ALEXANDRE FERREIRA - Brasil

Compositor, Sound Designer e Produtor, possui Mestrado e Doutorado em Composição Musical pela UFRJ, Especialização em Música para Audiovisual e Bacharelado em Guitarra Elétrica pelo Conservatório Brasileiro de Música (CBM-CEU). Atua como compositor de música de concerto contemporânea e música para audiovisual, com obras compostas para publicidade, curtas-metragens e jogos. É Coordenador Acadêmico e Professor do Conservatório Brasileiro de Música, sendo também associado da Musimagem Brasil e Sócio Fundador da Produtora Musion Sounds.
ZECA LIGIÉRO - Brasil

Zeca Ligiéro, autor, diretor e artista visual, mestrado e doutorado na NYU e Pós-Doc na Yale Universty e na Paris VIII. Atua principalmente nas linhas: estudos da performance afro-brasileira e teatro experimental. Entre seus livros publicados estão: Divine Inspiration from Benin to Bahia (EUA), Iniciación al Candomblé (Colômbia), Malandro Divino, Carmen Miranda: uma performance afro-brasileira, Teatro e Dança como experiência comunitária e Corpo a Corpo, estudos das performances brasileiras e organizador de Performance e Antropologia de Richard Schechner, Teatro das Origens: estudo das performances afro-ameríndias. Professor do Departamento de Direção e do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas – PPGAC-UNIRIO e coordenador do NEPAA - Núcleo de Estudos das Performances Afro-Ameríndias da UNIRIO. Entre seus trabalhos recentes se destaca o vídeo Dona Mariana, princesa turca da Amazônia (280.000 espectadores) e o espetáculo Sociedade Secreta de Palhaços Sagrados Sucupiras participando do projeto NEPAA Itinerante em diversos municípios do Estado do Rio de Janeiro.
CACIQUE JOSÉ URUTAU GUAJAJARA - Rio de Janeiro, Brasil

Cacique José Urutau Guajajara é graduado em Pedagogia pela Universidade Estácio de Sá - UNESA, Pós Graduado em políticas públicas para educação indígena pela UFF e em línguas indígenas pela UFRJ/MN. Mestre em linguística, UFRJ/MN e DR. honoris causes pela UFRRJ. É professor no curso de línguas e cultura Tupi-Guarani na Universidade Indígena Aldeia Marakanã.
SOFIA SERRA - Portugal

Sofia Serra é doutorada em Psicologia e Ensino da Música pela Universidade de Sheffield (Reino Unido) onde também concluiu o Mestrado em Psicologia da Música. É mestre pela Guildhall School of Music and Drama, em Londres, e licenciada em Canto pela Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo (ESMAE), no Porto. É investigadora Principal no Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança (INET-MD) nas áreas da Performance e Psicologia da Música, com projetos sobre voz, ansiedade performance e ensino de música, com publicações nestas áreas. Colabora com o Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR). Lidera o Projeto MUS-A, Ansiedade na Performance Musical de Adolescentes, financiado pela FCT entre 2023 e 2026.
Foi coordenadora do Mestrado em Ensino de Música e da Pós-Graduação em Música Sacra e Formação Avançada e lecionou na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa (Porto) entre 2002 e 2023. Colabora regularmente com a Universidade de São José (Macau) e lecionou na ESML (Lisboa).
A sua carreira performativa inclui ópera, oratório e recitais a solo, incluindo para BBC Proms Festival com transmissão para a BBC Radio 3. Venceu o 2º prémio no Concurso Tracy Chadwell (Londres) e o 2º Prémio Young Entrepreneurs XXI com projeto cultural de Ópera.
DORIANA MENDES - Rio de Janeiro, Brasil

