IV Colóquio Internacional de História da África e VIII Semana de Ciências Sociais

IV Colóquio Internacional de História da África e VIII Semana de Ciências Sociais

presencial UNIVASF - Complexo Multieventos - Juazeiro - Bahia - Brasil

O evento já encerrou

Separamos alguns eventos que você irá gostar

Evento online

III Congresso Brasileiro Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia

29 de Agosto de 2022

XVIII Brazilian Congress of Plant Physiology and I Ibero-latinoamerican Congress of Plant Biology

6 de Setembro de 2022
Porto Alegre

SIMELP - Simpósio Mundial de Estudos da Língua Portuguesa

4 de Outubro de 2022
São Paulo
Evento online

11º Congresso de Geriatria e Gerontologia do Estado do Rio de Janeiro - GeriatRio 2022

17 de Outubro de 2022

Sobre o evento

Trata-se de um encontro que congrega o Colóquio Internacional de História da África e a Semana de Ciências Sociais da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF). A atividade será uma oportunidade enriquecedora de trocas e diálogos profícuos, uma vez que cada um dos eventos particulares congregados possui suas próprias histórias e acham-se consolidados. Ademais, a organização do evento é feita em parceria e implica num esforço para que a experiência seja enriquecedora para todas/os participantes das diversas temáticas e áreas de pesquisa implicadas.


O Colóquio de História da África, irá completar a quarta edição, de forma que as edições anteriores ocorreram na Universidade do Porto, na Universidade Estadual Paulista, campus Assis-SP, e na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, campus São Francisco Conde-BA. Ele concentra suas atenções na atuação missionária como fonte para compreensão do processo evangelizador, bem como para acessar as ações de mediação que são viabilizadas para e por meio do trabalho missionário, tendo em vista inclusive os embates implicados. De todo modo, e devido à importância histórica e social, o Colóquio visa sempre contribuir para uma discussão epistemológica das percepções das diferentes agências e projetos missionários. E que busca, junto a isso, proporcionar uma discussão também sobre os arquivos e acervos das missões africanas, em sentido amplo. Cada vez mais outros contextos vão surgindo como paralelo comparativo que agrega valor ao material africano. É o caso, por exemplo, das relações missionárias entre povos indígenas.


A Semana de Ciências Sociais, por sua vez, chega à sua oitava edição, que ocorre ininterruptamente desde 2012, e sempre tratando de temas relevantes para o nosso tempo. Tivemos diversas e oportunas ocasiões de debate, troca e aprendizado acerca dos dilemas que se refletem nas pesquisas sociais. Uma vez que, e como parte fundamental da tarefa do cientista social, temos sempre o desafio de compreender criticamente o mundo, por meio da superação de obviedades aparentes, bem como o desafio de elaborar um corpus consistente de análises daquilo que nos tornamos na contemporaneidade. E o evento sempre procura promover o encontro entre moradores do Vale, estudantes de graduação, pesquisadores convidados e professoras/es da região para profícuos momentos de enriquecimento humano.

 

O esforço de realização conjunta dos eventos é uma aposta de que eles podem produzir diálogos enriquecedores para as/os pesquisadoras/es de cada uma das vertentes: historiadores e cientistas sociais. Nesse sentido, decidimos que o tema geral dessa edição será: “História e Ciências Sociais”. Teremos conferências, grupos de trabalho, mesas redondas e minicursos ao longo dos quatro dias de evento. As atividades se iniciarão na noite do dia (18/11) e se estenderão pelas tardes e noites dos três dias seguintes (19 a 21/11). O último dia, 22, será dedicado aos minicursos no período da manhã. Esperamos um evento com diversas opções de participação,  e que impliquem igualmente em debates qualificados e produtivos.

Lançamento de livros


Minicursos

Minicurso 01 - Imprensa em África: o caso moçambicano (1850-1930)

Ms. Thiago Henrique Sampaio (UNESP/Assis)

A tipografia em Moçambique surgiu a partir da década de 1850, primeiro na Ilha de Moçambique e posteriormente nas regiões de Inhambane, Lourenço Marques e Quelimane. Essas primeiras publicações serviam os interesses da colonização portuguesa. Ao final do século XIX e primeira década do XX começou a se desenvolver uma imprensa gerida por uma elite negra local. Esse grupo buscava denunciar os abusos, corrupções e desleixos da administração colonial lusitana em território moçambicano. Um destes periódicos foi “O Africano”, que surgiu em 1908 como propriedade do Grêmio Africano de Lourenço Marques  e durou até 1919. Seu sucesso O Brado Africano foi responsável pelo aparecimento de uma intelectualidade literária nos anos de 1920 e 1930. O presente minicurso, com um caráter interdisciplinar, buscará estudar a imprensa na sociedade local para compreender a sua importância, assim analisaremos seus dilemas literários, históricos e sociais presentes em suas publicações. Objetivos: • entender o contexto social do surgimento da imprensa em Moçambique • analisar os principais jornais publicados em início do século XX • analisar a participação da agência local nos periódicos. 

