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III Seminário de História da Saúde e das Doenças no Nordeste do Brasil
Esse evento tem por objetivo refletir sobre a história da saúde e
a doença, com ênfase nos seus impactos sociais, relacionando aspectos
históricos e contemporâneos. A historiografia francesa já demonstrou que as
doenças podem ser analisadas para além da dimensão biológica, porque são
elementos de estruturação e desestruturação social. É importante compreender as
experiências relativas ao adoecimento e à morte, em perspectiva histórica, com
o intuito de orientar os indivíduos no enfrentamento dos desafios da
atualidade. A história da saúde e das doenças é um campo em expansão, que
ganhou destaque especialmente a partir da pandemia de covid-19, no início do
ano de 2020. Pesquisadores dessa área foram requisitados pela sociedade em
geral, pelos meios de comunicação e pela própria academia para refletir sobre
experiências de adoecimento na trajetória da humanidade. Destaca-se, no
entanto, que este tema possui grande visibilidade em estados do Sul e do
Sudeste do país, mesmo que o Nordeste agregue grande produção científica com
teses, dissertações, livros e artigos sobre a história da saúde e das doenças.
Dessa forma, busca-se, por meio desse evento, visibilizar a produção
intelectual dos pesquisadores na temática, relativa a essa região do país,
fortalecendo a identidade do campo no Nordeste brasileiro. Visamos incentivar o
interesse pela temática entre os estudantes de graduação e de pós-graduação em
instituições de ensino superior públicas e na sociedade em geral. O evento
contribui ainda para a inserção do debate da saúde e da doença no ensino de
História e de áreas correlatas, de forma a contribuir com a percepção das
alterações dos roteiros históricos e sociais provocados pelas enfermidades.
Conferências e Mesas de diálogo
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ST1 – História das Doenças
Na
contemporaneidade as pesquisas nessa área historiográfica têm ampliado seus
estudos e possibilitado novos entendimentos sobre as enfermidades que marcaram
as relações sociais, políticas, econômicas e culturais das diversas populações
presentes no Brasil. E dessa maneira pretende-se debater nesse simpósio
temático a história das doenças e suas inferências no cotidiano do Nordeste do
Brasil do período colonial aos tempos atuais.
ST2 – História das Práticas e dos Práticos de
Cura
A
historiografia da saúde e das doenças possibilitou o interesse na compreensão
das artes de curar predominantes no decorrer da invasão, colonização e do
império português no Brasil. Desse modo, este simpósio temático pretende
dialogar e discutir sobre o conhecimento das diversas tradições dos saberes e
das práticas de curar nos corpos adoecidos fisicamente e espiritualmente dos
povos americanos, africanos e europeus.
ST3 – História da Educação
Sanitária
A
educação para a saúde foi uma das bases do pensamento sanitarista, no começo do
século XX, no Brasil. Médicos e intelectuais defendiam ações preventivas,
sobretudo, nas escolas, para o combate as doenças vigentes. Para isso, o
governo brasileiro implementou políticas públicas sanitárias com o objetivo
central de educar e disciplinar os corpos sociais para a saúde da população
brasileira, principalmente, das regiões e estados mais vulneráveis. Assim, esse
simpósio pretende debater sobre essa temática que envolve a relação da saúde e
da educação.
ST4 – História das Instituições
Médico-sanitárias e dos Profissionais da Saúde
A
historiografia brasileira da saúde e das doenças traz como um dos campos de
estudo a institucionalização, associações e profissionalização da saúde. A
compreensão de como esses espaços e profissões foram se constituindo e
possibilitando a disseminação dos discursos das práticas médicos – sanitárias,
dos diagnósticos e tratamento das doenças. Desse modo, esse simpósio temático
se propõe a debater amplamente as questões que envolvem essas formações e
ocupações no Brasil no decorrer do século XIX aos tempos atuais.
ST5 – Histórias dos corpos adoecidos
O
corpo tornou-se alvo de investimento dos pesquisadores do campo da história da
saúde e das doenças, sobretudo, devido ao alargamento das fontes e dos temas
nos diversos domínios da História. O corpo adoecido na perspectiva do gênero,
da história das mulheres, das masculinidades, dos investimentos biopolíticos e
necropolíticos sobre o corpo, do corpo morto e os tratamentos dados aos mortos.
Dessa forma, esse simpósio busca reunir pesquisadores interessados na temática
do corpo adoecido nas suas mais diversas possibilidades.
Cronograma de apresentações:
https://drive.google.com/file/d/1RfxbOfVgfkElsNNPp-nhxnQP91eADoAS/view?usp=sharing
INSCRIÇÕES E NORMAS DE SUBMISSÃO
Inscrições para ouvintes através do link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfGilKtjumVPwH4lHQLUN3Pyt9hWyMwAJaAHcJwMfP4Z54dvg/viewform?usp=sf_link
Regras para submissão de comunicações orais (até o dia 20/05/2023):
1. Os resumos para apresentação de comunicação oral
podem ser submetidos a um dos cinco eixos temáticos, que deverá ser
identificado no formulário de inscrição.
2. Os resumos devem ser enviados por meio do
formulário digital disponível no link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd4U0dHOEHAdi6mnU9RUQlcb73ehBIiMC6exMpG6ZvAogtXPg/viewform?usp=sf_link .Sendo necessário o preenchimento de
todos os campos solicitados.
3. Cada participante só poderá se inscrever para uma
comunicação oral.
4. O arquivo com o resumo deve estar em fonte times
new roman, tamanho 12. O título da apresentação deve figurar na primeira
linha, centralizado e em negrito. Dois espaços abaixo e alinhado à direita deve
constar o nome do/a apresentador/a e na linha seguinte a sua filiação
institucional. Dois espaços abaixo devem constar o resumo com, no máximo, 12
linhas, e três palavras chaves.
Regras para envio de textos completos:
O envio dos
textos completos para publicações nos anais deve ser feito após a realização do
evento, o prazo máximo de
envio é 02/07/2023.
1. O texto deve ter no mínimo 08
páginas e, no máximo 10.
2. O arquivo com o resumo deve
estar em fonte times new roman, tamanho 12, espaçamento 1,5 cm e margens
2,5 cm. O título da apresentação deve figurar na primeira linha, centralizado e
em negrito. Dois espaços abaixo e alinhado à direita deve constar o nome do/a
apresentador/a e na linha seguinte a sua filiação institucional. Dois espaços
abaixo devem constar o texto, com parágrafo de 1,25 cm. Citações até três
linhas devem vir entre aspas e com mais de três linhas recuadas 4 cm, fonte 10,
espaçamento simples. O sistema de citação é autor-data, e as notas de rodapé
devem ser utilizadas em casos extremamente necessários apenas para
esclarecimento de questões, sem referências a autores.
Os textos completos
deverão ser submetidos OBRIGATORIAMENTE em formato WORD, conforme as normas acima e
exclusivamente através do
formulário disponível no link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfynJkPaoXcUPUot1jEAKXgIlnGpJdw4nPlS0fU_5yYFsTgPg/viewform?usp=sf_link
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