VII CONGRESSO INTERNACIONAL BRASIL IN TEIAS CULTURAIS: PÓS-APOCALÍPTICAS

VII CONGRESSO INTERNACIONAL BRASIL IN TEIAS CULTURAIS: PÓS-APOCALÍPTICAS

online Pós-Crítica UNEB - Alagoinhas - Bahia - Brasil
presencial Com transmissão online

Sobre o evento

Período de inscrição de simpósios: 20/08 a 02/10 (até 70 simpósios)

Inscrição de ouvintes: 08/10 a 23/11

Período de realização: 18/11 a 18/12/2026

(de segunda às sextas-feiras nos dois turnos manhã e tarde e/ou início da noite.)

Evento totalmente gratuito e com certificado de 80 horas para quem tiver participação igual ou superior a 75% de presença.

Vagas: 1.000 (mil)

 

Palavras iniciais de apresentação:

 

A noção de “pós-apocalíptico(as)”, aqui, deriva do conjunto de conceitos que puseram em movimento os seis congressos anteriores in disseminação de suas problemáticas a saber i (2020), relações internacionais, para se destacar e debater índices por uma revolução brasileira; ii (2021): epistemologias subalternas, iii (2022) organizar para desorganizar, desorganizar para organizar, iv (2023) construção do mundo multipolar, v (2024) pós-ocidentais, vi (2025) palestinidades que, sob o crivo da crítica cultural, e após 62 anos (1964/2026) de “apocalípticos e integrados” (Eco) podemos agora constatar e descrever os seguintes resultados: a exposição crua e escatológica das forças do ocidente combinado em relação à Gaza, e de Gaza, um olhar para os povos ao redor do mundo então escolhidos para morrer, mas que têm insistido em viver, sobreviver, resistir e criar; também a exposição crua, escatológica do chamado projeto da modernidade (histórica, filosófica e estética) que, sob o crivo de nossos congressos, não apenas torna cínica a razão crítica e sua apologia à anulação dos sujeitos sob o peso das culturas de massa e das sociedades de controle (como se os escolhidos para morrer fossem sempre tabulas rasas), mas ainda torna ridículo o sentido de conformismo do “integrado”. Assim, o “segredo revelado” [apocalipse] é: a poética da existência de quem “decidiu não morrer”, mas resistir, criar, inventar suas tocas e mesmo cidades subterrâneas de mísseis, demoliu a metafísica fascista e suas linhagens. O sol que brilha sobre os rostos dos meninos e meninas de Gaza que sobraram e se multiplicam pelo mundo multipolar, além de implodir e levar o sionismo e precursores ao seu buraco negro, é também uma luz a posteriori sobre historicidades e modernidades de anônimos(as) que nunca atingiram o status de sujeito, simplesmente porque a noção de humanidade dos “sábios”, que desprezaram o humano, estava desde o seu início condenada ao fracasso.

Problemática do evento: nesses tempos sombrios de tentativa de ocupação das mentes humanas pelo tecnofascismo sua ameaça escatológica e práticas terroristas, o que pode a nossa cognitividade como contraponto e tendo por apoio ancestralidades, historicidades, miríades de gestos humanos e civilizatórios fundadas na amizade, cuidado de si, solidariedade, humanidades e bem viver.

 

Objetivos:

 

Fomentar o debate sobre a noção de “Deus” na retórica política considerando e respeitando as diversas civilizações, bem como, descrevendo o seu sentido em cujas nações e suas constituições alguns povos e sociedades decidiram pelo estado laico sem que a religião se meta na política e vice-versa;

            Mapear formas de historicidades em grupos, sociedades, civilizações em que a natureza assume a forma de Deus e a poética da existência uma espécie de crivo para se dramatizar as ordens de despejo linguístico, cultural, territorial e ontológico a que foram submetidos os povos do mundo não-ocidental;

            Estabelecer condições para emergências de novas redes de produção e gestão do conhecimento pós-apocalípticos e por uma outra humanidade possível recriada sobre os escombros do que restou do ocidente e sua retórica sobre modernidade e barbárie.

            Estimular a inserção nacional e internacional de mestrandos(as), doutorandos(as), pós-doutorandos(as), egressos(as) do Pós-Crítica, através da mobilização de, e além de seus convites a pesquisadores(as) de todo mundo, sobretudo os/as do Sul global, para simpósios tematizando essa noção de pós-apocalipse e suas implicações semiológicas, humanitárias e por outras noções de modernidade como afirmação e coexistência de todas as civilizações.

 

Metodologias:

 

Cada pesquisador(a) docente e discente do Pós-Crítica, sobretudo os(as) mestrados (as), doutorandos (as) e em Estágio Pós-doutoral deve, individualmente ou em grupo de até 03 membros, convidar pesquisadores (as) internacionais, bem como, jornalistas, artistas, organizadores, coordenadores de associações sobre a problemática do evento, que desenvolvam pesquisas que possam ter interface, aderência aos nossos projetos de pesquisa em processo de escuta epistemológica desses fenômenos de barbárie e convidá-los (as) para comunicações, conferências, palestras, performances e/ou mesmo para com eles construírem a proposta do simpósio.

