VI Seminário Internacional da SEO. Brasil no Século XIX

VI Seminário Internacional da SEO. Brasil no Século XIX

presencial Universidade Federal do Ceará - UFC - Fortaleza - Ceará - Brasil

Sobre o VI Seminário Internacional

Os Seminários Internacionais Brasil no Século XIX, realizados bienalmente, já se constituem espaços consolidados de discussão acadêmica sobre temáticas e abordagens teórico-metodológicas diversas, com recortes cronológicos no longo século XIX (1750-1930). Desde o seu início, em 2014, suas metas têm sido o fomento à pesquisa científica no país, a promoção do intercâmbio entre pesquisadores nacionais e estrangeiros, o estímulo à formação de profissionais, e, sobretudo, a discussão sobre questões teóricas e metodológicas referentes ao ensino e à pesquisa, resultando em olhares inovadores sobre diferentes temáticas. Para 2026, elegeu-se As Revoltas e Movimentos Populares como temática central do evento, que conta com a parceria com docentes das Universidades do Ceará, articulados em torno do grupo SEBO que desenvolvem pesquisas consolidadas acerca do tema. Ao eleger essa temática, o evento tem como meta a discussão de questões relacionadas à formação do Império do Brasil, Estado e nação, com ênfase nas revoltas ocorridas nas chamadas Províncias do Norte, permitindo análises inovadoras, além de revisitar fenômenos políticos, econômicos e sociais protagonizados por diferentes sujeitos históricos. Tema que, apesar do foco no Oitocentos, tem impactos sociais e políticos atuais, nos desafios do Brasil contemporâneo. Sobre o impacto do evento e sua difusão científica, a programação foi organizada com a participação de especialistas nacionais e internacionais de referência na área nas conferências e mesas redondas. Nesse sentido, houve também um cuidado especial na composição de Simpósios Temáticos, definidos a partir dos temas mais inovadores e interesses da historiografia sobre o século XIX, contemplando todas as regiões do Brasil, com expectativa de ampla participação de pesquisadores, doutorandos e mestrandos. A discussão sobre ensino de História teve destaque, o que inclui oficinas com professores da rede, além da apresentação de trabalhos de Iniciação Científica.

Inscrições

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Palestrantes e Coordenadores de Simpósios Temáticos

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Atividades

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Simpósios Temáticos

ST1: Atuações Indígenas na Formação do Brasil: Reescrevendo a História do Estado Nacional

Proponentes: Márcio Couto Henrique (UFPA), Mariana Dantas (UFRPE) e Ticiana de Oliveira Antunes (UFF)

Resumo: O avanço das pesquisas sobre a formação do Estado nacional no Brasil tem sido avassalador nas últimas décadas. Projetos de largo escopo temático até trabalhos individuais vêm abordando temas muitíssimo variados, tais como o processo de transformação conceitual, social e político entre o final do século XVIII e início do XIX, as lutas em diferentes regiões feitas por sujeitos históricos variados em torno da Independência, as propostas e os limites presentes na Constituição de 1824, as revoltas iniciadas pelas elites e a participação “popular”, os diferentes movimentos políticos acerca da construção legal do país, os entremeios da violação das leis no reforço à escravização, as trajetórias de homens e mulheres escravizados. De fato, não é mais possível falar em uma História oficial da construção do país. Não obstante, surpreendentemente, os povos indígenas não têm sido vistos como sujeitos de relevo nas formulações mais abrangentes sobre o Brasil. Muitas pesquisas vêm sendo realizadas sobre o protagonismo de indígenas na História, principalmente a partir da década de 1990, com destaque para os trabalhos de John Monteiro, João Pacheco de Oliveira e Maria Regina Celestino de Almeida. Porém, o impacto historiográfico de suas obras ainda é bastante tímido, tendo sido pouco apropriadas por colegas das áreas de História política e econômica, por exemplo. Diante do contexto historiográfico delineado, a proposta deste ST é garantir um espaço para o debate entre pesquisadoras e pesquisadores que estejam desenvolvendo trabalhos sobre a atuação de povos indígenas em diferentes processos da construção do Estado brasileiro. As balizas temporais abarcam as duas últimas décadas do século XVIII, compreendendo todo o XIX, e finalizando nos primeiros vinte anos do século XX. Ademais, serão aceitos trabalhos realizados nas áreas de História e Antropologia que proponham apresentar informações sólidas sobre situações concretas relativas a indivíduos e coletivos indígenas, defendendo a reescrita de processos históricos bem delimitados. 

