A SOBER é uma associação civil com fins não econômicos, fundada em 1959, que tem por finalidade promover o desenvolvimento e o intercâmbio do conhecimento no âmbito das Ciências Sociais rurais e suas correlatas, visando fornecer subsídios para a formulação, o monitoramento e a avaliação de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sustentável, e para a tomada de decisão por agentes do setor privado.
A IRSA é uma associação de associações regionais que teve sua origem a partir do esforço de um Comitê para Cooperação Internacional em Sociologia Rural. Em 1964, esse comitê organizou o primeiro congresso e, já no segundo congresso mundial , em 1968, foram iniciadas discussões para a formação de um organismo internacional. Um ano depois foi formada a Associação Latino-Americana de Sociologia Rural (ALASRU), que é o órgão regional afiliado à IRSA e proponente da organização do congresso na América Latina.
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Programação
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Inscrições (Atenção: Valores em Reais Brasileiros)
O Assentamento Filhos de Sepé é vinculado ao Movimento
dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e está localizado no município de
Viamão/RS, a cerca de 40 km de Porto Alegre. O assentamento abrange área de
9.470 hectares, divididos em 375 lotes e abriga cerca de duas mil pessoas. A
área é vital para a conservação de recursos hídricos, estando inserida na Área
de Proteção Ambiental (APA) do Banhado Grande e é continua ao Refúgio da Vida
Silvestre Banhado dos Pachecos (2.540 hectares). Esse roteiro inclui a vista ao Instituto de
Educação Josué de Castro (IEJC) e à Cooperativa dos Produtores Orgânicos da
Reforma Agrária de Viamão (COOPERAV). O IEJC é uma escola formal mantida pelo
MST, com caráter nacional e internacional, que desenvolve cursos técnicos e de
graduação. A partir de 2026, o Instituto passou a abrigar a Faculdade Josué de
Castro, primeira instituição de ensino superior do Brasil vinculada ao MST. O
objetivo da visita é conhecer a proposta educativa do MST e o funcionamento do
Instituto Em seguida, na COOPERAV, o objetivo da visita é promover a reflexão
sobre as conexões entre reforma agrária, produção orgânica e proteção de
ecossistemas sensíveis. A produção agropecuária das famílias é prioritariamente
focada no cultivo de alimentos agroecológicos, com destaque para o arroz,
cultivado em cerca de 1.600 hectares, além da produção de hortifrutigranjeiros,
ovos e pecuária de corte.
Local de saída e retorno: Rótula da Reitoria
da UFRGS - https://maps.app.goo.gl/AfEnUTxXnCvdYmRFA
Horário de saída: 8:00h Horário de retorno (chegada em Porto Alegre): 16:30h Tempo estimado de deslocamento: 1
hora.
A visita de campo oferece uma imersão na Comunidade Indígena Kaingang
Oré Kupri, território de 22,1 hectares na Lomba do Pinheiro, bairro de Porto
Alegre. O roteiro foi desenhado para apresentar a complexidade da reprodução
social Kaingang em meio à pressão urbana, permitindo aos participantes
percorrer as trilhas de reconhecimento territorial e as roças da comunidade,
onde o manejo da mata nativa e as expressões ancestrais se encontram com a
segurança alimentar. Ao longo do dia, os congressistas vivenciarão a cosmologia
das metades Kamẽ e Kanhru através de apresentações culturais e da observação
direta da confecção de artesanato em cipó e taquara. Um dos pontos centrais da
experiência será a gastronomia tradicional, com um almoço preparado na cozinha
comunitária — um Ponto de Soberania Alimentar — onde serão servidos pratos como
o Krunin e o Fuá. Na parte da tarde ocorrerá uma vivência de jogos
tradicionais, encerrando-se com um momento de diálogo com as lideranças sobre
perspectiva do futuro dos povos originários.
Local de saída e retorno: Rótula da Reitoria
da UFRGS - https://maps.app.goo.gl/AfEnUTxXnCvdYmRFA
Horário de saída: 8:00h Horário de retorno (chegada em Porto Alegre): 16:30h Tempo estimado de deslocamento: 1
hora.
Número de Vagas: 20
Alimentação: Será ofertado almoço típico no local.
A visita integra dois patrimônios culturais e produtivos do Rio Grande do Sul.
