Ao
longo de sua trajetória, o curso de História da UESPI/CCM realizou seis edições
de Simpósios e cinco Semanas de História, eventos que contribuíram
significativamente para o fortalecimento da formação acadêmica, a ampliação do
diálogo com a Educação Básica e a inserção social da universidade no estado.
A
continuidade do VII Simpósio e VI Semana de História reafirma o compromisso
institucional com a formação crítica, a inovação pedagógica e a consolidação da
extensão universitária como dimensão formativa obrigatória, conforme
orientações nacionais.
Nesse
contexto, o VII Simpósio e VI Semana de História da UESPI/CCM com o tema “ENTRE
A UNIVERSIDADE E A ESCOLA: saberes históricos, extensão e diálogos com a
sociedade”, têm como objetivo promover um espaço qualificado de reflexão e
debate acerca das tendências contemporâneas da produção do conhecimento
histórico, do ensino de História e do papel das atividades extensionistas na
formação acadêmica e profissional. Compreende-se, assim, que ensino, pesquisa e
extensão constituem dimensões indissociáveis da universidade pública, sendo
fundamentais para o fortalecimento da formação docente e para o compromisso
social do curso.
O
evento pretende questionar as relações entre passado e presente, universidade e
escola, teoria e prática e reconhecer
o conhecimento histórico como construção social situada e comprometida
com as demandas do tempo presente. Além disso, o evento irá promover a
socialização da produção científica e pedagógica de docentes e discentes do
curso de História da UESPI, bem como de pesquisadores de outras Instituições de
Ensino Superior e professores da Educação Básica. Trata-se de um espaço
privilegiado para a divulgação de pesquisas de conclusão de curso, trabalhos de
iniciação científica e experiências extensionistas, estimulando a inserção de
novos pesquisadores no campo da História e áreas afins.
CRONOGRAMA DO EVENTO
1. PROPOSIÇÃO DE SIMPÓSIOS TEMÁTICOS, MINICURSOS E OFICINAS
Propostas: 21 a 28 de abril de 2026
Avaliação: 29 de abril a 01 de maio de 2026
Resultado: 02 de maio de 2026
2.INSCRIÇÃO GERAL (OUVINTES)
Período: 21 de abril a 09 de junho de 2026
3. INSCRIÇÕES DE COMUNICAÇÕES PARA OS SIMPÓSIOS TEMÁTICOS E RELATOS DE EXPERIÊNCIA
Submissão de resumos: 04 a 21 de maio de 2026
Avaliação dos resumos pelos coordenadores de ST: 22 a 23 de maio de 2026
Divulgação dos aceites dos trabalhos aprovados: 25 de maio de 2026
4. INSCRIÇÃO EM MINICURSOS/OFICINAS
Período: 04 de maio a 09 de junho de 2026. (ou até esgotamento das vagas)
Preenchimento por ordem de inscrição
5. REALIZAÇÃO DA SEMANA
10 a 12 de junho de 2026
SIMPÓSIOS TEMÁTICOS
MODALIDADE: (ONLINE)
01. Escuta, arquivo e escrita da História: a pesquisa com história oral e produção do conhecimento histórico.
Prof. Me. Almerito Francisco Oliveira da Silva (PPGHB-UFPI) 1
Prof. Dr. Marcelo de Sousa Neto (UESPI)2
Este simpósio temático propõe acolher trabalhos que associem história oral, historiografia e arquivos, dimensões compreendidas, em conjunto, como vestígios documentais e narrativos das ações humanas. O uso da história oral como metodologia e abordagem teórico-metodológica tem possibilitado o registro de experiências individuais e coletivas que, muitas vezes, foram silenciadas ou marginalizadas pelas fontes tradicionais e pelos discursos oficiais. As operações historiográficas, por sua vez, constituem um conjunto de regras que asseguram as condições de produção do conhecimento. Interessam-nos reflexões sobre como as entrevistas, os arquivos e a reflexão historiográfica podem funcionar como espaços de enunciação das trajetórias e memórias de grupos subalternizados na sociedade brasileira, entre os quais se encontram mulheres, indivíduos LGBTQIA+, pessoas negras e indígenas. Dialogamos com Verena Alberti (2004) e José Carlos Sebe Bom Meihy (2007), para quem a história oral é instrumento privilegiado de escuta ativa e reconhecimento de sujeitos historicamente subalternizados. Os lugares de memória, conceito desenvolvido por Pierre Nora (1993), entre os quais se incluem arquivos e acervos orais, exigem políticas de gestão que articulem técnica e ética, guarda e sentido social, o que torna indispensável a reflexão sobre práticas de produção, acumulação, preservação e acesso a esses conjuntos documentais no âmbito institucional, sob olhar crítico- historiográfico. São igualmente bem-vindos trabalhos que se debrucem sobre essas práticas institucionais a partir de perspectivas que integrem dimensões técnicas e políticas do trabalho arquivístico.A proposta justifica-se pela necessidade de articular, no debate historiográfico contemporâneo, três eixos fundamentais que ainda são tratados de forma fragmentada: a história oral como metodologia de escuta ativa, a historiografia como operação crítica de produção do conhecimento e os arquivos como lugares de memória que demandam gestão ética e política. Ao focar grupos minoritários (mulheres, LGBTQIA+, negros, indígenas), o simpósio contribui para a democratização do fazer histórico, promovendo vozes contra-hegemônicas e subvertendo silêncios impostos pelas fontes oficiais. Além disso, a reflexão sobre práticas institucionais de preservação e acesso a acervos orais responde a uma demanda concreta de pesquisadores, arquivistas e educadores que lidam com esses documentos.
