V Seminário Regional do PPGER

V Seminário Regional do PPGER

online Este é um evento online

O evento já encerrou

Separamos alguns eventos que você irá gostar

V Seminario Internacional de la Red de Investigación sobre Vulnerabilidad, Salud, Seguridad y Calidad de Vida de las Personas Mayores

Terça-Feira, 10 de Novembro

Valdivia,

Evento online

I CONAFROEDU

Sábado, 5 de Dezembro

XI Encontro Estadual dos NEABIs do IFCE

Quarta-Feira, 4 de Novembro

Crato, CE

41º CBMGA - Congresso Brasileiro de Manutenção e Gestão de Ativos

Terça-Feira, 27 de Outubro

São Paulo, SP

Receba os melhores eventos da sua área

Receber eventos

SOBRE O EVENTO

Nós, Coordenação, docentes e discentes do Programa de Pós- Graduação em Ensino e Relações Étnico-Raciais (PPGER), da Universidade federal do Sul da Bahia (UFSB), temos a honra de convidar a todas, todos e todes para estar conosco em nosso V Seminário Regional de Ensino e Relações Étnico-Raciais com o tema “O impacto da Descontinuidade: Desnormalizar para Construir Prática Educativas Transgressoras”, que acontecerá no período de 19 a 21 de outubro de 2022.

Esse seminário ocorre em um momento em que acreditamos que nunca foi tão necessário o recomeço. A drástica realidade imposta pela catástrofe pandêmica quebrou laços, conceitos, estruturas que tinham se fixado por séculos, ainda que estas estruturas tenham se constituído sob uma sociedade racista, sexista, violenta em todos os sentidos e agravada pelo desgoverno atual. Recomeçar é urgente. Todavia, que sociedade é essa que permanece? Que sociedade é essa que queremos? O contexto da Pandemia escancarou um mundo que sempre foi indiferente com os que sempre foram excluídos e colocados a margem social pela Modernidade eurocentrada. Revelou como os corpos e as potencialidades humanas são afligidas pelo silenciamento, pelo etnocídio, pelo epistemicídio e pelo status de uma colonialidade branca que legitimou o genocídio dos povos de cor, os povos da terra e todes que se reconhecem pela diferença. Nesse sentido, questionamos: por que um “novo normal”? Voltar ao antigo estado de coisas definitivamente não nos parece justo, definitivamente não o é. Afinal, manter a mesmas relações sociais de produção, de poder e de desejos de exclusão / manutenção de privilégios só agravam tanto a referida exclusão como aumentam as desigualdades sociais, econômicas e o racismo ambiental.

O V Seminário Regional do Programa de Pós-Graduação de Ensino e Relações Étnico-Raciais (PPGER), da UFSB, será um espaço livre de discussões na área da educação antirracista e uma janela aberta para os diálogos interseccionais, entre a pesquisa e um grande movimento decolonial de contestação à reprodução das balizas e aos discursos hegemônicos de exclusão na sociedade brasileira, que tenta se reerguer do momento de dor e devastação provocado pela Covid 19, nesse contexto eleitoral.

 As propostas do seminário seguem a temática: O Impacto da Descontinuidade: Desnormalizar para Construir Práticas Educativas Transgressoras. A transgressão aqui se identifica com a gestão de uma Educação comprometida com o direito de todes. Uma práxis educativa que não discrimina pela cor, pelo gênero, religião, opção sexual ou ideológica. Uma educação plena, democrática e libertadora. Desnormalizar o que só fora normal para poucos, é o que move esse evento de mentes e vidas que anseiam plenitude e a transgressão! O evento será realizado nos dias 19, 21 e 22 de outubro, nos turnos vespertino e noturno, formato online, com emissão de certificado de 14 horas. O link do canal de transmissão do evento será divulgado em breve. 

