I Congresso Internacional de História da Amazônia: Cultura Popular na Amazônia

I Congresso Internacional de História da Amazônia: Cultura Popular na Amazônia

online UNIR Centro - Porto Velho - Rondônia - Brasil
presencial Com transmissão online

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Sobre o evento

O Congresso Internacional de História da Amazônia (CIHAM) é um evento promovido pelo Programa de Pós-Graduação em História da Amazônia (PPGHAM) para o compartilhamento e divulgação de pesquisas acadêmicas realizadas sobre a Amazônia no campo da História e áreas afins. Nesse sentido, visa reunir pesquisadores e pesquisadoras que estudam fenômenos sociais amazônicos para compartilharem suas pesquisas e debater questões relativas à Amazônia. Nesta edição, o tema central de discussão é a cultura popular na Amazônia.

Para ilustrar o I CIHAM, a comissão organizadora do evento escolheu uma obra do artista plástico Flávio Dutka intitulada Entardecer no Lago Cuniã, da série Memorabilia. Dutka é discente regular do Mestrado em História da Amazônia do PPGHAM. A comissão organizadora do evento agradece a cessão de uso de imagem.


Inscrições de Grupos de Trabalho

O "I Congresso Internacional de História da Amazônia: cultura popular na Amazônia" receberá inscrições de grupos de trabalho para apresentação de comunicações, as quais ocorrerão no dia 3 e 4 de maio de 2023, das 14h00 às 18h00, As comunicações podem ser presenciais, online ou híbridas. O evento será transmitido para o canal do Departamento Acadêmico de História no YouTube.

As submissões de propostas de Grupo de trabalho devem ser enviadas até o dia 02 de fevereiro de 2023 para ppgham@unir.br contendo:

  • 2 Coordenadores com doutorado completo (preferencialmente vinculados a instituições diferentes);
  • Email dos coordenadores;
  • Título do grupo de trabalho;
  • Resumo do grupo de trabalho;
  • Indicação da modalidade preferencial (presenciais, online ou híbridas).

Grupos de Trabalho para apresentação de comunicações

Pesquisadores e pesquisadoras poderão inscrever seus trabalhos em um dos GTs descritos abaixo. Cada artigo ou resumo pode ter no máximo 3 autores.

 

A cultura junina em Rondônia: desafios e resistências

Coordenadores do GT: Marco Antônio Domingues Teixeira (UNIR) e João Maciel de Araújo (IFAM)

Modalidade: online

Resumo do GT: Como em todo o território nacional, com o crescimento do evangelismo protestante e sua invasão à política, diversas manifestações culturais populares têm sofrido tentativas de apagamento e no estado de Rondônia não tem sido diferente, o maior arraial da região norte, o Flor do Maracujá corre o risco de extinção e os diversos grupos de bois bumbás e quadrilhas juninas, que lutam pela manutenção da cultura popular, têm recebido cada vez menos apoio do poder público. A proposta do GT é contribuir com a ampliação do debate a respeito da resistência cultural popular desses grupos, seus desafios para sobrevivência na contemporaneidade amazônica ocidental, principalmente no estado de Rondônia.

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História e História Indígena: velhos e novos problemas epistemológicos

Coordenadores do GT: Thiago Leandro Vieira Cavalcante (UFGD) e Rogério Sávio Link (UNIR)

Modalidade: híbrida

Resumo do GT: A presente proposta do Grupo de Trabalho tem como objetivo principal reunir pesquisadores e pesquisadoras que desenvolvem trabalhos no campo da história indígena e do indigenismo para viabilizar um espaço de compartilhamento e trocas de experiência. As propostas de comunicações podem ter diferentes abordagens teóricas e metodológicas, nos diferentes campos do conhecimento. Dessa forma, este Grupo de Trabalho configura-se como um espaço eclético que visa lançar luz sobre velhos e novos problemas envolvendo a história indígena, principalmente no entrecruzamento entre a História, a Antropologia, a Arqueologia e a Educação.

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História(s) Indígena(s) na Amazônia: metodologias, conhecimentos e perspectivas de pesquisas colaborativas

Coordenadores do GT: Roseline Mezacasa (UNIR), Marcia Mura (USP) e Carolina Coelho Aragon (UFPB)

Modalidade: híbrida

Resumo do GT: O objetivo do GT é construir um espaço de diálogo que fortaleça pesquisas na área da História Indígena em Rondônia, bem como em toda a Amazônia. Para tanto, abriremos espaço para pesquisas em andamento e/ou concluídas que tenham, no seu escopo analítico, as trajetórias indígenas, narrativas cosmológicas e de contato com não-indígenas, perspectivas de tempo e de história a partir dos olhares dos diferentes povos indígenas que vivem na Amazônia, fortalecendo suas epistemologias e contribuições para a produção historiográfica. Também almejamos um espaço de aprendizado e de compartilhamento de metodologias colaborativas para a construção de pesquisas junto aos povos indígenas, levando em consideração seus anseios e demandas. Abordaremos aspectos da história oral, da escuta profunda, bem como de metodologias de outras áreas do conhecimento, entre elas: arqueologia, linguística, antropologia, geografia, entre outras, para experiências transdisciplinares de pesquisa na área da História Indígena na Amazônia. Assim, todas as pesquisas que dialoguem com as abordagens do GT são bem-vindas para a construção de um espaço de aprendizado coletivo.