Cantora, Atriz-Bailarina. Doutora e Mestre em Música e Bacharel em Canto é professora de Canto na UNIRIO na graduação desde 2013 e na pós-graduação desde 2018. Atuou como presidente da Comissão Organizadora do VI SIMPOM online 2020, simpósio internacional do programa de pós-graduação em Música da UNIRIO. Faz parte dos grupos de pesquisa Artes do Movimento e Performance Hoje, vinculados ao CNPq. Dedica-se à pesquisa AudioVox que lançará um catálogo online da produção de música eletroacústica mista brasileira dos últimos 30 anos. Fez sua estreia internacional no Teatro de Darmstadt cantando uma ópera de Jocy de Oliveira. Estreou em 2019 a ópera multimidia “Helena y su ventríloquo” do compositor Daniel Quaranta no Festival MUSLAB (México-DF) e também no XV Festival Visiones Sonoras, em Morelia, México. Em 2016 protagonizou a estreia da ópera Medeia de Mario Ferraro na 1ª edição da Bienal de Ópera Atual, pela FUNARTE. Solista do Abstrai Ensemble dedicado à música contemporânea e do Codex Sanctissima especializado em música medieval. Apresentou-se na Alemanha, França, Irlanda, Portugal, Chile, Bolívia, Argentina, México e em todos os Estados do Brasil, na tournée Sonora Brasil-SESC (2011-2012). Intérprete expressiva tem realizado inúmeras estreias mundiais como solista convidada de festivais nacionais e internacionais, e também de elencos de óperas, musicais, peças de teatro e de dança. Atuou como vocal coach no filme Berenice procura, preparando a voz da modelo internacional trans Valentina Sampaio, produzido pela EH! Filmes (mesma produtora do premiado e indicado ao Oscar “Central do Brasil”) lançado no Festival do Rio em 2018.
CAROLINA VANNI - Rio de Janeiro, Brasil

Carol Vanni é cantora, atriz, professora, preparadora vocal, diretora musical e arranjadora, formada em Licenciatura em música pela UNIRIO e atualmente cursando o Bacharelado em Canto na mesma. Em 2025, foi contemplada com a bolsa de Iniciação Científica do CNPq, no projeto Audiovox, coordenado pela Profa. Dra. Doriana Mendes. Atua principalmente na área de Teatro Musical, como professora de canto e harmonia vocal, diretora musical, preparadora vocal e atriz.
COSME MARINHO GALINDO - Rio de Janeiro, Brasil

Produtor, Compositor, Regente, Arranjador e Professor, Cosme Marinho Galindo é uma das referências da cena musical brasileira contemporânea. Natural do Rio de Janeiro, nascido em 03 de novembro de 1955, possui uma sólida formação acadêmica e uma trajetória artística marcada pela diversidade e pela excelência.
É Mestre em Música pelo PROMUS – Programa de Pós-Graduação Profissional em Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com linha de pesquisa em Pedagogia Instrumental/Vocal/Regências.
Sua dissertação, defendida em maio de 2022, intitula-se Caminhos do Arranjador – Composições Próprias (Instrumentação/Orquestração/Harmonia).
É também Bacharel em Regência pela Escola de Música da UFRJ (1985), com Pós-Graduação em Composição de Música Incidental para Teatro, Televisão e Cinema (UFRJ, 1986), e Licenciado Pleno em Música pela Universidade Cândido Mendes (UCM) (2004).
A atuação de Cosme Galindo destaca-se pela integração entre arte, educação e inovação musical, reunindo importantes experiências tanto no campo da criação quanto na formação de novos músicos e professores.
FLAVIA ALBANO - São Paulo, Brasil

A soprano Flavia Albano, natural de São Paulo, é detentora de uma carreira em franca ascensão e tem se apresentado como solista sob a batuta de importantes maestros e em diversos teatros dentro e fora do Brasil. É mestre e especialista em performance pelo Royal Northern College of Music e habilitada em artes dramáticas pelo Teatro Escola Macunaíma. Entre seus papéis de ópera destacam-se A Rainha da Noite (Die Zauberflöte) em diferentes produções, Violetta (La Traviata) sob regência de Mônica Giardini, Norina (Don Pasquale), Imogene (Il Pirata) e Amina (La Sonnambula) nas Cortinas Líricas do Theatro São Pedro, Cunegonde (Candide) na Varna International Music Academy, Donna Anna (Don Giovanni) na Saluzzo Opera Academy e a Contessa di Folleville (Il Viaggio a Reims) sob regência de Emiliano Patarra. Participou, ainda, do importante resgate daquela que é considerada a primeira ópera brasileira, protagonizando “A Noite de São João” de Elias Álvares Lobo, sob regência de Emmanuelle Baldini. Em colaboração com orquestras apresentou-se como solista em Les Illuminations (Britten), Poémes de l´amour et la mer (Chausson), Exultate Jubilate (Mozart), os Réquiens de Mozart e Fauré, as Cantata 51 e 211 de Bach, além de excertos de Der Rosenkavalier, como Sophie. Foi agraciada com o prêmio “Liverpool Opera Circle Vocal Award 2010”. Flavia também se dedica intensamente à docência, é Doutora em Educação pela PUC/SP, docente na graduação e na pós-graduação da Escola de Comunicação e Artes da USP e na pós-graduação profissional da Escola de Música da UFBA.
DENISE ZENÍCOLA - Brasil

