Maternidade Atípica e Carga Mental/Moral: roda de conversa sobre o cuidado, escuta e existência na maternidade
A maternidade atípica traz, de forma acentuada, a sobrecarga física, emocional e mental associada ao trabalho de cuidado. Em um contexto marcado pela invisibilidade do trabalho de cuidado e insuficiência de políticas públicas, torna-se fundamental a criação de espaços institucionais de escuta e acolhimento, promovendo a saúde mental e o fortalecimento de redes de apoio entre discentes e servidoras docentes e técnicas. A carga mental — o trabalho invisibilizado de planejar, organizar e gerir — é presença constante na maternidade. Quando somamos a maternidade atípica, as demandas de cuidado, terapias e a luta por inclusão intensificam essa sobrecarga.
A proposta é alinhada à Campanha Maio Furta-Cor, que busca ampliar e visibilizar o debate sobre saúde mental materna, contribuindo para a sensibilização da comunidade acadêmica e para a construção de uma universidade mais atenta à divisão sexual do trabalho de cuidado.