Ibeji – Encontro Internacional da Rede de Pesquisadoras Negras em Infâncias: pesquisa, docência e políticas para a diversidade étnico-racial

Ibeji – Encontro Internacional da Rede de Pesquisadoras Negras em Infâncias: pesquisa, docência e políticas para a diversidade étnico-racial

presencial Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil

Local do Evento

Sobre o evento

A Rede de Pesquisadoras Negras em Infâncias - Rede Ibeji nasceu do desejo de reunir pesquisadoras e profissionais comprometidos com a temática das infâncias, crianças negras e relações raciais. Flávia Damião e Lucimar Dias desde o VII Congresso Brasileiro de Pesquisadores Negros (COPENE) - “Os desafios da luta antirracista no século XXI” - evento nacional que ocorreu em Florianópolis, Santa Catarina em 2012, passaram a propor Sessões Temáticas com a discussão sobre infância e diversidade étnico-racial. A partir do COPENE de Uberlândia, Cristina Teodoro, Carol Teles, Mighian Danae e Ellen Souza passaram a compor o grupo também. Estar e manter constante diálogo sobre as infâncias negras nos unia, mas, propor uma área científica na ABPN para as infâncias negras, tornou-se um objetivo daquele pequeno coletivo, especialmente por termos acompanhado a criação da área de estudos quilombolas, proposto pela Clareth Reis e Givania da Silva, no congresso de 2018. Um hiato de tempo nos afastou, mas a pandemia do COVID-19 nos reconectou em 12 de junho de 2020, quando retomamos a ideia de formar um grupo para propor uma área científica na ABPN, no COPENE 2020, conduzido por Flavia Damião e Thais Carvalho. Em tempos tão difíceis, este coletivo nos trazia motivação e esperança, ao lado de muitas ações de formação, rodas de conversa, iniciativas pessoais em formato de cartas de repúdio diante do assassinato de crianças negras, nos mantinham vivas. Até a ideia de sermos um portal ou observatório das infâncias negras surgiu, como proposta do Renato Noguera. Em 2023 caminhamos para a constituição da Rede de Pesquisadoras Negras em Infâncias - Rede Ibeji com o lançamento oficial realizado virtualmente contando com participação de diversas pesquisadoras e pesquisadores negras/os em infâncias de várias universidades públicas brasileiras. Assim, foram realizados desde então diversos eventos pelos membros da Rede Ibeji e o presente seminário será o primeiro internacional do grupo. O evento responde à urgência de consolidar conhecimentos sobre infâncias negras na pesquisa, na formação docente e nas políticas educacionais, articulando Brasil, Colômbia e Noruega. A iniciativa fortalece redes Sul–Sul, valoriza epistemologias africanas e afrodiaspóricas e qualifica a formação de docentes e pesquisadoras(es) para enfrentar o racismo institucional, curricular e epistêmico, com foco na educação infantil e anos iniciais. 


Contato da Secretaria do evento: ibejirede@gmail.com

Inscrições

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Sessões Temáticas

SESSÃO TEMÁTICA 1 – ARTEFATOS CULTURAIS DE MATRIZ AFRICANA E AFRO-BRASILEIRA (ACMAB) ALTERNATIVAS DIDÁTICAS PARA UMA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA (0–12 ANOS)

 

Coordenadora(s): Profa. Drª. Lucimar Rosa Dias (UFPR) e Profa. Drª. Marlina Oliveira (UNESPAR)

 

