V Seminário de Pesquisa em Arte
Semana Acadêmica dos Cursos de Artes Visuais - Bacharelado e Licenciatura 2026
PROGRAMAÇÃO
08/06, segunda-feira
15h às 17h
Encontro de formação do Grupo de Pesquisa em Arte (GPA/UNESC) com a Profª. Drª. Fabrícia Jordão (PPGAV/UFPR/UNESPAR) líder do Grupo de Estudos Vermelhos.
Estudos vermelhos investiga a imagem da arte na sociedade capitalista por meio da articulação do pensamento de Karl Marx e a filmografia de Pier Paolo Pasolini.
Local: Bloco Z – Sala 004
19h às 21h45
Abertura da Semana Acadêmica dos Curso de Artes Visuais - Bacharelado e Licenciatura e V Seminário de Pesquisa em Arte
Palestra: Sabotar o Visual, Restituir a Imagem: Entre a Hipervisibilidade do Capital e a Alteridade da Imagem, com Fabrícia Jordão
Local: Auditório Ruy Hulse
Sinopse: Na era da hipervisibilidade e da legibilidade imediata, a experiência estética ainda pode ser defendida como um lugar de resistência? Ou a arte estaria — assim como todos nós — também em perigo? Diante da economia da atenção e da cobertura midiática global no capitalismo tardio, onde a produção imagética contemporânea parece sucumbir ao fluxo anestésico da "rolagem infinita", esta conversa propõe-se a problematizar o lugar e as funções da imagem artística frente ao regime totalitário das formas visuais dominantes, tensionando a hipótese de uma agonia ou neutralização da arte. Como contraponto a esse cenário, defende-se uma práxis fundamentada tanto em uma política da forma quanto no fazer uma imagem politicamente — ou seja, na reivindicação da "imagem" em sua dimensão de alteridade, opacidade e hospitalidade para o pensamento.
Fabrícia Jordão. Professora e curadora. Doutora e Mestre em Artes pela ECA/USP. Líder do Grupo de Pesquisa Estudos Vermelhos. Em 2019 recebeu o prêmio de melhor tese da CAPES (Artes) com pesquisa que investigou as contribuições e atuações institucionais de críticos de arte e artistas visuais no processo de redemocratização brasileira. Professora adjunta nos cursos de bacharelado e licenciatura em Artes Visuais da UFPR. Professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UNESPAR. Desde agosto de 2025 atua na chefia do Departamento de Artes da UFPR. Entre 2020-2025 coordenou o Laboratório de Imaginário Radical na UFPR. Suas pesquisas estão comprometidas com a reflexão sobre o lugar que a imagem na arte assume no contexto da hegemonia do imaginário capitalista. Especificamente na articulação entre arte, emancipação e formas políticas de resistência anticapitalista. Dentre suas curadorias mais recentes, destacam-se As coisas que escapam, individual Luiza Urban (Caixa Cultural, Curitiba, 2026), A pele da pintura, individual de Gustavo Magalhães (Muma, Curitiba, 2025), Gesto Indócil, individual de Cecília Mori (Centro Municipal Hélio Oiticica, Rio de Janeiro, 2025), É tudo verdade, curadoria compartilhada com Fernanda Pujol (Instituto Remanso, Porto Alegre, 2025) e Solaris, individual de Lara Ovídio ( MIS, São Paulo, 2025), Levi Orthof (DeCurators - Brasília, 2024), Gê Orthof (Galeria Alfinete - Brasília, 2023), Cleverson Salvaro, Enquanto (Central Galeria, SP, 2023), 67o Salão Paranaense de Arte Contemporânea (MAC-PR, 2022), Raquel Nava (Museu Nacional da República-DF, 2022), Alice Ricci (Espaço Cama-SP, 2021); Alex Vallauri (Museu Nacional da República-DF, 2021); Estratégias do feminino (Farol Santander, Porto Alegre, 2019), Pequenos gestos: memórias disruptivas (MAC-PR, 2019), I Bienal Latino-Americana de São Paulo, 40 anos depois (Centro Cultural São Paulo, 2019).