02. História
Política e Econômica: narrativas, representações, disputas de
poder e a busca por desenvolvimento.
Prof. Dr. Thiago Coelho Silveira (IFMA)
Prof. Dr. José de Arimatéa Isaias Ferreira (UESPI)
O Simpósio Temático “História política e econômica: narrativas, representações, disputas de poder e desenvolvimento” propõe reunir pesquisas que possuem os campos da História Política e/ou da História econômica como objeto privilegiado, considerando as disputadas pelo poder político e econômico como objetos de análise, assim como várias faces destas áreas. Nas últimas décadas, a renovação da História Política ampliou seus objetos, abordagens e fontes, incorporando perspectivas da História Econômica, bem como dialogando com os estudos comerciais e de desenvolvimento urbano, industrial e de infraestrutura. Dessa forma, o ST volta-se a temas como disputas políticas e eleitorais, governos e desenvolvimento urbano e comercial, industrialização, transportes e desenvolvimento. O presente Simpósio se justifica pela importância de uma nova História Política e Econômica como campos consolidados da historiografia brasileira e piauiense e pelos diálogos interdisciplinares com outras áreas, compondo assim um campo amplo de debates ao mesmo tempo que impõe novos desafios quanto às abordagens históricas em campos tão tradicionais.
E-mail: Thiago.silveira@ifma.edu.br
E-mail: josearimateia@ccm.uespi.br
MODALIDADE: (PRESENCIAL)
03. Cultura em Disputa: Das Estruturas de Poder às Práticas de Resistência.
Carlos Alberto de Melo Silva Mota (UFPI)
Júlio Eduardo Soares de Sá Alvarenga (UFPI)
Mais do que uma palavra, o termo “cultura” remete a um conceito amplo — desejado, disputado e articulado por diferentes grupos sociais. Neste simpósio, pretendemos explorar a cultura a partir de múltiplas possibilidades, situando o debate na obra de Umberto Eco, autor que mobiliza a ideia de cultura no “banco dos réus”. Esse conceito, tão caro a determinados campos de estudo, é colocado sob suspeita para ser inquirido e julgado, em um processo no qual se reviram suas diversas conexões, antecedentes e responsabilidades. Assim, pretendemos abarcar discussões no âmbito das Ciências Humanas associadas à cultura, sobretudo na História, na Sociologia, na Comunicação Social e na Antropologia. Nesse sentido, buscamos construir um debate que contemple reflexões sobre a pluralidade cultural, ao mesmo tempo em que situamos análises acerca de indivíduos e grupos em posição de querer e poder que, entre táticas e estratégias, procuram hierarquizar e categorizar práticas culturais: críticos de arte, censores, comunicadores e outros profissionais. Dessa forma, abordaremos questões relativas aos distintos modos de ser e de estar no mundo, a partir de questionamentos e inquietações que tensionam as normas estabelecidas. Nesse contexto, o simpósio pretende suscitar diálogos que contribuam para a valorização da cultura e de suas múltiplas formas de resistência à norma hegemônica. Entre os principais interlocutores encontram-se Michel de Certeau, Paula Guerra, Robert Darnton, Roger Chartier e Umberto Eco.
E-mail: carlosalbertomota12@hotmail.com
E-mail: julioeduardoalvarenga@gmail.com
04. História:
narrativas, discursos e sensibilidades.
Prof.
Dr. Pedro Pio Fontineles Filho – UESPI
Prof.
Dr. Sérgio Luís Simeão Silva - SEMEC
Na esteira do que postulou Paul Ricoeur (1994; 1995; 1997), o presente Simpósio Temático busca oportunizar espaço de socialização e debate de pesquisas que compreendam a narrativa, seja ficcional ou histórica, como a forma pela qual conferimos inteligibilidade ao tempo. Como postulou Marc Bloch (2001; 2019), o sujeito histórico está marcado pelo seu tempo e pelas suas inquietações. Mas, entendemos tempo e espaço atravessam o homem, não como uma simples expressão, mas como uma rede complexa de sentidos, percepções, representações e sensibilidades sobre o vivido, experimentado, imaginado e o desejado. Por esse diapasão, a própria identidade pessoal e a identidade coletiva não são fixas, pois elas se formam por meio das histórias que contamos sobre nós mesmos e sobre o mundo que nos rodeia. Nesse sentido, o que é dito e o não-dito se cruzam na multiplicidade das experiências e das memórias, que são narradas de maneiras plurais e singulares. É nesse fluxo que, conforme asseveram Alain Corbin e Hervé Mazurel (2024), as sensibilidades se manifestam, visto que emoções, percepções sensoriais e formas de afeição são construídas socialmente e moldadas pelo tempo e no espaço. Portanto, as dicotomias como fato/ficção e memória/esquecimento aproximam-se em uma síntese criativa, mediada pelas maneiras de narrar. Diante disso, o Simpósio Temático receberá pesquisas (concluídas e/ou em andamento) de pesquisadores, docentes e discentes do curso de História e de áreas afins, de diferentes instituições de ensino e pesquisa, que versem sobre narrativas, discursos e sensibilidades, englobando abordagens sobre: história, literatura, música, cinema, telenovelas, histórias em quadrinhos, charges, gênero, religiosidades, movimentos sociais e políticos, ensino e educação. A temática do Simpósio Temático é relevante por compreender que debater sobre as narrativas, discursos e sensibilidades é uma possibilidade de problematizar o fazer historiográfico e suas temporalidades.