O objetivo desta Sessão Temática é debater, sistematizar e socializar conhecimentos sobre como ACMAB (especialmente livros, mas também jogos, materiais pedagógicos, plataformas) podem sustentar práticas pedagógicas antirracistas com crianças de 0 a 12 anos, explicitando fundamentos teórico-metodológicos, critérios de seleção/curadoria e possibilidades de mediação em diferentes contextos educativos e intersetoriais. A proposta é reunir pesquisas, relatos analíticos e experiências formativas que investiguem a produção nacional e internacional de artefatos da cultura de matriz africana – com ênfase em livros (literatura infantil afro-brasileira), mas também jogos (analógicos e digitais), plataformas, aplicativos, acervos, brinquedos, materiais pedagógicos, curadorias e percursos didáticos – voltados à construção de alternativas didáticas para a educação antirracista com crianças de 0 a 12 anos. Serão acolhidos trabalhos que discutam: processos de criação, circulação e mediação desses artefatos; critérios ético-estéticos e político-pedagógicos (representação, autoria, linguagem, imagens, narrativas, brincadeira e cuidado); impactos na constituição de identidades e pertencimentos; relações com políticas públicas e marcos legais; e usos em diferentes estruturas/ambientes educativos (creches, pré-escolas, anos iniciais, espaços comunitários, saúde, assistência social, museus, bibliotecas, territórios e mídias digitais). A Sessão valoriza abordagens interdisciplinares (Educação, Saúde, Antropologia, História, Letras, Artes, Comunicação, Estudos Culturais, Design, Tecnologia, entre outras) e análises com base em evidências e referenciais críticos sobre relações étnico-raciais e infâncias.


 

SESSÃO TEMÁTICA 2 - PESQUISAS COM CRIANÇAS NEGRAS NO BRASIL: NOSSOS PASSOS VÊM DE LONGE

 

Coordenadora: Profa. Drª. Míghian Danae Nunes Ferreira (UNILAB)

 

Há algumas décadas, temos nos dedicado a estudar as/com/para/desde/sobre crianças negras (0 a 12 anos) nas ciências humanas. Este interesse parte, também,da ideia de que as crianças negras são pessoas com direitos que, ao estarem vivas, interrogam a ideia universal de infância, provocando nosso olhar para, ao encontrar a pluralidade de experiências das crianças, encontrarmos e construirmos também modos de fazer ciência que levem em consideração as diferenças, sejam elas etárias, raciais, de gênero, de classe e de origem. Nesta sessão temática, nosso interesse concentra-se em estudar quais têm sido as metodologias que temos escolhido - ou criado - para dar conta da empreitada de falar das crianças negras no Brasil. Aqui, intencionamos criar um espaço para um debate sobre as metodologias empregadas não apenas nas pesquisas acadêmicas, mas também nas pesquisas que impulsionaram legislações e/ou ações, realizadas em diferentes âmbitos: universidades, organizações não-governamentais, sistemas educacionais, dentre outros espaços que contemplam o universo das infâncias negras em múltiplas perspectivas. Nossa compreensão é que, para visibilizar o debate sobre as infâncias e as crianças negras produzidos nas últimas décadas no Brasil e assim contribuir para o contínuo fomento da produção intelectual sobre as temáticas aqui apresentadas, no interesse tanto de garantir direitos às crianças negras quanto de colaborar com a implementação da educação das relações étnico-raciais em prol de uma educação de qualidade no país, necessitamos estudar por quais caminhos estas pesquisas têm sido realizadas, para que possamos seguir produzindo ciência com consciência, com a ética necessária na escuta de crianças negras e na elaboração de materiais, legislações e ações que levem em consideração o melhor interesse destas crianças. Esta sessão temática, assim, se ocupará estritamente de um debate metodológico sobre as pesquisas acadêmicas sobre/com/para/desde as crianças negras, sendo nosso principal interesse esmiuçar o como fazer das pesquisas, analisando as escolhas realizadas, seus potenciais e possíveis prejuízos. Além disso, intencionamos abordar a ética na pesquisa a partir dos documentos legais que citam as crianças como grupo social e, especialmente, a forma como a Plataforma Brasil tem encarado as pesquisas com crianças negras nas ciências humanas.