 

ST2: Justiça e Direito: Dinâmicas Institucionais e Práticas Sociais

Proponentes: Carlos Alexandre Böttcher (EPM-TJSP) e Mônica Pádua (Memorial da Justiça-TJPE)

Resumo: A relação entre Justiça e Direito pode ser compreendida por investigações históricas que possibilitem diversos olhares a partir da práxis institucional, da aplicação legal, das dinâmicas sociais e suas distintas intersecções. No Simpósio Temático, objetiva-se reunir pesquisas relacionadas às permanências e transformações da Justiça e do Direito do Brasil oitocentista, contextualizadas a partir de questões políticas, sociais e econômicas, de modo a abarcar trabalhos inseridos nesse abrangente campo de lacunas abertas a questionamentos. De fato, a produção acadêmica com foco nessas discussões ainda se desenvolve a partir de nichos muito específicos, não obstante o relativo interesse nos últimos anos. No escopo da proposta, estão incluídas tanto abordagens teóricas mais amplas sobre a escrita da história, quanto análises mais delimitadas em seu objeto. Por fim, também são bem-vindos estudos que versem sobre a atuação de diversos movimentos e práticas de grupos sociais e suas repercussões na administração do Governo e da Justiça e em alterações normativas, problematizando essas experiências a partir de diversas fontes históricas.


ST3: Revoltas Populares: Liberalismo, Formação dos Estados Nacionais e Projetos Alternativos de Sociedade no Oitocentos 

Proponentes: Reginaldo Alves de Araújo (Seduc-CE) e João Paulo Peixoto Costa (IFPI/UESPI/UFPI)

Resumo: Em março de 1817 os liberais pernambucanos rebelaram-se contra o governo central, destituindo o capitão-mor governador Caitano Pinto de Miranda Montenegro. Três anos depois, entre 1820 e 1824, uma onda de revoltas, levantes e motins varreu todas as províncias da ex-colônia lusa mediante as informações que chegavam no agora “Reino do Brasil” sobre a Revolução do Porto. Em especial a criação das Juntas administrativas provinciais e o crescente constitucionalismo ampliou os anseios das elites provinciais em constituírem governos locais autônomos, levando desde a movimentos em prol da independência em suas colônias, em especial no reino do Brasil, ameaçando o domínio imperial luso, assim como contrários ao constitucionalismo, à exemplo do movimento dos Cerca Igrejas no Ceará, bem como o crescimento de reivindicações por maior participação política e a formação de uma esfera pública “brasileira”. Mediante os acordos emancipatório entre a elite mercantilista das chamadas províncias do Sul e o príncipe regente Pedro de Alcântara, as guerras de independência se intensificaram nas províncias do Norte. No Pará, Maranhão, Bahia e Ceará formaram-se forças prol e contra a Independência, levando à conflitos que se estenderam até fins de 1823 (ou 1824, se considerarmos os eventos da Confederação do Equador como ligados ao mesmo processo). O fato é que durante todo o período imperial houveram poucos momentos de paz, passando de revoltas escravas, indígenas e populares como o foram respectivamente a Revolta dos Malés, Cabanagem e Balaiada, a movimentos mais individuais como a Revolta de Pinto Madeira, no Ceará, além de infinidades de motins e levantes que, ou não ganharam uma repercussão nacional, ou não simplesmente não entraram em uma memória oficial nacional, o período imperial foi nossa era das “Revoluções”, para parafrasearmos aqui a clássica definição de Hobsbawm. Assim, este Simpósio Temático se propõe trocar experiência de pesquisa sobre o riquíssimo período imperial brasileiro, discutindo e debatendo os motins, revoltas, rebeliões e revoluções durante o oitocentos, contribuindo assim para o diálogo e debate entre as especificidades dos diferentes brasis durante, justamente, o momento de formação do Estado nacional brasileiro.    