09/06, terça-feira
14h às 16h
Apresentações do V Seminário de Pesquisa em Arte
Local G1: Bloco XXI B – Sala 105
Local G2: Bloco Z – Sala 004
16h às 18h
Apresentações do V Seminário de Pesquisa em Arte
Local G3: Bloco XXI B – Sala 105
Local G4: Bloco Z – Sala 004
Local G5: Bloco Z – Sala 005
19h30 às 21h30
Apresentações do V Seminário de Pesquisa em Arte
Local G6: Bloco XXI B – Sala 105
Local G7: Bloco Z – Sala 004
Local G8: Bloco Z – Sala 005
10/06, quarta-feira
19h30 às 21h30
Apresentações do V Seminário de Pesquisa em Arte
Local G9: Bloco H – Sala 004
Local G10: Bloco H – Sala 003
Local G11: Bloco Z – Sala 004
11/06, quinta-feira
19h às 21h45
OFICINAS:
p.p.p. (imaginar a educação além da escola)
com Guilherme Bruschi
Pier Paolo Pasolini teve uma vasta atuação crítica e poética em vida, mas a manutenção de sua memória passa por processos de seleção que se responsabilizam por manter uma parte dessa atuação no esquecimento. A oficina realizará um resgate de uma parte da vida e obra de Pasolini, propondo uma ação de cuidado coletiva com a memória de sua atuação na educação. Ele, que percebeu a captura da educação pelos mecanismos de poder num momento de transformações radicais. Ele, que sonhou uma educação para além da escola, como invenção de modos de atuação possíveis frente a máquina de captura das subjetividades. Cuidar de sua memória caracterizando aquilo que ele fez: colocando em caracteres.
Guilherme Bruschi (Palma Sola, 2000) é professor, artista visual e pesquisador, atuante em diferentes condições de inserção, como o ensino de jovens e adultos, o sistema prisional, colégios cívico-militares, escolas regulares e centros culturais. Mestrando pelo PPGAV/UDESC e formado no curso de licenciatura em artes visuais pelo IFPR. Sua pesquisa presta especial atenção às passagens entre arte e educação, chocando os modos de pensar e de fazer de um campo empenhando nele outras metodologias. A prática se torna, então, uma maneira de redesenhar os limites entre ensino, desejo e liberdade.
30 vagas
Local: Bloco Z – Sala 004
título da oficina: urgente, por enquanto: textos-ações em proposições
com Claudio Moreira, Helton Novelletto, Vitoriano Corrêa, Álvaro Gonçalves,Thales Piazza
Partindo da urgência como tomada/troca de posição, ou, ainda, como possível movimento para uma proposição, a oficina propõe um espaço breve de propostas e acompanhamentos de práticas artísticas envolvendo relações entre texto e ação. Interessa acompanhar modos pelos quais certas práticas podem se traduzir/transcriar em outros processos – por meio dos contágios entre superfícies.
Os proponentes irão apresentar brevemente 1 artista que atravesse suas investigações em curso, especialmente trabalhos que mobilizem aproximações entre texto e ação. Em seguida, cada fala se desdobra em uma proposição, que poderá assumir diferentes formatos: instruções, exercícios, protocolos, anotações, escritas breves, ações coletivas, etc. Os materiais produzidos ao longo da oficina irão integrar uma publicação digital coletiva reunindo os desdobramentos das propostas.
Claudio Moreira é doutorando e mestre em Artes Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade do Estado de Santa Catarina (PPGAV/UDESC), na linha de pesquisa Processos Artísticos Contemporâneos, onde desenvolveu a dissertação notas da tradução (2025). É artista, pesquisador e professor nos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Artes Visuais da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), em Criciúma. Desde 2022 coordena a editora molécula, dedicada à edição de projetos artísticos em publicações impressas e sonoras. É um dos preceptores do PET-Saúde Digital: Linguagens e Humanidades Digitais e integra o Grupo de Pesquisa em Arte – GPA (UNESC/CNPq) e o grupo de pesquisa Proposições artísticas contemporâneas e seus processos experimentais (UDESC/CNPq). Investiga relações entre escuta e escrita, linguagem e corpo, tradução e intraduzibilidade, publicação de artista e circulação menor, por meio de textos, performances, vídeos, intervenções, materiais impressos, desenhos e instalações.
Helton Novelletto é artista, pesquisador e curador, graduando em bacharelado em Artes Visuais na Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), pesquisando proposições artísticas contemporâneas em correlação com: texto, palavra, escrita, e criação de sentido. Também atuando como bolsista no programa PET-Saúde Digital: Linguagens e Humanidades Digitais (UNESC/Ministério da Saúde), e atualmente atuando em curadoria e pesquisa em arte, relacionando a linguagem, performance, e proposições textuais experimentais.
Vitoriano Corrêa é artista e pesquisador, graduando em bacharelado em Artes Visuais na Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), pesquisando correlações entre práticas artísticas da arte contemporânea e pesquisa em arte. Também atuando como bolsista no programa PET-saúde digital: Linguagens e Humanidades Digitais (UNESC/Ministério da Saúde), e, atualmente, atuando no ramo de espaços culturais na organização e auxílio em exposições artísticas, eventos e mediações, como estagiário da sala de exposição Edi Balod, localizada no bloco administrativo da universidade. Tem interesse pelas relações entre identidade de gênero e linguagem em correlação com a escrita como prática artística de inscrição de corpos.