A atividade inicia com um tour guiado na Cachaçaria Weber Haus, fundada em 1948
e reconhecida internacionalmente pela produção artesanal de cachaças, runs e
licores premiados. O tour apresenta todo o processo produtivo, desde o cultivo
orgânico da cana-de-açúcar até a destilação, envelhecimento em diferentes
madeiras e certificações de qualidade. A empresa apresenta certificações de
práticas sustentáveis, agricultura orgânica e rastreabilidade, sendo referência
nacional em destilados de alta qualidade. Após o almoço com comida típica no
Restaurante Dheinhaus, o grupo segue para o Núcleo de Casas Enxaimel de Ivoti,
um dos mais preservados conjuntos arquitetônicos de imigração alemã no Brasil.
O núcleo, tombado como patrimônio histórico, reúne edificações construídas com
a técnica tradicional do enxaimel, permitindo compreender processos de
colonização, modos de vida dos imigrantes e transformações socioculturais da
região.
Local de saída e retorno: Rótula da Reitoria da UFRGS - https://maps.app.goo.gl/AfEnUTxXnCvdYmRFA
Horário de saída: 09:00 h Horário de retorno (chegada em Porto Alegre): 17 horas Tempo estimado de deslocamento: 1:30
h
A visita
à CMPC, multinacional do setor de celulose instalada em Guaíba/RS, será
composta por uma recepção institucional e uma palestra introdutória em que a
empresa apresentará sua atuação global, nacional e local, seguida de um tour
guiado pela planta industrial. O objetivo é compreender como se estruturam suas
atividades produtivas, baseadas no monocultivo de eucalipto e na fabricação de
celulose em larga escala, e suas estratégias de gestão ambiental e energética,
incluindo projetos recentes de descarbonização e a implantação de iniciativas
de hidrogênio verde. Durante o percurso, serão observados os processos
industriais, as operações de tratamento de resíduos e efluentes e as práticas
que a empresa divulga como parte de sua política de sustentabilidade,
permitindo uma análise crítica sobre os impactos socioambientais e econômicos
associados ao complexo industrial e ao modelo florestal adotado.
Local de saída e retorno: Rótula da Reitoria
da UFRGS - https://maps.app.goo.gl/AfEnUTxXnCvdYmRFA
Horário de saída: 08:00 h Horário de retorno (chegada em Porto Alegre): 13 horas Tempo estimado de deslocamento:
30 minutos
Número de Vagas: 30
Alimentação: Será servido café no local. Não inclui almoço.
Valor da inscrição: R$ 25,00
Informações adicionais:
Alex Leonardi - alex.leonardi@furg.br / +55 51 9773-4241
O projeto
Periferia Feminista constitui uma experiência de base comunitária que articula
feminismo popular, agroecologia e justiça social. Surgido em 2020, no contexto
da pandemia e da intensificação da insegurança alimentar, o coletivo estruturou
uma rede de cuidado que tem como eixo a horta urbana comunitária, responsável
por produzir alimentos, fortalecer a soberania alimentar e promover práticas
sustentáveis, como captação de água da chuva e soluções ecológicas de
saneamento. A partir dessa experiência, foram ampliadas ações como a cozinha
solidária, que distribui refeições à comunidade, e iniciativas de geração de
renda — incluindo padaria, costura e bazar — voltadas à autonomia econômica das
mulheres periféricas. O projeto também integra estratégias de mitigação das
mudanças climáticas por meio de tecnologias sociais acessíveis e práticas
agroecológicas. Seu impacto social e inovação foram reconhecidos nacionalmente,
com a conquista do primeiro lugar no Prêmio Nacional de Agricultura Urbana do MDS,
além de outras premiações e visibilidade em espaços de debate sobre sistemas
alimentares e políticas públicas. O projeto é promovido pela Marcha Mundial de
Mulheres (MMM) e a ONG Amigas da Terra Brasil, com parceria consolidada com o
MST e a Rede de Cozinhas Solidárias.