 

Minicurso 02 - José de Alencar: do romance ao pensamento político-social brasileiro

Prof. Dr. David Soares Simoes (UNIVASF)

Sem dúvidas, José de Alencar (1829-1877) é lido e conhecido até hoje, muito mais, por seus romances. No entanto, sua obra vai muito além desse campo, abrangendo escritos e discursos políticos, bem como peças de teatro. Considerando esse caráter mais amplo da sua obra, a proposta do minicurso é apresentar e discutir alguns dos temas e dilemas enfrentados pelo romancista no seu contexto, tais como a formação da ideia de nação, a escravidão e a participação política feminina. A ideia será demonstrar como o pensamento de José de Alencar pode servir como chave de interpretação a respeito da formação de muitas das concepções político-sociais presentes na sociedade brasileira.

 

Minicurso 03 - História do Suicídio

Prof. Dr. Alexandre H. Reis (UNIVASF)

Carecemos ainda de uma genealogia do suicídio. Genealogia não é história. Pressupõe a história. Em sentido nietzscheano, é o estudo dos discursos vitoriosos que transformam as ideias e escondem suas transformações. Mas conhecemos o itinerário das ideias. Os discursos sobre o suicídio, sua aceitação e sua rejeição marcam a história intelectual do Ocidente. Uma genealogia do suicídio é necessária para mostrar o que está escondido sob o nosso discurso atual. O suicídio está situado em um terreno muito bem delimitado: é objeto de um discurso erístico, que disputa a sua aprovação ou rejeição. Esta  disputa (eris) está marcada pela história do Direito, pela História da Filosofia, pela História da Teologia, pela Fundação da Sociologia e pela História da Medicina. Pode ser caracterizada pela defesa ou acusação do legislações mais recentes preveem punições); como pecado (religioso ou social); suicídio como crime (para o qual desde as leis das antigas cidades gregas até como lesão contra a Natureza ou contra o Estado; ou ainda como sintoma de um e constitui numa contribuição para uma genealogia do suicídio que, até o estado de loucura. O presente curso pode ser definido como uma história intelectual do suicídio, ou seja, uma história das ideias em torno do suicídio presente momento, ainda carecemos.

 

Minicurso 04 - Políticas de memória: entre a teoria e a prática

Prof. Dr. Carlos Artur Gallo (UFPel)

Nas últimas duas décadas, uma agenda de pesquisa que reúne estudiosos/as da Ciência Política, da Sociologia, da História, da Filosofia e do Direito, entre outras áreas do conhecimento, tem se estabelecido em torno da análise das medidas que foram sendo implementadas em países que deixaram de ser ditaduras para lidar com seu passado autoritário. Vêm sendo analisadas, neste sentido, as comissões da verdade, as leis prevendo indenizações, as medidas simbólicas, além de outras medidas que, conjuntamente, e, todas de algum modo, buscam atender às demandas por memória, verdade e justiça que foram sendo elaboradas por grupos de vítimas das ditaduras e/ou organizações de direitos humanos. Considerando o que foi mencionado, o presente minicurso tem por objetivo apresentar um panorama sobre o tema das políticas de instrumentalizados por quem desenvolve pesquisas nesta área (caso dos conceitos memória, abordando os principais conceitos e referências que são de memória, transição política, justiça de transição, políticas de memória, países que tenham passado por ditaduras ou outros regimes autoritários ao longo vítimas etc.), apresentando, ainda, exemplos das políticas implementadas por do século XX (desde países do Sul da Europa, caso de Portugal e Espanha, até países do Cone Sul, caso da Argentina, Brasil, Chile e Uruguai).

 

Minicurso 05 - Sociologia da Arte e as contribuições de Pierre Bourdieu

Profa. Dra. Jane Gondim (UNIVASF)

Neste minicurso pretendemos expor brevemente os significados e algumas contradições inerentes à noção de “autonomia da arte” problematizando os eventuais limites históricos dentro dos quais a noção de autonomia da arte ainda pode ser efetivamente pensada . Para tanto, o minicurso se desenvolverá em dois momentos de 1h30 cada momento. No primeiro, se discutirá o processo de autonomização social da arte (BÜRGER, 2008; HARRISON, 1998) e a formação inicial do moderno “campo” artístico brasileiro e latino-americano (FREITAS, 2005). No segundo momento, os principais conceitos bourdieusianos que colo cam à prova a legitimidade, ou no mínimo, o alcance da noção de autonomia. Por fim, ampliar o entendimento da arte como objeto e método da análise sociológica.