ST4: Festas, Culturas e Moda no Oitocentos: Práticas Sociais, Representações e Identidades

Proponentes: Camila Borges da Silva (UERJ) e Lídia Rafaela Santos (UNICAP)

Resumo: As festas, as práticas culturais e a Moda constituem objetos privilegiados para a compreensão das dinâmicas sociais e políticas do século XIX. Elas permitem investigar processos de construção de identidades, produção de representações, distinções sociais, circulação de bens e ideias, bem como formas de negociação, conflito e exercício do poder. Longe de se restringirem ao universo do entretenimento ou do supérfluo, essas experiências revelam dimensões fundamentais da cultura oitocentista, nas quais se entrecruzam sensibilidades, práticas de consumo, culturas políticas, religiosidades, sociabilidades e hierarquizações sociais. Nesse sentido, este Simpósio Temático propõe reunir pesquisas que analisem festas, divertimentos, indumentárias, modas e demais manifestações culturais em suas múltiplas interfaces com a formação do Estado, a construção da nação, as relações de gênero, raça e classe, os processos de urbanização, a cultura material, a imprensa e a circulação de pessoas, objetos e / ou saberes. O simpósio acolherá estudos que privilegiem diferentes escalas de análise e perspectivas teórico-metodológicas, contemplando tanto investigações sobre práticas sociais e experiências históricas quanto trabalhos voltados às representações, memórias, patrimônios e usos do passado, contribuindo para ampliar o debate historiográfico sobre a diversidade das culturas oitocentistas.

 

ST5: Escravidão, Tráfico e Abolição no Oitocentos

Proponentes: Alain El Youssef (UNIFESP) e Silvana Andrade dos Santos (UEFS)

Resumo: O simpósio visa agregar estudos que abordem as múltiplas faces da escravidão, do tráfico e da abolição ao longo do século XIX. Busca-se, neste sentido, construir um espaço de diálogo e intercâmbio que contribua para a compreensão destes elementos que ocuparam centralidade na sociedade brasileira oitocentista. Entre outras, serão acolhidas pesquisas que contemplem temas relacionados a: manifestações do sistema escravista nas variadas regiões e atividades econômicas no Brasil; demografia escrava; dinâmicas do tráfico transatlântico e trajetórias de traficantes; arranjos da escravidão com política e imprensa; resistência escrava; gênero e escravidão; e movimento abolicionista. Serão bem-vindos trabalhos que operem com escalas de análise local, regional, nacional e global, assim como que estabeleçam perspectivas comparativas/conectadas entre diferentes escalas.

 

ST6: Dimensões da História Econômica no Oitocentos: Produção, Circulação, Consumo, Trabalho e Desigualdade 

Proponentes: Carlos Malaquias (UFS) e Pérola Maria Goldfeder Borges de Castro (UNIFESP)

Resumo: O longo século XIX é um momento chave para os processos econômicos que conformam a contemporaneidade, reconfigurando em escala global as formas de produção, circulação, consumo, trabalho e desigualdade. São fenômenos característicos desse momento, ou que assumem novas feições no período, o moderno regime fabril, a revolução nos transportes e comunicações, o consumo de massa de artigos tropicais e a produção em série de bem de consumo, a circulação em escala mundial de capitais, as grandes migrações, o revigoramento de formas de trabalho compulsório articuladas ao mercado mundial e suas consequentes formas de discriminação e subalternização de populações originárias. No Brasil, o amadurecimento da sociedade colonial e sua independência no começo do século XIX abrem caminho para a constituição de uma economia e um mercado nacional, constituição que, no entanto, é retardada pela natureza da inserção do país na divisão internacional do trabalho, as dificuldades de transporte e integração regional e a variedade de formações produtivas no território, além das limitações da longevidade da escravidão e da concentração fundiária. A diversidade produtiva no tempo e espaço, alinhavada pela inserção subordinada no mercado internacional, aparece como característica definidora da experiência econômica brasileira no século XIX. Nesse sentido, este simpósio temático abre-se para comunicações que foquem diferentes temas da economia brasileira e mundial no século XIX. São bem vindas propostas que abordem qualquer elemento da plêiade de atividades produtivas do Império, suas diversificadas formas de trabalho, os regimes de propriedade da terra, a organização de mercados e do comércio, a ação dos bancos, casas de negócio e sociedades, a fiscalidade e as políticas econômicas, bem como suas ligações e/ou influências com o mercado mundial.