Local de saída e retorno: Rótula da Reitoria
da UFRGS - https://maps.app.goo.gl/AfEnUTxXnCvdYmRFA
Horário de saída: 09:00 h Horário de retorno (chegada em Porto Alegre): 12:30 horas Tempo estimado de deslocamento:
30 minutos
A Pesca com Botos no Sul do Brasil consiste em uma prática tradicional
realizada por pescadores artesanais em estuários do litoral sul, especialmente
em Laguna (SC) e na barra do Rio Tramandaí (RS), caracterizada pela colaboração
entre pescadores humanos e botos na captura de tainhas. A atividade envolve
complexa comunicação interespecífica, na qual os botos conduzem os cardumes e
sinalizam o momento adequado para o lançamento da tarrafa. Transmitida entre
gerações de pescadores e também entre os próprios botos, a prática constitui um
modo de vida associado a conhecimentos ecológicos, técnicas de pesca e formas
de sociabilidade próprias das comunidades pesqueiras, integrando cultura,
ambiente estuarino e relações singulares entre humanos e animais. Em 2026, a
Pesca com Botos do Sul do Brasil foi registrada como um Bem Cultural de
Natureza Imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
(IPHAN). O registro resultou do esforço de pesquisadores, estudantes,
pescadores, sociedade civil organizada e comunidades locais, dos estados do Rio
Grande do Sul e de Santa Catarina, ao longo de mais de uma década. Além de acompanhar as atividades da pesca artesanal entre pescadores e botos, a
visita prevê uma roda de conversa com os pescadores artesanais e degustação da
culinária de pescado [bolinho de peixe], produzida pelas mulheres envolvidas
com a pesca artesanal.
Local de saída e retorno: Rótula da Reitoria da UFRGS - https://maps.app.goo.gl/AfEnUTxXnCvdYmRFA
Horário de saída: 09:00 h Horário de retorno (chegada em Porto Alegre): 15:00 horas Tempo estimado de deslocamento: 1:30
h
Número de Vagas: 20
Alimentação: Degustação de bolinho de peixe e acompanhamentos. Não
inclui almoço.
Valor da inscrição: R$ 60,00
Informações adicionais:
Marlise Dal Forno - marlise.forno@ufrgs.br / +55 51 991148080 (Whatsapp)
Visita – Indicações geográficas, cooperativismo e enoturismo
A Serra Gaúcha é a principal região produtora de vinhos do Brasil. Também é o
território brasileiro onde se encontra o maior número de Indicações de
Procedência, o que revela um esforço histórico de cooperação dos atores locais
na construção de estratégias de qualificação e valorização de produtos
agroalimentares. Esta visita focalizará o desenvolvimento do cooperativismo da
agricultura familiar, as estratégias de valorização dos alimentos por meio de
sua associação ao território e o desenvolvimento da gastronomia e do enoturismo.
Local de saída e retorno: Rótula da Reitoria da UFRGS - https://maps.app.goo.gl/AfEnUTxXnCvdYmRFA
Horário de saída: 07:00 h Horário de retorno (chegada em Porto Alegre): 18:30 Tempo estimado de deslocamento: 2
horas
Em 2026, Porto Alegre estará novamente no centro das discussões sobre o futuro das áreas rurais. A cidade tornou-se internacionalmente conhecida pelas suas experiências inovadoras de governança participativa e democracia, dentre as quais destacam-se a criação, nos anos 1980, do Orçamento Participativo e a organização, no começo dos anos 2000, das primeiras edições do Fórum Social Mundial.
Situada no extremo sul do país, a cidade também concentra algumas das experiências mais consolidadas de movimentos sociais alimentares do Brasil. Na década de 1980, Porto Alegre presenciou a criação do primeiro mercado de alimentos orgânicos do país, o qual operava com um sistema participativo de certificação criado por uma cooperativa de consumidores. Essa experiência está na origem da Rede Ecovida de Agroecologia, a qual é responsável por um dos sistemas de certificação participativa mais conhecidos no mundo. A região metropolitana de Porto Alegre também abriga algumas das experiências mais consolidadas de assentamentos rurais, onde cooperativas de reforma agrária são responsáveis pela maior área de produção e processamento de arroz orgânico da América Latina.
Em 2024, a cidade presenciou a maior catástrofe climática de sua história, uma inundação que deixou 183 mortos e milhares de desabrigados. Pontes e rodovias foram bloqueadas ou destruídas, bairros inteiros permaneceram debaixo da água por semanas, o aeroporto foi fechado por cinco meses. Mas, novamente, a solidariedade da polulação e o protagonismo da sociedade civil organizada garantiram as condições para resistir e reconstruir a cidade. Dentre as principais inovações destaca-se uma rede com mais de 300 "cozinhas solidárias" que estão revolucionando as condições de acesso a alimentos saudáveis para os grupos sociais mais vulnerabilizados, e que tem servido de inspiração para a construção de novas políticas alimentares.
