Vivemos um tempo marcado por
profundas transformações. Mudam as formas de sofrer, de trabalhar, de aprender,
de se relacionar, de constituir famílias, de participar da vida política e de
produzir conhecimento. Novas tecnologias convivem com antigas desigualdades. O
aumento do sofrimento psíquico ocorre ao lado da ampliação das possibilidades
de cuidado.
Nesse cenário, a Psicologia é
constantemente convocada a reinventar suas formas de escuta e de intervenção.
Mas nenhuma dessas respostas pode
ser construída de forma isolada.
O futuro da Psicologia depende da
capacidade de conectar pessoas, instituições, territórios e diferentes formas
de produzir conhecimento.
É justamente essa ideia que
sustenta o tema.
O Simpósio propõe compreender que
o futuro da Psicologia não pertence apenas aos pesquisadores, aos clínicos, aos
gestores ou aos professores. Ele nasce do encontro entre todos aqueles que
fazem a Psicologia acontecer diariamente.