Denise Zenicola é bailarina, coreógrafa, pesquisadora e diretora com formação em dança. Iniciou em Danças Clássicas e desenvolveu estudos em Dança Contemporânea e Danças Afro Brasileiras em Estéticas Afro Diaspóricas.
Dirigiu e coreografou, os grupos Proposta Cia. de Dança e Cio da Dança, em Brasília.
Atualmente é diretora do Coletivo Muanes Dançateatro, no Rio de Janeiro. Desenvolve fusões de Danças Contemporâneas com as Estéticas Afro Descendentes, no espaço cênico.
É Professora do Instituto de Artes da Universidade Federal Fluminense – UFF, Professora do Programa de Pós Graduação de Artes Cênicas - PPGAC/UNIRIO como também do Programa de Pós Graduação em Dança na Faculdade Angel Vianna – PPGPDAN/FAV. Tem 5 livros publicados.
Pós Doutora em Danças, bolsa CAPES/ISCTE Lisboa, e segundo Pós Doutorado em Máscaras Decoloniais pela UFPA/Brasil.
DADIVO JOSÉ COMBANE - Moçambique

Dadivo José nasceu em Moçambique , aos 6 de julho de 1976. Seu interesse pelas artes foi despertado pela irmã, em 1992, tendo-se juntado ao GRUPO CULTURAL BOZ VERDE, onde aprendeu cantar, dançar, coreografar e, acima de tudo, onde se lançou como actor de teatro. Dadivo construiu o seu nome na História contemporânea do teatro moçambicano. Em 1995 fundou a sua companhia chamada MAHAMBA e, através desta, viajou pelo país e pelo mundo, participando em festivais e formando actores. As suas habilidades incluem encenação, escrita teatral e para televisão, tendo escrito 3 seriados e participado em 1 novela como um dos protagonistas e, protagonista em 3 seriados. Dadivo José é graduado em ensino de História e Geografia, pós graduado em Drama para Mobilização Comunitária e Mestre em Políticas de Ensino Superior e desenvolvimento. Actualmente dirige o Departamento das Artes da Escola de Comunicação e Artes da Universidade Eduardo Mondlane, para além de docente.
MARIA GUINAND - Venezuela

María Guinand, regente de coro e orquestra, professora universitária, pedagoga e líder de projetos corais, é atualmente Diretora Artística da Fundação Schola Cantorum da Venezuela. Foi Professora Associada da Universidade Simón Bolívar (1976–2018), na Venezuela, e Coordenadora de Projetos Corais Sinfônicos do El Sistema (1980–2012). Também atuou como presidente, vice-presidente e conselheira para a América Latina da Federação Internacional de Música Coral (1996–2014; retomando em 2019), além de ter sido membro do Conselho Internacional de Música da UNESCO (2002–2005). Recebeu diversos prêmios, entre eles: Kulturpreis (1998), Robert Edler Preis für Chormusik (2000), Prêmio Helmuth Rilling da Internationale Bachakademie (2009), Prêmio pelo Conjunto da Obra (Life Achievement Award) da Federação Internacional de Música Coral (FIMC, 2019) e o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade Metropolitana, em Caracas, Venezuela (2020).
ICÍAR NADAL GARCÍA - Espanha