 

INSCRIÇÕES

{{'Label_CodigoPromocionalAplicadoComSucesso' | translate}}
{{'Label_Presencial' | translate}} {{'Label_Online' | translate}} {{'Label_PresencialEOnline' | translate}}

{{item.titulo}}

{{'Label_DoacaoAPartir' | translate}} {{item.valores[0].valor | currency:viewModel.evento.moeda}}

{{item.descricao}}
{{'Titulo_Gratis' |translate}} {{viewModel.configuracaoInscricaoEvento.descricaoEntradaGratis}}
{{entrada.valor | currency:viewModel.evento.moeda}} {{entrada.valor | currency:viewModel.evento.moeda}}  

{{entrada.valorComDesconto | currency:viewModel.evento.moeda}}

{{'Titulo_Ate' | translate}} {{entrada.validoAte |date: viewModel.evento.cultura.formatoData}}
{{'Titulo_Ate' | translate}} {{entrada.validoAte |date: viewModel.evento.cultura.formatoData}}
{{'Label_APartirDe' | translate}} {{entrada.validoDe | date:viewModel.evento.cultura.formatoData}}
Calendar

{{'Titulo_NaoDisponivel' | translate}}

PROGRAMAÇÃO

 

19.10.2022


NOITE

Mediação: Mara Felipe

19h00 - Mesa institucional: abertura do evento com a participação da Profª. Drª. Reitora Joana Angélica, da Profª Drª Eliana Póvoas e do Profº Dr. Milton Ferreira. 

19h30- Apresentação Artística com Nega Duda.

19h50 - Apresentação artística com Luciana Brandão - poema "Marise, neta de Salu".

19h55 - Palestra: “Educação e Relações Étnico-raciais no Brasil na atualidade: desafios e potencialidades” com Profª. Drª Marise de Santana.

20h50 - Apresentação Artística com Aparecida Dias Terras Gomes -  vídeo poema “Crítica atual de desgoverno".

21h10 - Encerramento.

 

20.10.2022


TARDE

Mediação: Carlos Elber Ribeiro Machado e Indiara Rosa Santos Angeli.

13h30 - Abertura.

13h40 - Apresentação Artística: poesia "O Homem Flor", de Daniel Marques, leitura dramática de Paulo Purusha.

14h00 - Palestra: “O corpo é meu, e seu olhar colonizador não me aprisiona! potencialidades” – com a Profª. Drª. Luzi Borges

15h00 às 17h00 – GT 1 - Acessibilidades para construção de práticas decoloniais e de pertencimento.

15h00 às 17h00 – GT 2 - Cultura corporal e saúde mental da população negra.


NOITE

Mediação: Erika Brasil Figueiredo

19h00 - Abertura

19h20 – Apresentação artística com Luiz Fagner Pituna - “Resistência...minha arte minha cultura”.

19h30 - Palestra “Pedagogias Insubmissas” com o Prof. Dr. Edson Kaiapó.

20h30 – Palestra “Contrastes e semelhanças entre as comunidades indígenas no Brasil e na Colômbia: perspectivas educativas, políticas, territorialidades e de identidade” com a Profª Maria Bicenty.

20h45 - às 22 h00 – GT 3 - Literatura negra e indígena.

20h45 - às 22 h00 – GT 4 - Pedagogias subversivas identitárias.

 


21.10.2022


TARDE

Mediação- Jose Antonio Loyola Fogueira.

13h30 – Abertura.

13h40 – Apresentação Artística com Rafael Araújo, Coletivo Bicho Solto.

14h00 - Palestra “Direitos Humanos LGBTTQIA+ e as interseccionalidades de raça” com Profº. Drº Marcos Lopes

15h00 às 17h00 – GT 5 - Gênero, diferenças e LGBTQIA+.

15h00 às 17h00 – GT 6 - Movimento e Questões Indígenas.

 

NOITE

Mediação – Janaína Luanda dos Santos Silva.

19h00 - Abertura.

19h20 - Apresentação Artística com Vera Lúcia Bomfim dos Santos - “Meus movimentos, minhas raízes”

19h30 - Palestra: “Pandemia, racismo e educação — Como continuar o que nunca foi contínuo?" Com o Escritor Abílio Ferreira.

20h30 - Apresentação artística com Moninfa – Posesias Afrodiaspóricas para afetar.

20h40 – Encerramento.

ATIVIDADES

Área destinada a inscrição para participar como ouvinte dos Grupos de Trabalhos. Escolha as temáticas de seu interesse e não deixe de participar. Cada GT contará com certificado de participação de 2 horas.

{{item.titulo}}
{{item.horaInicio}}-{{item.horaFim}}
Calendar

PALESTRANTES

{{item.nome}} {{item.nome}}

{{item.nome}}

{{item.nome}} {{item.nome}}

{{item.nome}}



SUBMISSÃO DE TRABALHOS

Segue abaixo informações para submissão de trabalhos que serão apresentados nos GTs conforme programação do evento.

PRAZO PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS: 19/09 a 10/10

PRORROGAÇÃO DO PRAZO PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS: até 14 de outubro.