05. Saberes
históricos e narrativas no tempo digital presente.
Profa. Dra. Iraneide Soares da Silva
Prof. Me. Cláudio Rodrigues de Melo
A proposta pretende discutir a produção do conhecimento histórico em tempos de mediação digital, onde se acumulam camadas discursivas diversas, não necessariamente espelhando o que definimos como realidade. Hoje, observamos a superficiaBibliografialidade dos discursos como marca presente no cotidiano, ocasionado pela intensa circulação de informações em quantidade avassaladora, onde torna-se quase impossível a leitura, reflexão e análise aprofundada do que circula na rede mundial de computadores, potencializada hoje pelo uso da inteligência artificial. Tal fato se materializa no intenso debate político em que, por exemplo, as ideologias partidárias se acirram com enfoque no conflito e menos nas ideias. E o historiador e o educador nesse cenário? Como o trabalho de ambos repercute a reprodução ou a ruptura com essas práticas? Que ferramentas professores e educadores devem usar para se contrapor a superficialidade e avançar no aprofundamento necessário a produção do conhecimento. Heis alguns elementos a serem considerados na discussão proposta. Mais que respostas, fomentar o debate é necessário para inclusive, perceber em que nível estamos, quanto a compreensão desses processos. A narrativa histórica se ancora profundamente no vivido e no sujeito histórico. Essas duas variáveis estão cada vez mais difusas nesses tempos de internet. O que nos leva a necessidade de problematizar essas questões no tempo presente. A experiência do sujeito histórico nessa instabilidade digital, onde nem sempre nada do que parece é de verdade, por si só, já nos coloca o desafio de pensar a categorização histórica e a produção do conhecimento histórico nessa realidade atual e seus desdobramentos no ensino.
E-mail: iranegra@gmail.com
E-mail: claudiorodrigues@cchl.uespi.br
06. Movimentos e Resistências: história das lutas por direitos e cidadania.
Prof. Dra. Rosângela Assunção (UESPI-CCM)
Prof. Dr. Antonio Francisco Lopes Dias (UESPI-TN)
Com o avanço do neoliberalismo no Brasil tem crescido o ataque à classe trabalhadora que tem perdido direitos e vivenciado péssimas condições de relações trabalhistas. Ao mesmo tempo, movimentos sociais têm se levantado e organizados lutas para enfrentarem essa situação de desmonte de direitos. Essa temática tem ganhado relevância na Universidade uma vez que as histórias de lutas do povo brasileiro organizado têm mobilizado intelectuais e pesquisadores em busca de soluções para esses ataques. Pretendemos discutir pesquisas que abordem os movimentos de lutas e resistências no campo das Ciências Humanas; esses temas estão presentes na historiografia recente, justificando a necessidade de visibilizar essa discussão na academia. Temos observado vários tipos de organizações sociais que lutam por direitos e resistem aos ataques da política capitalista que objetiva explorar o trabalhador ao máximo, ao tempo em que deles retira direitos e os transforma em mera mercadorias e consumidores de seus produtos. Nesse contexto presenciamos um momento de ebulição na História do Brasil recente, demonstrando que a luta e resistência fazem parte de nossa História. Marx denunciou o caráter predatório do Capital e propôs a união dos trabalhadores. Nesse mesmo sentido, Gramsci defende que o intelectual tem o dever de auxiliar os trabalhadores em suas lutas contra as investidas do capitalismo. A partir dos aportes teóricos de Marx e do marxismo, pretendemos analisar o contexto atual das lutas sociais. Acolheremos, pois, propostas que abordem as lutas de trabalhadores, estudantes, mulheres, sindicatos e associações voltadas para experiências no mundo do trabalho.
O simpósio temático propõe uma reflexão sobre as relações entre História, Ensino e Instituição, compreendendo esses três elementos como dimensões interligadas na produção do conhecimento histórico e na formação social. A História, enquanto campo de investigação e interpretação, ultrapassa a simples narrativa dos acontecimentos passados, constituindo-se como instrumento de análise crítica das permanências, rupturas e disputas de memória presentes na sociedade. Nesse sentido, o ensino de História assume papel fundamental na construção da consciência histórica, possibilitando aos sujeitos compreenderem seu lugar no tempo e no espaço, além de desenvolverem uma postura crítica diante das desigualdades sociais, políticas e culturais. As instituições escolares, universitárias e culturais ocupam posição central nesse processo, pois funcionam como espaços de legitimação, circulação e disputa de saberes. A escola, por exemplo, não apenas transmite conteúdos, mas também reproduz e questiona valores, identidades e relações de poder. Dialogando com autores como Michel Foucault, é possível compreender a instituição como espaço disciplinador e produtor de subjetividades. Com Pierre Bourdieu, percebe-se a reprodução das estruturas sociais por meio do capital cultural. Dessa forma, discutir História, Ensino e Instituição significa pensar os desafios da formação docente, das práticas pedagógicas e das políticas educacionais, considerando a escola e outros espaços institucionais como territórios de resistência, produção de conhecimento e transformação social.