 

Minicurso 06 - Informática para universitários

Victor Stolze Gomes (UNIVASF)

Tendo em vista que muitos discentes ingressos no ensino superior não possuem muito conhecimento em informática, este minicurso tem como principal objetivo demonstrar de forma prática a aplicação das regras da ABNT para a formatação de produções textuais acadêmicas, bem como a produção de panfletos utilizando o software de processamento de texto Microsoft Word 2016. Também serão apresentadas dicas para a correta produção de slides através do software PowerPoint 2016 e uma introdução ao Prezi. É desejável, porém não é pré-requisito, aqueles que desejarem participar tenham conhecimento básico nos  softwares Word e PowerPoint, pois assim poderão absorver melhor os conteúdos apresentados.

 

Minicurso 07 - Modernidade e experiência afrodiaspórica no Brasil

Prof. Dr. Cláudio de Almeida (UNIVASF)

A modernidade brasileira tem sid o alvo de debates no seio do pensamento social desde sua etapa fundacional. Não obstante as possíveis variações é comum a preocupação quanto ao modo como um país de intensa e duradoura formação escravista, colonial e patriarcal realizaria a tarefa de objetivar os modelos de organização e práticas institucionais orientadas pelo humanismo iluminista e pela filosofia liberal - constitutivas da emergente sociedade burguesa após o marco da independência. De uma maneira geral, a história do país é descrita sob a ótica do que seriam as ações das elites dominantes de c ada período, atentando-se para suas consequências a nível de Sociedade e Estado. Desta opção metodológica são extraídas algumas categorias tidas como gerais para o modo de ser do Brasil, tais como o privatismo no plano comportamento típico da burocracia pública e privada. O pensamento clássico sociedade, o patriarcalismo na esfera da família e o patrimonialismo como entre a história do país e a história das suas elites. Há em geral um foco no sobre o Brasil acaba por contribuir para uma modalidade de redução sociológica modo como as instituições sociais e políticas se formaram e operam, porém populares a estas práticas. Se por um lado, é possível falar de um padrão de poucas informações sobre as diferentes modalidades de ajustamento das classes regularidades comportamentais da elite como definidora das diversas modalidades analítica da trajetória social do negro no Brasil, atentando para sua relação de poder no Brasil, é igualmente importante atentar para o modo como os diferentes grupos subalternizados se inseriram neste processo de formação da Sociedade Identidade Nacional, o Estado pós-colonial etc. O método de descrição aqui será Nacional. Este mini-curso tem como objetivo realizar uma reconstituição com as ações modernizantes no plano da Sociedade e Estado. Interessa aqui analisar como a experiência afrobrasileira ensejou o contato da população negra com o elementos como a Sociedade Moderna e Urbana, o Capitalismo liberal , a direitos etc. Para isto serão utilizados trabalhos de interpretes clássicos do analítico-categórico, dando foco a momentos da história de país que marcam estas dinâmicas de ajustamento institucional - tais como a Independência do Brasil, a formaçãpo da Sociedade Nacional; A abolição da Escravatura e o advento do Capitalismo; A trajetória da cidadania e as variações na busca por e em particular no Brasil - tais como , Guerreiro Ramos, Abdias do Nascimento, Brasil como Gilberto Freyre, Florestan Fernandes, José Murilo de Carvalho, Raimundo Faoro e Roberto da Matta. Do mesmo modo, a análise será enriquecida com as contribuições de autores críticos da experiência afrodiaspórica em geral Carlos Moorre, Jackes DÁdesky, Kabengele Munanga, Aquille Mbembe.

 

Minicurso 08 - Usos da fotografia na pesquisa: métodos e leituras

Prof. Dr. Elson Rabelo (UNIVASF)

Marina Diniz (UNIVASF)

Este minicurso pretende abordar algumas possibilidades de uso da imagem fotográfica na pesquisa em Arte e em Ciências Humanas, considerando os debates teóricos recentes sobre o lugar das imagens na vida cotidiana, os limites e sentidos da fotografia documental, a herança do fotojornalismo, a fotografia vernacular, as questões de autoria, contextos e anacronismos, os lugares da imagem política, religiosa e artística.