Em suma, Porto Alegre tem sido historicamente um locus de ação inovadora, onde o protagonismo dos movimentos sociais rurais e urbanos, em parceria com outros atores estatais e não estatais, tem colocado em primeiro plano a construção de sistemas alimentares mais sustentáveis, saudáveis e justos. Esse é um contexto mais do que propício para a organização de um evento cujo eixo principal de discussão será "Políticas para a Natureza, Alimentação e Nutrição em tempos de incerteza e mudanças climáticas".
Nossa anfitriã: a Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Fundada em 1934, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul é uma das mais importantes da América Latina. Mantida por recursos públicos e totalmente gratuíta em todos os níveis de educação, a Universidade conta com cerca de 40 mil estudantes de graduação e pós-graduação. Há cerca de uma década, a UFRGS destaca-se como a melhor universidade federal do Brasil nos principais rankings nacionais e internacionais. Dentre suas principais áreas de ensino e pesquisa, agricultura e alimentação possuem lugar de destaque.
Calendário
20 de abril de 2026
Prazo final de Submissão de teses e dissertações aos Prêmios SOBER.
20 de maio de 2026
Divulgação dos Resultados aos autores dos GT's SOBER e SORG's.
12 de junho de 2026
Data limite para inscrição (c/ pagamento) do autor apresentador no Congresso.
15 de junho de 2026
Prazo final de Período de submissões de Lançamento de Livros.
19 de junho de 2026
Data limite para inscrição em Minicursos e Visitas de Campo.
As normas do 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural e XVI Congresso Mundial de Sociologia Rural guiam o processo de submissão, avaliação, apresentação dos trabalhos e demais atividades do congresso.
O Brasil tem uma política de vistos baseada no princípio da reciprocidade. Isso significa que cidadãos de países que exigem visto de cidadãos brasileiros para entrar em seus territórios também precisarão de visto para viajar ao Brasil.
Aqui está o status de diferentes países em janeiro de 2025:
Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Uruguai, Peru - Isenção de visto por um período não superior a 90 dias. Entrada permitida mediante apresentação de Carteira de Identidade Civil.
Áustria, Bélgica, Costa Rica, República Tcheca, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Irlanda, Itália, Japão, Letônia, México, Marrocos, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Portugal, Rússia, África do Sul, Suécia, Suíça, Espanha, Turquia, Reino Unido. Isenção de visto por um período não superior a 90 dias. Entrada permitida mediante apresentação de Passaporte.
Austrália, Canadá, Estados Unidos – Visto Eletrônico necessário (https://brazil.vfsevisa.com/)
* Observe que o visto brasileiro nunca será concedido em território brasileiro. Portanto, não é possível obter seu visto em aeroportos, portos de entrada ou qualquer outro ponto da fronteira brasileira.
Comissão Organizadora
Coordenação Geral
Paulo Niederle (Coordenador da Comissão Organizadora Local)
Marcus Peixoto (Presidente da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural - SOBER)
Sally Shortall (Presidente da Associação Internacional de Sociologia Rural - IRSA)
Valdemar Wesz Junior (Vice-presidente da Associação Latino-americana de Sociologia Rural - ALASRU)
Coordenação Científica
Juliano Luiz Fossá (Universidade Federal do Pampa);
Janaina Brandão(Universidade Federal do Rio Grande do Sul);
Ana Paula Schervinski Villwock(Universidade Federal de Sergipe);
Comissão Executiva Local
Sergio Schneider (IRSA), Alex Leonardi (FURG), Alexander Cenci (SEAB-RS),Catia Grisa (UFRGS), Cidonea Machado Deponti (UNISC), Claudio Becker (UFPEL), Eliziane Ruiz (UFRGS), Evandro Pedro Schneider (UFFS), Everton Picolotto (UFSM), Gustavo Pinto da Silva (UFSM), Kelly Bruch(UFRGSl), Marcelo Conterato (UFRGS), Marcio Gazolla (UTFPR),Marilia David (UFRGS), Marlise Amália Reinehr Dal Forno(UFRGS), Marines Bocchi (EMATER), Maycon Schubert(UFRGS), Milena Silvester Quadros (IFRS), Potira Preiss (IFRS), Valquíria Duarte (SOBER), Vanderlei Franck Thies (UFSM), André Luiz Simonetti (UFRRJ), Beatriz Rocha (UFRGS), Charla Segundo (UFG), Emilly Karoline dos Santos Alves (UFS), Fernanda Porto (UFRGS), Gustavo Ayres (UFRGS), Kamila Schneider (UFRGS), Luiza Tavares (UFRGS), Pamela Kenne (UFRGS), Vitória Duarte (UFRGS).
