hebe Mattos, interessa-noss refletir acerca das contruções identitárias em jogo no referido período, bem como suas implicações políticas, conteúdos culturais e transformações ao longo dos séculos XIX e XX. Almeja-se congregar pesquisas com foco nas configurações sociais estabelecidas no pós-Abolição e nos processos de construção e ampliação da liberdade, com recortes cronológicos anteriores e posteriores à Lei de 13 de Maio de 1888.