 

ST7: Emancipações e Pós-abolição: Liberdades, Movimentos Sociais e Cidadania no Brasil, África e Américas

Proponentes: Arilson dos Santos Gomes (UNILAB) e Carolina Martins (UFMA)

Resumo: O pós-abolição foi marcado pelas discussões de raça e nação. No campo da produção, sob a discussão de escravidão e do tráfico transatlantico se escomoteiam as discussões sobre a falta de cidadania e a discriminação raciais dos grupos afrodescendentes. Essas nuances ocorreram no Brasil e nas Américas, como evidenciam Flávio Gomes e Marcelo Paixão (2014). Em relação ao continente africano e aos africanos, era praticamente impossível compreender as suas trajetórias, assim como as das populações negras nas Américas sem a fantasmagoria a que fomos projetados pela racionalidade hegemônica ocidental (Mbembe, 2014). Situação tensionada na organização dos congressos pan-africanos e nos festivais de artes negras realizadas no continente africano nas décadas de 1960 e 70. O presente ST - Emancipações e pós-abolição: liberdades, movimentos sociais e cidadania no Brasil, África e Américas, visa reunir trabalhos que dialogam em contextos coloniais e do pós-abolição; proporcionando um espaço de debate e de intercâmbios entre estudos com perspectivas políticas, sociais, culturais relacionadas às agências coletivas dos sujeitos afrodescendentes e africanos, entre os séculos XIX e XX. Nesse sentido, serão bem-vindos estudos que abordam as lutas pela liberdade, territorialidades, negociações, relações raciais, acionamentos jurídicos, reconhecimento à cidadania, cultura material e imaterial à resistência, agências coletivas, associativismos, protagonismo político, movimentos sociais, enfrentamento ao racismo e a discriminação racial, direito à memória e políticas de reparação nos territórios delineados.

 

ST8: História Agrária, da Propriedade e das Relações Econômicas

Proponentes: Pedro Parga Rodrigues (UNESP) e Thiago Alves Dias (UPE)

Resumo:

ST9: Migrações e Deslocamentos no Século XIX

Proponentes: Cristina Donza (UFPA) e Octaviano Vieira (UFPA)

Resumo:

ST10: Gênero, Escravidão e Liberdade: Perspectivas Atlânticas

Proponentes: Iamara Viana (UERJ)



ST11: Construção do Estado, Contestações da Ordem e Movimentos Insurgentes. História, Historiografia e Memória

Proponentes: Fernanda Sposito (Unesp) e Marcelo Cheche Galves (UEMA)

Resumo: Este Simpósio Temático dialoga com as múltiplas dimensões do Império brasileiro, analisado tanto através de seu aparato político, como das diversas movimentações e agremiações de caráter político, que estavam fora do Estado e, inclusive, contra ele. Nesse contexto, um foco pertinente para análise são as vivências e rememorações das revoltas e movimentos populares. Destacam-se temas como a história e a historiografia de movimentos contestatórios e as celebrações que inscreveram ou apagaram as memórias desses movimentos, por vezes inseridas na construção da memória nacional e de identidades coletivas. Assim, este Simpósio acolherá trabalhos que abordem a construção, a consolidação e as contradições do Estado imperial, bem como as contestações à ordem. Espera-se receber trabalhos que contemplem a diversidade geográfica dessas contestações e de suas motivações, em meio à construção do Estado nacional, pensado em dimensão histórica e historiográfica, abrangendo também trabalhos que explorem as memórias desses movimentos, seus usos e apropriações. Importante destacar ainda a pluralidade de vozes, a diversidade de sujeitos, pautas e demandas que compunham as instâncias políticas do Império e as revoltas e movimentos de contestação à ordem institucional.



ST12: Revoltas Sociais e Políticas na Constituição do Estado e da Fiscalidade do Brasil no Século XIX

Proponentes: Claudia Chaves (UFOP) e Daiane Alves (UERJ)