Minicurso 09 - Ensino de Sociologia em espaços de privação de liberdade

Profa. Dra. Rogéria Martins (UFV)

Discutir a educação na prisão, no Brasil, a partir dos efeitos dos mecanismos de ressocialização penal – como a privação da liberdade –, e de outros dispositivos de penalização informal aplicados de forma ostensiva, muitas vezes negando possibilidades de mecanismos de ressocialização, aqui destacado como o processo educativo. Oferecer, em caráter de instrumentalização pedagógica, algumas ferramentas para uma educação para os direitos humanos nas modalidades diferenciadas de ensino, enfocando, especificamente, a modalidade de ensino de educação na prisão e a sociologia nas instituições prisionais. 


Inscrições

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Programação

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Formatação dos trabalhos completos para os ANAIS

O artigo completo deverá seguir as seguintes características de formatação:

 

1. Geral:

1.1 Fonte: Times New Roman

1.2. Espaçamento: 1,5

1.3. Formato do arquivo a ser enviado: pdf

1.4 Numeração das páginas: a partir da segunda e, abaixo à direita.

1.5. Os títulos das seções internas devem usar negrito, posicionados na margem esquerda.

1.5.1. Caso utilize subseções numere hierarquicamente os títulos e indique as subseções com formato itálico.

1.6. Notas de rodapé: apenas no caso de serem indispensáveis.

1.7. Citações curtas: no corpo do texto, colocadas entre aspas e acompanhadas de parêntese com o sobrenome do/a autor/a todo em maiúscula, ano e número de página.

1.8. Citações longas (mais de 3 linhas); destacadas com recuo de margem de 4 cm e acompanhadas de parêntese com o sobrenome do/a autor/a todo em maiúscula, ano e número de página

 

2. Capa de rosto contendo:

2.1. Logo do evento;

2.2. Título (letra maiúscula, negrita, centralizada, nº 16);

2.2.1. Título seguido de nota de rodapé com informações do evento e do GT onde será;

2.3. Nome(s) do/a autor/a e coautores/as, caso tenha (letra maiúscula, justificado à direita, nº 13, com nota de rodapé indicando a formação e o vínculo institucional); e

2.4. Resumo simples (o mesmo que foi submetido para apreciação inicial, com recuo de margem de 4 cm, letra minúscula, justificada, nº 12) e palavras-chave.

 

3. Corpo do texto:

3.1. De 6 a 10 laudas;

3.2. Margens: superior e inferior = 2,5 cm / laterais = 3 cm

 

4. Conteúdo

4.1. Introdução e justificativa

4.2. Desenvolvimento (pode incluir revisão de literatura, metodologia, objetivos, relato de experiência, etnografia etc.)

4.3. Conclusão

4.4. Referências bibliográficas

 

 

(VER MODELO ABAIXO)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MODELO PARA ELABORAÇÃO E FORMATAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS DO SEMINÁRIO DESFAZENDO SABERES NA FRONTEIRA: subtítulo se houver[1]

 

Nome Completo[2]

Nome Completo[3]

Nome Completo[4]

 

Resumo: Este documento apresenta o modelo de formatação a ser utilizado no evento. O resumo é elemento obrigatório constituído de uma sequência de frases objetivas e não uma enumeração de tópicos, no mesmo idioma do trabalho, não se deve ultrapassar a 250 palavras, sintetizando o tema em questão, objetivo do estudo, a metodologia e as considerações finais a que se chegou. Deve-se evitar frases longas e não se recorre a citações ou uso de qualquer tipo de ilustração (gráfico, tabela, fórmulas). Para as palavras-chave recomendamos um parágrafo único com 3 (três) a 5 (cinco) palavras separadas por ponto-e-vírgula, com a primeira letra de cada palavra em maiúsculo e finalizadas por ponto, conforme exemplo abaixo.

 

Palavras-chave: Artigo Científico; Metodologia; Normas; Crítica.

Introdução e justificativa

 

Na introdução, deve-se apresentar o tema do artigo e a problemática em que se insere e desenvolver os objetivos que se pretende atingir.

 

Desenvolvimento

 

Títulos das sessões: os títulos das sessões do trabalho devem ser posicionados à esquerda, em negrito. Nesta parte do trabalho são realizadas descrições dos passos dados e dos procedimentos/recursos que foram utilizados no desenvolvimento de resultantes de pesquisa teórica (bibliográfica ou documental), de pesquisa de natureza empírica e relatos de experiência. Devem debater ou fazer indicações para o aprofundamento e reflexão de questões relacionadas ao trabalho.

As citações dentro do corpo do texto deverão ser da seguinte forma: para um único autor (NOME DO AUTOR EM MAIÚSCULO, ano da obra, e pagina – ex. (ARISTÓTELES, 2006, p. 33).  Para dois autores (MOKWUNYE; HAMMOND, 1992) para mais de três autores; (SILVA et al., 2010. É de suma importância que, as referências citadas no texto deverão constar no item “referências bibliográficas”.