Doutora em Filosofia e Letras pela Universidade de Zaragoza. Professora Titular na área de Didática da Expressão Musical e codiretora da Cátedra "Música e Inclusão para a Transformação Social" na mesma universidade. É também professora titular (em licença) de Coro e Orquestra no Conservatório Profissional de Música de Zaragoza. Possui diversos títulos superiores em Música (Regência Orquestral, Regência Coral, Solfejo, Pedagogia Musical, Piano, Harmonia, Contraponto, Composição e Instrumentação). Formou-se na Alemanha e na Áustria com mestres como Sergiu Celibidache e Hans Graf. Como compositora e regente, estreou diversas obras para agrupamentos instrumentais e bandas.
É fundadora e coordenadora do Coro Inclusivo Cantatutti (Prêmios Impulso Solidario, Ebrópolis, entre outros). Dirigiu cursos como “A cultura através da voz” e “Ópera Aberta” e realizou direção vocal para gravações didáticas e fonográficas. Foi Vice-Diretora de Estudantes e Relações Internacionais na Faculdade de Educação de Zaragoza e participa de projetos de inovação educativa na área de Educação Musical. Atualmente integra o grupo de pesquisa "EDUCAVIVA Educação e Processos Psicológicos" do Governo de Aragão.
ARMANDO POSSANTE - Portugal

Crédito: @João Vasco.
Armando Possante é cantor, maestro e professor na Escola Superior de Música de Lisboa, com vasta formação em Direção Coral, Canto e Canto Gregoriano, realizada em Lisboa, Viena e Itália. Fundador e diretor musical do Grupo Vocal Olisipo e do Coro Gregoriano de Lisboa, apresentou-se como solista e maestro em concertos por toda a Europa, América do Norte e Ásia. Lecionou durante mais de 25 anos no Instituto Gregoriano e orientou workshops internacionais em países como Canadá, Inglaterra e Singapura. Distinguido com diversos prémios nacionais e internacionais, gravou mais de vinte discos amplamente reconhecidos. No campo da música contemporânea, estreou obras de compositores como Eurico Carrapatoso, Luís Tinoco e António Pinho Vargas. Como cantor de ópera, participou em numerosas produções, incluindo obras de Mozart, Purcell e Donizetti.
LINDOMAR GOMES - Minas Gerais, Brasil

Maestro Lindomar Gomes é formado em Canto, Canto Gregoriano e Regência Coral pela Fundação Clóvis Salgado (Palácio das Artes). Também é graduado em Arte-Educação pela Universidade do Estado de Minas Gerais e em Gestão Cultural pela PUC Minas. Atua como Técnico em Cultura da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais.
É regente do Coral Ensaio Aberto e do Grupo Cantos de Minas, onde desenvolve um projeto de resgate e valorização do canto coral com foco em composições brasileiras. Sua atuação internacional inclui atividades corais na Argentina, Cuba, Itália e Venezuela.
Idealizador e coordenador do Festival Internacional de Corais & Bandas, recebeu diversas homenagens pelo seu trabalho em prol da cultura mineira, incluindo a Medalha Comemorativa dos 250 anos do Santuário Nossa Senhora da Piedade e a Medalha Tiradentes, concedida pelo Governo de Minas Gerais. Foi também agraciado com as medalhas Peter Lund (Lagoa Santa), Carlos Gomes (São Paulo), Villa-Lobos (Itabira) e a Medalha dos 70 anos do Museu da Inconfidência.
AUSONIA BERNARDES MONTEIRO - Rio de Janeiro, Brasil

Pesquisadora envolvida com as artes cênicas, com destaque na área de dança e teatro. Com experiência de ensino técnico, de graduação e de pós-graduação na formação de atores, bailarinos e músicos na especialidade do movimento, da expressividade corporal e da dança. Graduada em Dança, pela Universidade Federal da Bahia, UFBA; Mestra em Educação Musical - Conservatório Brasileiro de Música, CBM, Rio de Janeiro; e Doutora - Programa de Pós-Graduação em Teatro, Universidade do Rio de Janeiro, UNIRIO. É pesquisadora do NEPAA-UNIRIO, desde a sua fundação. É professora da Faculdade Angel Vianna-FAV, nos cursos de Graduação e de Mestrado Profissional-PPGPDAN, onde coordena a linha de pesquisa “Inovações pedagógicas em dança”, abrangendo áreas interdisciplinares que articulam a arte e a educação, aos saberes ancestrais e históricos brasileiros.
EDUARDO LICHUGE - Moçambique