Resumo: A proposta deste Simpósio é reunir trabalhos e pesquisas que versam sobre os contextos de crise, tensões sociais e políticas na construção e ajustes dos mecanismos de fiscalidade do Estado nacional brasileiro ao longo do século XIX. Como é sabido, muitas das revoltas, populares, movimentos e rebeliões, populares, ou não, tiveram como origem ou fundamentos a instituição ou mudanças em tributos ou arrecadações do Estado. Desde contextos mais locais como a Revolta do Quebra-Quilos - contra as reformas do sistema métrico, como em contextos mais amplos de arranjos políticos provinciais e de fronteiras territoriais como podemos observar, por exemplo, na Revolução liberal ou na Praieira. Através da fiscalidade podemos compreender alguns conflitos inerentes da formação dos Estados Nacionais e nos ajudam a refletir sobre os conflitos e negociações que envolveram a constituição do exercício da legitimidade política e de sua ação sobre os organismos sociais. Assim, os estudos sobre as fiscalidades e as políticas territoriais também abrangem os conflitos políticos e sociais, a constituição de instituições burocráticas, o controle de territórios, a legitimação de tributos e o enfrentamento das crises políticas e econômicas.

ST13: Imprensa e Cultura Letrada

Proponentes: Paula Botafogo Caricchio Ferreira (Senac-SP) e Samuel Barros de Medeiros Albuquerque (UFS)

Resumo: O Simpósio busca constituir um espaço de reflexão e debate sobre o papel da imprensa, dos impressos e da cultura letrada no Brasil do “longo século XIX”. Nas últimas décadas, inúmeros estudos sobre o tema foram desenvolvidos nos programas de pós-graduação em História e áreas afins em nosso país e no exterior. Muitos desses estudos foram vertidos em livros que alcançaram ampla divulgação. Em nosso simpósio, dialogaremos com essa ascendente produção historiográfica e ampliaremos suas discussões, a partir da acolhida de pesquisas recentemente concluídas ou em andamento sobre a circulação de saberes e práticas políticas através de jornais, revistas, livros e outros impressos. Interessa-nos, entre outras/os: análises de periódicos como fontes históricas e de trajetórias de agentes políticos e sociais na composição de narrativas historiográficas; a circulação de livros, jornais, panfletos, cartazes e a formação do público leitor; o papel dos impressos na educação, na formação da opinião pública e nas transformações culturais e políticas; os acervos de impressos digitalizados e seus reflexos na criação de séries documentais na historiografia.

 

Desconto em Estadias


Comissão Científica

Prof. Dr. Alain El Youssef (Unifesp)

Profª Drª Ana Sara Irfii (UFC)

Profª Drª Andréa Slemian (Unifesp)

Prof. Dr. Arilson dos Santos Gomes (UNILAB)

Profª Drª Camila Borges (UERJ)

Prof. Dr. Carlos Alexandre Böttcher (EPM-TJSP)

Prof. Dr. Carlos Malaquias (UFS)

Profª Drª Carolina Martins (UFMA)

Profª Drª Claudia Chaves (UFOP)

Profª Drª Cristina Donza (UFPA) 

Profª Drª Daiane Alves (UERJ)

Profª Drª Fernanda Sposito (UNESP-Franca)

Profª Drª Iamara Viana (UERJ)

Profª Drª João Paulo Peixoto (IFPI-Floriano)

Profª Drª Lídia Rafaela Nascimento dos Santos (Unicap)

Prof. Dr. Marcelo Cheche Galves (UEMA)

Prof. Dr. Márcio Couto Henrique (UFPA)

Profª Drª Mariana Dantas (UFRPE)

Profª Drª Mônica Pádua (Memorial da Justiça-TJPE)

Prof. Dr. Octaviano Vieira (UFPA)

Profª Drª Paula Botafogo Caricchio Ferreira (Senac-SP)

Prof. Dr. Pedro Parga (UNESP)

Profª Drª Perola Maria Goldfeder Borges de Castro (Unifesp)

Prof. Dr. Reginaldo Alves de Araújo (Seduc-CE)

Prof. Dr. Samuel Barros de Medeiros Albuquerque (UFS)

Profª Drª Silvana Andrade dos Santos (UEFS)

Prof. Dr. Thiago Alves Dias (UPE)

 

Comissão Organizadora

Profª Drª Ana Sara Cortez Irffi (UFC)

Profª Drª Andréa Slemian (Unifesp)

Profª Drª Fernanda Sposito (UNESP-Franca)

Profª Drª João Paulo Peixoto (IFPI-Floriano)

Profª Drª Lídia Rafaela Nascimento dos Santos (Unicap)

Profª Drª Paula Botafogo Caricchio Ferreira (Senac-SP)

Profª Drª Pérola Maria Goldfeder Borges de Castro (Unifesp)

Apoio e Realização


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