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História, Mídia e Amazônia

Coordenadores do GT: Juliana de Oliveira Vicentini (USP) e Carolina de Albuquerque (UNIR)

Modalidade: online

Resumo do GT: Este GT convida pesquisadores a compartilharem seus estudos interdisciplinares que dialoguem com o tema história-mídia-Amazônia. A ideia é trazer a história para a mídia e a mídia para a história. Nesse contexto, as investigações estão concentradas em três eixos temáticos: (1) história das mídias amazônicas, o qual envolve reflexões sobre aspectos geográficos, históricos, econômicos, políticos, jurídicos e ideológicos das mídias locais e digitais, sejam elas hegemônicas (de grandes conglomerados) ou alternativas (contra-hegemônicas) da e sobre a Amazônia; (2) história da Amazônia através da mídia, que contempla a problematização da mídia (tradicional e digital) como um tipo de fonte histórica e sua função social, a importância da pluralidade de fontes de informação, as implicações da desinformação, análises críticas de representações midiáticas sobre a Amazônia e seus reflexos para a compreensão crítica da história e da realidade local; (3) o direito à informação no e do contexto amazônico durante a história, seus entraves, oportunidades, silenciamentos e marcos legislativos.

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Memória, história e autoritarismo

Coordenadores do GT: Rodrigo Tavares Godois (UNIR) e Eduardo Gusmão de Quadros (PUC- Goiás/UEG-Cora Coralina)

Modalidade: online

Resumo do GT: O Brasil vive momento singular em sua história pós-redemocratização que afeta diretamente suas linhas de sentido histórico. Como o caráter ético da história não dispensa sua dimensão estética, propomos este Grupo de Trabalho sobre os contornos do conceito de autoritarismo. Colocamo-nos enquanto cidadãos a interrogação: como podemos elaborar a crítica historiográfica e das memórias de um regime de historicidade autoritário onde suas faces organizam-se no (re)sentir? Remontando aos debates que tencionam a relação história/memória, buscamos interrogar as compreensões conceituais e cognitivas vigentes. Onde buscar referências para sua crítica?  Como justificar os intercâmbios, muitas vezes inconscientes? Como captar seus efeitos sociais? Sendo assim, nosso referencial aproxima e tenciona a ética com a estética, expressas de maneira genérica, que figuram por nossa historicidade multi/inter/transcultural. As particularidades estão descritas nas vozes plurais, étnicas, raciais, de gêneros. Elas estão sinalizadas por engajamentos, por militâncias, por movimentos registrados em arquivos de diversos formatos, borrando os limites do que é subjetivo e objetividade metódica. Diante desse cenário – nacional, regional, amazônico – pretende-se reunir pesquisas que consigam meditar nesse dualismo da história e da memória, onde o que se retém e o que se envia tem impacto nas formas de experimentar o cotidiano autoritário do tempo presente.

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Registros sobre a instrução pública nos vales do Madeira e Guaporé entre 1901 a 1956

Coordenadores do GT: Paulo Sérgio Dutra (UNIR) e Cleicineia Souza de Oliveira (UFMT)

Modalidade: online

Resumo do GT: O presente grupo de trabalho constitui-se como um espaço de discussão sobre as experiências com a instrução pública nos Vales do Madeira e Guaporé no período que se inicia em 1901 e segue até 1956. Nesse sentido, assinala-se que o recorte temporário escolhido para a recepção de trabalhos pode ser caracterizado como período em que o espaço geográfico em destaque integrava aos Estados do Amazonas e Mato Grosso, passando pela criação do Território Federal do Guaporé ocorrido em 1943, os nuances entorno da organização da vida política, educacional no referido Território seguindo até 1956, ano em que ocorreu a mudança de nome do Território Federal do Guaporé para Território Federal de Rondônia. Ainda sobre o período mencionado, vale lembrar que interessam os nuances que correspondem as questões políticas, a legislação relacionada a instrução pública, a criação de escolas, os sujeitos como professores/ras gestores/as, a comunidade escolar e outros temas endereçados a educação para aquele momento e que serão acolhidos neste GT. O referido GT ainda possibilita compartilhar fontes que estão presentes em arquivos como Centro De Documentação Histórica de Rondônia, o APMT – Arquivo Público de Mato Grosso, e INEP.

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Violência e populações periféricas urbanas e rurais na Amazônia Ocidental

Coordenadores do GT: João Maciel de Araújo (IFAM) e Marco Antônio Domingues Teixeira (UNIR)

Modalidade: online

Resumo do GT: A proposta do GT é discutir a violência, lutas e resistências vivenciadas pelas diversas populações periféricas urbanas e rurais, incluindo populações tradicionais, na Amazônia Ocidental. levantando um debate amplo sobre a necessidade de políticas públicas de assistência à essas populações/comunidades no contexto amazônico contemporâneo, principalmente no que tange as migrações recentes, o avanço da fronteira agrícola e as consequências perversas do desenvolvimento econômico atual.

 

Submissões de Comunicações

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