08. Descolonizar o Olhar, Emancipar o Saber Histórico: diálogos críticos entre história e educação.
Profa. Ma. Mary
Gracy e Silva Lima
Prof. Dra. Elenita Maria Dias de Sousa Aguiar
Esta proposta de simpósio temático (ST)
no VIII Simpósio e VI semana de História da UESPI/CCM busca a promoção de
reflexão, discussão, a socialização, e a divulgação de saberes produzidos na
interseção entre os campos da história e da história da educação no contexto da
universidade e da escola. Ancora-se na necessidade de descolonizar o ensino de
história e de outras ciências humanas, adotando como eixos a autonomia, a
criticidade e a conscientização da prática docente como vetores para uma
educação emancipatória (FREIRE, 2011a, 2011b, 2019). Como objetivos
desse momento formativo temos: socializar pesquisas e experiências de
extensão que articulem os saberes universitários e as práticas da escola
básica; analisar criticamente o currículo de história e história da educação
sob a ótica da descolonialidade e da interculturalidade; debater metodologias
de ensino que promovam a autonomia e a emancipação dos sujeitos históricos;
refletir sobre o impacto das legislações voltadas para a história e cultura
afro-brasileira e indígena no cotidiano escolar. O ST aceita trabalhos de
pesquisa e extensão de graduandos, pós-graduandos e professores da rede básica
diante da relevância na socialização e compartilhamento de resultados de
pesquisas e relatos de extensão que focalizam a produção de conhecimento na e
da educação, e ensino escolar em diálogo direto com a sociedade. Nesse sentido,
destacando pesquisas e estudos que investigam as potencialidades teóricas e
metodológicas de pesquisas que abordem a descolonização do ensino, valorizando
a pluralidade narrativa, as memórias escolares e as epistemologias do Sul (Boa
ventura, 2010, 2022). Destaca-se, ainda, a relevância de estudos sobre o
currículo e a aplicação das Leis n.º 10.639/03 e n.º 11.645/08,
compreendendo-as como ferramentas práticas de descolonização curricular. Para
tanto, o referido ST acolherá investigações que tensionam o eurocentrismo e as
narrativas hegemônicas que, historicamente, simplificam identidades e silenciam
as trajetórias de populações africanas, indígenas e grupos populares
marginalizados. Isso, fundamentado também na crítica de Chimamanda Adichie
(2019) sobre o perigo da "história única", visto que buscamos
compreender como o poder opera na construção de estereótipos dentro do ambiente
escolar, para superar o olhar colonizador na formação e prática docente.
Espera-se, com este diálogo entre educadores, estudiosos e pesquisadores possa
fortalecer a consciência coletiva, o respeito às diversidades e o acolhimento
da ancestralidade, consolidando um saber histórico e educativo que contemple a
complexidade humana e seus múltiplos legados.
09. História Militar, Política e Sociedade: estudos e trajetórias de pesquisa, ensino e extensão.(Modalidade Online)
Profa. Dra. Clarice Helena Santiago Lira (UESPI)
Prof. Dr. Elton Larry Valério (IFPI)
Este simpósio temático tem como proposta compartilhar experiências de pesquisadores que tratem de temáticas que dialogam com o campo da História Militar em suas relações com a política e a sociedade brasileiras das últimas décadas do século XIX e primeira metade do século XX. Sabe-se que as forças de terra, mar e ar passaram por várias mudanças em muitas partes do mundo (Europa, Estados Unidos e América Latina, por exemplo) na configuração temporal citada, articuladas a transformações específicas que se efetivavam na sociedade, na política e na cultura. Particularmente no caso do Exército Brasileiro, o período foi marcado por transformações estruturais, doutrinárias e ideológicas que emergiram nas últimas décadas do século XIX, principalmente pós-Guerra do Paraguai, e recrudesceram durante toda a primeira metade do século XX. Nessa temporalidade, implantou-se o serviço militar obrigatório por meio de sorteio, a instituição participou de um conjunto de intervenções (como no caso da Revolta da Vacina, da Política das Salvações e do Contestado), revoltas (o movimento tenentista é um marco), movimentos revolucionários e golpistas (Revolução de 1930, Revolução Constitucionalista, Intentona Comunista e Estado Novo), como também se envolveu nos dois conflitos mundiais. Novos estudos, especialmente sob o escopo da Nova História Militar, permitem compreender melhor os fenômenos sociais que envolvem os militares, como seu processo de profissionalização, de projetos institucionais, de construção de uma cultura própria e os diversos aspectos relacionais com os civis. Dessa forma, o simpósio pretende agregar trabalhos de pesquisa, de ensino e de extensão que dialoguem com as instituições militares/os militares em suas mais variadas experiências com a sociedade brasileira.