GT2. Governança e gestão do agronegócio: Coordenador Titular: José Elenilson Cruz (IFB); Coordenador Adjunta: Joao Pedro De Castro Nunes Pereira (UESC);
GT3. Evolução,estrutura,competitividadeedinâmicadascadeias agroindustriais: Coordenador Titular: Rodrigo Peixoto (USP); Coordenadora Adjunta: Alice Aloísia da Cruz (UFRN);
GT4. Meio ambiente, agroecologia, sustentabilidade e mudanças climáticas: Coordenadora Titular: Vanilde Ferreira de Souza Esquerdo (Unicamp); Coordenadora Adjunta: Regina Aparecida Leite de Camargo (UNESP);
GT5. Agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural: Coordenadora Titular: Ana Paula Schervinski Villwock (UFS); Coordenadora Adjunta: Zenicleia Angelita Deggerone (UERGS);
GT6. Cooperativismo, associativismo e demais ações coletivas no meio rural:Coordenador Titular: Mateus de Carvalho Reis Neves (UFV); Coordenador Adjunto: Davi Rogério de Moura Costa (USP);
GT7. Desenvolvimento rural, territorial e regional: Coordenadora Titular: Michele Lins Aracaty e Silva (UFAM);
Coordenador Adjunto: Nilton Marques de Oliveira (UFT);
GT8. Extensão rural e Diálogos interculturais: Coordenadora Titular: Daiane Loreto de Vargas (UFSM); Coordenadora Adjunta: Fabiana Thomé Da Cruz (UFG);
Coordenadora Adjunta: Prof. Dra. Sandra Mara de Alencar Schiavi (UEM);
GT10. Abastecimento, segurança alimentar e nutricional e dinâmicas de consumo: Coordenadora Titular: Cidonea Machado Deponti (UNISC); Coordenador Adjunto: Abel Cassol (UFMA);
GT11. Elaboração e análise de política para agropecuária: Coordenadora Titular: Prof. Dra. Alícia Cechin (Unochapecó); Coordenadora Adjunta: Michelle Márcia Viana Martins (UFV);
GT12. Impactos socioambientais das novas tecnologias no agronegócio: Coordenador Titular: Prof. Carlos Eduardo de Freitas Vian (Esalq/USP); Coordenadora Adjunta: Prof. Dra. Catarina Barbosa Careta (USP);
GT13. Estudos Interdisciplinares no rural: Coordenador Titular: Miguel Angelo Perondi (UTFPR); Coordenadora Adjunta: Silvana Dalmutt Kruger (UFMS);
Sessões Organizadas (SORGs): Coordenadora Titular: Prof. Dra. Janaína Balk Brandão (UFRGS); Coordenador Adjunto: Prof. Dr. Marcio Gazolla (UTFPR);
Comitê Científico
Comitê Científico Internacional (Congresso Mundial de Sociologia Rural)
Keiko Tanaka (Rural Sociology Society), José Duarte Medeiros Ribeiro (European Society for Rural Sociology), Carla Gras (Associação Latino-Americana de Sociologia Rural), Emma Sharp (Australasian Agrifoods Research Network), Motoki Akitsu (Asian Rural Sociology Association)
Comitê Científico Brasileiro
Alcido Wander (Embrapa); Alfio Brandenburg (UFPR); Arílson Favaretto (UFABC); Bernardo Mançano Fernandes (UNESP); Cimone Rozendo (UFRN); Dalva Maria da Mota (Embrapa); Daniela Pacífico (UFSC); Edna Castro (SBS); Joacir Ruffino de Aquino (UERN); John Wilkinson (UFRRJ); Leonilde Medeiros (UFRRJ); Marcelo Sampaio Carneiro (UFMA); Marcus Peixoto (SOBER); Maria Aparecida de Moraes Silva (UFSCAR); Miguel Ângelo Perondi (UTFPR); Mireya Valencia (Rede de Estudos Rurais) Paulo Eduardo Moruzzi (USP); Ramonildes Gomes (UFCG); Rodrigo Contante Martins (UFSCAR); Valdemar João Wesz Junior (UNILA); Walquiria Duarte (SOBER).