 

SESSÃO TEMÁTICA 3 - POLÍTICAS PÚBLICAS PARA CRIANÇAS NEGRAS E/OU FORMAÇÃO DE PROFESSORES(AS) PARA A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NA INFÂNCIA

 

Coordenador: Prof. Dr. Otavio Henrique Ferreira da Silva (UEMG)

 

A presente Sessão Temática se alinha com a construção de sociedade e educação antirracista no Brasil, com escopo para os estudos das infâncias, políticas públicas e pedagogias. A política do cuidado com as crianças negras precisa com urgência de ser fortalecida e ampliada visto o fenômeno da necroinfância que cada vez mais mira os corpos e as vidas negras cada vez mais tenras. Ao mesmo tempo o racismo muitas vezes se utiliza das estruturas do espaço escolar marcando de forma negativa vidas negras desde a primeira infância. Entende-se que a criança negra poderá e deverá ser pensada como foco de políticas públicas em diferentes áreas do Estado como educação, lazer, cultura, assistência social, segurança pública, ações afirmativas, orçamento público, justiça e política. Assim, busca-se receber trabalhos que abordem o tema das infâncias e crianças negras nas diferentes áreas das políticas públicas e na formação de professores em diálogo com as leis 10.639/2003 e 11.645/2008.

 

 

SESSÃO TEMÁTICA 4 - CORPO, INFÂNCIAS NEGRAS E EDUCAÇÃO INFANTIL: PERSPECTIVAS DO CORPO-TERRITÓRIO-CRIANÇAS

 

Coordenadora: Profa. Drª Marta Alencar dos Santos (UEFS)

 

Esta Sessão Temática propõe reunir pesquisas, reflexões teóricas e relatos de experiências que tomem o corpo dos bebês e das crianças negras como categoria central de análise para compreender as experiências das infâncias negras nos contextos da educação infantil. Partindo da perspectiva teórica do corpo-território-crianças, busca-se discutir o corpo infantil negro como território social, político, cultural e epistemológico, atravessado por relações de poder, processos de racialização e práticas educativas. A noção de corpo-território-crianças permite deslocar compreensões que reduzem o corpo dos bebês e das crianças negras à dimensão biológica ou ao desenvolvimento individual, enfatizando sua constituição como espaço de inscrição de memórias coletivas, ancestralidades, afetos e disputas simbólicas. Nessa perspectiva, o corpo dos bebês e das crianças negras é compreendido como um território no qual se inscrevem experiências históricas marcadas pelo racismo estrutural, pela colonialidade e pelas desigualdades sociais que atravessam as instituições educativas desde a primeira infância. Nos espaços da educação infantil, o corpo negro infantil frequentemente é objeto de processos de regulação, controle e vigilância que incidem sobre gestos, movimentos, expressões estéticas e formas de interação. Tais dinâmicas evidenciam como o racismo pode operar sobre esses corpos, produzindo experiências de invisibilização, estigmatização e silenciamento dos bebês e das crianças negras. Essas práticas revelam fragilidades institucionais e pedagógicas no reconhecimento da diversidade racial e na construção de ambientes educativos comprometidos com a equidade e com a justiça racial. Ao mesmo tempo, este simpósio busca enfatizar as potências inscritas nos corpos dos bebês e das crianças negras. Longe de serem compreendidos apenas a partir de marcadores de vulnerabilidade, tais corpos constituem-se como territórios de criação, resistência, produção de saberes e elaboração de formas próprias de estar no mundo. Nas brincadeiras, nas expressões corporais, nas linguagens, nos gestos e nas ocupações do espaço educativo, os bebês e as crianças negras produzem sentidos, afirmam identidades e constroem modos singulares de aprendizagem e sociabilidade. Assim, pretende-se promover um espaço de interlocução interdisciplinar entre pesquisadoras(es), docentes e estudantes que investigam as infâncias negras, as corporalidades infantis e as relações étnico-raciais na educação infantil. Serão acolhidos trabalhos que abordem, entre outras possibilidades: corporalidades e experiências das crianças negras na educação infantil; processos de racialização na primeira infância tendo o corpo como experiência primeira; práticas pedagógicas antirracistas que visibilizam os corpos dos bebês e das crianças; relações entre corpo, território e infância; bem como metodologias de pesquisa que considerem as crianças negras como sujeitos de produção de conhecimento corpóreo. Ao colocar o corpo das crianças negras no centro do debate, esta proposta busca contribuir para o aprofundamento teórico e político das discussões sobre infâncias negras no campo da educação infantil, reafirmando a necessidade de práticas pedagógicas que reconheçam tais corpos como territórios de dignidade, memória, criação e potência. Portanto, pretende-se ampliar os debates sobre educação infantil e corpo a partir de uma perspectiva crítica das relações raciais, reconhecendo as crianças negras como sujeitos históricos, sociais e epistemológicos.