Álvaro Gonçalves é quadrinista, artista e pesquisador, graduando em bacharelado em Artes Visuais na Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), pesquisando proposições movimentos de criação e captura de sentidos na arte contemporânea, assim como proposições artísticas que sensibilizam para instâncias anteriores à significação. Também atuando como voluntário no programa PET-saúde digital: Linguagens e Humanidades Digitais (UNESC/Ministério da Saúde. Tem interesse pelas relações entre linguagem e o real, potencialidades na criação de lacunas na linguagem e seus sentidos, e em experimentações gráficas e sua reprodutibilidade.
Thales Piazza é estudante de psicologia e pesquisador, graduando de bacharelado em Psicologia na Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), pesquisando tramas entre noções de cuidado e suas possíveis potências no teleatendimento. Atuando como bolsista no PET-saúde digital: Linguagem e Humanidades Digitais (UNESC/Ministério da Saúde), e, atualmente atuando em projetos relacionados à saúde de idosos no Sul Catarinense e Grupo Vivencial relacionando Psicologia e RPG.
20 vagas
Local: Bloco Z - Sala 06
Indígenas/mulheres/artistas: corpo-território e marcas do habitar na arte contemporânea
com Francine Nazário da Silva
A oficina propõe reflexões e experimentações artísticas a partir das produções de indígenas/mulheres/artistas na arte contemporânea, problematizando ausências, silenciamentos e disputas de representação nos espaços da arte e da educação. Inspirada nas noções de corpo-território e cosmovisões indígenas brasileiras, a proposta convida os participantes à construção de um “arquivo das ausências”, articulando memória, visualidade, escrita e poéticas decoloniais/contracoloniais. Por meio de colagens, fotografias, lambe-lambes, palavras, imagens e pequenos arquivos poéticos, a oficina busca tensionar quais corpos, narrativas e saberes historicamente foram apagados da história da arte (e espaços de poder como as aulas de Arte na escola -, criando espaços de escuta, presença e criação coletiva.
Francine Nazário da Silva é professora de Arte no Colégio Unesc, formada em Artes Visuais Licenciatura, Mestra em Educação e doutoranda em Educação na Unesc. Atua na Educação Básica e no Ensino Superior, desenvolvendo pesquisas e práticas pedagógicas relacionadas ao ensino de Arte, feminismos decoloniais/contracoloniais, cultura visual e produções de indígenas/mulheres/artistas. Investiga as relações entre arte, corpo-território, memória e educação, com foco em perspectivas antirracistas, decoloniais/contracoloniais e feministas.
20 vagas
Local: Bloco Z - Sala 05
Corpo, marca e memória: processos de criação a partir da pele
com Ricardo Goulart
A oficina propõe uma investigação sobre corpo, marca, memória e imagem a partir da pesquisa desenvolvida no projeto Sob(re) a Pele. Os participantes serão convidados a pensar a pele e o corpo como superfícies de inscrição e arquivos sensíveis, explorando marcas visíveis e invisíveis como disparadoras de criação visual. Por meio de exercícios e procedimentos de experimentação, a atividade busca provocar elaborações poéticas individuais e coletivas em torno de vestígios, afetos, cicatrizes e memórias corporais. Voltada a estudantes de Artes Visuais e interessados em práticas contemporâneas, a oficina aproxima questões do corpo, da performance, da visualidade e da memória.
Ricardo Goulart é artista, designer gráfico, pesquisador e produtor cultural. Doutor em Teatro pela UDESC, desenvolve pesquisas nas relações entre corpo, memória, performance e visualidade. É proponente e performer de Sob(re) a Pele, videoperformance que investiga cicatrizes e marcas corporais como arquivos de memória e elaboração poética.
15 vagas
Local: Bloco Z - Sala 11
7 modos de descascar com um corpo
com Vitoriano Corrêa
A oficina se circula na proposição de 7 propostas de forma a interagir com o espaço a fim de criar uma escuta/escrita do corpo para além do que já se alcança limitadamente pelos sentidos em alta velocidade em relação ao tempo cronológico, as proposições se baseiam nessas perguntas que se relaciona na produção do meu TCC, de modo a trazer um corpo ao presente que o rodeia, como um conceito que uso, formas de descascar um/esse corpo da dureza e formalidade, mais do que se abranger em relação ao que é material e representativo, mas atentar aos fluxos que transformam as coisas no que elas são para além do que foi se dado seus nomes.