 

Conclusão

 

A escrita das considerações finais deve expressar a relação entre os objetivos do trabalho e os resultados encontrados. Pode ser iniciada com o que foi aprendido. Deve ser exposto de forma muito resumida e pontual as ideias principais e as contribuições que o trabalho proporcionou para a área de estudos.

 

Referências bibliográficas

(seguir normas da ABNT)

 

EXEMPLOS DE REFERENCIAS DE LIVROS E ARTIGOS

SOBRENOME, Nome. Título: subtítulo. In: SOBRENOME, Nome do Autor do Capítulo. Título do capítulo: subtítulo. Edição, Editora, cidade da editora, ano.

BANDEIRA, Lourdes Maria; ALMEIDA, Tânia Mara Campos de. Vinte anos da Convenção de Belém do Pará e a Lei Maria da Penha. Revista Estudos Feministas – UFSC, v. 23, p. 501-517, 2015.

 

EXEMPLOS DE REFERENCIAS DE SITES

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil, 1988. Disponível em:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/ConstituicaoCompilado.htm>. Acesso em: 20 Out. 2015.

______. Sistema Único de Saúde. Brasília: CONASS, 2007. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/colec_progestores_livro1.pdf>. Acesso em: 21 Out. 2015.

SOUZA, Mércia Cardoso De et al. A Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência Contra a Mulher (Convenção de Belém do Pará) e a Lei Maria da Penha. Âmbito Jurídico, Rio Grande, XIII, n. 77, jun 2010. Disponível em:<http://www.ambitojuridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=7874>. Acesso em 18 mar. 2017.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



[1] Trabalho apresentado no GT “.......” na VIII Semana de Ciências Sociais e IV Colóquio Internacional de História da África, realizados entre os dias 18 e 21 de novembro de 2018, na Universidade Federal do Vale do São Francisco, campus Juazeiro/BA.


[2] Graduando/professor do curso X, pela Universidade Y, campus Z. Pesquisa sobre (tema principal de pesquisa ex: Políticas Públicas). meuemail@paracontato.com

[3] Graduando/professor do curso X, pela Universidade Y, campus Z. Pesquisa sobre. meuemail@paracontato.com

[4] Graduando/professor do curso X, pela Universidade Y, campus Z. Pesquisa sobre. meuemail@paracontato.com

(Nesta área e em todas as notas de rodapé a fonte será Times 10, espaço simples, justificado)

Lista dos Grupos de Trabalho

GT 01 - África em conexões: diálogos, metodologias e abordagens

 

Patrícia Teixeira Santos (UNIFESP), Thiago Henrique Sampaio (UNESP)

 

O presente Grupo de Trabalho busca apresentar pesquisas com abordagens nos processos coloniais dos séculos XIX e XX no qual apresentem metodologias, abordagens e diálogos diversificados entre as diversas áreas das Ciências Humanas e Sociais. A interação entre diversos campus de conhecimento permite compreendermos as dinâmicas coloniais e pós-coloniais em África e suas diferentes interfaces presentes até os dias de hoje no continente africano. Dessa forma, o GT buscará evidenciar pesquisas realizadas em diversos níveis (iniciação, mestrado e doutorado) e o papel importante dos Estudos Africanos na universidade brasileira atualmente. 

 

GT 02 - Constelações: arte e cultura de uma perspectiva crítica

 

Elson Rabelo (UNIVASF); Wladimir Silva Machado (UNIVASF)

 

Homônimo ao Grupo de Pesquisa cadastrado no CNPq e atuante no Colegiado de Artes Visuais, da UNIVASF, este grupo pretende reunir resultados de pesquisas sobre as Artes, formais e não-formais, de diferentes campos disciplinares, que lancem mão de metodologias das Ciências Sociais, como a etnografia, a pesquisa-ação, a análise de discurso, a análise do conteúdo, a história dos conceitos, a história oral, dentre outras, com vistas à compreensão das práticas e experiências ligadas às dimensões do sensório e como ele se produz em sociedade, como se articula na linguagem, distribui-se em nichos de mercados e tensiona os agenciamentos políticos. Serão aceitos também trabalhos resultantes de processos criativos de Pesquisa em Arte que dialoguem com as metodologias indicadas, de modo a responder a problemáticas que construam visões distintas de questões como relações étnico-raciais, gênero, sexualidade, memória, espaço e meio ambiente, a partir do ponto de vista dos códigos semióticos e sensíveis partilhados e disputados socialmente. 