Cada pesquisador(a), artistas, ativistas que desenvolvem trabalhos sobre a problemática pode(m) também apresentar sua proposta de simpósio, atendidas às condições estabelecidas abaixo.

Cada simpósio deve ter o mínimo de 02 mesas e o máximo de 06, com ao menos uma presença internacional em cada uma das mesas no caso de propostas de pesquisadores(as) do Programa e/ou de outros Programas situados em instituições brasileiras, daí recomendarmos a formação de pequenos grupos, corpo docente e discente e/ou entre discentes, com apoio de seus/as orientadores/as, para propor seus simpósios, conforme formato acima.

Assim, e por se tratar de uma atividade autogestionária (os proponentes constroem sua proposta, faz a gestão e executa, devendo indicar os mediadores técnico e acadêmico) é fundamental que se tenha em mãos:

a) Título do simpósio com um resumo de até 5 linhas;

b) Nomes, e-mails, instituições e fotos dos participantes de cada mesa;

c) Cronograma de execução dentro do período do evento;

d) Ter tempo disponível para treinamento visando o trabalho de estúdio no Canal Pós-Crítica;

e) Inserir uma mesa ou outra dos fóruns-tirocínios-docentes que, porventura, tenham pesquisadores/as internacionais.

Está sendo preparado um dispositivo para coleta dessas informações, decisivas, para a montagem da programação geral.

 

Agora, a máxima ATENÇÃO!

 

Informações de cada mesa do seu simpósio (mínimo de 02 e máximo de 06 mesas).

Título da mesa 1, 2 ...6.

Resumo (de 3 a 5 linhas)

Metodologia (de 3 a 5 linhas)

Modalidade (remoto, híbrido ou presencial)


Data: entre 18/11 e 18/12 de 2026

Horário: a partir das 08h às 20h, em dias úteis.

Mediador Acadêmico: (fará apresentação dos participantes e mediará os debates com o público no chat)

Mediador Técnico: (receberá treinamento para operar no estúdio do Canal Pós-Crítica)

Participantes: de cada mesa

Para os participantes e mediadores: Nome completo sem abreviaturas, e-mail, instituição vinculada e foto.

Enviar o arquivo completo no ato da inscrição do simpósio: (download modelo aqui)

E-mail para dúvidas e mais informações: eventosposcritica@gmail.com

 

Obs. 01: Os nomes de todos os participantes e mediadores deverão estar em seu formato completo e sem abreviações, juntamente com a indicação de seu melhor e-mail válido, instituição e foto (essas informações são de extrema importância para o cadastro deles na plataforma de envio do certificado).

Obs. 02: As fotos inseridas neste documento precisam seguir o padrão de perfil com uma boa resolução e de preferência no formato quadrado.

Obs. 03: Em caso de alterações reenviar o arquivo destacando as mudanças que foram realizadas para que os ajustes sejam feitos na programação geral. Os cards de divulgação juntamente com os links de acesso e compartilhamento serão encaminhados para o mesmo contato de envio da proposta.

Obs. 04: Esta ficha deve ser encaminhada por um único representante de todos os proponentes do Simpósio e as informações deverão estar preenchidas em sua totalidade antes do envio.

O que esperamos:

 

a) Através de maior popularização de uma ciência aberta, e empenhada, contribuir para novas formas e roteiros de organização estético-política para dramatizar essas noções de pós-apocalípticas;

b) estimular a criação de Centros de Pesquisa Avançada sobre o Brasil em nossas instituições parceiras e, com isso, afirmar nossa potência de pensar o mundo contemporâneo e seu destino, sem “cativeiro midiático”, nem aprisionamento ao nosso sistema intelectual ainda bastante vira-lata e colonizado pelos pressupostos da “modernidade ocidental” em suas perspectivas históricas, filosóficas e estéticas.

c) estabelecer mediações com a rede de escolas públicas, no âmbito das linguagens e das ciências humanas, visando a construção de um olhar econômico político emancipatório a partir da problemática do evento;

d) explorar uma imagem internacional, e universal em diferença, da relação entre religião e política, como jogos de esclarecimento profundamente vinculados e balizadores dessa noção de pós-apocalípticas;

e) inserir, internacionalmente, mestrandos (as), doutorandos(as) e pós-doutorandas(as) do Programa de Crítica Cultural, a partir de suas contribuições para uma outra noção de modernidade fundada numa crítica da economia política neoliberal, totalitária e tecnofascista;

f) fomentar parcerias acadêmicas institucionais, e em rede, envolvendo país fundadores dos BRICS e seus novos membros, bem como, os países do Oeste da Ásia ou Ásia Ocidental, sobre valores cosmopolitas e multipolares.

Obs: O Programa de Pós-Graduação em Crítica Cultural agora, neste quadriênio 2025-2028, é nota 5 na CAPES, logo é estimulado a ter uma fecunda e produtiva internacionalização de seu corpo docente e discente, visando a sua elevação de nota 5 para nota 6 e consolidar sua excelência.

 

Alagoinhas, 01/08/2026.

Prof. Dr. Osmar Moreira dos Santos

(Coordenador geral do evento)

Inscrições

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