O minicurso “Tempo e Narrativa no Ensino de História” propõe uma reflexão aprofundada sobre as relações entre temporalidade e narrativa na construção do conhecimento histórico e em sua transposição para o espaço escolar. Parte-se do pressuposto de que a História não se limita à organização cronológica de acontecimentos, mas se constitui, fundamentalmente, como uma forma de narrar o tempo, atribuindo sentido às experiências humanas por meio de interpretações situadas e historicamente condicionadas. Nesse horizonte, o minicurso discute o tempo histórico como elemento estruturante da narrativa histórica, explorando suas múltiplas dimensões: duração, ritmo, sucessão, simultaneidade, permanências e rupturas, e evidenciando como essas categorias são mobilizadas na produção de sentidos sobre o passado. Ao considerar diferentes matrizes teóricas, busca-se compreender como distintas tradições historiográficas elaboraram modos específicos de narrar o tempo, influenciando tanto a escrita da História quanto suas formas de ensino. Um eixo central da proposta consiste na articulação entre narrativa histórica, identidade narrativa e consciência histórica. A narrativa é entendida não apenas como um recurso didático, mas como um modo fundamental de organização da experiência temporal, por meio do qual sujeitos e coletividades constroem identidades e orientam suas ações no tempo. Assim, o minicurso problematiza como professores e alunos produzem narrativas em sala de aula e como essas narrativas contribuem para a formação de uma consciência histórica crítica e reflexiva. Além disso, são analisados os desafios pedagógicos envolvidos na recontextualização didática do tempo e da narrativa histórica, especialmente no contexto dos regimes de historicidade contemporâneos. Discute-se como as diferentes formas de relação com o passado, o presente e o futuro impactam o ensino de História, exigindo práticas que superem abordagens lineares, fragmentadas ou meramente informativas. Destinado a estudantes, professores e pesquisadores da área de História e Educação, o minicurso pretende articular teoria e prática, oferecendo instrumentos conceituais e metodológicos para o trabalho com o tempo e a narrativa no ensino de História, estimulando uma abordagem crítica, sensível e intelectualmente rigorosa da experiência histórica.
E-mail: valteriaalvarenga@cchl.uespi.br
E-mail: jbatistavale@outlook.com
02. CLIO EM MOVIMENTO: TRADIÇÃO E ABORDAGENS CONTEMPORÂNEAS NA HISTÓRIA POLÍTICA.
Profa. Dra. Kalline Laira Lima dos Santos
Ao longo do século XX, a História Política passou por profundas transformações que tensionaram seus objetos, métodos e formas de interpretação. Como observa Peter Burke (1992), o campo histórico experimentou um processo de expansão e diversificação, marcado pela incorporação de novas abordagens e pela problematização de seus limites tradicionais. Nesse contexto, a História Política, tradicionalmente associada à análise do Estado, das instituições e dos grandes acontecimentos, foi alvo de críticas que evidenciaram seus limites explicativos, sobretudo no que diz respeito à compreensão das dinâmicas sociais e das relações de poder para além das estruturas formais. A renovação do campo, impulsionada pelo diálogo com a história social e cultural, promoveu o deslocamento do olhar para os atores, as práticas e as disputas que constituem o político. A chamada Nova História Política, conforme discutida por René Rémond (2003), Jean-François Sirinelli (2003) e Serge Berstein (1998), ampliou o escopo da análise ao incorporar categorias como cultura política e ao considerar a atuação de múltiplos agentes. No entanto, como aponta Henrique Carlos de Castro (2008), o próprio conceito de cultura política demanda revisões quando aplicado à realidade latino-americana, uma vez que foi formulado em contextos específicos e carrega marcas de sua origem. Essas discussões no contexto brasileiro foram apropriadas e ressignificadas por Rodrigo Patto Sá Motta (2014) e Ângela de Castro Gomes (2005), que destacam as relações entre política, cultura e práticas sociais. As contribuições de Pierre Bourdieu (1989), Michel de Certeau (1994) e Carlo Ginzburg (1989) ampliaram as possibilidades metodológicas, permitindo compreender o político como espaço de disputas, estratégias e usos. Mais recentemente, abordagens voltadas à linguagem e ao conflito, como as de Quentin Skinner (2005), J. G. A. Pocock (2003) e Chantal Mouffe (2005), têm ampliado o debate. O minicurso tem como objetivo discutir essas transformações de forma introdutória, articulando tradição, renovação e abordagens contemporâneas. momento, serão abordados os fundamentos da historiografia política clássica e os processos de renovação do campo. Em seguida, serão discutidas as abordagens contemporâneas e suas contribuições metodológicas, com ênfase na análise de fontes históricas e nas estratégias de investigação mobilizadas nas pesquisas atuais, destacando suas potencialidades tanto no campo da História quanto da História da Educação.