Vitoriano Corrêa é artista e pesquisador, graduando em bacharelado em Artes Visuais na Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), pesquisando correlações entre práticas artísticas da arte contemporânea e pesquisa em arte. Também atuando como bolsista no programa PET-saúde digital: Linguagens e Humanidades Digitais (UNESC/Ministério da Saúde), e, atualmente, atuando no ramo de espaços culturais na organização e auxílio em exposições artísticas, eventos e mediações, como estagiário da sala de exposição Edi Balod, localizada no bloco administrativo da universidade. Tem interesse pelas relações entre identidade de gênero e linguagem em correlação com a escrita como prática artística de inscrição de corpos.
15 vagas
Local: Sala Edi Balod - Bloco Administrativo
Autorretrato: Território Feminino
com Lilian Barbon
Uma experiência artística sensível e acessível que propõe o autorretrato como ferramenta de expressão, escuta e autoconhecimento. A partir da fotografia híbrida (imagem + intervenção manual), vamos explorar identidade, memória e território. Não precisa de experiência prévia. Pode usar celular ou câmera simples. Atividade voltada para mulheres: cis, trans, não-binárias e intersexo. Essa oficina faz parte de um projeto que percorre seis municípios de Santa Catarina, promovendo encontros em fotografia contemporânea e culminando em uma exposição coletiva em Florianópolis. Proposta Cultural selecionada no Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo a Cultura - Edição 2025, realizada com recursos do Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura.
Lilian Barbon é Fotógrafa, artista visual e arte-educadora. Dedica-se a pesquisa e produção na área das artes visuais com foco na fotografia expandida e alternativa, com temáticas relacionadas ao corpo, identidade e autorrepresentação. Busca a ressignificação da imagem fotográfica através do cruzamento de outras linguagens e técnicas artísticas, criando novas construções e hibridismos. É mestre e bacharel em artes visuais e especialista em fotografia. Desde 2005 realiza pesquisas na área da fotografia artística, participando de exposições e festivais de fotografia no Brasil, Portugal e Espanha. Possui diversas premiações na área e atua como instrutora em cursos, oficinas e workshops de fotografia e artes visuais.
12 vagas para mulheres cis, trans, não-binárias e intersexo
Local: Bloco Z - sala 09
Inscrições exclusivamente pelo link: Inscrições pelo formulário: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScl2vZ0UgmkhUUx1bHt9VLEp-Xzb5EpwMeiqsHVqRxo2K8FOQ/viewform
*continuação da oficina no sábado
12/06, sexta-feira
19h às 21h45
Ocupação na Sociedade Recreativa União Operária com apresentações artísticas, performances, exposições, feira de arte, oficinas, intervenções e outras ações extensionistas.
Local: Sociedade Recreativa União Operária - R. Sampaio Viana, 222 - Santa Bárbara, Criciúma - SC, 88804-270
* Ônibus gratuito saindo da Unesc às 19h15, com retorno às 21h20.
13/06, sábado
9h às 12h30
OFICINAS:
Autorretrato: Território Feminino
com Lilian Barbon
Uma experiência artística sensível e acessível que propõe o autorretrato como ferramenta de expressão, escuta e autoconhecimento. A partir da fotografia híbrida (imagem + intervenção manual), vamos explorar identidade, memória e território. Não precisa de experiência prévia. Pode usar celular ou câmera simples. Atividade voltada para mulheres: cis, trans, não-binárias e intersexo. Essa oficina faz parte de um projeto que percorre seis municípios de Santa Catarina, promovendo encontros em fotografia contemporânea e culminando em uma exposição coletiva em Florianópolis. Proposta Cultural selecionada no Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo a Cultura - Edição 2025, realizada com recursos do Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura.
Lilian Barbon é Fotógrafa, artista visual e arte-educadora. Dedica-se a pesquisa e produção na área das artes visuais com foco na fotografia expandida e alternativa, com temáticas relacionadas ao corpo, identidade e autorrepresentação. Busca a ressignificação da imagem fotográfica através do cruzamento de outras linguagens e técnicas artísticas, criando novas construções e hibridismos. É mestre e bacharel em artes visuais e especialista em fotografia. Desde 2005 realiza pesquisas na área da fotografia artística, participando de exposições e festivais de fotografia no Brasil, Portugal e Espanha. Possui diversas premiações na área e atua como instrutora em cursos, oficinas e workshops de fotografia e artes visuais.
12 vagas para mulheres cis, trans, não-binárias e intersexo
Local: Bloco Z - sala 09
Inscrições exclusivamente pelo link: Inscrições pelo formulário: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScl2vZ0UgmkhUUx1bHt9VLEp-Xzb5EpwMeiqsHVqRxo2K8FOQ/viewform
*continuação da oficina de quinta-feira