Eduardo Lichuge é doutor em Etnomusicologia pela Universidade de Aveiro (Portugal, 2016) e exerce atualmente funções como Professor Visitante na Yale University, no MacMillan Center, junto ao Council on African Studies. É investigador associado no Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança, da Universidade de Aveiro, e membro do African Music Study Group do International Council of Traditional Music. É alumnae do International Visitor Leadership Program (IVLP), patrocinado pelo Departamento de Estado norte americano, (Junho-Julho, 2023). Entre 2023 e 2025, lecionou como professor visitante na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Universidade Federal do Rio de Janeiro e na Universidade do Rio de Janeiro, contribuindo para o diálogo académico em torno do património musical africano, das relações entre música e política, da memória social e dos imaginários democráticos, ao mesmo tempo que colaborava em projetos de consultoria voltados para o desenvolvimento comunitário. Recentemente, integrou o grupo de pesquisa África, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Brasil), onde desenvolve estudos sobre comunicação e desinformação em torno da fome em África. Eduardo Lichuge coordenou programas de mobilidade internacional e parcerias académicas entre a Europa, África e o Brasil, no âmbito da Escola de Comunicação e Artes, e é Professor Associado na Escola de Comunicação e Artes da Universidade Eduardo Mondlane, em Moçambique, onde exerceu os cargos de Diretor (2021-2024) e de Diretor-Adjunto para a Investigação Científica (2018–2021).
CLARA SANDRONI - Rio de Janeiro, Brasil

Clara Sandroni é Carioca e iniciou a carreira de cantora profissional em 1981. Fez shows no Rio de Janeiro, São Paulo e em diversas cidades do Brasil em dupla com seu irmão Carlos Sandroni (compositor e violonista) e com sua banda Bem Baixinho. Entre 1984 e 2010 lançou os álbuns de produção própria e independente: Clara Sandroni; DAQUI; Clara Sandroni (Kuarup); Cassiopéia e Gota Pura. Quatro deles em parceria com o grupo Lira Carioca, em homenagem ao Sinhô e aos compositores dos anos 1920; com Maurício Carrilho e Marcos Sacramento gravou o álbum Saravá! Baden Powell; e com Paulo Baiano o álbum Tempo Algum. Participou ainda de gravações com dezenas de artistas, entre eles - Milton Nascimento, Al Di Meola, Murí Costa, Mário Sève, Yuri Popov e Paulo Malaguti Pauleira. Faz parte do Grupo de Estudos da Voz do Rio de Janeiro (GEV-RJ), desde 1990; da Associação Brasileira de Canto (ABC), desde 1995; do Grupo de Estudos de Canto Popular de Belo Horizonte (GECP-BH), desde 2016; da PROCANTO, desde 2021; e do grupo de estudos GECANTO – UNIRIO, desde 2022. Estudou música na Escola Pró Arte nos anos 1970. Estudou canto com a professora Clarisse Szajnbrum de 1981 a 1997. Formou-se na Graduação em Música na UNIRIO em 2002, no Mestrado em Música pela UFRJ em 2013 e Doutorado em Música pela UNIRIO em 2017. Ministra aulas de canto popular desde 1990, foi professora da Escola de Música da UFMG de 2015 a 2021 e atualmente é professora de música (e canto popular), no Instituto Villa-Lobos (IVL), na UNIRIO.
LETÍCIA CARVALHO - Rio de Janeiro, Brasil