 

GT 03 - Suicídio: Estudos e Percepções

 

Alexandre H. Reis (UNIVASF)

 

O Grupo de Trabalho, Suicídio: Estudos e Percepções, consiste na proposta de reunir estudantes, pesquisadores e estudiosos que tenham desenvolvido trabalhos acadêmicos e científicos sobre o suicídio em nossas sociedades e/ou investigações que contribuam para efetivar um amálgama crítico a partir da vasta literatura que tematiza, investiga e compreende este fenômeno. A história do suicídio é marcada por discursos que privilegiam determinadas áreas do conhecimento e incorrem, via de regra, em determinismos em suas abordagens: ora a primazia da estrutura social, ora a determinação de transtornos mentais; ora, o sujeito em sua liberdade desprovido de contexto corporal e social, ora o determinismo genético: deste modo, suicídio ainda está longe de ser posto como objeto de estudos transdisciplinares. O presente GT cria a possibilidade de reunir pesquisas e estudos de diversas áreas para o exame desse fenômeno que exige cooperação em suas investigações e em sua compreensão. 

 

GT 04 - História da Arte, estudos culturais, teorias da arte pós-colonialista e estética do triângulo Afro Atlântico

 

Fernando Scherer (UNIVASF), Tatiane de Oliveira Elias (Universidade do Porto)

 

Este grupo de trabalho abordará temas referentes a história da arte, estética afro atlântica e o transculturalismo dos três continentes: Europa, África e América, e a diáspora africana. A arte e as culturas africanas são dinâmicas, pois houve mudanças de forma e significado ao longo do tempo, também devido ao intercâmbio de culturas. A Arte na África existe desde a pré-história com a pintura rupestre. Desde esse período que algumas sociedades africanas desenvolveram seus próprios sistemas gráficos, reflexo de suas tradições tribais, identidades e ideologias. O continente africano, sendo o segundo maior em população e extensão, com 54 países, línguas, posições sócio-econômicas, costumes e culturas diferentes, tem um legado de diversas tradições artísticas. Franz Fanon tem grande importância na sua contribuição para a questão da identidade africana e as teorias pós-colonialistas da arte, assim como o filósofo Jean-Paul Sartre em seu discurso sobre o colonialismo francês presente no ensaio Orfeu Negro, de 1948. Neste, o teórico criticou o eurocentrismo e a escravidão ao mencionar, em um trecho, a dominação do homem branco por mais de três mil anos; o que abriu caminho para as teorias de Fanon. A contribuição Africana é importante para a identidade nas Américas, o transculturalismo, a formação de uma historia da arte Afro-latina, a história da arte global, local e regional. Assim, e considerando que exposições temáticas que abordam o tema da África, Diáspora, Europa e Américas merecem destaque, o GT pretende reunir interessados, especialistas, acadêmicos para tratar de temas relacionados ao triângulo afro-atlântico de pontos de vistas multidisciplinares. Este grupo de trabalho levará em conta toda a gama de tópicos relacionados às artes da África e da Diáspora Africana - desde considerações dos contextos arqueológicos e arquivísticos da arte histórica africana até exames de práticas artísticas emergentes do continente, bem como abordará gênero, raça, política na história da arte e sua transdisciplinaridade. Arte e religião africana, artistas mulheres afro-descentendes, Arte Afro latina, Arte Afro européia, o mediterrâneo negro e as artes, Arte Africana tradicional e contemporânea, cultura, identidades políticas, Arte Afro americana e pós-colonialismo, a globalização e o impacto na arte africana, a história social da arte africana, arte e imigração, Resistência e arte, Arte e ativismo, feminismo e arte negra, acervos de museus africanos e afro-brasileiros, movimentos artísticos africanos e afrodescendentes estão dentre os temas de interesse para discussão. 

 

GT 05 - Pensamento e Resistencia: experiências étnico-raciais na contra-hegemonia da produção do conhecimento

 

Cláudio de Almeida (UNIVASF)

 