E-mail: lairakalline@gamil.com
MODALIDADE: (PRESENCIAL)
03. O SABOR DO ARQUIVO DIGITAL: BUSCA, CATALOGAÇÃO E OS USOS DE DOCUMENTOS NA PESQUISA HISTÓRICA.
Me. João Victor da Costa Rios - UFPI/PPGHB
Esp. Mário de Sousa Oliveira - UFPI/PPGHB
Quando Arlette Farge publicou Le goût de l'archive (1989), evocou com precisão poética a experiência sensorial do historiador diante dos documentos manuscritos, o cheiro do papel envelhecido, a textura das folhas frágeis, o prazer quase físico do encontro com os vestígios do passado. Décadas depois, o arquivo ganhou uma nova dimensão: digital, acessível, indexável. O "sabor" permanece, mas o paladar mudou. Diante de milhões de páginas digitalizadas, o desafio do pesquisador contemporâneo não é mais apenas localizar o documento, mas saber buscá-lo, avaliá-lo e utilizá-lo com rigor metodológico. É nesse diálogo entre a tradição arquivística e as novas possibilidades tecnológicas que se insere o presente minicurso. Nesse sentido, a realização deste minicurso justifica-se pela necessidade de oferecer aos pesquisadores, especialmente aqueles em formação, um espaço de aprendizagem prática e reflexiva sobre os métodos de trabalho com documentos digitais. A proposta não pretende substituir a formação teórica em teoria da história ou arquivística, mas articulá-la com as demandas concretas da pesquisa em ambiente digital, contribuindo para elevar a qualidade metodológica das investigações históricas produzidas no âmbito acadêmico e institucional. O objetivo central desta proposta é capacitar pesquisadores em história, especialmente estudantes de graduação e pós-graduação, nos métodos de busca, catalogação e análise de documentos históricos disponíveis em acervos digitais, com ênfase em plataformas como a Biblioteca Nacional Digital, a Hemeroteca Digital Brasileira e o Arquivo Nacional. O minicurso abordará, de forma prática e teórica, os seguintes eixos: fundamentos da arquivística aplicados à pesquisa histórica, estratégias de busca avançada em repositórios digitais, filtros cronológicos e tipologias documentais; critérios de avaliação e crítica das fontes digitalizadas, considerando questões de autenticidade e integridade discutidas por InterPARES (2002); e métodos de catalogação pessoal e gestão de referências documentais para a pesquisa histórica. A proposta dialoga com a perspectiva de Terry Cook (2013), para quem o arquivista, e, por extensão, o historiador, deve compreender que os arquivos não são depósitos neutros de memória, mas construções sociais atravessadas por escolhas e silêncios. Assim, ao aprender a navegar os acervos digitais, o pesquisador aprende também a interrogá-los.
04. PLANEJAR PARA ENSINAR: CAMINHOS PRÁTICOS PARA A CONSTRUÇÃO DE UM PLANO DE AULA CONSISTENTE.
Profa. Ma. Edilene Lima da Silva (SEMEC- Teresina-Pi)
A aula é uma forma de organizar o processo de ensino; nela, o professor oferece condições para o desenvolvimento do estudante em relação aos conhecimentos e habilidades previstos no currículo escolar. Assim, para que a aula tenha resultados significativos, é importante sua preparação prévia por meio do planejamento. Apesar de ser este um momento crucial, muitos professores ainda apresentam dificuldades na sua elaboração e organização, tendo em vista sua intencionalidade pedagógica. Considerando essa realidade, propomos o minicurso “Planejar para ensinar: caminhos práticos para a construção de um plano de aula consistente”, com o objetivo de apresentar caminhos para a construção de planos de aula didaticamente mais sólidos e conscientes, alinhados às diretrizes curriculares, como a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Dessa forma, a proposta permite articular teoria e prática, de modo a facilitar o entendimento e a construção de um documento que faça sentido para os agentes envolvidos no processo de ensino e aprendizagem, professores e estudantes, a partir de elementos considerados essenciais: objetivos, conteúdos, metodologias, recursos e avaliação. Para tanto, realizaremos uma exposição dialogada, com estudo de casos e elaboração de planos de aulas fundamentados em autores como Cordeiro (2012), Libâneo (1994) e Moretto (2010). Com isso, espera-se que os participantes tornem-se mais seguros e autônomos no momento de elaboração de seus planejamentos, de forma a qualificar a sua prática docente.
05. ENTRE VOZES E
MEMÓRIAS: A (RE)CONSTRUÇÃO DO PASSADO POR MEIO DOS RELATOS.
Profa. Dra. Maria do Perpétuo Socorro Castelo Branco Santana
O minicurso “Entre Vozes e Memórias: a (re)construção do passado por meio dos relatos” propõe uma imersão introdutória nas abordagens teórico-metodológicas da História Oral, destacando suas contribuições para a pesquisa em História da Educação e nas Ciências Humanas. Com dois de duração, o encontro combinará reflexão conceitual e atividades práticas de escuta, entrevista e interpretação de narrativas, promovendo a sensibilização dos participantes para o valor da memória, da experiência e da voz dos sujeitos na construção do conhecimento histórico e educativo. Dessa forma, temos como objetivo geral: compreender a História Oral como metodologia de pesquisa e prática formativa que valoriza as experiências, memórias e narrativas dos sujeitos, promovendo a escuta sensível e o diálogo entre história e vida cotidiana. Nesse sentido, a História Oral tem se consolidado como um campo interdisciplinar de produção de saberes, ao reconhecer a experiência humana como fonte legítima de conhecimento. Com isso, tanto na área da História, como da Educação, essa abordagem se mostra potente para investigar as trajetórias, práticas pedagógicas, memórias de instituições e processos de formação docente. Portanto, minicurso se justifica-se pela necessidade de formar pesquisadores sensíveis às vozes e histórias de vida, capazes de articular teoria, ética e prática. Também busca fortalecer iniciativas de preservação da memória educacional e comunitária, alinhando-se às perspectivas investigativas na História, e especificamente na História da Educação.
