A XIV Semana Acadêmica de Ciências Sociais com o tema “SABERES E PRÁTICAS CONTRACOLONIAIS” tem como objetivo propor um espaço de diálogo e interações articulados aos saberes indígenas, afro diaspóricos e feministas, desde as Ciências Sociais. O evento busca oferecer ferramentas teóricas e práticas para promover a desconstrução de narrativas coloniais, e se compromete, portanto, com uma educação crítica e transformadora e com a valorização de expertises historicamente marginalizadas. A discussão ressalta a necessidade de saberes e práticas que reconheçam a diversidade cultural e epistêmica, contribuindo para enfrentar os legados da colonialidade e do racismo que ainda estruturam as relações sociais, políticas e educacionais.
A arte em cianotipia utilizada, foi realizada por Ester Côrrea (Artista-antropóloga amazônida e viajante. Doutora em Antropologia Social pelo PPGAS da Universidade Federal do Rio Grande do Norte/UFRN)
Instagram: @eguamana_viajei
Sobre a imagem
Cianotipia em papel aquarela. Sobreposição de negativos. 10x15cm. 2025
Sobre Tia Ciata
Mãe de santo aclamada, sambista, e uma mulher que curava, Tia Ciata, ou Hilária Batista de Almeida, nasceu em 13 de janeiro de 1854, com 16 anos mesmo tão jovem, já participara da fundação da Irmandade da Boa Morte, em Cachoeira na Bahia.
Filha de Oxum, sendo iniciada no santo na casa de Bambochê,
da nação Ketu.
Aos 22 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro. Foi uma das
responsáveis pela sedimentação do samba-carioca e tornou-se uma espécie de
primeira dama das comunidades negras da Pequena África.
Fonte: https://www.tiaciata.org.br/tia-ciata/biografia