ENVIO DE RESPOSTA AOS TRABALHOS SUBMETIDOS: ATÉ 14/10


INSTRUÇÕES PARA INSCRIÇÃO DE TRABALHOS 

 

  • Os trabalhos científicos deverão ser submetidos no formato de resumo e apresentados no formato de comunicação oral.
  • O texto do resumo deve ter no mínimo 200 (duzentas) e no máximo 300 (trezentas) palavras, com o limite máximo de 2500 caracteres. 
  • Texto tamanho 12, fonte Arial ou Times New Roman, conforme norma da (ABNT).
  •            Digite o texto em um único parágrafo (não use negrito). O texto deverá conter de forma clara: Introdução, Objetivos, Objetivos específicos, Metodologia e Resultados ou conclusões finais/ parciais. 
  • Serão aceitos para o processo de avaliação os trabalhos oriundos de pesquisas em andamento e/ou concluídas. 
  • Os(a) autores(as) e coautores(a) deverão estar inscritos no evento. 
  • Cada autor(a) poderá submeter, no máximo, 02 (dois) trabalhos como primeiro autor. 
  • Será permitida a submissão de trabalhos com, no máximo, 04 (quatro) autores. 
  • A carta de aceite será enviada após conferência do resumo em conformidade com as normas.

OBSERVAÇÃO:  A submissão de trabalhos será feita exclusivamente por e-mail do Grupo de Trabalho – GT, cujo Eixo-Temático está disponibilizado abaixo. Todos os resumos submetidos precisam estar inseridos em um dos seguintes eixos temáticos:

 

GT 1 - Acessibilidades para construção de práticas decoloniais e de pertencimento

E-mail: ufsbacessibilidadedecoloniais@gmail.com

Responsáveis: Clemencia Maria de Jesus Silva e Aparecida Dias Terras Gomes

 

GT 2 - Cultura corporal e saúde mental da população negra

E-mail: culturacorporalnegra.vseminario@gmail.com

Responsáveis: Carlos Elber e Mônica Rodrigues Miranda

 

GT 3 - Literatura negra e indígena

E-mail: gt.literaturaafroindigena@gmail.com

Responsáveis: Elisiane Lima, Erika Brasil e Fátima Vieira

 

GT 4 - Pedagogias subversivas identitárias  

E-mail: pedagogiasubversiva.vsregional@gmail.com

Responsáveis: Adriene Viana, Débora e Mara Felipe

 

GT 5 - Gênero, diferenças e LGBTQIAP+

E-mail: generoediferenca.vsregional@gmail.com

Responsáveis: Loyola, Lyn e Mauricio

 

GT 6 - Movimento e Questões Indígenas

E-mail: questoesindigenas.vseminario@gmail.com

Responsáveis: David Rodrigues, Rosilene Souza de Jesus e Valdenilson Oliveira dos Santos

INFORMAÇÕES DOS GRUPOS DE TRABALHO

GT 1 - ACESSIBILIDADES PARA CONSTRUÇÃO DE PRÁTICAS DECOLONIAIS E DE PERTENCIMENTO

Responsáveis:  Clemencia Maria de Jesus Silva e Aparecida Dias Terras Gomes. 

E-mail: ufsbacessibilidadedecoloniais@gmail.com

 

Este Grupo de Trabalho (GT) busca-se apresentar debates sobre acessibilidades para construção de práticas decoloniais e de pertencimento acerca do direito educacional das pessoas com deficiências físicas, sensoriais e transtornos globais. Esse é um tema essencial para compreensão dos diversos impasses, conflitos e contradições de enfrentamentos históricos das práticas educativas de inclusão sistêmica que os estudantes com diversos tipos de deficiência são invisibilizados hegemonicamente devido sua condição de atendimento educacional especial e étnica no ingresso, continuação e finalização dos estudos na educação básica e no ensino superior. O estudo que será apresentado reflete e aponta para questões profundas da realidade social, possibilitando entender à efetivação do que seja inclusão no âmbito educacional mediante as concepções construídas historicamente para uma sociedade, e a cultura de cada espaço social. No Brasil, especialmente os cuidados com as crianças especiais sempre foram delegados a iniciativas da sociedade civil, por meio da concepção de estabelecimentos especializados nesse atendimento. No entanto, com as mudanças ocorridas na sociedade, com o procedimento de democratização das escolas, começa-se a refletir aprecisão de um fazer pedagógico inclusivo. Por outro lado, as instituições especializadas demonstraram ao longo do tempo sua incapacidade de proporcionar a integração desses indivíduos no seio da sociedade, tornando-os produtivos. Nesse contexto surgem os termos: “Educação Inclusiva e Atendimento Educacional Especializado”, que visam efetivar o atendimento dos alunos especiais em suas diversas especificidades. Propomos através deste GT, reunir algumas informações a respeito do tema abordado, no sentido de problematizar e discutir as políticas educacionais de inclusão, e como o poder público pode contribuir para que a escola garanta a inserção de práticas pedagógicas decoloniais destes grupos minorizados na escola regular, possibilitando  a estes estudantes o reconhecimento e a apropriação de valores e práticas indenitárias, linguísticas  de pertencimento da mesma forma que e propõem aos demais estudantes. Isso justifica a necessidade de discutir o tema, a fim de entender o processo de inclusão e acessibilidades em sua perspectiva legal, pois se trata de um debate ainda carregado de discursos e práticas capacitistas, que ainda carece de maior profundidade nas discussões e visibilidade das lutas.