E-mail: mariaperpetuo@prp.uespi.br
06. TRANSIÇÕES
NAS INFRAESTRUTURAS DE TRANSPORTE: UMA ANÁLISE HISTÓRICA
DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO PIAUIENSE.
Prof. Dr. José de Arimatea Isaias Ferreira (UESPI)
Este minicurso tem como objetivo acompanhar as transições nos modos de transportes efetivados na economia piauiense ao longo de sua evolução produtiva e comercial. O Piauí surgindo de uma economia essencialmente agrária de extensão, com quase nenhuma ligação em um sistema maior comercial vai, ao longo dos últimos séculos, tentando buscar um crescimento econômico a partir da dinamização de sua produção e consequentemente de uma modernização em seus modais de transportes, passando pelo lombo de animais para o complexo e difícil transporte fluvial através do rio Parnaíba, chegando ao século XX apostando suas fichas no transporte ferroviário e por fim no rodoviário. Cada modal destes está diretamente ligado ao seu tempo, sua expectativa e a realidade produtiva, comercial e política. Além disso, nossa proposta visa acompanha os momentos de transição, onde busca-se perceber as motivações na transição de cada um destes elementos de transportes e seus resultados dentro do contexto produtivo. O presente minicurso se justifica pelo contexto histórico apresentado, buscando, de forma simples e condensada, produzir uma viagem à história da economia do estado do Piauí, caracterizando cada época com suas características produtivas e logística de transporte, dando visibilidade para as transições ocorridas na economia do estado nos últimos três séculos assim como suas motivações, possibilidades, dificuldades e resultados.
E-mail:josearimateia@ccm.uespi.br
07. DOCUMENTOS
QUE "FALAM": ANALISANDO A REALIDADE ESCOLAR POR
REGISTROS OFICIAIS.
Este minicurso tem como objetivo geral promover a compreensão crítica e reflexiva dos documentos escolares enquanto fontes essenciais para a leitura e interpretação da realidade educacional. Partindo do princípio de que registros oficiais “falam” sobre práticas, rotinas, desafios e sobre os sujeitos da escola, a proposta busca desenvolver com os participantes a análise, interpretação e utilização desses documentos de forma estratégica na pesquisa em história da educação. Serão abordados diferentes tipos de documentação escolar, como diários de classe, históricos escolares, atas, regimentos, relatórios e avaliações institucionais. O curso enfatizará a função desses registros não apenas como instrumentos burocráticos, mas como dispositivos que revelam aspectos importantes da organização escolar, do processo de ensino-aprendizagem, das relações institucionais e das pessoas que fizeram parte da história da instituição. A metodologia envolverá exposições dialogadas, análise de documentos, estudos de caso e atividades práticas de interpretação. Os participantes serão incentivados a identificar padrões, lacunas, inconsistências e potencialidades nos registros analisados, desenvolvendo uma postura investigativa e crítica. Além disso, o curso discutirá aspectos éticos relacionados ao uso e à interpretação dessas informações, considerando a responsabilidade profissional e a confidencialidade dos dados na pesquisa em história da educação. A análise de documentos escolares é uma prática fundamental para a compreensão aprofundada da realidade educacional, muitas vezes negligenciada ou reduzida a um caráter meramente burocrático. No entanto, esses registros constituem fontes ricas de informação sobre o funcionamento da escola, os processos pedagógicos e as dinâmicas institucionais, essencialmente em pesquisas na área de história da educação. Dessa forma, o minicurso se justifica por oferecer subsídios teóricos e práticos para que educadores e estudantes possam ressignificar o uso da documentação escolar, transformando-a em uma ferramenta ativa de reflexão e análise da realidade institucional. Ao final, espera-se que os participantes compreendam o papel da documentação escolar como instrumento de investigação em história da educação, reconhecendo a sua importância para o entendimento sobre o contexto escolar de um determinado período e instituição. O minicurso é destinado a professores, gestores, coordenadores pedagógicos, estudantes da área da educação que desejam aprofundar seus conhecimentos sobre a leitura e análise de registros escolares.
08. OS BOLETINS DIÁRIOS DO 25º BATALHÃO DE CAÇADORES COMO FONTE HISTÓRICA. (Modalidade Online)
Clarice Helena Santiago Lira
Pedro Moraes Amaral de Queiroz
Os boletins regimentais/internos são documentos burocráticos produzidos diariamente nas unidades militares brasileiras. Eles discorrem sobre as atividades desenvolvidas ao longo do dia nesses espaços, além de informar sobre atividades e serviços feitos no dia anterior e/ou que deverão ser executados no dia seguinte. Desse modo, propõe-se discutir neste minicurso, o uso desses boletins como fonte para a pesquisa histórica, a partir da experiência de pesquisa com a coleção de boletins regimentais/internos do 25º Batalhão de Caçadores (25º BC), produzidos entre os anos de 1918 e 1945. Essa tipologia documental, pouco explorada pela Historiografia Brasileira, mostra-se relevante para a compreensão do cotidiano das instituições militares, das relações civis-militares e das transformações sociais e políticas ocorridas no período descrito. Além disso, evidencia dinâmicas internas, tensões disciplinares, aspectos do cotidiano militar e relações com a sociedade, que usualmente escapam às fontes históricas mais amplamente difundidas. Esse tipo documental enfrenta risco constante de deterioração. Apesar de sua aparência árida, são fontes valiosas para a história das Forças Armadas Brasileiras, do Exército Brasileiro em particular e da sociedade como um todo.