Prêmios SOBER 2026
Dos Prêmios
Ao longo de sua existência, a SOBER instituiu prêmios concedidos anualmente aos trabalhos selecionados nas áreas de Economia, Administração e Sociologia Rural:
1. PRÊMIO SCHUH: concedido à Melhor Dissertação de Mestrado em Economia Rural. Patrocinado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (ESALQ/USP). Valor: R$ 2.500,00.
2. PRÊMIO JOSÉ DE SOUZA MARTINS: concedido à Melhor Dissertação de Mestrado em Sociologia Rural. Patrocinado pelo Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional (PPGDR/UTFPR - Pato Branco). Valor: R$ 2.500,00.
3. PRÊMIO PROF. GUARACY VIEIRA: concedido à Melhor Dissertação de Mestrado em Administração Rural.Patrocinado pelo Programa de Pós-Graduação em Administração (PPGA/UFLA ). Valor: R$ 2.500,00.
4. PRÊMIO JOSÉ GOMES DA SILVA: concedido à Melhor Tese de Doutorado em Sociologia Rural. Patrocínio Família da Silva. Valor: R$ 2.500,00.
5. PRÊMIO EDSON POTSCH MAGALHÃES: concedido à Melhor Tese de Doutorado em Economia Rural. Patrocinado pelo Departamento de Economia Rural (DER/UFV).Valor: R$ 2.500,00.
6. PRÊMIO PROF. EVARISTO MARZABAL NEVES: concedido à Melhor Tese de Doutorado em Administração Rural. Patrocinado pelo Programa de Educação Continuada em Economia e Gestão de Empresas (PECEGE/ESALQ/USP). Valor: R$ 2.500,00.
7. PRÊMIO MOACIR PIFFER DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (MOPIC): concedido ao Melhor Trabalho de Iniciação Científica, apresentado no 64° Congresso da SOBER. Patrocinado pelo Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional e Agronegócio (PGDRA/UNIOESTE - Campus de Toledo).Valor: R$ 1.500,00.
8. PRÊMIO RUY MILLER PAIVA: concedido ao Melhor Artigo publicado na Revista da SOBER (RESR) no último ano acadêmico. Patrocinado pela SOBER. Valor: R$ 2.500,00.
9. PRÊMIO SÔNIA BERGAMASCO: Concedido ao melhor artigo científico submetido no tema “O protagonismo das mulheres rurais”. O Prêmio tem como objetivo reconhecer e incentivar a produção científica que evidencie o papel das mulheres no meio rural, contribuindo para a valorização de suas trajetórias, práticas produtivas, de trabalho e formas de organização social. O tema proposto abrange o conjunto do universo rural, incluindo produtoras, agricultoras, extensionistas e demais profissionais mulheres que atuam no meio rural, bem como visa à ampliação da visibilidade feminina na produção e circulação do conhecimento científico. A premiação homenageia Sônia Bergamasco, pesquisadora de referência nos estudos rurais brasileiros, e será concedida a trabalhos científicos de qualquer área do conhecimento que articulem a temática proposta. Patrocínio: Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (SOBER). Valor: R$ 1.500,00.
Das inscrições
As inscrições para os seis primeiros Prêmios (Schuh, José de Souza Martins, Prof. Guaracy Vieira, José Gomes da Silva, Edson Potsch Magalhães, Prof. Evaristo Marzabal Neves) serão feitas mediante o envio, através da plataforma de Prêmios ( https://www.even3.com.br/premios-sober-2026-637122/) de arquivo em PDF, de teses ou dissertações defendidas no período de 01/05/2025 a 15/04/2026.
