I Encontro Terapêutico com Arte

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I ENCONTRO TERAPÊUTICO COM ARTE

Saúde, Educação e Espiritualidade

Pergunta-se, como trabalhar a subjetividade e o universo emocional de uma forma mais direta e que forneça um caminho para ação transformadora do Ser?

Em nossos tempos, diversos recursos terapêuticos sobressaem-se como mecanismos para tal questionamento, e assim, buscar responder e trazer qualidade de vida emocional e principalmente, mental ao Ser. Há uma crescente mudança de visão e ressignificação na forma de pensar à vida, no trato com os sofrimentos pessoais, e mudanças de perspectivas interiores. Através de diversas terapias, podemos, nos dias atuais, dar respostas significativas ao Ser Consciente que visa o progresso não só social, mas em especial, íntimo.

Uma delas, é a Arteterapia, que “usa a atividade artística como instrumento de intervenção profissional para a promoção da saúde e a qualidade de vida, abrangendo hoje as mais diversas linguagens: plástica, sonora, literária, dramática e corporal, a partir de técnicas expressivas como desenho, pintura, modelagem, música, poesia, dramatização e dança” (REIS, 2014). Segundo as análises freudianas, que deu bases para o desenvolvimento inicial da arteterapia, ao analisar algumas obras “observou que elas expressavam manifestações inconscientes do artistas, considerando-as uma forma de comunicação simbólica com função catártica” (REIS, 2014). Assim, o uso da arte seria um meio que pudesse expressar a subjetividade, levando a compreender a que partir das das imagens criadas na arte poderíamos ter uma via de acesso privilegiado ao inconsciente, pois elas escapariam mais facilmente da censura do que as palavras. 

Jung (1875-1961), discípulo de Freud, acreditava na possibilidade de o homem organizar seu caos interior utilizando-se da arte, considerava a criatividade artística uma função psíquica natural e estruturante, cuja capacidade de cura estava em dar forma, em transformar conteúdos inconscientes em imagens simbólicas (Silveira, 2001).

No Brasil, influenciada tanto pela vertente psicanalítica quanto pela junguiana a arteterapia se desenvolveu no seio da psiquiatria, em trabalhos com pacientes de instituições de saúde mental. Nise da Silveira, uma das precursoras no desenvolvimento da arteterapia no Brasil, acreditava que a função terapêutica da arte era permitir a expressão de vivências não verbalizável por aqueles que se encontravam imersos no inconsciente, ou seja, em um mundo fora do alcance da elaboração racional, cabendo ao terapeuta a tarefa de estabelecer conexões entre imagens que emergem do inconsciente e a situação emocional vivida pelo indivíduo (2001, p.18).

Através da arteterapia, depreendeu-se que a linguagem artística reflete (em muitos casos melhor do que a verbal) nossas experiências interiores, proporcionando uma ampliação da consciência acerca dos fenômenos subjetivos (REIS,2014). Por meio da vivência expressiva, o sujeito pode dar-se conta do que de fato sente e, durante esse processo, pode verdadeiramente fazer algo que assim o represente e a ele faça sentido (REIS, 2014). Portanto, na arteterapia, o fazer artístico se constitui como mediação no processo de autoconhecimento e de (re) significação do sujeito acerca de si próprio e de sua relação com o mundo.

Como atividade terapêutica, o que aqui se pretende não é propriamente fazer arte, mas sim, exercitar a criatividade, proporcionar que no fazer criativo se produzam outros modos de objetivação e de subjetivação. Desse modo, ela pode ser utilizada como recurso no contexto da clínica, da educação, da comunidade, da saúde pública, das empresas, em intervenções na área de dificuldades físicas, cognitivas, emocionais e sociais junto a indivíduos, famílias, grupos sociais e equipes de trabalho.


Referências

REIS. A.C. Arteterapia: a arte como instrumento no trabalho do Psicólogo. Psicol. cienc. prof. vol.34 no.1 Brasília: Mar. 2014

Silveira, N. O mundo das imagens. São Paulo: Ática, 2001.

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