Leticia Carvalho é professora do Departamento de Interpretação da Escola de Teatro da UNIRIO. Mestre e Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da mesma universidade, é pesquisadora do canto em cena, interessada no fluxo de atuação das/nas canções. Sua dissertação deu origem à publicação do livro Um Canto que é Escuta, pela Editora Synergia (RJ), em 2019. Membro dos Grupos de Pesquisa LEV (UNIRIO) e Vocalidade & Cena (UNIRO, UFGD, UnB), cadastrados no Cnpq.
Foi preparadora vocal do Coral da Fiocruz (regência de Paulo Malagutti), da companhia Teatro de Anônimo (RJ) e de diversos espetáculos de teatro e de música na cena do Rio de Janeiro, ao lado de diretores como Isabel Cavalcanti, Pedro Brício, Enrique Diaz, Mallu Galli, Bel Garcia, Flavio Sousa e outros.
Como cantora, foi integrante do grupo vocal Ordinarius, do grupo Batacotô, do grupo Terra Molhada e tem um álbum solo lançado, intitulado Essa não sou eu (2010). Como atriz, destacam-se os Cabarés Filosóficos do diretor Domingos Oliveira nos anos 1990/2000 e o espetáculo L'Amour, onde interpretava canções de Edith Piaf – espetáculo que segue em cartaz até os dias de hoje.
TIAGO BRAGA - Rio de Janeiro, Brasil

Tiago Braga é paraibano de Campina Grande, bacharel em Administração e pós-graduado em Gestão Pública. Músico com formação em violão, atua há mais de 10 anos na gestão pública e na articulação de políticas culturais. Atualmente é Presidente da Ordem dos Músicos do Brasil – Estado do Rio de Janeiro (OMB-RJ) e Vice-Presidente do Conselho Estadual de Trânsito do Estado do Rio de Janeiro (CETRAN-RJ). Ao longo de sua trajetória, tem se dedicado à valorização da classe musical, ao fortalecimento institucional da Ordem dos Músicos e à promoção de iniciativas culturais voltadas ao desenvolvimento e reconhecimento dos profissionais da música.
ÉRICA DE PAULA - Rio de Janeiro, Brasil

Érica de Paula tem como foco principal de atuação e pesquisa a intersecção entre produção artística, cultura, educação musical e relações étnico raciais. É Mestre em Ed. Musical pela UFBA, Pós-graduada em Regência Coral pela UFBA e em Educação Musical pelo CBM RJ e fez Licenciatura em Música na UFES. Coordenadora e regente do Coral Canta Piá (antes Coral Palavra Cantada RJ), do Coloridos Coral e do grupo Cine em Canto, Analista Educacional da Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira e, pela FAETEC é professora de Música na educação infantil e no curso de pedagogia do Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro. Foi professora de Canto Coral e Regência na Graduação em Música do CBM RJ, e pela SME RJ, atuou como gestora do Núcleo de Arte Leblon e professora dos anos iniciais. Entre seus últimos trabalhos artísticos, além das apresentações dos coros, estão a direção do musical “Meu Caro Barão”, a preparação vocal do espetáculo MASK, a produção musical do EP e direção musical do show "Quem Dirá", da cantora Quel, a assistência de direção musical de Elis, a musical, arranjos e direção musical de Por Elas e direção musical e arranjos de “A menina e o cubo”.
CORAL SÃO VOZES - Rio de Janeiro

O Coral São Vozes iniciou suas atividades em 2006 e desde então se
dedica a obras da Música Popular Brasileira. Composto por 30 mulheres, de 25
a 85 anos, traz arranjos autorais para três vozes, tendo se apresentado nos
últimos anos nos seguintes espaços culturais:
- Solar de Botafogo
- Memorial Getúlio Vargas
- Teatro Vannucci
- Sala Cecília Meirelles
- Associação Scholem Aleichem (ASA)
- Festival de Corais de São João Del Rei
- Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)
- Colégio São Vicente de Paulo.
Em 2026, ano em que completa vinte anos de continuidade e resistência,
o São Vozes prepara um repertório selecionado entre suas melhores
interpretações, com músicas de autoria de Chico Buarque, Antônia Medeiros,
Milton Nascimento, Malu Magalhães, Rita Lee, Caetano Veloso.
O Coral São Vozes conta com a regência de Danilo Frederico, arranjos e
piano de Leo de Freitas e direção cênica de Jefferson Barbosa.
CORAL BRAGANÇA - São Paulo