 

 Palavras-chave: Práticas Decoloniais. Deficiências.  Acessibilidades, Diversidades.

 

GT 2 - CULTURA CORPORAL E SAÚDE MENTAL DA POPULAÇÃO NEGRA

Responsáveis: Carlos Elber Ribeiro Machado e Mônica Rodrigues Miranda

 E-mail: culturacorporalnegra.vseminario@gmail.com

 

Este Grupo de Trabalho (GT) tem a proposta de construir um debate a partir de uma perspectiva humana, com elaboração de estratégias de enfrentamento ao racismo e destaque principal para as vivências dos elementos da cultura corporal e cuidados necessários à promoção da saúde mental da população negra. Esse GT compreende a necessidade de reconhecimento e empoderamento dos negros perante aos direitos humanos e constitucionais como necessidades básicas relacionadas ao bem estar e qualidade de vida. O horizonte da  proposta aponta para necessidade da população negra acessar tempos/espaços que oportunize vivenciar de forma consciente e sistematizada os elementos da cultura corporal como condição sine qua non de equilíbrio e harmonia da inseparável relação corpo e mente. A  expectativa das produções prevê um GT com referenciado na afroperspectiva e ancestralidade que fortalece e (re)afirma a identidade do povo preto. Portanto este GT busca sobretudo reflexionar acerca do racismo estrutural e como reverbera na saúde e na cultura corporal dos

negros , sobremaneira que a nossa luta deve ser urgente  e sempre em todos os âmbitos da sociedade, confrontando desigualdades múltiplas e recorrentes contra essa parcela da população onde a marcação ainda continua sendo a raça. Tais vitupérios concernentes aos negros e às negras do nosso país são rasgos latentes inseridos no sistema de saúde, degradante e excludente onde mais sofremos, ainda existe ademais uma notória folclorização a tudo que diz respeito aos corpos pretos, faz-se necessário ‘decolonizar’ esses espaços de poder em detrimento de uma sociedade mais equânime e isonômica.

 

Palavras-chave: Cultura Corporal. População Negra. Enfrentamento. Promoção de Saúde.

  

GT 3 - LITERATURA NEGRA E INDÍGENA.

Responsáveis: Elisiane Lima Da Silva, Erika Brasil Figueiredo e Fátima Vieira Santos

 E-mail: gt.literaturaafroindigena@gmail.com

 

O Grupo de Trabalho “Literatura negra e indígena” busca fomentar discussões e reflexões acerca das questões afro-brasileira e indígena, consubstanciadas no âmbito da literatura, entendendo-a como ferramenta fundamental e imprescindível para a Educação das Relações Étnico-Raciais com vistas à superação do racismo, do preconceito e da intolerância em nossa sociedade. A estrutura colonialista e racista historicamente presente no meio social relegou lugar de subalternidade e inferioridade às populações negra e indígena, realidade essa presente nas diversas narrativas literárias, nos personagens nelas contidos, nos conhecimentos e aspectos culturais nelas privilegiados. Os conhecimentos e heranças culturais da População afro-brasileira e dos povos indígenas vêm sendo sistematicamente aniquilados e inviabilizados pelas narrativas hegemônicas. A presença da literatura afro-brasileira e indígena nos diversos espaços educativos, possibilitada pelas discussões em torno das leis 10.639/2003 e 11.645/2008, vem contribuindo de forma significativa para a desconstrução de estereótipos relacionados à identidade negra e indígena, com vistas ao fortalecimento identitário desses sujeitos e valorização de suas heranças culturais. Sendo assim, consideramos de grande relevância os trabalhos que dialoguem com essas temáticas, privilegiando os saberes desses povos, suas culturas e formas de ser e agir no mundo, com vistas a ampliar as discussões e ações efetivas no interior dos diversos espaços educativos que instrumentalizam a literatura em suas práticas pedagógicas.