REGRAS DE INSCRIÇÕES DE COMUNICAÇÕES E RELATOS DE EXPERIÊNCIAS PARA OS SIMPÓSIOS TEMÁTICOS
Submissão de resumos: 04 a 20 de maio de 2026
Avaliação: 20 de maio a 21 de maio de 2026
Divulgação dos aceites dos trabalhos aprovados:25 de maio de 2026
Modalidade: Comunicação oral e Relatos de Experiências em Simpósio Temático
Valores:
A taxa de inscrição será organizada por categoria de participante, conforme tabela abaixo:
CATEGORIA
VALOR
Estudantes de graduação da UESPI do curso de HISTÓRIA (REGULAR OU EAD)
GRATUITO
Estudantes da graduação na modalidade apresentador de trabalho e co-autor em um dos simpósios temáticos
R$- 10,00
Estudantes de pós-graduação na modalidade apresentador de trabalho em um dos Simpósios temáticos
R$- 15,00
Professores da Educação básica na modalidade apresentador de trabalho em um dos simpósios temáticos
R$- 15,00
Professores e Pesquisadores da UESPI e externos na modalidade apresentador de trabalhos em um dos Simpósios temáticos
R$- 20,00
SUBMISSÃO DE TRABALHOS (CHAMADA DE SUBMISSÃO E MODALIDADE DE APRESENTAÇÃO)
1 COMUNICAÇÃO ORAL E RELATOS DE EXPERIÊNCIAS EM SIMPÓSIO TEMÁTICO
A modalidade Comunicação Oral destina-se à apresentação de pesquisas acadêmicas concluídas ou em andamento que dialoguem com os eixos temáticos do evento e com os simpósios propostos. Nessa modalidade poderão também se inscreverem trabalhos no formato de Relato de Experiência com o objetivo socializar práticas pedagógicas, projetos de ensino, extensão universitária ou experiências didáticas relacionadas ao ensino. Os trabalhos selecionados serão organizados em sessões de simpósios temáticos, coordenadas por pesquisadores que realização proposições de ST no evento.
Submissão:
Os participantes deverão submeter um resumo simples, contendo:
Título do trabalho (centralizado)
Nome do(s) autor(es) e instituição de vínculo (alinhado à direita)
E-mail para contato (em nota de rodapé)
Resumo entre 200 e 300 palavras, com texto justificado, fonte times, tamanho 12 e espaçamento entre linhas simples.
3 a 5 palavras-chave
Modalidade de apresentação:
Apresentação oral de 10 a 15 minutos
Uso opcional de slides ou recursos audiovisuais
Debate coletivo ao final de cada sessão
Essa modalidade é aberta a estudantes de graduação, pós-graduação, professores e pesquisadores.
RESUMO EXPANDIDO PARA PUBLICAÇÃO NOS ANAIS EM FORMATO DE E-BOOK
Os autores cujos trabalhos forem aprovados para apresentação poderão submeter resumo expandido para publicação nos Anais do evento. Essa modalidade permite uma apresentação mais detalhada da pesquisa desenvolvida.
Submissão:
O resumo expandido deverá ter entre 2 e 5 páginas e conter:
Título (Centralizado, fonte arial, tamanho 12)
Nome do(s) autor(es) e instituição (alinhado a direita)
O corpo do texto deve ser digitado em fonte arial, tamanho 12 e justificado. O espaçamento entre linhas deve ser de 1,5. O início dos parágrafos deve ter recuo à esquerda de 1 cm e deve conter:
Introdução
Objetivos
Metodologia
Resultados ou discussão
Considerações finais
Referências bibliográficas conforme normas ABNT
Os resumos expandidos serão publicados nos Anais do Evento em formato de E-book. Para que o texto seja publicado no E-book é necessário enviar o resumo simples para submissão em um ST na data estabelecida no cronograma do evento e enviar o ARQUIVO COM TEXTO DO RESUMO EXPANDIDO ATÉ A DATA DO DIA 03/06/26 PARA O E-MAIL DO EVENTO.
E-mail: ccmhistoriauespi@gmail.com
Atividades
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SUBMISSÃO DE PROPOSTAS DE SIMPÓSIOS TEMATICOS, MINICURSOS E OFICINAS
SIMPÓSIOS TEMÁTICOS
Propostas: 21 a 28 de abril de 2026
Avaliação: 29 de abril a 01 de maio de 2026
Resultado: 02 de maio de 2026
Requisito: Titulação mínima: Doutorando para um dos proponentes ou se um único proponente
MINICURSO E OFICINAS
Propostas: 21 a 28 de abril de 2026
Avaliação: 29 de abril a 01 de maio de 2026
Resultado: 02 de maio de 2026
Requisito: Titulação mínima: Graduação
SUBMISSÃO DE PROPOSTAS DE SIMPÓSIOS TEMATICOS, MINICURSOS E OFICINAS