 

SESSÃO TEMÁTICA 5 - INFÂNCIA, RAÇA, DEFICIÊNCIA E O DIREITO À EDUCAÇÃO

 

Coordenadora: Profa. Drª. Fernanda Cristina de Souza (UFRB)

 

O objetivo desta Sessão Temática é fomentar diálogos e trocas de conhecimentos a partir das relações entre infância, raça e deficiência, em diálogo com o conceito de interseccionalidade, considerando o entrecruzamento dos dados da população negra e da população com deficiência no Brasil e as implicações para a garantia do direito à educação de crianças de 0 a 12 anos. A proposta é reunir pesquisas e relatos de experiência que investiguem as relações entre infância, raça e deficiência. Serão acolhidos trabalhos que discutam: políticas públicas para a infância em uma dimensão interseccional; práticas pedagógicas e crianças negras com deficiência; e crianças negras com deficiência na pesquisa. A Sessão estabelece diálogos com os conceitos de escrevivência e escrevinfância, valorizando a agência de crianças negras com deficiência, com a intenção de potencializar seus modos de ser e estar no mundo e a produção das culturas infantis.

 

 

SESSÃO TEMÁTICA 6 - CRIANÇAS E INFANCIAS NEGRAS:  A ESCOLA, O TERREIRO E A CIDADE COMO ESPAÇOS EDUCATIVOS

 

Coordenadora: Profa. Drª. Nanci Helena Rebouças Franco (UFBA)

 

Esta Sessão Temática tem como objetivo refletir sobre a escola, o terreiro e a cidade como espaços educativos para as crianças e infâncias negras. Para tanto, pretende-se dialogar com pesquisas, relatos de experiências e reflexões que contribuam para fortalecer práticas educativas comprometidas com justiça racial, com o enfrentamento ao racismo e com a valorização das contribuições africanas e afro-brasileiras na formação das crianças, concebidas como sujeitos históricos e de direitos, herdeiras de um legado africano e que tem “um jeito negro de ser e viver”. Ressalta-se que em 2003, fruto da luta histórica do Movimento Negro, foi promulgada a Lei 10.639/03. No ano seguinte, em 2004, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana  reafirmam a obrigatoriedade do tratamento das questões raciais para produzir conhecimentos, posturas, atitudes e valores que colaborem para a “[...] valorização e respeito às pessoas negras, à sua descendência africana, sua cultura e história”, desde a mais tenra infância. Nessa perspectiva, compreender a escola, o terreiro e a cidade como espaços educativos implica reconhecê-los como territórios que ensinam, moldam trajetórias e influenciam a construção das subjetividades das crianças. A escola é um espaço privilegiado de socialização, mas também um lugar onde o racismo institucional opera e produz desigualdades, logo, é preciso problematizar currículo, práticas pedagógicas, materiais didáticos, relação entre as crianças e as demais pessoas que compõe a comunidade escolar... para construir uma educação antirracista. O terreiro, como um espaço ancestral de formação ética, comunitária e espiritual, no qual a criança participa de rituais, aprendizados simbólicos e práticas culturais que fortalecem vínculos e identidades, aprendendo sobre cuidado, coletividade, respeito às diferenças, pertencimento. A cidade, como espaço educativo, permite circulação, convivência, resistência, mas também exclusões e violências; é preciso reconhecer as experiências das crianças em praças, ruas, transportes, equipamentos culturais e comunitários, observando como a racialização do espaço impacta as possibilidades de viver ou não a infância de maneira plena. Ao reunir estudos e vivências que atravessam a escola, o terreiro e a cidade, buscamos ampliar as possibilidades de pensar crianças e infâncias negras em sua complexidade, reconhecendo que elas se constituem na intersecção entre educação, cultura, território, ancestralidade.

