A Revista Integrada de Segurança Pública e Políticas Penais é um periódico dedicado à difusão de conhecimento científico e técnico sobre segurança pública e políticas penais, articulando pesquisa acadêmica, prática profissional e formulação de políticas públicas. Sua linha editorial estrutura-se em seis eixos temáticos, cada um conduzido por um Editor de Seção especializado na respectiva área, garantindo coerência institucional e rigor acadêmico, além de ampla rede de colaboração entre autores e pareceristas.
Eixos Temáticos
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Federalismo e políticas de segurança pública – Pacto federativo, instrumentos de coordenação entre os entes, políticas de segurança pública, gestão integrada e governança. Análise de políticas, planos e sistemas de segurança; financiamento; integração federativa; avaliação de resultados; gestão de recursos humanos e materiais; e mecanismos de coordenação entre os entes e os desafios de governança multinível na execução das políticas de segurança pública..
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Políticas penais – Administração penitenciária, sistema prisional, alternativas penais e justiça criminal. Ressocialização e execução penal, audiências de custódia, medidas cautelares, justiça restaurativa e sistema socioeducativo..
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Investigação criminal – Polícia judiciária, perícia criminal oficial e ciências policiais. Técnicas investigativas, inteligência policial, cadeia de custódia, direito processual penal e gestão de polícia judiciária..
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Policiamento ostensivo e preservação da ordem pública – Policiamento comunitário, patrulhamento tático, gestão de crises, direitos humanos na atividade policial, doutrina de emprego e ciências policiais.
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Defesa civil e atividade bombeiro militar – Prevenção e resposta a desastres, combate a incêndios, busca e salvamento, gestão de riscos, proteção civil.
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Inteligência, inovação e tecnologia aplicada à segurança pública –Inteligência estratégica e de segurança pública, inovação tecnológica aplicada à segurança pública, análise criminal e metodologia científica. Ciclo de inteligência, análise de dados criminais, metodologias de pesquisa, big data e sistemas de informação criminal.
Seções da Revista
A Revista organiza sua estrutura editorial para acolher diferentes perfis de textos e de autores, conciliando o rigor científico com a valorização da prática profissional.
Artigos científicos –Trabalhos originais e inéditos, submetidos à revisão duplo-cega por pares. Extensão entre 15 e 25 páginas. Exigência de métodos explícitos, revisão bibliográfica e contribuição original para o campo. Constituem o corpo principal da revista, admitindo-se até quatro autores por artigo, pelo menos um deles com título mínimo de mestre.
Dossiê temático – Um tema de relevância nacional será tratado em profundidade, com editores convidados e artigos encomendados a especialistas. O tema será definido pelo Conselho Institucional e pelo Conselho Editorial, com base na agenda estratégica dos Conselhos.
Relatos de experiência profissional – Espaço destinado a profissionais da segurança pública que descrevam práticas inovadoras, com lastro empírico. A exigência metodológica é flexibilizada, mas a qualidade descritiva, a contextualização e a relevância prática são mantidas.
Notas técnicas – Diferencial competitivo da RISP. Documentos de posição institucional elaborados pelos Conselhos e órgãos do Sistema Único de Segurança Pública sobre temas legislativos, decisões judiciais, políticas públicas ou propostas normativas. Serão publicados em formato padronizado, com citação de evidências e referências. Esse formato confere aos Conselhos um canal qualificado de incidência institucional.
Entrevistas – Diálogos com secretários e dirigentes das instituições integrantes dos Conselhos, especialistas de referência nacional e internacional. As entrevistas abordam trajetórias, diagnósticos e perspectivas para o campo.
Resenhas – Análise crítica de livros, relatórios, teses e outras publicações relevantes para a segurança pública e a política penal.
A Revista Integrada de Segurança Pública e Políticas Penais objetiva ser um espaço plural e interdisciplinar de produção e disseminação de conhecimento aplicado, fortalecendo o diálogo entre pesquisa, gestão e prática profissional no campo da segurança pública e da política penal.