O Coral Bragança é um coro independente, fundado
em 2016, formado por cerca de 45 coralistas, com
atuação contínua na região bragantina e em diversas
cidades do estado de São Paulo.
Seu repertório é eclético, transitando entre a música
erudita sacra e a música popular, com apresentações
em igrejas, teatros e espaços culturais.
Somente entre 2023 e 2025, o Coral Bragança
realizou mais de 30 apresentações em cidades
como Bragança Paulista, Embu das Artes, Leme,
Atibaia, Taubaté, Campos do Jordão (Teatro Cláudio
Santoro), São Paulo (Igreja Armênia, Mosteiro de
São Bento e Igreja da Paz) e Mairiporã.
O Coral Bragança conta com a Regência e Direção Artística, desde 2023, do Maestro Marcos Gama - Graduado pela UNESP, com
extensa carreira no Mundo Musical,
entre Piano e a Música Coral.
CORAL GEMAS CARIOCAS - Rio de Janeiro

Com a premissa "Canto também é lugar de fala", o coletivo vocal feminino Gemas Cariocas nasceu com o propósito de cantar a força, a delicadeza, a resistência e a alegria da mulher.
Sob a direção musical de Dalton Coelho, o repertório escolhido prioriza canções de compositoras ou consagradas por intérpretes femininas e também outras que abordem temas caros às mulheres, buscando traduzi-las em números musicais que combinam qualidade vocal e movimentação cênica.
CORAL DE PETRÓPOLIS - Petrópolis, RJ

Fundado em 27 de setembro de 1989, o Coral de Petrópolis é uma entidade sem fins lucrativos dedicada à valorização e difusão da cultura por meio do canto coral. Sob a regência do maestro Rodrigo d"Avila desde 2016, o grupo é formado por cerca de cinquenta vozes, unindo músicos profissionais e amadores em uma comunidade que mantém viva a tradição do canto coletivo há mais de três décadas. Além de sua atuação regular na Igreja Nossa Senhora do Rosário, o coral exerce um importante papel social ao realizar concertos didáticos em escolas públicas, hospitais, casas de repouso e museus, democratizando o acesso à música em diversos espaços de convivência.
Ao longo de sua história, o Coral de Petrópolis acumulou participações de grande relevância no cenário nacional, destacando-se em diversas edições do Projeto Aquarius ao lado da Orquestra Sinfônica Brasileira, sob a batuta de maestros renomados como Isaac Karabtchevsky e Roberto Tibiriçá. Entre suas atuações memoráveis, figuram o concerto com George Martin na Quinta da Boa Vista em 1993, a celebração dos 500 anos do Brasil no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e uma turnê internacional pelo Chile em 1997. Mais recentemente, o grupo participou da leitura pública do Requiem de Mozart na Sala São Paulo, integrando um coro de 700 vozes junto ao Coro da Osesp.
CORAL CANTA PIÁ
O Canta Piá é um projeto de canto coral infantojuvenil que atua desde 2014 na cidade do Rio de Janeiro, em parceria com o Centro da Música Carioca, oferecendo gratuitamente um projeto de canto coral voltado para as culturas brasileiras afroameríndias para crianças e adolescentes a partir dos sete anos, com prioridade para estudantes da rede pública. Criado originalmente como Coral Palavra Cantada RJ, o projeto reúne anualmente cerca de cem participantes em atividades regulares de formação musical.
Ao longo de sua trajetória, o grupo tem se apresentado em importantes espaços culturais, como Vivo Rio, Jeunesse Arena, Theatro Municipal de Niterói, além de participações em eventos e festivais culturais e educacionais como FLIAR, FLADEM e FLIVILA. Em 2020, durante a pandemia, o coral também ampliou sua presença no ambiente digital com a produção de vídeo-clipes que se tornaram parte importante da produção do peojeto.
Sob a regência e coordenação de Érica de Paula, preparação corporal de Débora Campos, assistência de Regência de Priscila Pio, acompanhamento instrumental de Luan Bento e João cunha e com o apoio de monitoria formada por coralistas mais experientes, a equipe do Canta Piá desenvolve uma proposta pedagógica que integra voz, corpo, escuta e convivência, valorizando repertórios afro-indígenas, entendendo o canto coletivo como espaço de formação artística, pertencimento e encontro entre diferentes infâncias.