 

Palavras-chave: Literatura Afro-brasileira. Literatura Indígena. Educação Antirracista.

 

GT 4 -  PEDAGOGIAS SUBVERSIVAS IDENTITÁRIAS

Responsáveis: Adriene Viana Lima e Mara Felipe

E-mail : pedagogiasubversiva.vsregional@gmail.com

 

O grupo propõe mostrar experiências em que a educação é subversiva e propicia uma revolução nos modos de pensar e agir. Sua principal transgressão, do ponto de vista pedagógico, consiste no fato de se contrapor à lógica fragmentada e cartesiana, oferecendo, como alternativa, uma perspectiva mais plurisistêmica, multidisciplinar e interdependente. Por isso mesmo, engajada com subjetivações identitárias e as performatividades nos diversos espaços de educação — formal, informal e não-formal, produzindo reflexões em diferentes perspectivas teóricas e metodológicas relacionadas a esse fazer educativo. Assim, serão trabalhadas pedagogias subversivas, culturais, do campo, de gênero, étnico-raciais, geracionais e inclusivas.

 

Palavras-chave: Pluridiversidade. Multidisciplinariedade. Transgressão

 

 GT 5 - GÊNERO, DIFERENÇAS E LGBTQIAP+

Responsáveis: Jose Antonio Loyola Fogueira, Lyn Diniz e Mauricio Dias

E-mail: generoediferenca.vsregional@gmail.com

 

Este grupo de trabalho visa promover um espaço de amplo diálogo e troca de ideias como caminho a ampliação de horizontes e percepções sobre as relações entre as questões de gênero, diferença/diversidade e identidade sexual LGBTQIAP+, mas também propõe-se como um campo de formação política frente ao avanço de discursos e agendas neoliberais/neoconservadoras/fundamentalistas que corroem as estruturas do Estado Democrático de Direito e se interpõem entre a adoção de políticas públicas efetivas e a ampliação da cidadania pautada nos direitos humanos e pleno exercício de vivências que não estejam ancoradas nos modelos dicotômicos e heteronormatizados. Entendendo como um processo indissociável a construção de uma educação viva, onde sejam visibilizadas as potencias contidas nas subjetividades de corpas, de negritudes empoderadas e germinadas numa irmandade de luta na reexistencia.

 

Palavras-chave: Gênero. Diferenças. Diversidade Sexual. Corpas. Negritudes.

  

GT 6 - MOVIMENTO E QUESTÕES INDÍGENAS

Responsáveis: David Rodrigues,  Rosilene Souza de Jesus e Valdenilson Oliveira dos Santos,

E-mail: questoesindigenas.vseminario@gmail.com

 

O Grupo de Trabalho Movimentos e Questões Indígenas que compõe esse seminário temático é um espaço de discussão que pretende não só atualizar os temas e problemáticas em que se inserem os mais de 300 povos indígenas de nosso país, mas também levantar propostas e soluções para as sensíveis questões que afligem esse grupo humano que luta ainda (e sobretudo hoje!), contra o racismo estrutural e as sistemáticas ameaças de genocídio, etnocídio e epistemicídio impostas pela colonização e pela colonialidade, num modelo educacional excludente, caracteristicamente embranquecido. Aqui, temos uma janela aberta para a reflexão e denúncias contra a violência, o silenciamento e a homogeneização que se reproduzem e se agravam no sistema de ensino de um Brasil governado por milícias raciais sustentadas por uma indústria e um agronegócio erguidos sobre a terra sagrada e o sangue dos povos originários. Povos que além de resistirem, lutam pela (re)existência em um intenso movimento de retomadas culturais e territoriais em todas as regiões. Os trabalhos inscritos neste GT apresentam, não somente os conflitos nas relações étnico-raciais e as dores dos indígenas, mas, principalmente, a força de suas subjetividades e ancestralidade.

 

Palavras chaves: Povos indígenas. Decolonialidade. (Re)existência.

{{viewModel.evento.titulo}}

{{viewModel.evento.responsavelEvento}}