 

Programação

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Presenças confirmadas

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Submissões

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Normas para submissão de trabalhos

Normas de Apresentação de Comunicação Oral nas Sessões Temáticas

 

As proposições de comunicação oral a serem apresentadas nas Sessões Temáticas de Trabalhos são destinadas aos pesquisadoras(es), outras(as) estudiosas(os) da temática, às(aos) profissionais da educação básica de ensino, em especial, às(aos) professoras(es). As propostas de comunicação oral nas Seções Temáticas de apresentação de trabalhos deverão ter:


  • Sessão Temática
  • Título;
  • Nome das(os) autoras(es);
  • Instituição
  • Resumo do texto com, entre 2.000 (dois mil) a 2.800 (dois mil e oitocentos) caracteres com espaços, incluindo:

 

a)      Discriminação do objeto da comunicação da pesquisa ou da experiência didático-pedagógica;

b)      referencial teórico e metodológico;

c)      etapas de desenvolvimento;

d)      principais resultados alcançados;

e)      três a cinco palavras-chaves;

f)       Referência a possível agência financiadora e/ou instituição de desenvolvimento.


Um trabalho pode ter até 05 autores (1 autor (a) + 4 co-autores (as))  com todos inscritos no evento.

Cada inscrito no evento pode apresentar 02 trabalhos como autor e 03 como co-autor.

O(A) proponente deverá escolher 03 (três) Sessões Temáticas na ordem de sua preferência. Caso não seja aceito no primeiro, será realocado na opção seguinte.

A avaliação, o aceite e a eliminação de trabalhos são da responsabilidade da Coordenação de cada Sessão Temática.

Caso a Sessão Temática seja cancelada, em razão de não atingir o número mínimo de 5 (cinco) participantes, os resumos aprovados serão realocados nas opções seguintes indicadas.

 

A publicação dos resumos aprovados está condicionada à apresentação oral pelas(os) autoras(es) nas Sessões Temáticas.

 

Não haverá devolução do valor de inscrição. Caso o trabalho não seja aceito, a(o) inscrita(o) poderá usar o valor pago na inscrição como Ouvinte.

 

A submissão é pela área do inscrito. Os resumos devem ser submetidos obrigatoriamente no período divulgado pelo cronograma.

Em caso de dúvidas entrar em contato pelo e-mail: ibejirede@gmail.com

Comissão Organizadora

Dr. Otavio Henrique Ferreira da Silva (UEMG)

Dra. Lucimar Rosa Dias (UFPR)

Dra. Míghian Danae Ferreira Nunes (UNILAB)

Dra. Marta Alencar dos Santos (UEFS)

Dra. Marlina Oliveira (UNESPAR)

Dra. Nanci Franco (UFBA)

Dra. Flávia de Jesus Damião (UFBA)

Dra. Fernanda Cristina de Souza (UFRB)

Dr. Natalino Neves da Silva (UFMG)

Comissão Científica

Drª Aline Neves Rodrigues Alves

Dr. Daniel Santos Braga

Ma. Fatima Santana Santos

Drª Fernanda Cristina de Souza

Drª Flávia de Jesus Damião

Drª Ione da Silva Jovino

Dr. Joelson Alves Onofre

Drª Ladjane Alves Sousa

Drª Luana Diana dos Santos

Drª Luana Passos

Ma. Luana Vidal dos Santos Borges

Drª Lucimar Rosa Dias

Ma. Mariane Del Carmen da Costa Diaz

Drª Marta Alencar dos Santos

Drª Marlina Oliveira

Drª Mighian Danae Ferreira Nunes

Drª Nanci Helena Reboucas Franco

Drª Neli Edite dos Santos

Dr. Otavio Henrique Ferreira da Silva

Ma. Priscila Daniele Ladeira

Ma. Samara da Rosa Costa

Drª. Thaís Regina de Carvalho

Drª. Waldete Tristão Farias Oliveira

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