Para envio na plataforma, anexar cada arquivo nos seguintes campos:
Arquivo identificado – Carta de encaminhamento assinada pelo coordenador do Programa de Pós-graduação contendo as seguintes informações: Instituição e
Programa onde foi produzido; título; autor(a); orientador(a) e coorientador (a); data da defesa; link do trabalho na Biblioteca Digital de Dissertações e Teses da sua
Instituição (caso disponível); indicação de qual Prêmio o trabalho está sendo inscrito e ata de reunião do colegiado de cada programa deliberando a escolha;
Arquivo não-identificado (não é necessária a remoção da identificação do documento) – A Tese ou Dissertação indicada para o Prêmio. A submissão deverá ser feita pelo Programa de Pós-graduação em que o trabalho foi desenvolvido, mediante a criação de um usuário na Plataforma de submissão do Congresso no seguinte endereço: (https://www.even3.com.br/premios-sober-2026-637122/)
Ao Prêmio MOPIC concorrerão todos os artigos completos aprovados e com os autores inscritos no 64o Congresso da SOBER, cujo primeiro autor seja estudante
de graduação, e desde que tenha sido assinalada, no ato da submissão, a opção de concorrer ao Prêmio MOPIC.
Ao Prêmio Sônia Bergamasco concorrerão todos os artigos aprovados e com os autores inscritos no 64o Congresso da SOBER, cuja temática esteja em
conformidade com as exigências da premiação, e desde que o(a) autor(a) tenha assinalado, no ato da submissão, a opção de concorrer ao Prêmio Sônia
Prof. Dr. Armando Fornazier (UNB) - Vice-coordenador geral;
Lançamento e Comercialização e Livros
Chamada públicapara autores interessados em lançar livros no evento.
Período de inscrição: até 15 de junho de 2026
Chamada públicapara livrarias interessadas em comercialização livros no evento.
Período de inscrição: até 30 de abril de 2026
Fast Track com Periódicos
A Coordenação Científica do 64º Congresso da SOBER / XVI IRSA está em contato com periódicos de diversas áreas de conhecimento, relacionadas ao tema do evento. A expectativa é que tenhamos diversos periódicos com fast track para trabalhos selecionados dentre os artigos completos e resumos expandidos aprovados e apresentados no evento.
Periódicos que confirmaram fast track para trabalhos selecionados (em ordem alfabética):
Mais de 15 anos de experiência em viagens nacionais e internacionais, a Amo entende que viajar é muito mais do que escolher um destino e emitir uma passagem. É preciso pensar na experiência individual de cada viajante durante toda a viagem.
Com experiência em congressos científicos, a Amo Embarque está a disposição de todos os congressistas.
R. Sofia
Veloso, 80 - 1 - Cidade Baixa, Porto Alegre – RS
Reservas: 51
9284-7176 (Whastapp)
Tarifas (diárias):
Oferta especial
para grupo fechado em quarto compartilhado: R$ 50,00
Quarto
individual: R$ 87,00
Quarto com cama
de casal (até 2 pessoas): R$ 97,00
Promoção e Organização
Flavio Scholles emprestou sua arte ao nosso Congresso.
Ele nasceu e viveu a maior parte de sua vida no Vale do Sinos, na região metropolitana de Porto Alegre. Em seu estúdio aninhado no topo de uma montanha, ele pintou o trabalho diário e a vida na agricultura. Em sua biografia, ele conta que "o início da industrialização do país e, principalmente, do Vale do Rio dos Sinos — o cultivo com máquinas em grandes extensões de terra no Rio Grande do Sul, no norte do Paraná e, depois, no Mato Grosso — fez com que as pequenas propriedades rurais deixassem de ser rentáveis. Começou o êxodo dos colonos para a cidade, onde logo se sentiriam marginalizados. Os que permaneceram sentiram vergonha de sua realidade, principalmente pelos efeitos do pós-guerra. Começaram até a negar suas realidades, seus costumes, suas casas etc. Estavam perdendo completamente sua identidade, que tinha características culturais muito marcantes, matéria-prima para fazer arte. Senti, então, que era hora de abraçar minha realidade, minha identidade, de fazer um trabalho de salvamento de parte da cultura do país. era, por extensão, a história da maioria dos moradores da minha aldeia: o Vale do Rio dos Sinos.".
Flávio nos deixou em 2024, mas sua arte permanecerá conosco para sempre. Conheça sua obra aqui.