HISTÓRICO DO MOVIMENTO DOS TÉCNICOS AGRÍCOLAS CATARINENSES
📌 A profissão existe desde o ano de 1911, quando se formaram os primeiros técnicos rurais de primeiro grau (antigo ginásio agrícola), logo após, vieram os técnicos agrícolas de segundo grau. A categoria profissional ocupa desde então, destacado espaço no mercado de trabalho, onde desenvolve suas atividades no setor agropecuário e pesqueiro.
📌 O Movimento dos Técnicos Agrícolas de Santa Catarina iniciou dia 23 de maio de 1977, no escritório da Epagri em Chapecó, quando os técnicos agrícolas Valter Melentino da Silva, Ênio José Basso, Domingos Antônio Simioni, Adair da Silva, Edward Césa de Souza e José Böing se reuniram, pela primeira vez, para fundar a Associação dos Técnicos Agrícolas de Santa Catarina (ATASC). Tinham como meta, no primeiro momento, localizar o decreto-lei – se é que ele existia – para regulamentar a profissão de técnico agrícola e ter um balcão de empregos, capaz de manter as empresas informadas sobre a disponibilidade de técnicos, bem como buscar um teto salarial mínimo, o aperfeiçoamento técnico e o entrosamento com os colégios agrícolas. Para isso, então, formaram uma comissão provisória. Pelo esforço, pela visão e pela criatividade escolheram como presidente o colega Ênio Basso. Já com 19 participantes, dia 11 de junho foi realizada uma nova reunião, na Acaresc, onde criaram a comissão pró-fundação da associação e elaboraram a proposta do estatuto, sendo convocada à assembléia de fundação da ATASC, para o dia 24 de julho de 1977, no auditório da Secretaria dos Negócios do Oeste, em Chapecó.
📌 Os jogos estaduais dos técnicos agrícolas de Santa Catarina é uma iniciativa bienal, promovida pela ATASC, SINTAGRI e Núcleos Regionais, que tem por objetivo promover a integração e a interação entre os núcleos através de atividades recreativas e esportivas, sendo que a primeira edição aconteceu no ano de 1982, no município de Seara/SC.
📌 Já foram realizadas treze edições dos jogos, 1982 - Seara, 1994 – Chapecó, 1996 – São Ludgero, 2000 – Chapecó, 2003 – Camboriú, 2005 – Concórdia, 2007 – Araquari, 2010 – Xanxerê, 2013 – São Joaquim, 2015 – Araranguá , 2017 – Seara, 2019 - Jaraguá do Sul e 2023- Itapiranga.
📌 Neste ano de 2025 o evento terá sua décima quarta edição, que acontecera na cidade de Florianópolis /SC.
📌 INFORMAÇÕES IMPORTANTES DA EDIÇÃO 2025 📢
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A História do Clube ASTEL: Do Berço de um Ídolo à Sustentabilidade
Origens e o Berço de Gustavo Kuerten
O Clube ASTEL, localizado em Florianópolis, Santa Catarina, tem uma história profundamente ligada ao esporte e à comunidade. Sua trajetória ganhou notoriedade por ter sido um dos primeiros locais onde o tenista Gustavo "Guga" Kuerten começou a demonstrar seu talento atlético.
Na década de 1980, a ASTEL (Associação dos Trabalhadores da Telesc, antiga empresa de telefonia catarinense) mantinha um clube recreativo para os funcionários e suas famílias. Foi ali que Alice Kuerten, mãe de Guga e assistente social na empresa, levava seus filhos para brincar e praticar esportes enquanto trabalhava.
Guga, ainda criança, já se destacava pela sua competitividade e versatilidade. Antes mesmo de se dedicar ao tênis, ele era um talentoso jogador de futsal, chegando a ser artilheiro estadual na categoria infantil. Célio Borges Filho, o "Pitoco", amigo da família e frequentador do clube, lembra que Guga "não admitia perder" e levava sua raquete de tênis para todos os lados, mesmo quando ainda jogava bola.
Em 1995, quando Guga começava a se profissionalizar no tênis, o Clube ASTEL já reconhecia seu potencial e homenageou-o com uma placa em suas quadras, celebrando o local onde sua carreira teve início. Anos mais tarde, mesmo após se tornar campeão de Roland Garros e alcançar o topo do ranking mundial, Guga nunca esqueceu suas raízes. Sempre que possível, voltava ao clube para encontros com amigos e até mesmo para jogar peladas de futsal, onde atuava como armador, demonstrando seu faro esportivo também no futebol.
O Instituto Guga Kuerten e o Legado Social
O vínculo de Guga com o Clube ASTEL não se limitou ao esporte. Com a criação do Instituto Gustavo Kuerten (IGK), o clube foi um dos primeiros locais a receber projetos de inclusão social e esportiva para crianças e jovens. O IGK iniciou um programa de ressocialização no local, atendendo mais de 100 crianças, mantendo vivo o espírito comunitário que marcou a infância do ídolo.
A Modernização e o Compromisso com a Sustentabilidade
Com a privatização da telefonia catarinense, o Clube ASTEL se reinventou, mantendo suas atividades esportivas e sociais, mas também abraçando iniciativas de sustentabilidade. Em 2025, o clube firmou uma parceria inovadora com a VR Energia, migrando para o mercado livre de energia e adotando fontes renováveis.
Essa mudança trouxe benefícios econômicos e ambientais:
Economia de mais de 545 toneladas de CO₂ em 10 anos
Redução de custos energéticos
Posicionamento como referência em sustentabilidade no meio esportivo
A CEO da VR Energia, Viviane Rosa, destacou que o Clube ASTEL se tornou um exemplo para outras instituições, mostrando que é possível aliar gestão eficiente e responsabilidade ambiental.
O Clube ASTEL Hoje
Atualmente, o clube oferece uma infraestrutura completa para associados e visitantes, incluindo:
Localizado no bairro Itacorubi, próximo à Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), o Clube ASTEL continua sendo um espaço de convivência, esporte e inovação, honrando seu passado enquanto constrói um futuro mais sustentável.
Conclusão
Da formação de um dos maiores tenistas brasileiros à liderança em práticas sustentáveis, o Clube ASTEL é mais do que um espaço esportivo: é um símbolo de comunidade, superação e consciência ambiental. Sua história reflete a evolução de Florianópolis e serve de inspiração para outras instituições que desejam unir tradição e modernidade.
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