Uma das principais considerações sobre o fenômeno da Modernidade Pós-colonial na América Latina diz respeito ao modo como os sistemas de dominação política do imperialismo racista ensejaram uma articulação institucionalizada entre conhecimento e poder na constituição dos Estados Nacionais. Este binômio orientou a tanto a formação da sociedade civil (em termos de saberes e práticas rituais e cotidianos); das ações de Estado (em termos de políticas de educação, saúde e controle social) e por fim das próprias subjetividades individuais e coletivas - sob forma de identidades sociais circunscritas pelo campo semântico do estereótipo deteriorante. A ideia principal que orienta a organização deste grupo de trabalho é a de que o sistema dominação étnico-racial sustenta-se por meio de uma combinação entre suas propriedades estruturais e a circunstancialidade de suas dinâmicas de reprodução. Esta articulação, funciona como elemento diversificador das técnicas de sobrevivência, resistência e cuidado de si entre os grupos social e politicamente submetidos a esta lógica. Ou seja, as variantes experiências sociais de dominação/resistência étnico-racial engendram dinâmicas de mobilização no campo do saber, do poder e da auto-representação. Este grupo de trabalho visa reunir pesquisas a respeito de processos de produção e utilização dos conhecimentos que têm como pano de fundo experiências étnico-raciais e culturais não-hegemônicas no Brasil. Há um interesse em compreender diferentes aspectos da e sobre a experiência afrobrasileira e/ou indígena no campo da cultura, educação, tecnologia, pensamentos social e técnicas de cuidado de si (estilos estéticos e práticas lúdicas e terapêuticas etc.). Busca-se assim estabelecer uma plataforma multitemática e interdisciplinar de discussões que permita observar variações e pontos comuns nas diferentes experiências de resistência registradas. Serão aceitos trabalhos completos, pesquisas em andamento e relatos de experiências que contribuam com o enriquecimento desta discussão. 

 

GT 06 - Gênero e Sexualidade: perspectivas teóricas, metodológicas e políticas

 

Paula da Luz Galrão (UNIVASF)

 

Os desafios atuais no que tange às pesquisas e debates em torno das questões referentes à identidade de gênero e à orientação sexual têm posto à prova não só as tradicionais indagações sobre o tema como também as perspectivas políticas que orientam comportamentos na atualidade. Desde reviravoltas epistemológicas no campo das Ciências Humanas, aos novos posicionamentos sobre concepções como direitos humanos, igualdade e cidadania, os debates em gênero e sexualidade têm colocado em questão as grandes concepções de mundo que orientavam a modernidade ocidental. Tendo em vista esses embates, transformações e questionamentos, este grupo de trabalho se propõe ser o espaço onde pesquisas, textos teóricos e análises que tragam à baila questões sobre as identidades de gênero e orientação sexual em seus mais variados vieses, serão debatidos. 

 

GT 07 -Cultura política, instituições políticas e políticas públicas

 

Simone Piletti Viscarra (UNIVASF), Marcelo Henrique Pereira dos Santos (UNIVASF)

 

Este Grupo de Trabalho pretende estimular a produção de reflexões na área de Ciência Política dentro dos seguinter temas: cultura política, instituições políticas e políticas públicas ou ainda privilegiar a interação entre essas três subáreas. No caso de Cultura Política serão aceitos trabalhos voltados para o estudo da opinião pública, da socialização política, dos sistemas de crença e ideologias, da mídia, do capital social e do empoderamento. No que diz respeito à subárea de Instituições Políticas, os trabalhos deverão priorizar os seguintes temas: partidos políticos; processos eleitorais no plano municipal; a participação das agências de desenvolvimento em nível local e suas relações com o Estado; Orçamento participativo e Conselhos Gestores; a dinâmica entre Legislativo e Executivo no nível municipal. Para a subárea de Políticas Públicas, os trabalhos poderão discutir os processos de produção e implementação das políticas públicas, abordar as políticas sociais, como as de combate à pobreza e as de transferência de renda entre outros assuntos. 

 

GT 08 - Modos de vida e religiosidades afrobrasileiras

 

Luciana Duccini (UNIVASF), Ricardo Pereira Aragão (UFBA)

 

Embora tenham sido invisibilizadas por muito tempo, em especial na formulação de políticas públicas nacionais, presenças africanas são – e foram desde os primórdios – parte proeminente da cultura e da história nacional. Este GT busca abrir um espaço de interlocução, no Vale do São Francisco, acerca destas presenças, em particular, no que diz respeito às formas religiosas e especificidades nos modos de vida, tais como as que se evidenciam entre comunidades tradicionais (remanescentes de quilombos) ou em expressões artísticas e culturais que carregam valores e perspectivas afrobrasileiras. Como exemplo podemos destacar estudos sobre o culto aos Caboclos, que descartam a branquitude como foco dialógico principal e debruçam-se sobre universos que vêm sendo negligenciados historicamente, a saber, os que focalizam imbricações afroindígenas. Entendemos que saberes não são infensos a modos específicos de ser e que se faz necessário, no cenário atual, fomentar intercâmbios entre pesquisas sobre as mais diversas formas afrobrasileiras de estar no mundo. Assim, o GT acolherá trabalhos que versem sobre religiões e religiosidades afrobrasileiras, afroindígenas e nordestinas, manifestações artísticas e culturais, populares, tradicionais ou contemporâneas, bem como modos de produção econômica ou intelectual, intercâmbios transatlânticos e outras temáticas desde que enfocando, centralmente, a dimensão da afrobrasilidade. 

 

GT 09 - Educação, Saúde e Minorias – as distintas facetas da formação em Humanidades

 

Jose Hermógenes Moura da Costa (UNIVASF), Graziela Ferreira da Silva Pinto (UFPE)

 

O presente GT visa constituir espaço privilegiado para o debate acerca das múltiplas possibilidades de pesquisa, ensino e extensão na formação do Cientista Social. Por outro lado, também pretende atrair trabalhos/reflexões/Experiências realizadas no contexto de outras áreas do conhecimento que dialoguem com as Ciências Sociais. Dessa forma, o GT aceitará trabalhos de Pesquisa, Ensino ou Extensão que versem sobre: A Educação nos contextos rurais e urbanos, com ênfase à formação do Cientista Social no Semiárido; Saúde, Cultura e Sociedade; As questões das minorias, com atenção às intersecções entre gênero, sexualidade, Raça e Classe; O fenômeno do consumo de drogas em suas complexidades biopsicossociais. 

 

GT 10 - Extensão Rural, Agroecologia e Novas Ruralidades

 

Denes Dantas Vieira (UNIVASF), Vanderlei Souza Carvalho (UNIVASF)

 

O Grupo de Trabalho tem como objetivo ser espaço de exposição e debate de artigos que abordem atividades de pesquisa e de extensão realizadas por estudiosos e profissionais que trabalham com a temática da Extensão Rural, Agroecologia e Desenvolvimento Rural a partir das novas configurações espaciais e identitárias dos territórios rurais. Assim como, os conflitos, as disputas, os processos de reivindicação e proposição de políticas públicas para as áreas rurais são interesses da discussão do Grupo de Trabalho. 

 

GT 11 - Ensino, pesquisa, formação e práticas da Sociologia na Educação Básica

 

Vanderlea Andrade Pereira (UNIVASF), Antônio Carvalho dos Santos Júnior (UNEB)

 

O GT Ensino, pesquisa, formação e práticas da Sociologia na Educação Básica, tem por objetivo contribuir com a discussão em torno do ensino e formação em Sociologia, estabelecendo um diálogo entre a Universidade e a educação básica. Focalizando, através de reflexões no campo da educação e da sociologia, estudos e investigações que contemplem a pluralidade dos contextos formativos de professores da Educação Básica. Com a perspectiva de agregar conhecimentos dos percursos que delineiam os processos de ensino, pesquisa, formação e práxis de estudantes e professores que atuam com a sociologia no ensino básico, o GT destina-se a estudantes de graduação, pós-graduação, pesquisadores ligados a educaçao não formal e professores da Educaçao Básica. 

 

GT 12 - Trabalho, sindicalismo e ação coletiva

 

Camilla de Almeida Silva (UFPE), Guilherme José Mota Silva (UFCG)

 

Este GT pretende abrir espaço para as discussões que analisam o trabalho, a classe trabalhadora em sua heterogeneidade e as ações coletivas e de resistência dos trabalhadores na sociedade contemporânea em perspectivas locais, regionais e globais; além disso, busca ensaiar análises comparativas entre diferentes países e regiões. Nesse sentido, o GT está aberto às análises das novas configurações e reconfigurações no mundo do trabalho, decorrentes das transformações da sociedade capitalista. Assim, este espaço busca contemplar estudos acerca das questões do mercado e condições de trabalho; formalidade e informalidade; desigualdades de gênero, raça e geração e suas implicações sociais. Portanto, contempla diferentes temas e abordagens sobre o mundo do trabalho, tais como: a) Formalidade, informalidade e os distintos mercados de trabalho; b) As transformações legais e a flexibilização do trabalho; c) Interseccionalidade de gênero, raça e classe; d) Dinâmicas do trabalho rural e suas especificidades; e) Emergência de novas ocupações e relações de trabalho; f) Condições de trabalho e saúde do trabalhador, dentre outras temáticas que contemplem a proposta do grupo. 

 

 


Cronograma

Proposição de Grupos de Trabalho - 07/06  a 24/07

Resultado dos Grupos aprovados - até 31/07

Inscrição em Grupos de Trabalho - 29/07 a 31/08


Proposição de Minicursos - 07/06 a 24/07

Resultado de Minicursos aprovados - até 31/07

Inscrição em Minicursos - até 15/10

Univasf, Complexo Multieventos, Juazeiro, Bahia

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